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{outubro 4, 2011}   Figuras da Literatura Brasileira

Olá, Leitores!

Bem vindos a mair um “Figuras da Literatura Brasileira”!!

Quem ainda não sabe como funciona, vou explicar rápidinho:

Esse post se tornou uma espécie de “coluna” aqui. Toda terça-feira estarei colocando uma entrevista com alguns escritores brasileiros!

Essas entrevistas se pautarão em cima dos mais variados temas, os quais serão escolhidos pelo próprio escritor.

Podemos discutir desde ficção até problemas políticos, sendo que o intuito é ajudá-los a conhecer melhor essas figuras de nossa literatura!

E não se esqueçam: qualquer dúvida ou sugestão, não hesitem em me dizer! Manifestem-se à vontade!

Então… Vamos para entrevista dessa semana?

Juliano Sasseron falando de Curta-metragens

 

 

 

Para quem ainda não conhece…

Engenheiro Agrônomo e também escritor, escreveu seu primeiro livro com apenas 18 anos.

Boêmio, adora fazer novas amizades e ter contato direto com os leitores.

É escritor de ficção especulativa e amante do cinema. Escreve livros de suspense e de fantasia.

Autor de Crianças da Noite, também participou como convidado especial de diversas antologias.

 

 

 

Entrevista:

 

1. Curta-metragem é um filme de até 15 minutos e mesmo assim, alguns chegam a encantar mais do que os de filmes de longa-metragem, com horas de duração. Por que você acha que isso acontece?

Fazendo um paralelo com a literatura, o curta é como o conto. Quando são bem executados, deixam o espectador (ou leitor) em êxtase.

Tudo depende dos realizadores estarem em harmonia e, juntos, trabalharem da melhor forma possível. O tempo de duração (ou a quantidade de páginas) não é mais importante do que a mensagem a ser passada.

 

2. O que mais lhe fascina dentro do mundo cinematográfico dos curtas?

Como o mundo do cinema é muito caro, a opção de se trabalhar com curtas acaba sendo interessante.

Poder transformar alguma ideia em um projeto audiovisual sem grandes investimentos é maravilhoso, sem falar que há vários festivais onde podemos apresentar o filme ou video.

 

3. Juliano, em ter­mos de roteiro, você acredita que possa ser muito complexa a estrutura de um curta? Você já produziu um?

Em termos de estrutura de roteiro, não há grande diferença em um curta e um longa, o que acontece é que no curta devemos ser precisos na mensagem.

Um exemplo que dizem é: Pense em uma luta de boxe. No longa ganhamos por pontos. No curta ganhamos por nocaute.

Tenho uma pequena experiência com curtas. Roteirizei, produzi e dirigi “ABISSAL”, um video experimental com ideias trash.

A história foi baseada em uma notícia desses jornais sensionalistas. A ideia era trabalhar bastante com a fotografia e a direção de arte.

O curta está disponível no youtube: http://www.youtube.com/watch?v=-5f2B4yeyNo

 

 4. Quais os maiores e/ou os melhores festivais de curta, na sua opinião?

Vou listar alguns, mas não significa que são os melhores: Festival de Cinema de Gramado; Festival do Minuto; Fastival Paulínia de Cinema; Mostra de Cinema de Tiradentes; MOSCA; Festival SESC Melhores Filmes; Anima Mundi; CineFantasy; Animaldiçoados.

Citei apenas alguns, dentre eles estão festivais com projetos de alto-investimento e festivais que buscam incentivar a criatividade dos cineastas.

 

5. Quais os curtas que mais lhe agradaram?

Geralmente os vencedores do Prêmio Porta Curtas são ótimos. Gosto também daquelas histórias simples, porém bem executadas que nos fazem pensar “Pô, eu devia ter pensado em fazer isso”.

 

6. Você acredita que a internet por meio de site e, principalmente do YouTube, ajudou na maior “aceitação” dos curtas, tornando-os mais populares e aumentando o número de apreciadores, inclusive de autores?

Sem dúvida, a internet é ótima ferramenta para divulgação de toda forma. Mas, como sempre, é necessário garimpar até encontrar algo realmente bom.

 

7. Você já pensou em transformar alguma obra sua em curta-metragem?

Não. As pessoas também me perguntam se eu tenho interesse de levar ao cinema algum romance meu. A resposta é a mesma.

Isso não significa que eu não tenha interesse de ver meus livros virarem filmes, apenas não pretendo ser o diretor (ou produtor) deles. No máximo posso ajudar no roteiro e tal.

Gosto muito da Sétima Arte e tenho ideias para esse mundo, mas são histórias inéditas.

 

 



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