World Fabi Books











{agosto 11, 2011}   Days with… Carlos!

Weeeell…

Isso já faz um tempinho, mas, sempre vale a pena recordar! (acredito que foi no final de semana retrasado!)

Eu estava louca para assistir o filme do Capitão América, tanto pela história, pelo o que os trailers mostravam, quanto pelo próprio ator “gatoso”!

Começo a caçar uma companhia para ir comigo no cinema numa sexta-feira à noite. Eis que o pobrezinho do Carlos aparece online no gtalk.

Tinha encontrado minha vítima! MUAHAHAHAHAHA…

Como ele disse que voltaria de São Carlos na sexta à tarde, combinamos de ir ver o filme assim que eu saísse do trabalho. Portanto, ele chegaria ás 16:00 em Jundy-City, iria se arrumar e descansar um pouquiiiiinhoooo e depois iria me pegar na Assessoria da Juventude às 17:00. Assim que chegássemos no Maxi Shopping, pegaríamos a primeira sessão do Capitão América!

Tudo ocorreu como combinado até sairmos do meu trabalho…

Dentro do carro, conversando, Carlos dirigindo, fomos indo. Porém…

Repentinamente olhamos ao redor e percebemos que havíamos passado “um pouco” (um quase sarcasmo aqui) a entrada que nos levaria a avenida rumo ao shopping. Estávamos indo em direção à casa do Carlos.

Choramos de rir e fizemos um belo de um retorno.

Entramos no Maxi e…

Uma daquelas moças que distribuem flyers na entrada bateu no meu vidro e informou:

– “Moça, seu vestido tá pra fora!”

Eu olho para a porta e vejo que metade da barra do meu vestido estava presa na porta e, consequentemente, sendo exibida para todos! Ou seja, demos uma volta por Jundiaí, expondo um pedaço da minha roupa como enfeite do carro!

Dei um jeito (tardio) no assunto, claro, sem deixar de rir de mim mesma.

Entramos e compramos os ingressos e saímos andando pelo shopping.

Perdemo-nos brevemente dentro daqueles quatro corredores que o lugar é composto (não me pergunte como).

Fiz amizade com uma das funcionárias do Maxi e peguei informações preciosíssimas de uma pessoa que vende Melissas por um preço ótimo.

Comemos. Surtei com algumas vitrines em promoção. E fomos ver o filme.

Fila gigantesca e um calor insuportável, considerando que o restante do shopping estava frio, assim como o lado de fora.

Entramos, conseguimos um bom lugar e esperamos.

A sala parecia uma sauna gigante, repleta de pessoas conversando sobre os mais variados e bizarros assuntos.

Para tentar enganar o calor absurdo, nós nos entupíamos de coca-cola gelada. Eis que, em um gole, o Carlos virou um pouco mais do que devia o copo e boa parte do refrigerante se espalhou pela camisa dele.

Obviamente, morri de dar risada da cena.

Enquanto gargalhávamos, uma funcionária do cinema chega:

– “Pessoal, estamos com um pequeno problema técnico, Daqui a pouco eu volto com mais informações”.

Olhamos para o relógio e P.Q.P. já tinha passado mais de meia hora do horário que o filme deveria ter começado!

– “Mas, dá pra ligar o ar da sala pelo menos?” – um cara estranho gritou.

– “Desculpe, mas essa sala também está com problema no ar!”

Ótimoooo!! (sintam o sarcasmo aniquilador aqui)

Esperamos por mais uns vinte minutos mais ou menos, até a mesma funcionária voltar, acompanhada de outras duas.

– “Infelizmente, não deu para consertar o equipamento. Informamos que a sessão foi cancelada. Na saída estaremos ou revalidando os ingressos para que possam ver outro filme em até 30 dias, ou reembolsando vocês.”

Bom… Preferimos revalidar.

Fomos caminhar, novamente, pelo shopping. Eu estava um tanto frustrada, mas fazer o que?

Fabi: Caramba, isso nunca aconteceu comigo antes.

Carlos: Nem comigo.

Fabi: Isso porque faz um ano que você não vai ao cinema, né? (ah sim… Acho que esqueci de comentar esse detalhezinho!)

Carlos: Mas a culpa é sua!

Fabi: MINHA? Por quê?

Carlos: Por que é… Oras!

Essa conversa se seguiu por um tempinho… Hehehe…

Quando estávamos passando pela frente do cinema pela segunda vez, vi que logo mais iria começar a sessão do Harry Potter – Relíquias da Morte – Parte 02 (legendado e em 3D).

Eu já vi o filme com a Bia, contudo… Como uma boa fã… Não podia deixar de tentar de assistir novamente!

Fabi: Carlooos… Vamos assistir Harry Potter? (com certeza eu devo ter feito cara de criança pidona!)

Carlos: Mas, você já não viu?

Fabi: Já, mas… Não era 3D e eu QUERO ver 3D!

Carlos: Hm… (analisando a proposta)

Fabi: Tô com ingressos válidos pra qualquer filme aqui, vamos?

Carlos: Mas, eu nem vi o quinto, o sexto e a primeira parte do sétimo!

Fabi: Tá… Mas se vc não quiser mesmo ver… Tudo bem…

Carlos: Não, tudo bem! Vamos ver. (yeah! Vitória para mim! Hehe)

Fabi: Brigadaaaaa!

Carlos: Mas, vou ficar perdido no filme.

Fabi: Tudo bem, eu vou explicando.

Subimos para o cinema e eis que descobrimos que precisávamos descer de volta para a bilheteria lotada para trocar o ingresso.

Eu furei fila e consegui fazer a troca rapidamente…

Pois é… Sou malvada ás vezes, mas era HARRY POTTER!!!

In fine… Entramos na sala, nos sentamos e o filme começou.

Depois dos cinco primeiros minutos de Relíquias da Morte, tudo fica escuro, o filme para e as luzes se acendem repentinamente.

A mesma funcionária de antes aparece (MERDA!):

– “Estamos com um pequeno problema técnico que estamos resolvendo.” (eu já fulminei o Carlos com o olhar)

– “É a síndrome da sala 05?” (gritou um cara atrás da gente).

A mulher riu e saiu. Pelo visto, a maioria das pessoas naquela sessão vinham da sala 05 onde, supostamente, deveria ter passado o filme do Capitão América.

Fabi: Culpa sua, Carlos!

Carlos: Por quê?

Fabi: Você fica um ano sem vir ao cinema e quando você vem, acontece isso! É zica!

Carlos: Não é culpa minha!

Fabi: É sim! Comigo isso nunca aconteceu! Só tá acontecendo porque você tá aqui!

Carlos: É nada! A culpa é sua! Você quem é a culpada!

Fabi: Eu não! É você!

E a conversa continuou nesse ritmo até o filme recomeçar! (yeaaaah \o/)

Claro que depois fomos para casa e no dia seguinte fomos dar uma volta loooooongaaaa por São Paulo, onde eu finalmente consegui ver Capitão América.

Ou seja… O final de semana foi bem agitado, porém divertido!

E tadinho do Carlos eu o aluguei para me acompanhar em minhas loucuras! Hehehe…

Sorte que ele é bonzinho comigo, apesar de viver me zoando! (nessa ultima parte me imaginem fazendo um olhar assassino).

É isso… Um dia tentando ver um simples filme com o Carlos! hauahauahau

Carlos

Eu (Fabi)

Viram como eu choro de rir quando saio com o Carlos? hehe…



Introdução

Um Começo

 

Os Pontlagua sentiam-se, se possível, as pessoas mais felizes no mundo naquela estrelada e iluminada noite, pois, sob a benção do luar, nascera a tão esperada e especial garotinha. Viera à vida mais uma mulher capaz de fazer a ligação entre dois fantásticos mundos. O mundo humano e o mágico. O nome desta pequenina? Lilith Pontlagua.

Esta especial criança, com certeza, será a responsável por levar muita alegria e novidade para aquela incomum família e muita aventura e confusão para esta história.

Dia 18 de Novembro de 1988.

———————————————————————

Capítulo 01

Sempre aos Dezoito Anos…

– A nossa pequena garotinha está fazendo aniversário! Já tem 18 anos! PARABÉNS! – Suélen Pontlagua transmitia um ar de alegria contagiante. – Já é uma adulta… – comentou com nostalgia.

– É… Como o tempo passa rápido! Parece que foi ontem que ela deu seu primeiro suspiro para o mundo! – Selso Pontlagua, ao contrário do ar alegre da esposa, apresentava um de desdém.

No entanto, isso não significava que ele não se sentisse feliz pelo aniversário da filha, ao contrário, ele estava deslumbrado com o evento. O único problema era que Selso parecia estar anestesiado por causa da breve noção que tivera da rápida passagem do tempo.

– Ei, pai! E eu? Quando foi o MEU primeiro suspiro para o mundo? Por que você e a mamãe não falam esse tipo de coisa quando EU faço aniversário? – o pequeno Elyandro Pontlagua, de apenas treze anos, sentia-se enciumado pela irmã. Contudo, ele não sentia ciúmes somente por causa da atenção dos pais, mas por causa de outro motivo também.

E antes que Selso pudesse dizer algo, uma magnífica e elegante águia voou janela á dentro e pousou no ombro de Lilith com toda a graça que este animal é capaz de ter. Ela era o animal de estimação da família. Lilith a havia encontrado quando ainda era um filhote, durante as férias de julho com sua família no Canadá. O ninho do pobre animalzinho havia sido destruído por causa de um terrível vendaval e não havia sinal dos pais do filhote. A garota o adotara e Suélen e Selso a ajudaram a criar. Elyandro a ajudará a brincar e dar um nome ao animal: Luka.

_ Veja, papai! A Luka voltou! – o pássaro estava sumido há uma semana e reencontrá-lo no dia de seu aniversário, deixou Lilith extasiada. – Ué… Mas… – puxou uma pequena fita do pé do animal. – O que é isso aqui? – havia algo escrito na tira de pano roxa. – Aqui ta dizendo que eu fui aprovada em Fantasy… – olhou com curiosidade para os pais. – Que lugar é esse?

Selso e Suélen se entreolharam cúmplices e sorriram maravilhados para a filha.

– Querida… Você sabe o que uma wiccaniana? – Suélen passou o braço pelos ombros da filha e os apertou, tomando cuidado para não assustar Luka.

– Wiccaniana? Não… Eu sei o que é uma Wicca… – estava confusa. – Por acaso você não quis dizer Wicca ao invés de Wiccaniana, mãe?

– Não filha… Sua mãe disse certo… – Selso sentou-se no sofá e sorriu para a garota. – Você sabe que desde pequena é diferente das demais crianças, não é uma garota qualquer… – continuou a sorrir. – Você sabe que a nossa família tem um dom especial… É mágica!

– Ok… Certo… Vocês piraram? – Lilith sorriu em deboche.

– Se estamos loucos? Quem é que acabou de receber uma carta, vinda de uma águia, que tem como remetente uma universidade chamada Fantasy? – Selso retribuiu o sorriso da filha. – Quem está pirando mais? Eu e sua mãe quem apenas mencionamos a palavra mágica, ou você que anda recebendo coisas bizarras?

– Isso tá parecendo coisa de Harry Potter. Tem certeza que vocês não andaram assistindo muito aos filmes não?

Suélen e Selso lançaram-lhe um olhar mais sério e Lilith ficou quieta. Qualquer que fosse o rumo daquela história, pelo visto, não iria terminar em uma brincadeira.

– Tá… Então continuem a explicação. – sentou-se ao lado do pai.

– Como eu e sua mãe dizíamos… – acomodou-se no sofá. – Somos uma família especial, diferente das demais que possuem apenas o mínimo de mágica.

– E o que seria esse mínimo de mágica?

– Ah… Seriam aquelas coisas de paranormais, sexto sentido, espiritismo, e afins… – Suélen passava os delicados dedos sobre os cabelos bagunçados do filho. – Coisas que hoje em dia, até que são consideradas normais, aceitáveis pela maioria…

– Então, de um certo modo, nós não somos normais e nem aceitáveis pelo visto… – Lilith acariciava Luka, que parecia começar a ficar impaciente em seu ombro.

– Eu disse que somos especiais e não anormais! – Selso sorriu divertido com a análise. – Pois, então… Pessoas que possuem mais mágica do que a maioria são chamados de wiccanianos.

– Em Harry Potter eles são chamados de bruxos mesmo…

– Quer parar de falar de filmes, por favor? – Suélen encarou a filha da maneira autoritária que somente as mães conseguem fazer.

– E se eu estiver falando dos livros? – provocou. Mas, assim que viu a mãe começar a abrir a boca para lhe dar uma bronca, a garota ergueu as mãos em sinal de trégua e voltou a olhar para o pai. – Mas, to errada em comparar a nossa vida com a dos livros de J.K.Rolling?

– Até que não… – cedeu pensativo. – A escritora conseguiu, de alguma maneira, incorporar nas obras dela parte do nosso estilo de vida… – Selso relaxou o corpo e passou a mão sob o queixo. – Me pergunto se ela pode ter ligação com o mundo wiccaniano… – sussurrou ainda absorto.

– Selso, acho que isso não vem ao caso agora… Essa explicação esta demorando muito, não esta? – comentou, tentando apressá-lo e tirá-lo de seus devaneios.

– Ok… Certo… – concordou, balanço a cabeça para tentar afastar os demais pensamentos. – Voltando ao raciocínio… Como você disse, filha, Harry Potter tem muita coisa a ver com o nosso mundo. E Fantasy seria como aquela escola que eles vão no filme…

– Hogwarts?

– É… Isso… – não sabia se esse era mesmo o nome certo, pois não era muito fã de literatura, mas, ele sabia que a filha o era e por isso, tudo o que ela dissesse referente à livros e palavras, provavelmente estaria certo. – Só que Fantasy é mais como uma universidade ao invés de escola, sabe? Lá, você vai aprender o básico no primeiro ano e depois, as coisas começam a se complicar…

– Vou ter que entregar algum TCC no final do curso? – Lilith perguntou pesarosa.

Pelo o que ela sempre ouviu falar, os TCC’s eram os responsáveis pelos piores pesadelos de jovens universitários. E se eles já eram ruins em cursos “normais”, não queria nem imaginar como eles seriam em cursos que envolvessem magias.

– TC… O quê?

– TCC, pai. – revirou os olhos, impaciente. – Você sabe… Trabalho de Conclusão de Curso. Aqueles trabalhos monstruosos e complicados que universitários são obrigados a entregar no final do curso, para conseguir se graduar.

– Ah sei… – mordeu o lábio.

Selso não gostava de abreviações. Sempre se atrapalhava com elas, a menos que fossem termos voltados para política. Ele gostava de política e por isso, considerava fácil guardar as siglas.

– Bom… Você será avaliada na prática.

– Na prática? – arregalou os olhos assustada e confusa com a resposta do pai. – E o que seria essa “na prática”?

– Conjurar feitiços, preparar poções, quebrar maldições, defender-se de ataques mágicos. Essas coisas… – respondeu como se tudo aquilo fossem coisas naturais de se fazer.

– Hum… – agora Lilith considerava os TCC’s as coisas mais fáceis do mundo de se lidar.

– Mãe, pai… Por que vocês nunca falaram nada disso antes, nem para mim e nem para a Li? – manifestou-se Elyandro, que até então, vinha prestando atenção à conversa.

– Aaah, filhinho… É porque nós havíamos optado por educá-los no mundo humano e não queríamos que vocês criassem complexos por serem de um mundo diferente dos seus amigos… – Suélen abraçou o caçula da família. – Então, esperamos até o momento em que um de vocês dois tivesse um contato mais marcante e irreversível com o nosso mundo… O que foi o caso da Lilith. – olhou para a filha com um sorriso divertido no rosto. – Não tem como ignorar e dispensar uma carta vinda de Fantasy!

– Pois é… – concordou a garota, ainda tentando digerir toda a informação que seus pais havia lhe dado sobre a sua verdade identidade.

– E por que vocês decidiram nos criar assim? – o caçula continuava intrigado.

– Bom… Digamos que o que aconteceu com o primo de vocês, já havia acontecido antes com um primo meu. Foi muito traumatizante para todos nós e… Eu e o seu pai decidimos nos afastar um pouco de nosso mundo por causa disso. – sua voz estava baixa e pesarosa.

Lilith sentiu a amargura da mãe e se juntou ao clima tenso que havia impregnado a sala. Ela amava seu primo. Os dois, praticamente, eram unha e carne. O assassinato misterioso de Bruno a havia derrubado em um abismo sem fim. A wiccaniana ficara presa por anos em terapias para tentar se conformar e controlar a dor que sentia. E, mesmo depois de tanto tempo e de tanto tratamento, Lilith ainda sentia uma agonia aguda no peito, sempre que mencionavam seu falecido primo.

– Chega de tristeza. O que passou, passou… – Selso levantou abruptamente do sofá, assustando Luka e fazendo com que ela saísse voando pela janela da sala. – Opa… Desculpa filha. – olhou para a janela. – Espero que ela volte… – Lilith, simplesmente, lhe lançou um olhar enviesado como resposta.

– Seu pai tem razão! Chega de choro! – soltou o filho e começou a andar pela sala, indo para seu quarto pegar a bolsa. – Vamos já ao Vila Dragon comprar o seu material!

– Vila Dragon? – Elyandro havia se interessado pelo nome, assim como Lilith.

– Deve ser algo parecido com o Beco Diagonal de Harry Potter. – respondeu Lilith, dando um palpite.

– É… Deve ser… – concordou o irmão. Nem Selso e nem Suélen haviam prestado atenção à duvida do filho.

– Ham… Querido será que você poderia liberar um dinheirinho? É que estou dura! – pediu enquanto voltava do quarto, já com a bolsa à tira-colo e analisando a carteira em suas mãos.

– Está bem… – cedeu o senhor Pontlagua melancoso. Ainda não lhe agradava a idéia de gastar o próprio dinheiro em coisas que ele sabia que iriam sair caras.  – De quanto vocês vão precisar? Afinal está indo comprar no local mais caro da região, não é?

– Acho que uns… Mil está bom! – disse dando uma lida na lista em forma de carta que tirava de dentro da bolsa. Suélen se preparara para aquele momento há alguns anos. Aquilo estava sendo empolgante demais para ela. – E não me culpe, pois apesar de lá ser caro é o lugar com produtos da mais alta qualidade. – defendeu-se enquanto estendia a mão para pegar algumas notas e um pequeno cheque em branco assinado, que o seu marido lhe oferecia.

– Mãe, deixa eu ver isto dai? – perguntou Elyandro tentando arrancar a lista da mão da mãe – Eu vou com você e a Li para este tal de Vila Dragon. – anunciou após ler o papel e sair da sala para pegar a própria carteira.

Lilith simplesmente suspirou e foi para o próprio quarto pegar a bolsa. Se iria mesmo estudar em um mundo tão fantástico assim, então, ela iria começar a aproveitá-lo desde o começo. Compraria tudo o que fosse preciso e um pouco mais. Exploraria tudo que seus olhos vissem e que seu corpo tocasse e sentisse.

(introdução e primeiro capítulo do livro: Guardiãs da Fênix – O Começo / autoria: Fabiane Zambelli de Pontes)



et cetera
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