World Fabi Books











{fevereiro 29, 2012}   Causos Carol-Bia

Somente mais um pouco de velhas e boas histórias, as quais são como vinhos e whiskys!

Hm… “Carol-Bia”!

 

 

 

Mantendo a mesma linha do post anterior, vou continuar a falar de um assunto “defasado”.

E como podem adivinhar, este daqui é para as duas celebridades do meu blog: a Carol e a Bia!

Há algum tempo, um período que classifico como “meados de abril em tempos de universidade”, estávamos caminhando até o ponto de ônibus para irmos ao Shopping Dom Pedro, quando…

Tã tã tã…!!

(sorte não termos ido o caminho todo à pé, afinal, todas iriamos almoçar no shopping e, como a Bia e eu ainda não havíamos comido, a nossa pressão estava baixa e nos sentíamos um tanto zonzas… Somente a Carol sentia-se um pouco mais “normalzinha” e, mesmo assim… hehehe… Dá só uma olhada no que ela aprontou…)

Caminhávamos lenta e tranquilamente até o ponto, aproveitando a ocasião para conversarmos alguns assuntos “sérios”, sem pressa ou preocupações.

Tudo calmo, dia nublado, pouco movimento…

Quando repentinamente a Carol, que se localizava ao meu lado esquerdo, bamboleiou, agachou alguns centímetros, jogou o corpo todo para frente, depois o atirou para os lados, deu uma guinada para trás, estendeu os braços, moveu um pouco a cabeça, ficou em uma posição de “equilibrista na corda bamba” e parou de se mover.

Durante todo aquele processo, ela berrava: “Aaah, aaahn, an, ãn, aaaah…”.

Eu, no começo da coisa, havia estendido o braço para tentar segurá-la, em um instinto normal de amiga, enquanto que a Bia também se adiantara um pouco para ajudar caso fosse preciso. Mas, ao vermos que “o braço e a adiantada” não seriam úteis, assistimos a todo o espetáculo mudas.

Assim que a Carol conseguiu se recompor, ela nos encarou com um rosto totalmente RUBRO e um sorriso estranho: “consegui me equilibrar! Eu não cai!”.

Hm…

Espera um instante!

Tudo bem que ela não caiu, mas, se equilibrar?

Gente…

A garota conseguiu perder TOTALMENTE o equilíbrio em questão de segundos!

Nem preciso dizer que caímos na gargalhada, não é?

Durante toda a “zoeira”, a pobre coitada, aqui martirizada, se justificava colocando a culpa no famigerado chinelo.

Sei, sei…

O chinelo, certo?

Uma vez no shopping, paramos para conversar, quando – mais uma vez repentinamente – a Carol se desequilibrou parada no mesmo lugar, como em um “tropeço quase estático” – tentem imaginar isso – e quase caiu de costas no chão, conseguindo se recuperar nos 45 do segundo tempo!

Que tipo de pessoa consegue “tropeçar” PARADA???

A Carol!

(tudo bem que ela já tropeçou sentada no meio de uma prova escrita do Cheida! Mas isso é história para outra ocasião…)

E como se isso não fosse o bastante, tempo depois, ela conseguiu dar uma BELÍSSIMA TROPEÇADA sem motivos aparentes para tal feito, enquanto íamos para a aula.

Além de assustar a Nara, ela conseguiu me mostrar que é fera nos movimentos da “técnica king-fu do bêbado” – vide filmes do Jackie Chan, onde ele luta “bêbado”, como: “Mestre Invencível” e “O Reino Proibido”.

Ela consegue fazer 1.001 movimentos em segundinhos quando tropeça em si mesma e/ou perde o equilíbrio do nada!

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Agora… Vamos à Bia!

Duirante um ano classificado como 2009, ela havia tomado um “xarope” poderosíssimo que afetara totalmente o senso de direção e equilíbrio da garota.

Minha amiga se tornara semelhante a um “João Bobo”! Sendo que a única diferença entre ela e o brinquedo – além da aparência, porque a Bia é 1 milhão de vezes mais fofa e indiscutivelmente mais linda – era que, ao contrário do treco, ela caia!

Era uma cena hilária! Mas, que aparentemente nunca iria se repetir, portanto,eu na época, aproveitara ao máximo para zoá-la!

Ah… Se eu soubesse que veria isso acontecer novamente… Teria poupado parte da zoação e guardado para hoje!

Ou melhor…

Não teria poupado, não!

Tenho “zoações” de sobra para ela e as demais meninas! Hehehe…

Voltando…

Naquele dia, pela manhã, ela chegara à faculdade andando um tanto “torta” e com uma cara de sono indescritível!

Perguntamos se estava tudo bem. Sem aparentemente pestanejar, anunciou com uma vozinha arrastada e um sorriso torto: “haha… tomei xarope!”.

Pronto!

Eis a minha felicidade daquele dia!

Depois, minha amiga se virou para conversar com o namorado. Nesses minutos, eu reparara em uma coisa: em momento algum a garota conseguiu se manter no lugar!

A Bia se desequilibrava de um lado para outro, arrastando os pés para posições diversas, tentando não cair, enquanto que o tronco movia-se para direções diferentes para onde suas pernas iam.

A Bia me lembrou muito o Jack Sparrow… Por que será??

Como pode existir alguém que fica com problema de labirintite e com a fisionomia de uma pessoa “chapada,” quando toma xarope para a tosse?

O que, raios, existe neste bendito xarope?

Que a Dé não o descubra, senão o “estado de luz” dela vai ficar ainda mais “iluminado”!

Aliás… Aproveitando a deixa…

Dé… O que você anda fumando meninaaaa? Que estado de “luz” é esse? Tá me parecendo aqueles hippies chapadões que você vê nas fotos tiradas durante e  no tempo do Woodstock! (caraaaa eu precisava zoar com isso também! Hauahauahauahau)

Enfim…

QUE TIPO DE PESSOA PERDE O EQUILIBRIO PARADA E TOMANDO XAROPE PARA A TOSSE?

Resposta: a Carol e a Bia!

\o/ tcharãããã…

 

 

Carol e Bia




{fevereiro 29, 2012}   Causos Nara-Ana

Gostei de relembrar os tempos de faculdade! Portanto, aqui vai mais um post da época!

Hm… “Nara-Ana”!

 

 

O post de hoje é atual e ao mesmo tempo defasado, porque eu simplesmente resolvi juntar acontecimentos de datas diferentes, porém que são extremamente parecidos.

Desta forma, começarei por duas amigas relativamente “novéis” aqui no meu blog: a Nara e a Ana C.!

A história dessas duas é a seguinte…

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Um dia daqueles, andando durante o intervalo pelo campus da universidade, a Nara pediu para irmos ao banheiro, pois encontrava-se muito “apertada”.

Coisa normal…

(se fosse a Carol, uma pessoa que vai ao banheiro de 5 em 5 minutos, eu zoaria dizendo que esta tem um sério problema de bexiga! Mas, enfim, voltando à Nara…)

Fomos ao banheiro e, como exemplares modelos do sexo feminino, começamos a “trocar informações de alta relevância social” ali dentro.

Durante a conversa, a Carol aproveitou e usou o banheiro, a Bia também o fez, a Ana C. seguiu o exemplo das duas e a Nara ficou encostada em um canto mantendo o contato visual comigo durante o papo.

As três terminaram o que tinham que fazer, lavaram suas mãos e a minha amada amiga Nara perguntou:  “então, vamos gente?”, lentamente se dirigindo á porta.

Eu fiquei parada no lugar, sem entender nada.

Não era a Nara quem estava loucamente “apertada” antes?

Por acaso ela usou o banheiro na velocidade da luz e eu nem percebi?

Enquanto eu criava um debate ferrenho dentro da minha cabeça entre o Tico e o Teco, tentando descobrir se enlouquecera de vez, a Nara parou de andar, virou-se, colocou o material na bancada e, com um sorrisinho, anunciou: “esqueci de usar o banheiro…”. Dito isso, correu “desapertar-se”.

Digam-me…

Que tipo de pessoa esquece que está com a bexiga cheia, a ponto de explodir?

Bom…

Se você respondeu a Nara, está, em parte, certo. Existe outra pessoa capaz de tal façanha: a Ana C.!

Ela, assim como a Nara, nos pediu para pararmos no banheiro, porque estava com a bexiga extremamente cheia.

Ooook!

Andamos até o banheiro mais próximo. No exato momento em que chegamos, todas nós paramos a porta, com exceção da Ana C., a qual continuou andando normalmente.

Após uns segundo, percebendo que havíamos parado, ela também parou alguns centímetros mais a frente e perguntou: “o que foi gente?”.

A Carol, sempre bem prestativa – e obviamente com segundas intenções de usar o banheiro também – com um sorriso maroto e meio confuso atravessado no rosto, respondeu: “ué, você não queria ir ao banheiro?”.

A Ana C. deu uma risada e olhou para todas nós: “ah é! Tinha esquecido!”

Ela ESQUECEU que queria ir ao banheiro? Como assim? E a bexiga? Não estava berrando com ela não?

Agora sim… Podem me responder com 100% de certeza:

QUE TIPO DE PESSOA ESQUECE QUE ESTÁ COM A BEXIGA CHEIA E PRECISA IR AO BANHEIRO?

Resposta: Nara e Ana c.

\o/ yeaaaah

 

 

Ana C. e Nara

 



{fevereiro 29, 2012}   Desculpe-me, oh excelentíssimo!

(este post foi escrito na época em que uma grande amiga minha, a Carol, sofreu uma avassaladora injustiça, cometida por um “todo poderoso” senhor que acreditava, e creio que ainda acredita, ser o dono das palavras e detentor de todo o poder… Pior tipo de crendice de auto-monarquia!)

Desculpe-me, oh excelentíssimo! 

 

 

Não, não me refiro a nenhum político, principalmente a nenhum presidente (no momento). Apesar da criatura a qual me refiro acreditar ser um!

Já aconteceu de você colocar uma pessoa em um pedestal, acreditando esta ser um humano digno de confiança, altamente capacitado e livre de qualquer tipo de má índole?

E no fim das contas, essa pessoa não passa de um charlatão, metido que tem prazer em subjugar e ameaçar os demais que julga inferiores a ele?

Aliás, supostamente ninguém chega aos pés deste “extraordinário” espécime de ser humano, nem mesmo os grandiosos da história, da literatura e de qualquer outra área, seja exatas, humanas ou para biológicas! (Pura falacia! E ego extremamente inchado!)

Pois, então…

Deparei-me com um!

A surpresa foi imensa, contudo, de certa forma, já esperada. Afinal, ninguém poderia ser tão perfeito assim…

E quem arrancou a mascara e o expôs por trás do véu de ilusões, sob o qual me encontrava, foi uma amiga minha, uma conhecida por você que lê o meu blog.

O garoto metido, que se diz homem entendedor, humilhou-a!

Humilhou aquela que tanto prezam pelos excelentes trabalhos realizados e pela escrita impecável de alguém versado nas letras!

A inveja de não ser o melhor cegou-o a ponto de fazer acusações ridículas a uma artesã das palavras, além de expô-la ao ridículo e de depreciá-la!

Esta vil criatura acusou-a de plágio!

BLASFÉMIA!

Nunca vi pessoa mais preocupada com o que coloca no papel, quanto a minha amiga!

E, além de tal acusação, agiu como o todo poderoso e caridoso ser, capaz de “perdoá-la” por seu ato “maldoso” e de, ainda, acrescentar um jargão asqueroso à repressão de minha colega: “e que isso lhe tenha servido de lição”. (se o vão discurso não foi exatamente este, afirmo ser parecido. Garanto-lhes! A raiva me cega para as palavras exatas).

O problema, aqui, não é ao fato de ter, por acaso, encontrado palavras ou frases de minha amiga semelhantes a de outros. Caso isso surgisse, ele (oh, todo poderoso!) poderia ter conversado com a mesma e lhe dado um “toque”, algo semelhante a isso: “olha, encontrei umas coisas parecidas com o que outras pessoas escreveram. Tem como você dar uma olhadinha? É que eu temo que digam ser plágio”.

Pronto! Ninguém sai ferido.

Mas, não!

O orgulhoso e arrogante preferiu ridicularizá-la e ameaçá-la, machucando-lhe a auto-estima e amendrotando-a! Acusou-a falsamente! Colocou-a ao escárnio!

E ainda se diz amigo… Como dou risada de tal afirmação!

O ignorante, que se acha dono da palavra e das verdades, sentiu seu posto de “o melhor”, ameaçado pelos textos exemplares e pelas analises de minha amiga!

Por sempre ser tão elogiado e colocado em um pedestal por todos, acabou tornando-se um fanático por poder, o qual lhe subiu a cabeça!

Não duvido da capacidade deste! Ele é um excelente profissional e aluno. Sempre o admirei em demasia! Contudo, me enganei quanto ao caráter deste homem, o qual eu amaldiçoo agora!

Eis uma criatura que crê, segundo minha outra amiga, também conhecida por você leitor, ser a “reencarnação de Platão”! Senão, o próprio Platão! (deixou claro que a frase entre aspas não pertence a mim, pois, vai que, a tal criatura me acusa de plágio também?)

E, por que não, o próprio Aristóteles, Sócrates, Homero, Confúcio, Drummond, Thomas Mann, Maquiavel, Oswald de Andrade, Mozart, Bethoven, Otavio Frias Filho, Antonio Manuel Teixeira Mendes, Chopin, Vivaldi, Machado de Assis, George Orwell, Karl Max, Max Weber, Darwin, Albert Einstein, Abraham Lincoln, Getúlio Vargas, Charles Chaplin, William Shakespeare, Dante Alighieri, Dostoiévski, William Randolph Hearst, Charles Foster Kane, Roberto Marinho,Salomão Schvartzman, Caco Barcellos, Ruy Castro, Ernest Hemingway, John Reed, Erico Verissimo, Euclides da Cunha, Frank Sinatra, Umberto Eco, Truman Capote, John Hersey, Lima Barreto, Graciliano Ramos, Juca KFouri,  Reinaldo Azevedo, Flávio Pradella, entre outros grandes nomes (que me fogem da memória)…

Enfim…

Que fique aqui, o meu mais puro pesar pela alma e mente perdidas por este caráter egocêntrico…

E, também, a minha raiva, meu asco e minha indignação por ele!

Justiça à minha amiga!

Abaixo à cretinice!

 

 

Imagem ilustrativa do Excelentíssimo Sr. Duas Caras, referido no texto.



(encerrando por hoje o momento nostalgia do dia… Mais uma postagem emprestada de um dos meus velhos blogs!)

 

Causos com a Bia

– Vamos fazer um duelo de varinhas? – perguntei empolgada.

– VAMOS!! – respondeu ainda mais empolgada

 

Não sei quem é mais hilária nesse caso! Huahauhnauahau…

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– Eu quero uma touca de bichinho, mas tem um monte de gente tosca parada na frente do negócio… – disse, olhando para uma aglomeração ao redor da cesta de toucas.

– E daí? VAMOS LÁ!

 

É claro que eu iria incentivar, não é? Hehehehe…

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– E então VUSHHHH… E o negocio fez iiiich… Nossa, mas aquilo fez um BUM!

– Sério Bia? REPETE?

 

Sinto muita falta dessas conversas abarrotadas de onomatopeias!

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– O Roldão tá olhando para cá, pára de rir, disfarça a risada! – avisou.

E para disfarçar, nós duas “coçamos” o nariz ao mesmo tempo… Beloooo disfarce, não?

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– BIA, OLHA ESSA FOTO DO JACOB!!!

Quase destruímos as cadeiras e o computador, com a “euforia”! Huahuahauahua…

Detalhe: estávamos na lotada sala de informática da universidade, no intervalo entre uma aula e outra.

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– BIA, PÁRA DE EMPURRAR, TEM UMA VELHINHA AQUI, NÓS VAMOS MATÁ-LA!! – quase gritei dentro do ônibus, enquanto ela e as meninas me empurravam impiedosamente para cima de uma senhora.

– E DAÍ??? – instinto assassino aflorado!

 

O pior não era a possibilidade de poder machucá-la, mas sim o fato de que ela talvez fosse nos matar depois! E pelo olhar, eu era a primeira vitima!!

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– Tun tin tun tin… tra la la la… pa pa pa pa…

– Desculpa, Bia! Te fiz esperar, né? Tava me chamando? – depois complementei. – Parecia que você estava imitando um toque de celular!

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– O que você ta fazendo? – perguntei, porque ouvi um barulho estranho. Algo parecido com o som que aquela garotinha do filme O Chamado fazia ao sair de dentro de uma televisão.

– Eu tava bocejando…

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– Bia… que foi isso?

– Sei lá…

Eu me levantei e fui ver de onde ou do que vinha aquele barulho tão estranho. Estava um tanto apreensiva, pois aquela era a primeira noite em garotas, dormindo sozinhas na casa da praia da Bia, em Caraguá.

– O que era? – perguntou assim que me viu voltar com uma cara de revolta.

– Era um gato suicida na janela… – respondi me jogando na cama.

– Ah tá… – comentou, exibindo uma reação normal, como se eu houvesse dito: “era nada demais”.

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– Imagine aquele tufo translucido se aproximando de você…

– Eca! – me arrepiei inteira em desgosto.

– Agora, imagine você fazendo carinho naquele tufinho…

– QUE NOJO!

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– Eu escuto eles dizerem porca! – comentei diante de uma conversa a respeito de uma música coreana.

– E eu escuto poing… – complementou Bia.

– Poing? – questiono, diante da sonoridade diversa da palavra que eu havia entendido.

– É… tipo… hum… poing! – tenta justificar.

 

Reparem que fica somente na tentativa mesmo!

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– O tilti na perninha do bebê – fiz um comentário sobre um vídeo do youtube, a respeito de um bebê que dança a música Single Ladies.

– HAHAHAHAHAHAHAHAHHAAHAHAHAHAHHHAHAHA – este foi um riso descontrolado no meio da aula!

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– Bia! Olha o pé da professora!

– Ai!

– TÁ DANDO TILTI!

– HAHAHAHAHAHAHAHAHAHA!!!!! – começou a rir descontroladamente mais uma vez.

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– Ai, meu Deus! ELE TÁ PELADO??? – perguntei, enquanto agarrava o braço da Bia, no cinema, durante a cena em que o Wolverine se levanta do tanque, logo após terem implantado adamantium nele.

– Uhum… Aquilo que ele estava usando era só uma tirinha… Então, saiu quando levantou. – respondeu como se estivesse explicando algo altamente cientifico e complexo.

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– Onda, onda… Olha a onda! – disse como se estivesse admirando o mar. Quando, na verdade, ela se afastava lenta e discretamente de uma onda enorme que molhou a todas nós, menos, obviamente a ela!

– AAAAAAAAH BIIIIIIIIIAAAAAA!!!

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– E a vara do papa? – perguntou de repente em uma conversa online.

– QUÊ??? A VARA do PAPA? – digitei surpresa.

– Ah tá… era para ser a cara do Papa…

 

É… Isso é EXTREMAMENTE POUCO, comparado com todas as conversas que tivemos durante 4 anos juntas! (salvo falhas de memória…)

 

Bia (em sua foto "cabelo no peito", ou melhor, "peito no cabelo")




(continuando com a saga de nostalgia! Mais um post de um de meus antigos blogs!)

Causos com a Carol

 

 

– Carol, isso é um chupão? – comentou nossa amiga Bia, apontando para uma singela marquinha no pescoço de nossa loira.

– Quê? – apressou-se em esconder a prova do crime com o cabelo.

– Ahá! – acusei também, apenas colocando mais lenha na fogueira.

– Ah gente… – deu-se por vencida. – Isso daqui não é um chupão sexy… Sabe?

 

Huahuahuahua…

Como podem ver, mesmo tentando se justificar, ela quase sempre acabava piorando a situação para o lado dela!!

Amo demais isso!! Huahauahuahau…

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– Eu quero pegar aquele tufo gosmento e fazer assim ô! – a Carol estava com cara de assassina, enquanto esmagava com fervor algo imaginário.

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– … (imaginem algo dito na velocidade da luz)…

– Hm… repete? – olhei-a com um olhar de quem estava perdida e acabara de perceber tal coisa.

– … (palavras ditas na velocidade da luz novamente)…

– Hm? – minha fisionomia representava dúvida.

– Entendeu?

– Ãhn…? Não…

– Ah tá… – ela respirou fundo e diminuiu o ritmo. Repetiu o que dissera na velocidade da luz – O que você fez ontem?

 

Huhuahuahauahau… Sinto falta disso!

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– Então… Quando el me irrita eu o xingo!

– E do que você o xinga? – pergunto curiosa.

– De Fluffy!

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– Hm… Carol, não é melhor segurar nessa barra aqui? Ela é mais baixa…

– Nãoooo… Tô bem aqui… – respondeu, literalmente pendurada nas barras circulares mais altas dentro do vagão do metrô. Os pés dela nem mesmo alcançavam o chão.

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– Carol? – digo quando a vi ficar presa dentro do vagão do metro, e eu ainda do lado de fora.

– Socorro!!! – gritou, grudada do lado de dentro da porta, enquanto ele partia e eu ficava na estação.

 

Cena que achei extremamente hilária!

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– Fabi, onde fica a despensa?

– Ali! Por quê?

– Aaaah… Comida…  – e a Carol grudou na porta da despensa de minha casa.

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– O que você tá fazendo?

– Tava tentando ler as entrelinhas… – respondeu, abaixando o texto na mesa.

– Entrelinhas? – pergunto confusa. Poxa! Sabia que ela era culta, mas não tanto assim!

– É… A nota de roda pé!

 

Foi nesse dia que eu descobri que notas de roda pé podem ser as “entrelinhas” do texto! Huahauahuaauhua…

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– Carol?

Ela havia sumido do nosso campo de visão, de forma repentina!

– Carol? – dessa vez, quem chamara por ela, fora nossa amiga Bia.

– Aqui… – e lá estava ela, caída no cão… Para “variar”!

 

E o melhor de tudo, é que ela não precisava estar bêbada para tal resultado! XD

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– Aaaah… Acho que a loira do banheiro estava lá, enquanto eu usava o banheiro!

– Mas, Carol, você é a loira do banheiro! – comentei brincando, visto que ela interpretara a personagem Loira do Banheiro em uma de nossas reportagens.

– Eu tava falando da outra loira do banheiro! – respondeu com naturalidade.

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– Quero pisotear aquela carequinha brilhante dele! – outro instinto assassino, enquanto pisoteava uma careca imaginária.

 

Claro que tal coisa ela fazia no meio de lugares movimentados da universidade!

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– Eu escuto eles dizerem porca! – comentei diante de uma conversa a respeito de uma música coreana.

– E eu escuto poing… – complementou Bia.

– Poing? – questiono, diante da sonoridade diversa da palavra que eu havia entendido.

– É… tipo… hum… poing! – tenta justificar.

Reparem que fica somente na tentativa mesmo!

Damos muitas risadas por causa disso!

– E você, Carol?

– Eu escuto Boi-Caneca!

 

É de quebrar as pernas! Ou melhor… de chutar o balde!

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Durante a aula, me virei para conversar com a Carol e dei de cara com a tal dormindo, com a cabeça apoiada em uma das mãos, totalmente pênsil, e de boca aberta.

– Carol? – chamo.

– Ãnh…?

– Tá possuída? – brinquei, afinal eu precisava zoá-la pela cena!

– Ãnh…? Acho que não? – respondeu normalmente, como se a minha pergunta havia sido séria.

– Você acha que não? – eu já estava quase chorando de rir.

– Aaaaah… Fabi! – finalmente, despertando e percebendo o que respondera, começou a rir descontroladamente até ficar extremamente ruborizada (como sempre fica)!

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– AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH!!!!!!!!!!! – berrou no meio da rua, quase oferecendo um opera para aqueles que por ali passavam.

– Quê foi? – perguntei assustada, acreditando que ela havia se machucado.

– Ah… achei que era uma barata… – apontou para o montinho de folhas caídas e acumuladas ao pés dela.

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– ELE TÁ PELADO??? – perguntou em alto e bom tom, apontando para uma foto de um ator na tela do computador.

Detalhe: estávamos na sala de informática da universidade, a qual SEMPRE se encontrava abarrotada de estudantes!

– Acho que não… – respondi, analisando atentamente a imagem.

– Pena… – virou-se para o próprio micro, como se houvesse acabado de ver uma tragédia!

 

 

É… Isso é EXTREMAMENTE POUCO, comparado com todas as conversas que tivemos durante 4 anos juntas! (salvo falhas de memória…)

 

Carol (em uma de suas "façanhas" com o computador)



 (mais um post antigo! Ainda no momento nostálgico, estou revivendo alguns posts “arcaicos” de meus blog velhos e antiguados.)

Causos com a Nara

 

– Nara… Do que era feito o dadinho, mesmo? – divagava, tentando recordar o que havíamos acabado de ler em uma das embalagens do doce.

– Hm… acho que era… pro… pro… propano!

Uhuuuum… Claaarooo!!

Propano… Sei…

Huahauahuahauahau…

Depois dessa, acho que o dadinho dela, realmente, deveria ter uma dosesinha de propano!

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– Nara… cuidado! – alertei, pois naquele dia ela estava “altinha”, após ter ingerido uma certa quantidade de álcool.

– Isso daqui é uma flor ou um pato? – perguntou levantando, de forma abobalhada, um origami de aspecto duvidoso e indefinido

– Nara? – ela simples e surpreendentemente havia sumido do meu campo de visão.

– Hahahahaha!! – ouvi a risada vir de algum lugar.

Procurei por breves segundo e quando olho para o chão, lá está ela, rindo sozinha da própria queda inesperada!

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– Moça… Moça… Moça… – Nara, ainda “altinha”, saiu correndo na direção de uma garota, assustando-a.

– Ô moça! Onde fica o treco de comercio? – ela tentou continuar com o diálogo de via única com a pobre coitada.

– Caaaaaaaaaaaaaiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiooooooooooooooooooooooo… – a Nara desistiu da conversa infrutífera e saiu atrás de seu alvo. Ultrapassando o corredor inteiro de um dos prédios de comercio, obviamente, saltitando!

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– Nara? Que foi? – perguntei quando a vi com um olhar sonhador.

– Aquele lugar parece tãooo feliz… né? – comentou, olhando para a propaganda de um hotel, impressa em um caminhão que passava por nós.

– Ãnh?

– Sério! Olha! Tem até golfinho! – apontou animadamente para a tal propaganda.
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– Credo! Parece que ela tem peito no cabelo! – comentou após ver uma das fotos hilárias de nossas amigas Bia e Carol, na qual uma delas havia prendido parte do cabelo para dentro do casaco, permitindo que apenas um pedaço da ponta permanecesse do lado de fora, na altura dos seios.

– Quê? Peito no cabelo?

– É… Peito no cabelo… – insistiu.

Evidentemente, dei risada.

– Ah tá… Cabelo no peito! – se corrigiu, após perceber o erro. Bastou apenas uma risada minha! Hehehe…

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– Ela falava: ISSO! – anotação para a empolgação de Nara na hora de falar “isso”.

– Falava o que?

– ISSO! – repete com a mesma empolgação.

Entenderam, algo? Huahuahua…

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– Adoro quando o Globo Repórter fala sobre bichos! – comentou, aparentemente empolgada para assistir ao programa.

– Uhum! Eu também gosto bastante! – concordou nossa amiga Bia.

– É… São os que eu consigo assistir inteiros! – disse, contribuindo com a conversa noturna.

– Olha o bicho, que ninja! – a Bia comentou após alguns segundos, assim que vimos uma raposa branca mergulhar na neve e sair com a presa na boca.

– Verdade! Demais, né Nara? – concordo e tento puxar assunto com a quieta Nara.

– Nara? – a Bia também havia percebido a inatividade da colega, a qual, logo constatamos, já estava em seu 13º sono!

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– Fabi, posso mexer na panela?

– Pode, Nara.

– Posso usar um pano pra segurar a panela? Tá quente…

– Pode. Só toma cuidado pra não queimar o pan…

– AAAAAAAH O PANO TÁ PEGANDO FOGO!

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– Ai, Fabi… Desculpa, queimei o pano da sua mãe…

– Não tem problema…

– Mas prometo que não estrago mais nada, tá?

CRACK!!!

Enquanto ela brincava com o copo em suas mãos, acabou por derrubá-lo em cima da mesa, quebrando-o.

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– Isso daqui ta parecendo filmagem de Bruxa de Blair! – comento, analisando a filmagem.

Tal comentário arrancou risadas de minhas e da Bia.

– Fabi! Não fala isso! – Nara olhou ao redor e depois sussurrou. – Eu tenho medo…  – quando segredou a confissão, ela se parecia com o garotinho do filme “Sexto Sentido”.

 

É… Isso é EXTREMAMENTE POUCO, comparado com todas as conversas que tivemos durante 4 anos juntas! (salvo falhas de memória…)

 

Nara (em um momento de pura diversão)



(este é um post que existe em um de meus blogs antigos. Como estou um pouco nostálgica ultimamente, resolvi relembrar algumas coisas).

 

Causos com a Ana C.

 

Por mais incrível que pareça, a Ana C. é a nossa garota de OURO!

Sério gente…

Ela fala pouca besteira! Mas quando acaba soltando uma… HAHAHAHAHA… SÃO IMPRESSIONANTES!!!

Ela e a Carol, com certeza, competem para chutar o balde! É muito engraçado!

Contudo…

O que mais me diverte quando estou com a Ana C é o poder dela de desaparecer e reaparecer do nada!

– Cadê a Ana C? – olho ao redor: 360ºC!

PUF!

– Aqui do seu lado! – como se estivesse ali o tempo todo (mentira! Não estava!!)

SURGIU!!!

Tenho quase certeza de que foi um teletransporte… ¬¬

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– Então, Ana C… O que você achou?

Cri cri…

Cri cri…

Olho para onde ela estava…

Olho para todos os lados…

SUMIUUUU!!!!

 

E isso acontece TODOS OS DIAS!!!!

 

AAAAAh… Como eu me divirto com isso!!!

Hauahauahuahauahauaha…

 

E as tiradas??

Para uma pessoa calma e boazinha, essas tiradas surpreendem!

 

– Ah… acho que dá pra tentar entendê-la… – tento amenizar a gravidade da situação.

– É… talvez… – Bia, uma grande amiga minha, quase me apoia.

– Olha… Sabemos que ela tem uns problemas e… – continuo.

– Ela é chata! – ótimaaaaaaa Ana C!!!

Como diríamos: Cortou totaaaaal!!!

E ainda foi sincera com relação à garota!

Demais!

 

É…

 

Isso é EXTREMAMENTE POUCO, comparado com todas as conversas que tivemos durante 4 anos juntas! (salvo falhas de memória…)

 

Ana C. (em um momento de extrema descontração)



{fevereiro 27, 2012}   Dia Internacional das Mulheres

Hello everybody!!

Como estão??

Mais uma vez, o dia das mulheres vem chegando e muitos maridos, amigos, filhos, namorados, primos, ou seja, muitos homens por aí são atormentados nessa data!

– “Com o que devo presenteá-la?”

Hum… É uma pergunta atormentadora com uma resposta complexa mesmo! Hehehehe…

Brincadeira!

Basta vocês analisarem a mulher em questão! Sabe? Aquela sortuda que vai receber um mimo de vocês!

Como a data é especial para muitas, há aquelas que preferem presentes mais… hm… digamos “ostentosos”! Porém, para a maioria, um simples gesto de carinho e reconhecimento já basta!

O gostoso dessa data é ser lembrada e reconhecida como MULHER e não como uma garota qualquer! (olha só! até rimou!)

Eu sei que a data remete a um acontecimento triste e fatídico, contudo, também representa a vontade e a luta das mulheres por serem reconhecidas e poderem usufruir de seus direitos e da igualdade dos sexos!!

Portanto, não a trate como um objeto, como apenas uma funcionária, como uma simples qualquer! Reconheça-a!

Aliás… Vocês conhecem a história por trás da data?

Bom, de qualquer forma, aqui vai um resuminho:

 

História do dia 08 de Março:

No dia 8 de março de 1857, operárias de uma fábrica de tecidos, situada na cidade norte americana de Nova Iorque (New York), fizeram uma grande greve.

Elas ocuparam a fábrica em que trabalhavam e começaram a reivindicar melhores condições de trabalho, tais como:

  • Redução na carga diária de trabalho para dez horas (as fábricas exigiam 16 horas de trabalho diário),
  • Equiparação de salários com os homens (as mulheres chegavam a receber até um terço do salário de um homem, para executar o mesmo tipo de trabalho),
  • Tratamento digno dentro do ambiente de trabalho.

Porém, infelizmente, a manifestação acabou sendo reprimida com total violência!

As mulheres foram trancadas dentro da fábrica, que foi incendiada. E aproximadamente 130 tecelãs morreram carbonizadas, num ato totalmente desumano.

Contudo, foi somente no ano de 1910, durante uma conferência na Dinamarca, que ficou decidido que o 8 de março passaria a ser o “Dia Internacional da Mulher”, em homenagem as mulheres que morreram na fábrica em 1857.

E apenas no ano de 1975, através de um decreto, a data foi oficializada pela ONU (Organização das Nações Unidas)!

 

Real objetivo da Data:

Ao ser criada esta data, não se pretendia apenas comemorar. Na maioria dos países, realizam-se conferências, debates e reuniões cujo objetivo é discutir o papel da mulher na sociedade atual.

O esforço é para tentar diminuir e, quem sabe um dia terminar, com o preconceito e a desvalorização da mulher.

Mesmo com todos os avanços, ainda existem muitas que sofrem, em locais diversos, com salários baixos, vitimas da violência masculina, trabalhadoras em jornada excessiva, desvantagens na carreira profissional,…

Muito foi conquistado, mas muito ainda há para ser modificado nesta história.

 

 

E… para completar um pouquinho essa viagem pela história…

 

Conquistas das Mulheres Brasileiras:

Podemos dizer que o dia 24 de fevereiro de 1932 foi um marco na história da mulher brasileira. Nesta data foi instituído o voto feminino!

As mulheres conquistavam, depois de muitos anos de reivindicações e discussões, o direito de votar e serem eleitas para cargos no executivo e legislativo.

 

Marcos das Conquistas das Mulheres na História:

  • 1788 – o político e filósofo francês Condorcet reivindica direitos de participação política, emprego e educação para as mulheres.
  • 1840 – Lucrécia Mott luta pela igualdade de direitos para mulheres e negros dos Estados Unidos.
  • 1859 – surge na Rússia, na cidade de São Petersburgo, um movimento de luta pelos direitos das mulheres.
  • 1862 – durante as eleições municipais, as mulheres podem votar pela primeira vez na Suécia.
  • 1865 – na Alemanha, Louise Otto, cria a Associação Geral das Mulheres Alemãs.
  • 1866 – No Reino Unido, o economista John S. Mill escreve exigindo o direito de voto para as mulheres inglesas
  • 1869 – é criada nos Estados Unidos a Associação Nacional para o Sufrágio das Mulheres
  • 1870 – Na França, as mulheres passam a ter acesso aos cursos de Medicina.
  • 1874 – criada no Japão a primeira escola normal para moças
  • 1878 – criada na Rússia uma Universidade Feminina
  • 1901 – o deputado francês René Viviani defende o direito de voto das mulheres

 

Voltando ao tempo presente…

Por isso, homens queridos, não deixem de valorizar as mulheres sensacionais e especiais que vocês têm ao seu lado!

Não são precisos presentes caros, basta um abraço, um beijo e um reconhecimento!

Agora… Caso queiram oferecer algo a elas, dou-lhes algumas dicas: chocolates, um bibelô, um livro, um jantar, um passeio, flores…

E falando em flores…

Caso alguém queira me dar uma flor, aceito as lindas e tradicionais rosas!!

Também aceito livros!! Muitos livros!!

Huahuahauahauahua…

 

 

Enfim…

Encerro por aqui este breve post!

Baci, baci!!



Causos de um povo chamado Engenheiros.

Em uma terra longínqua – ao menos longe o suficiente para mim – chamada São Carlos, onde um povo classificado como engenheiros, especificamente da computação, vivem. Estes são e, ao mesmo tempo, não são de lá.

São seres de outros pensares, de outras atitudes que, por mais estranhos que possam ser, são facilmente comparados com a tribo de onde algumas amigas e eu viemos.

Ultimamente, jornalistas e engenheiros andam se comunicando, graças a mais “recente” união entre dois legítimos exemplares de cada aglomerado. E eu, como protagonista de tal fato, ando presenciando e ouvindo histórias que são de arrancar lágrimas dos olhos e espasmos nos músculos da face de tanto se rir.

Logo pretendo contar o que meus ouvidinhos escutaram, porém, agora, irei narrar algo que presenciei recentemente.

Dia 18 de Fevereiro de 2012 aconteceu o casamento de um dos integrantes da tribo, um nativo da computação, cujo nome de “guerra” dado por seus companheiros é: Sem Noção.

Ok… Apesar de tal apelido sugestivo e da data tão especial, não é sobre ele que falarei hoje.

Devido ao casório, o grupo (ou boa parte dele) se uniu para uma viagem looongaaa e sonolenta até Goiânia.

Bem…

Primeiramente, devo começar com o engenheiro Dois chegando à casa de meu amado Carlos (carinhosamente apelidado pelos seus como C.A.). O local seria um dos pontos de encontro para a partida, a qual ocorreria ás 03h00min da matina!

Como de costume, Dois chegou cumprimentando o C.A. de forma “calorosa” e em tom “ameno”, ao menos, através do ponto de vista daqueles que já estão acostumados.

Eu, aguardava tranquila, já prevendo as costumeiras receptividades masculinas. Foi quando dei uma boa olhada no rosto do Dois.

Ele já foi golpeado com um estilete, já sofreu perante a ira de C.A. e já passou por uns bons bocados que, apesar de tudo, acho engraçados.

(que o meu namorado apague essa informação do cérebro! Senão, não poderei mais tentar fazer uma leve cara de repreensão, perante o assunto. Afinal, ainda tenho pena do flagelado Dois e eu não deveria estar incentivando tais ataques… É… Não deveria. Mas, enfim…)

Vejam bem…

Eu nunca presenciei tais coisas, apenas ouvi falar e interroguei testemunhas que acredito serem confiáveis. Portanto, nunca o vi realmente machucado (hematomas e reclamações de dores musculares não contam). Assim, imaginem minha cara quando o vi com metade do rosto esfolado!

O folião – por favor, não comparem a palavra com os foliões carnavalescos, pois estes engenheiros não são receptivos a tais festividades parvas – ainda tentou me pregar uma peça, botando a culpa de tal ferimento em sua namorada, uma integrante da tribo dos médicos.

Então, pularei toda a lorota – divertida, porém extensa demais para um texto que já está com caracteres além da conta e ainda em ascensão – e irei direto ao ponto: o Dois sofrera um fabuloso acidente de bicicleta, digno de se tornar cena de um filme ou livro!

Aliás, abrindo um adendo ao texto…

Já observei que estes dois espécimes, C.A. e Dois, não se dão com bicicletas. São ótimos ciclistas e, pelo visto, gostam de exigir praticamente o máximo das magrelas. Contudo, não são muito felizes no final de suas “peripécias”, visto que, além do acidente recente de Dois, o C.A. já sofreu um “capote” ainda mais digno de uma cena de ação de uma obra a la “Missão Impossível”. (tal caso eu deixo para uma próxima narrativa)

Enfim, voltando ao que interessa.

Segundo Dois, o seu azar se deu ao fato de um gato preto ter literalmente cruzado o seu caminho. Pois é, crianças… Não tentem atingir velocidades exorbitantes em suas bicicletas, sem antes ter certeza de que não vão se “estupriar” em cima, ou melhor, fora delas!

Com e sem cara ralada, fomos todos para a prolixa viagem, a qual me proporcionou a oportunidade de conhecer os tão comentados engenheiros Sacramento, Vovó e Husky! Também pude conversar com algumas compatriotas da terra das mulheres: Jemina, Ana e Isa (desculpem se errei algum nome).

A ida foi pacata e quase inativa, se não fosse pelas tentativas de sussurros de Sacramento e Dois, diria que fora extremamente taciturna por parte dos viajantes.

Perto das 06h30min da manhã, fizemos a nossa primeira parada. O “pit stop” foi em um posto Graal, acredito que em Uberaba – cidade cujo nome eu frequentemente confundo com Uberlândia! (desculpem minha gafe geográfica, mas para uma mente sonolenta e fértil como a minha, tudo é possível!)

Ainda entorpecidos pelo sono e pelas horas de viagem, nos arrastamos pelo local, atendendo as nossas necessidades básicas.

Todos decidiram por aproveitar o momento e tomar um singelo e ligeiro café da manhã. Enquanto empurrava minha bandeja pelos balcões, atrás de algo que me apetecesse, vi algumas frituras monstruosas, que me deram calafrios apenas em imaginá-las em meu estômago àquela hora da alvorada.

Passei reto pelas frituras e metaforicamente voei com a minha bandeja até os pães de batata, antes que estes sumissem de vez. Peguei o último de presunto e queijo, me servi de um pouco de leite com açúcar e fui, ao lado de C.A., me juntar ao restante do bando.

Assim que me sentei, dei uma rápida espiada pelo prato de cada um, apenas para um levantamento básico. Todos estavam com alimentos aceitáveis como café da manhã, menos o nosso querido Dois, o qual resolvera se demorar pelas frituras e arrebatar uma suspeita e anormal coxa de frango.

Como boa jornalista e tagarela que sou, não pude deixar de comentar.

– Dois, não acredito que você pegou aquela coxa!

– Cara, quê é isso? – C.A. também havia reparado na anomalia no prato do colega. Aliás, todos na mesa haviam reparado. Era impossível não ver algo tão grande e bizarro.

– É uma coxa de frango, não tá vendo? – respondeu depois de engolir um bocado daquilo.

Os comentários a cerca da resposta foram objetivos. Todos responderam que aquilo definitivamente NÃO era uma coxa de frango e se fosse, o frango era um mutante!

– É, se apagarem a luz, o meu prato vai brilhar!

Realmente, não ficaria surpresa se me dissessem que aquele franco, quando vivo, fora alimentado com algo radioativo.

Aquela bizarrice e o fato do Dois devorá-la foram os assuntos durante boa parte do desjejum. Afinal, não é todo dia que vemos alguém engolir a coxa de frango que, em vida, deveria ser a Svetlana Pankratova1 do criadouro.

– Não acredito que teve coragem de pegar isso! – o espécime nomeado Vovó comentou, também pasmo com o feitio daquilo.

– Eu também duvidei de mim mesmo.

– Duvido que você coma tudo! – claro que o burlesco modelo engenheiro, Sacramento, precisava jogar uma provocação camuflada de aposta para cima do companheiro.

– Eu também pensei nisso: “Ah, eu duvido que eu consigo comer isso”! Foi aí que eu peguei a coxa!

Com os restos da anomalia depositados no prato e tragando os últimos fiapos de carne, ficamos surpresos com a façanha e tentamos imaginar o que estaria acontecendo no pobre estômago de Dois, o qual não pareceu se importar com o fato de ter devorado algo suspeito e provavelmente abarrotado de hormônios.

– Daqui a pouco esse frango vai mugir! – C.A. comentou, fazendo sua típica expressão de “você vai se foder depois, quando esse troço for digerido e quando for sair daí de dentro”.

– Auuuuuuu!!

Todos paramos e ficamos encarando aquele engenheiro, o qual parecia não saber qual a onomatopéia certa para mugir.

– Dois, isso parecia mais um cão uivando do que um mugido! – comentei, apenas para deixar registrado.

E ali foi gerada mais uma piada que seria dita durante toda a viagem!

Em certo ponto, a conversa morreu e todos concentraram suas mentes em algum detalhe do local, no programa que estava passando na televisão, na própria comida e/ou em pensamentos próprios e misteriosos para os demais.

Aos poucos as palavras ditas foram renascendo como fênix – frase tocante, não? – e a falação voltou. O assunto havia mudado um pouco e o foco estava em debates sobre o que vinha a mente de cada um e valia entrar com um tópico durante a conversa.

E no meio de todas estas discussões, surgiu o termo axioma. Palavra sem grande ostentação, a qual surgiu apenas como um comentário diante de um dos assuntos ali discutidos.

Continuamos com o bate-papo, mudando os temas por mais dois minutos, até que Dois, mais uma vez, interrompesse a conversa:

– Axioma, cara? – imaginem uma expressão de “what the fuck?” (sigla: wtf) imprensada na face esfolada do engenheiro.

Todos ficaram em silêncio mais uma vez, encarando o dito cujo, sem entender ao certo a pergunta em forma de expressão.

– Dois, faz uns dois minutos que o Carlos disse axioma! – novamente, eu precisava registrar o fato em auto e bom tom.

(entendam que, na falta de um gravador, dizer um pensamento e/ou alguma expressão em voz alta, ajuda a fixar melhor a informação dentro da cabecinha da pessoa que vos escreve!)

A gargalhada foi geral! Levantamos-nos da mesa, ainda usando o já famigerado engenheiro como tópico para a maioria das picotadas conversas, as quais iam nascendo e morrendo durante a breve caminhada até a van.

– Eu preciso escrever algo sobre isso! – comentei.

– Sobre o que? O Dois?

– Uhum! Principalmente sobre a coxa de frango que muge como cachorro! – e é evidente que C.A. contou para os demais o fato de que eu iria colocar aqui, neste blog, este trecho da história!

E para não abarrotá-los ainda mais com palavras, jargões e expressões, vou encerrando por aqui a minha crônica com um quê de conto.

Acredito que logo voltarei com a continuação da tal viagem!

Ah sim!

Antes de encerrar definitivamente, preciso informar que a coxa de frango não parou apenas no mugido de um cachorro! Foi um pouco mais além durante o passeio!

Não satisfeitos, os integrantes de tal povo, decidiram piorar um pouco a situação já fatídica do frango mutante e “revolucionaram” com a seguinte continuação: coxa de franco que mugia como um cachorro miando!

Bom…

Acredito que, de fato, darei um fim a esta extensa narração, antes que mais alguém decida colocar algum outro animal dentro da descrição da coxa anormal de franco mutante!

C.A. e Dois

Vovó e Sacramento

Bacci, bacci

E…

Arrivederci!!

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1 Svetlana Pankratova é a russa registrada no livro dos recordes como a mulher com as maiores pernas do mundo. Ela possui 1,96m de altura, sendo que suas pernocas possuem 1,32m!



{fevereiro 21, 2012}   Votação do livro! – Enquete

Eis uma enquetezinha para facilitar!

 

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