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{setembro 6, 2011}   Figuras da Literatura Brasileira

Olá, leitores!

Somente retomando…

Esse post aparecerá no meu blog toda semana, entre terça e quinta-feira!

Aqui podemos discutir desde ficção até problemas políticos, sendo que o intuito é ajudá-los a conhecer melhor os escritores brasileiros!

E não se esqueçam: Manifestem-se à vontade!

Então… Vamos para entrevista dessa semana?

Juliano Sasseron falando de Literatura Fantástica

 

 

Engenheiro Agrônomo e também escritor, escreveu seu primeiro livro com apenas 18 anos.

Boêmio, adora fazer novas amizades e ter contato direto com os leitores.

É escritor de ficção especulativa e amante do cinema. Escreve livros de suspense e de fantasia.

Autor de Crianças da Noite, também participou como convidado especial de diversas antologias.

 

 

Entrevista:

1 . Juliano, percebe-se que você retrata bastante o mundo fantástico. De onde vem a sua inspiração para escrever obras assim?

Sempre usei a imaginação a meu favor. Desde tenra

idade acompanhava os desenhos que utilizavam o fantástico.

Depois conheci Maria José Dupré (A Montanha Encantada, A Mina de Ouro) e Pedro Bandeira (série d’Os Karas).

Acredito que através da ficção especulativa podemos “fugir” um pouco da realidade, mas isso não nos impede de usá-la como ferramenta para passar alguma idéia que seja proveitosa para a vida real.

2. E o que você poderia nos dizer sobre o livro “Crianças da Noite”?

Para isso vou pedir para que você relaxe e fique calma.

O mundo mudou! Você percebe isso? Olhe ao seu redor. Tudo é feito automaticamente como num círculo vicioso.

Pode parecer bobagem, mas essa é a regra do mundo em que a maioria das pessoas vive.

Não é filosofia barata, apenas gostaria de dizer-lhe: ACORDE!

O mundo é muito mais do que apenas essa cor cinza que vemos todos os dias.

Existe um verdadeiro universo por trás dessa cortina esfumaçada que ofusca nossos olhos. Existe magia e também aqueles que a utilizam: Vampiros, Lobisomens, Magos, Aparições…

O universo é muito maior do que pensamos.

3. Como é escrever sobre seres fantásticos e usá-los como seus  protagonistas principais?

É como ter á frente uma tela em branco, um pincel, uma boa paleta de cores e a vontade de rabiscar do jeito que quiser.

Criar personagens bem estruturados e que cativem os leitores é de suma importância. Pode construí-los ao bel prazer é delicioso. É um poder divino.

4. O que é preciso levar em conta no momento de se escrever um livro assim?

Dependendo que você queira passar para o leitor. Por exemplo, meu conto “Esplendor” no livro “Território V” brinca com o fantástico, no entanto a ideia é criticar a política.

Também podemos deixar a imaginação fluir e depois lapidar as ideias até que algo legal se concretize. O importante é ter disciplina.

Não tem fórmula certa, cada autor segue seu próprio instinto. Como diria Picasso: “Que a inspiração chegue não depende de mim. A única coisa que posso fazer é garantir que ela me encontre trabalhando.

5. Quais são os autores que mais o inspiram?

King, Tolkien e Gaiman. Verdadeiros gênios.

6. Na sua opinião, acredita que a literatura fantástica vem crescendo em volume e gosto no mercado editorial atual? Por quê?

Crescendo sim, mas ainda está (muito) longe de ser o preferido das editoras. Livros como a saga Harry Potter alavancou o gênero, mas ainda há preconceito com esse tipo de literatura. Não é uma escola literária nova, mas começa a ser mais conhecida agora.

7. Nota-se que a literatura fantástica possui certa preferência dos leitores, pois existem vários eventos focados somente nela como, por exemplo, o Fantasticon. Como são esses eventos? E você acredita que eles atraiam cada vez mais adeptos ao estilo?

Posso ser criticado ao dizer isso, mas não.

Pelo menos por enquanto esses eventos são voltados aos escritores (ou àqueles que almejam isso). Veja bem, os leitores comuns não frequentam esse tipo de “reunião”. Isso é mais restrito ao chamado Fandom.

Esses eventos são legais. Revemos amigos, conhecemos o pessoal que só conversamos pela net… Mas para por aí.

Raros são os leitores que vão nesses lugares. O leitor comum vai onde seu autor preferido está, mas não fica até o final para conhecer os outros. É uma questão complexa.

Mas acho muito válido o esforço dos organizadores, pois quem sabe um dia teremos maior visibilidade.

 

 

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