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{fevereiro 14, 2012}   Votação de livro!

Olá, leitores queridos que eu adoro!!

Como prometido, voltei para postar aqui um trechinho de cada uma das minhas obras, para que vocês possam votar na que mais lhes agradam.

A mais votada terá um pedaço postado a cada semana aqui no blog! (postarei toda quinta ou sexta-feira).

Então…

Vamos à votação?

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CONTO DE DRAGÕES

– O que está acontecendo? – Mariane, uma garota no auge de seus 20 anos olhava ao redor sem entender nada.

Não sabia como havia parado na cozinha, tentava vasculhar na memória o porquê de estar parada de pé, mas não adiantava. Sem lembrar como ou o motivo, estava ali, usando as roupas que mais gostava – um shorts e uma camiseta larga – mas nem mesmo quando havia se trocado conseguia se lembrar.

Começou a andar pela casa. Quem sabe sua mãe ou alguém fizesse idéia do que ela pretendia fazer? Quem sabe tinha ido comer ou beber algo? Não… Ela não sentia fome ou sede. Talvez tivesse ido atender ao pedido de alguém? Provavelmente.

Foi até a sala, ninguém.

Dirigiu-se até o escritório, ninguém.

Subiu para os quartos, todos vazios.

Resolveu dar uma espiada nos banheiros. Era difícil que todos da família estivessem usando o banheiro, mas não impossível. Mais uma vez, nem vestígio de sua família.

Parou para prestar atenção aos sons da casa. Se conseguisse ouvir as vozes de sua mãe, de seu pai ou de seu irmão, saberia onde estariam. Mas estava tudo, irritantemente, quieto. Nem o som de suas mascotes ela conseguia ouvir.

Será que aquela casa era mesmo a sua?

Será que simplesmente não havia entrado na casa errada e ainda não tinha percebido?

Olhou ao redor e tudo indicava que ali era o seu lar, mas queria ter certeza absoluta. Era impossível não haver ninguém ali daquele jeito! Entrou no quarto que supostamente seria o seu. E sim. A casa era sua. Aquele, definitivamente era o seu quarto cheio de bibelôs, livros e roupas espalhadas por todo lado.

– Estou em casa mesmo. Mas cadê todo mundo? – a casa estava completamente vazia e silenciosa. Ninguém, nem suas cadelinhas, estavam ali dentro, em nenhum cômodo, tudo vazio.

– Será que saíram? Me largaram sozinha aqui? – falar consigo mesma parecia idiotice, porém a tranqüilizava. Foi até a garagem, os carros ainda estavam ali.

Abriu o portão e foi até a rua. Não havia ninguém por perto. Não havia nem sequer o som de carros ou de pessoas andando pela cidade. Nem ao menos algum cachorro passando pela rua ou algum passarinho cantando. Estava tudo deserto e silencioso.

– O que está acontecendo? Cadê todo mundo? – começou a correr pela rua, sem se preocupar em fechar o portão. – MÃEEEE! PAAAII! WIIILL! CADÊ VOCÊS? – enquanto corria, ouviu um som estranho, parecia-se com um rugido ao longe.

Parou de correr, olhou ao redor e não viu nada. Provavelmente o pânico de estar sozinha a estivesse levando a ouvir coisas.

– EEEEIII!! ALGUÉM ME ESTÁ OUV… – antes que terminasse a frase, ouviu outro rugido e dessa vez mais forte, como se estivesse se aproximando. O som vinha de cima e com certeza não era a sua imaginação! Não estava apenas ouvindo coisas. Algo vinha pelo céu.

– Mas o que diabos é isso? – olhou para cima procurando por algo. O som se repetiu ainda mais forte, mais próximo. E dessa vez ela pôde ouvir outros rugidos. O que quer que fosse, não estava sozinho.

Começou a ventar e o som estava ficando cada vez mais alto. Sentiu seu corpo se arrepiar inteiro. Mariane não sabia o que estava acontecendo. Estava sozinha e algo estranho se aproximava.

Obrigou suas pernas a correrem de volta para casa, mas na metade do caminho ouviu o rugido novamente. Estava bem acima de sua cabeça! Ela congelou no lugar, não conseguia mais se mover. Com muito custo olhou para o céu e, naquele momento, viu a imagem mais linda e ao mesmo tempo mais assustadora e bizarra que já havia visto em sua vida.

Sobre sua cabeça um grupo enorme de dragões, das mais diversas cores, formatos e tamanhos, voava pelo céu.

(trecho do primeiro capítulo do livro).

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A DEUSA DAS BATALHAS

Nããããoooo!! – berrou Rinka enquanto sentia se levantar bruscamente. Ela estava de pé há poucos instantes, como é que agora estava se levantando? Olhou ao redor e percebeu que estava em sua cama. – Foi… Foi apenas um sonho! – ela enxugou o suor de sua testa e soltou um suspiro aliviado. Aquele sonho, por mais simples que tivesse sido, havia mexido muito com ela. Era como se ela estivesse perdendo algo de real importância, mas não conseguia descobrir o que.

Após ter acordado por causa do sonho, Rinka não conseguiu dormir facilmente. Ela ainda se sentia dentro dele. Como se ainda não houvesse acabado, como se ainda estivesse sonhando. Agarrou o travesseiro, tentando se obrigar a dormir, enquanto uma pergunta ainda a atormentava… Aquele sonho fora verdadeiramente real ou apenas mais um fruto de sua imaginação?

 

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– HAAAAAAAA! TÔ ATRASADA!! – gritou enquanto se levantava da cama rapidamente e saiu correndo do quarto.

– Oi, maninha!! – Miriam alegrou-se ao esbarrar com sua irmã mais velha no corredor. Ela amava Rinka. Era como uma segunda mãe para ela. Miriam sabia que sua idolatria por Rinka as vezes chegava a ser ridícula, mas não conseguia evitar de se sentir assim perto dela, por mais que tentasse disfarçar quando estavam fora de casa.

– Bom dia, Mi! – respondeu com um sorriso, passando pela irmãzinha e entrando na cozinha. – Bom dia mãe, bom dia pai! – cumprimentou enquanto pegava apenas um bolinho de cima da mesa e saía pela porta dos fundos.

– Não vai tomar o café, filha? – Nadia se preocupava com a saúde da filha. Ela tinha acabado de se recuperar de um resfriado e quase todas as manhãs eram daquele jeito. Nadia queria que a filha se alimentasse direito para não ter uma recaída e ficar gripada novamente.

– Não! Eu tô atrasada!! – gritou em resposta, já abrindo o portão de casa e saindo para a rua.

(trecho do primeiro capítulo do livro).

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A PROTEGIDA E O PRÍNCIPE

– Katherine, se comporte! – irmã Madalena puxava a garota pela mão, impedindo que ela se distanciasse muito do grupo. – Pare de tentar correr para todo lugar garota! Mais parece uma criança desobediente do que uma mulher madura!

– Desculpe, irmã! Mas é que tudo parece tão novo para mim… Há anos não saio do convento. Havia me esquecido de como é o mundo aqui fora! – Katherine olhava extasiada para as barracas de feira ao seu redor. Tudo parecia tão simples e ao mesmo tempo tão cheio de detalhes que ela se sentia impelida a absorver o máximo daquela experiência.

– Este é o mesmo mundo que te maltratou, Katherine… – Madalena a deixara mais próxima de si. – Esse mundo pode ser cruel minha jovem. – apontou para os becos escuros, onde grupos de pessoas se reuniam para apostar dinheiro, contrabando e jovens garotas da vida. – Vê? Há luxúria, violência, ganância, vaidade, abuso, corrupção… Não posso deixá-la se aproximar disso! – apertou a mão da garota com força. – Frei Heitor me deixou como sua responsável! Não permitirei que caia em tentação e que se perca pelo seu caminho.

– Meu caminho… – murmurou a jovem, tomando cuidado para que a freira não ouvisse o pouco caso em sua voz.

Até onde Katherine sabia, ela era dona de sua própria vida e por isso, trilharia o seu próprio caminho. No entanto, todos naquele convento pareciam querer acertar o rumo dela, conduzindo-a por uma estrada por onde não queria caminhar. Ela acreditava em destino, porém, ela não conseguia crer que viver daquela forma era mesmo uma obra do divino acaso. Suspirou e seguiu andando ao lado da irmã, sem mais se aventurar a se afastar dela. A mão já estava vermelha com o aperto forte de Madalena e, aparentemente, mesmo que conseguisse se livrar dela, as demais irmãs que as acompanhavam não permitiriam que ela fosse muito longe. Mesmo um tanto afastadas dela, todas à observavam e tomavam o cuidado de não deixar nada e nem ninguém se aproximar demais. Katherine se sentia como um animal emboscado, sem um lugar por onde fugir.

– Irmã Madalena! – uma jovem freira, de aparentemente 25 anos, aproximou-se da freira mais velha e segurou-lhe os ombros com força. – Há um tumulto logo adiante! Eu vi pessoas voltarem correndo e ouvi algumas comentando de uma briga feroz entre dois cavalheiros. O que devemos fazer, irmã? – soltou os ombros de Madalena e apertou as próprias mãos com o nervosismo. – Eu sei que é o nosso dever ajudá-los, mas estamos com Katherine aqui! – passou os olhos pela garota parada ao lado da freira.

– Eu sei. – olhou para Katherine e depois voltou a encarar com determinação a jovem freira. – Irmã Kátia, vamos impedir que aqueles pobres coitados se matem! Ajude-me a chamar as outras irmãs!

(trecho do primeiro capítulo do livro).

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AS ESCOLHIDAS

– Poderia saber o que as donzelas tanto têm para conversar? – perguntou o professor parado logo atrás delas com uma feição séria e, ao mesmo tempo, desafiadora.

– Desculpa! – com o susto, as três se desculparam em uníssono.

– Tudo bem! – começou a caminhar de volta para a frente da sala e parou, olhando-as com um sorriso pequeno nos lábios. – Mas se eu as pegar conversando novamente, terei que comunicar essa falta de atenção à coordenação! – se voltou para a lousa, fazendo com que as três amigas respirassem fundo de alívio.

Durante a aula, Trinix ficou olhando pela janela, entediada com a aula de física. Ela estava procurando algo que a distraísse, quando viu a imagem de um garoto lindo, aparentemente de sua idade. Ele tinha cabelos curtos e escuros e seus olhos eram de um azul magnífico e extremamente escuro. Estava vestido com roupas estranhas, pareciam roupas medievais de algum arqueiro ou caçador, cheia de panos e detalhes. Se tivessem algum bordado brilhante, dourado ou prateado, ele seria facilmente atribuído à imagem de um príncipe.

Ele a estava encarando fixamente, como se ela fosse a estranha ali, como se fosse algo novo e ao mesmo tempo ameaçador. Apesar da aparência linda dele, aquele olhar firme e intimidante a estava aborrecendo. No momento em que o viu, ela se espantou, depois, ficou aborrecida com o afronto do garoto, mas, no final, acabou ficando intrigada em saber quem era.

Trinix pensou em mostrá-lo a suas amigas e olhou para o lado para tentar chamá-las, contudo, ela se lembrou da advertência que o professor dera e desistiu. Quando olhou pela janela novamente o estranho havia desaparecido. Ela tentou procurá-lo com o olhar, porém, foi inútil. Ele havia realmente desaparecido!

– Que estranho… Para onde será que ele foi? – comentou em sussurros para si mesma, como se, ao fazer isso, ela pudesse encontrar a resposta dentro da própria mente.

Assim que o sinal bateu, Trinix correu para a janela, à procura do seu estranho garoto de olhos azuis-escuros, mas não obteve sucesso. Quem, afinal, era ele?

(trecho do primeiro capítulo do livro).

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AS GUARDIÃS DA FÊNIX

O COMEÇO

– Ok… Certo… – concordou, balanço a cabeça para tentar afastar os demais pensamentos. – Voltando ao raciocínio… Como você disse, filha, Harry Potter tem muita coisa a ver com o nosso mundo. E Fantasy seria como aquela escola que eles vão no filme…

– Hogwarts?

– É… Isso… – não sabia se esse era mesmo o nome certo, pois não era muito fã de literatura, mas, ele sabia que a filha o era e por isso, tudo o que ela dissesse referente à livros e palavras, provavelmente estaria certo. – Só que Fantasy é mais como uma universidade ao invés de escola, sabe? Lá, você vai aprender o básico no primeiro ano e depois, as coisas começam a se complicar…

– Vou ter que entregar algum TCC no final do curso? – Lilith perguntou pesarosa.

Pelo o que ela sempre ouviu falar, os TCC’s eram os responsáveis pelos piores pesadelos de jovens universitários. E se eles já eram ruins em cursos “normais”, não queria nem imaginar como eles seriam em cursos que envolvessem magias.

– TC… O quê?

– TCC, pai. – revirou os olhos, impaciente. – Você sabe… Trabalho de Conclusão de Curso. Aqueles trabalhos monstruosos e complicados que universitários são obrigados a entregar no final do curso, para conseguir se graduar.

– Ah sei… – mordeu o lábio.

Selso não gostava de abreviações. Sempre se atrapalhava com elas, a menos que fossem termos voltados para política. Ele gostava de política e por isso, considerava fácil guardar as siglas.

– Bom… Você será avaliada na prática.

– Na prática? – arregalou os olhos assustada e confusa com a resposta do pai. – E o que seria essa “na prática”?

– Conjurar feitiços, preparar poções, quebrar maldições, defender-se de ataques mágicos. Essas coisas… – respondeu como se tudo aquilo fossem coisas naturais de se fazer.

– Hum… – agora Lilith considerava os TCC’s as coisas mais fáceis do mundo de se lidar.

(trecho do primeiro capítulo do livro).

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ERA DE LODOSS

Samantha abriu os olhos, esforçou-se para levantar o corpo, sentou em sua cama, colocou uma das mãos sobre o rosto e com a outra puxou o relógio para ver as horas. Assim que a latência do sono diminuiu um pouco e os números ficaram mais legíveis, a garota decidiu se levantar.

– Que sonho mais estranho… – devagar e ainda sentindo-se sonolenta, ela colocou o uniforme e caminhou até a cozinha. – Bom dia mamãe… Bom dia papai… – pegou o lanche que sua mãe havia deixado em cima da mesa e o colocou na mochila com delicadeza, para não amassar e nem derramar nada.

– Não vai tomar café, filha? – a Silvia, mãe de Samantha, serviu-se de uma xícara de café enquanto observava a filha guardar o lanche que havia preparado.

– Estou sem fome, mãe! – abriu a porta e ajeitou o uniforme.

– É hoje a sua apresentação de teatro? – Luis, pai da garota, virava as páginas do jornal matinal da cidade, atrás de alguma matéria que o interessasse.

– Sim! – olhou para os pais e os viu começarem a fazer aquela fisionomia com a qual estava tão familiarizada. Era a fisionomia que faziam sempre que iriam lhe dar uma desculpa. – Mas… Vocês não precisam ir se não quiserem, ninguém é obrigado a comparecer! – ensaiou um sorriso no rosto para tentar tranqüilizá-los e colocou a mochila nas costas.

– Sinto muito, filhinha, mas… Hoje eu vou ter que ficar até mais tarde na loja…  – Silvia terminou de beber o café e encheu a xícara com o chá que estava no bule a sua frente.

– E eu vou ter uma sessão hoje no escritório… – Luis colocou o jornal de lado e ofereceu um sorriso singelo para a filha.

Esta cena já havia se tornado algo comum dentro da família. Não significava que os pais de Samantha não a amassem, ao contrário, eles a amavam demais, mas precisavam seguir a rotina de seus empregos para conseguir continuar levando o dinheiro que pagaria as despesas necessárias para o futuro da querida filha. Eles julgavam ser necessário fazer alguns sacrifícios em troca de um bem maior, o amanhã de Samantha.

– Tudo bem… – retribuiu o sorriso do pai e atravessou a porta. – Tchau! – fechou-a, tentando não pensar na falta que seus pais fariam em sua apresentação e saiu correndo para não chegar atrasada ao colégio.

(trecho do primeiro capítulo do livro).

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KANITE WORLD

Há muitos séculos, em uma Era diferente de todas as que já vimos em livros de história ou que já tenham sido presenciadas por qualquer ser vivo…

Muitas criaturas, que seriam fictícias para nós, pertenceram àquele tempo, ou melhor, nasceram e morreram naquela Era, muitos, perdendo a oportunidade de prosseguir com a espécie.

Youkais (demônios animais), vampiros, druidas, feiticeiros, fadas, dragões, duendes, anjos, mutantes, demônios, sereias, elfos, deuses,… Ou seja, humanos, criaturas e animais com poderes ou com qualquer outra característica que não possa ser explicada pela ciência dos simples mortais, conseguiram mudar a história, com uma simples frase, a qual era proferida como um mantra durante a tal Era: “Luto porque vivo, amo e sonho… Eu sonho, amo e vivo porque luto… Se não lutasse… Estaria desistindo de tudo isso, do amor, dos sonhos e da vida!”

(“Luto porque vivo, amo e sonho… Eu sonho, amo e vivo porque luto… Se não lutasse… Estaria desistindo de tudo isso, do amor, dos sonhos e da vida!”).

Ela era uma Era Mágica, mas não só por causa de seus seres, mas por causa de sua essência! Esta a qual lhes falo é a Era de Kanite! (Kanite !)

Kanite nasceu da união entre quatro grandes Deuses. Estes representavam os quatro elementos que sustentavam a vida e grande parte do universo: água, fogo, terra e ar.

Os deuses da água e do ar eram conhecidos como os Deuses Celestes, e os da terra e do fogo, como os Deuses Terrestres. Os seres de Kanite acreditavam, de forma correta, que o ar e a água podem alcançar os céus, enquanto que a terra e o fogo não conseguem tal feito, apesar de serem imensamente poderosos em terra firme.

Com o passar dos tempos, alguns desses deuses entregaram seus corações, assim, os Deuses Celestes, Elgards e Medina casaram-se. E, logo após, os Deuses Terrestres, Golbery e Liandra também se uniram em matrimonio. E destes casamentos originaram-se seus filhos: os seres que habitavam Kanite World.

(trecho do primeiro capítulo do livro).

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O DESTINO DA ESCOLHA

– Com licença, senhor! – Jorge, que estava fazendo uma ronda na praça, encontrou o homem no banco, sem reação alguma. – Com licença, senhor, desculpe, mas… Não pode ficar dormindo aqui! É… – parou rapidamente de falar quando tocou a pele daquele senhor e a sentiu totalmente fria. – O senhor está bem? – Jorge o sacudiu levemente com uma das mãos. Enquanto o chacoalhava, percebeu um ligeiro filete de sangue escapando da boca e do pescoço. – Senhor? – resolveu pegar seu pulso, mas isso já era desnecessário. O homem estava morto! – Droga! Tinha que ser justo no meu turno? – pegou o rádio e pediu que enviassem uma ambulância até a Praça das Águas. Olhou, novamente, para o homem e sentiu um arrepio percorrer-lhe a espinha, benzeu-se. O que poderia ter matado aquele homem?

Alguns minutos após o chamado, a ambulância chegou ao local e recolheu o corpo. Apesar de seu trabalho ser recolher pessoas quase mortas e não mortos, não podiam largar o corpo daquele pobre senhor lá na praça até que o furgão do IML chegasse. Somente hoje, dariam uma ajudinha aos amigos e levariam o corpo ao necrotério.

Mayara acordou após o meio dia, estava de férias no serviço, não precisava acordar cedo por enquanto. Poderia dormir e acordar quando quisesse. Teria algum tempo para poder esperar por seu tão misterioso “amigo”. Onde será que ele estaria?

Foi até a cozinha, pegou um suco de laranja na geladeira, serviu-se de um farto copo da bebida e foi novamente até a sacada. A porta permanecia aberta, mas nenhum vestígio de que tivessem passado por ela.

Que desapontamento!

Será que nutria um desejo impossível de se realizar?

– É… Você não apareceu… Mais uma vez… Você não pareceu… – voltou ao quarto, abriu a janela e ficou a admirar as lindas árvores que a Praça das Águas tinha.

Reparou em uma ambulância saindo de lá. O que havia acontecido? Algum acidente envolvendo assaltantes? Ou a pessoa foi apenas mais uma vitima do acaso? Não tinha tempo para tentar descobrir o que era, tinha que ir buscar sua linda sobrinha na escola, havia prometido à irmã que pegaria Laura na escola de inglês, já que Beatriz não podia mais sair de carro ou andar longas distâncias por causa do oitavo mês de gravidez.

Olhou para o relógio. Á que horas a sobrinha saia da aula, mesmo? Apoiou-se na parede enquanto pensava. Sentiu como se algo passasse como um fleche por sua memória e se lembrou. Ela sairia à uma da tarde! Olhou para o relógio mais uma vez… Estava atrasada!

Trocou-se rapidamente, saiu do apartamento sem se importar muito em fechar a janela e a porta da sacada. Tinha que correr. Não queria deixar a querida sobrinha esperando.

Foi até a garagem e pegou a sua moto. Uma Honda preta, linda, sempre brilhante por causa dos muitos cuidados que Mayara dedicava a ela. Aquela moto era como se fosse de estimação.

Saiu apressada. Provavelmente Laura já estivesse saindo da aula. Passou correndo pela praça, sem se importar muito em tentar descobrir o porquê de a ambulância ter parado por ali. Afinal… Estava com pressa, não podia mais perder tempo!

Após alguns minutos de exasperação e muita corrida, passando por sinais já amarelos e cruzando os espaços vazios entre os carros para evitar congestionamentos, Mayara conseguiu chegar até a escola de inglês.

Mas, apesar de toda a correria, não conseguiu chegar antes que a aula acabasse e Laura já a esperava no portão.

– Desculpe o atraso Lá! Perdi a hora! – desculpou-se enquanto retirava o capacete e estendia outro para a sobrinha.

– Tudo bem tia May… Eu saí faz pouco tempo! – Laura, colocou o capacete e subiu na moto, deixando o material entre ela e a tia, para que não caísse.

Mayara esperou a sobrinha terminar de se ajeitar e saiu com a moto. Agora não estava mais com tanta pressa, não precisava correr ou fazer todas aquelas loucuras que havia feito para tentar chegar a tempo. Precisava dar um bom exemplo e zelar pela segurança da sobrinha que agora a acompanhava.

– Lá… O que você acha de pararmos em uma sorveteria, pegar um sorvetinho e dar uma volta por aí? – perguntou enquanto esperava o sinal abrir.

– Acho legal! – pegou o celular e o colocou com uma das mãos por baixo do capacete. – Só me deixa avisar a minha mãe que vou sair com você… – enquanto ligava para a mãe, com a mão que estava livre do celular, ela segurava a cintura da tia, para que não caísse quando Mayara desse a partida na moto.

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– Como será que esse homem morreu? – Tomé olhava de tempos em tempos pela janelinha que ficava dentro da ambulância. Queria vigiar o corpo, estava apreensivo.

– Deve ter sido assaltado, tentou revidar e os canalhas deram cabo da vida do infeliz… – respondeu Leandro, batucando as mãos no volante enquanto esperava o sinal abrir.

– Tem certeza? – fechou a janelinha. – Você viu as marcas no pescoço do cara? Até parece coisa de… Vampiro… – Tomé benzeu-se.

– Ha, ha, ha, ha… Vampiro? Tá doido Tomé? Desde quando este tipo de coisa existe? – Leandro ria enquanto dava partida no carro. – Andou assistindo muitos filmes de terror, ein!

– Não tô de brincadeira, não! – abriu novamente a janelinha e ficou a observar o defunto, como se esperasse que ele levantasse a qualquer momento. – Você não viu as marcas no pescoço? São dois buraquinhos, que nem aqueles que dizem que os vampiros fazem no pescoço da gente quando mordem… O maldito deve ter-lhe sugado a vida!

– Ora Tomé… Deixa de paranóia… – Leandro deu uma breve olhada na direção do amigo. – E vê se deixa o cidadão em paz! Ninguém gosta de ser observado. Respeite a morte do infeliz! Dá-lhe o descanso merecido, homem! – com uma das mãos fechou a janelinha. – Você vai ver… Quando fizerem a autópsia, vão dizer que o pobre coitado morreu devido a um golpe certeiro na nuca, ou por overdose de alguma droga injetada diretamente na artéria dele. Não vai haver nada sobre ter sido sugado até a morte…

– Sei não Andro… Tomara… – se acomodou no banco, ligou o rádio e fechou os olhos. Queria tentar dar razão ao amigo e esquecer aquele defunto.

(trecho do primeiro capítulo do livro).

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OS ANJOS DA GUERRA

Em um lugar onde anjos descansam e meros humanos não entram…

Um Anjo chamado Yuri estava em frente a um lindo quadro, o qual retratava, com delicadas cores e sutis pinceladas, a paz que havia entre mortais e celestes.

– Lindo, não? – um anjo com magníficas asas, havia se aproximado delicadamente de Yuri.

– É o meu preferido, Kaory… – respondeu Yuri sem se virar para encará-la. Ela estava parada ao seu lado, mas ele referia continuar a admirar a bela pintura a sua frente.

Kaory era magnífica! Suas asas eram formidáveis, de um tom gelo com sutis mesclas arroxeadas. Alguns anjos, assim que são convocados a participar do paraíso celeste, preferem abdicar de suas antigas formas e adotar o aspecto andrógeno, comum entre eles. Mas Kaory ainda mantinha a aparência de quando era humana, mesmo que isso diminuísse seus poderes angelicais, ela preferia assim. Já era considera suficientemente forte e não via necessidade de abdicar de seu corpo torneado e sua impressionante cabeleira ruiva. Não o fazia por vaidade e sim por apego por uma vida que sentia saudade.

– Ele me faz lembrar o motivo de nossa missão… – ela colocou a mão sobre ombro do formoso anjo.

– Restabelecer o elo entre humanos e anjos! – lembrou-se o anjo.

Assim como Kaory, Yuri também mantinha sua antiga aparência. Ele era tão forte quanto a companheira e sentia tanta falta quanto ela de sua vida passada. Suas asas eram maiores do que as de Kaory e possuíam um leve tom prateado sobre o branco brilhante. Seu corpo era resistente, com salientes músculos. Seus cabelos eram curtos e ruivos como os de Kaory.

– Esse motivo, nós nunca esqueceremos, não é irmão… – Kaory encarou os olhos azuis e cintilantes que haviam acabado de se voltar para ela.

– Naomi e Toya! – Yuri sua voz havia saído pesada. Seu amargurado olhar estava preso aos olhos azuis esverdeados, cheios de brilho de sua irmã.

(trecho do primeiro capítulo do livro).

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OS CAÇADORES

– Posto seis, pronto!

– Posto quatro e três, preparadas!

– Posto cinco, tudo certo!

– No posto dois tá tudo preparado também! – apenas baixa estática se ouvia pelo fone do walk tok. – E no posto um? – silêncio novamente. – Lariane! – chamou em um tom imponente.

– Estou prontinha, meu amor! – ouviram-se risadas abafadas depois da resposta inesperada. – Quando você mandar! – avisou quando percebeu que o som de risos diminuía.

– Então, no três começamos! – um suspiro se fez ouvir através da ceve interferência da estática. – E vê se não me assusta garota…

– Eu sei me cuidar, querido… – sorriu, deliciando-se com a preocupação dele. – Câmbio e desligo! – ela não desligara o walk tok, mas simplesmente avisara que a conversa deveria acabar por ali. Todos fizeram o mesmo, mantiveram seus aparelhos ligados e, mais uma vez, o silêncio permanecia quase absoluto.

Além da falta de vozes, também havia a ausência de sons pela mata. Parecia como se toda criatura viva que estivesse por ali soubesse o que eles estavam prestes a fazer. Até o vento havia se aquietado e para Lariane isso era uma vantagem na operação, desta forma, o cheiro deles não seria espalhado e os flagraria.

– Um… – ouviu-se a mesma voz de antes. – Dois… – a expectativa crescia. – Três!

Uma explosão, ensurdecedora para os mais sensíveis, atingiu a calmaria tensa do lugar. E mais outra se seguiu depois desta, cada vez mais perto de um buraco grande, cavado no solo.

Em resposta à explosões cada vez mais próximas de sua toca, uma criatura gigantesca saiu correndo buraco a fora, procurando por algum responsável pelo suposto ataque. A sua velocidade e os movimentos ágeis chegavam a ser impressionantes, transformando-a em um enorme vulto por alguns segundos.

Lariane observava tudo do alto de uma árvore, próxima à aparente cratera no chão. Assim que viu seu alvo sair da toca, preparou a arma com os dardos tranqüilizantes. Ela percebeu a velocidade incrível e também viu os dardos dos companheiros errarem a mira. A garota precisava retardá-la.

Contou os segundos precisos e preparou para saltar do galho. Ficou em uma posição em que tornasse o peso de seu corpo ainda mais favorável durante a investida.

No tempo exato, ela saltou sobre a criatura, a qual, surpresa com a ousadia inesperada, tropeçou nas próprias patas e retardou a corrida.

Lariane se posicionou nas costas daquele estranho animal e aproximou o cano da arma do pescoço do alvo, disparando duas vezes seguidas. A criatura tombou e a garota se posicionou ao seu lado.

– Foi mal… – sussurrou enquanto retirava os dardos vazios daquele grosso pescoço. Olhou com cuidado para um dos responsáveis pela missão do grupo ali. Agora que estava imóvel, estatelado pelo chão, ela podia realmente ver o quão grande era. Se fosse para compará-lo com algo, seria com o abominável homem das neves. Mas, Lariane nunca havia visto algo daquele tipo em toda a sua vida.

O animal tinha pêlos espessos e negros, com várias mechas avermelhadas que se acumulavam principalmente ao redor do dorso. A criatura podia andar sobre as duas patas traseiras normalmente se quisesse. Não possuía orelhas, apenas pequenos ouvidos escondidos sob a pelagem. Sem mencionar que era um ser vigoroso, com músculos rígidos e garras enormes, extremamente afiadas. Lariane não conseguia ver as presas e os olhos, pois o pobre animal caíra de cara no chão.

Tentou se aproximar mais e arriscar virar a cabeça dele. Queria realmente ver como era. Caso alguém reclamasse, ela diria que não queria que o alvo sufocasse com a boa enfiada na grama e o fofinho enterrado na terra.

Assim que conseguiu virara cabeça, ouviu o barulho de passos se aproximando. Levantou-se em alerta, deixando o rosto da criatura virado para o lado. Nem ao menos tivera tempo de dar uma olhada decente naquele rosto.

(trecho do primeiro capítulo do livro).

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UM MUNDO NOVO

– Quem era aquele garoto? – ligou o chuveiro enquanto esfregava os olhos, novamente pesados de sono. – E por que eu não reagia? Era tão natural… – despiu-se e entrou debaixo da água quente que caia do chuveiro, deixando que ela escorresse pelo seu corpo. – Parecia que eu o conhecia e que nós já… – um arrepio percorreu-lhe a espinha e resolveu tentar desviar o pensamento.

Kayra já estava debaixo do chuveiro há mais de meia hora. A água lhe dava tranqüilidade e a ajudava a pensar melhor. Sem mencionar que ela estava em férias e não precisava se preocupar com horários, apenas com o fato de não passar o mês todo dormindo.

Pegou o sabonete e se ensaboou, colocou seu corpo na água e tirou todo o sabão. Depois fez o mesmo processo com o shampo e com o condicionador no cabelo. Quando decidiu que havia ficado tempo suficiente ali, desligou o chuveiro. Já sentia-se satisfeita e com uma sensação ótima de leveza.

Pegou a toalha, se enxugou, olhou para o espelho e viu uma garota no auge de seus 18 anos, com cabelos ondulados e ruivos que lhe caiam sobre os ombros.

O busto não era avantajado, mas também não era pequeno. Sua cintura era fina e seus quadril e coxas eram fatos.

Sua pele era sedosa e macia, com leves marcas de biquínis. Virou-se de lado para o espelho e enrolou-se na toalha. Pegou a pasta de dentes, os escovou e colocou água na boca, enxaguando-a. Terminou de se secar e voltou a se olhar no espelho.

– Eu não sou mais uma criança. Eu não sou mais a mesma garotinha inocente. – colocou a mão sobre o espelho. O que ou quem ela estava tentando convencer?  – Eu já sou uma… – mas, antes que pudesse completar a frase, a imagem que observava tinha se tornado diferente no espelho.

No reflexo ela não estava mais de toalha e com os cabelos bagunçados e molhados, mas vestida com um magnífico vestido branco, cheio de bordados roxos e delicados. Em sua cabeça descansava uma esplêndida coroa e sua desgrenhada cabeleira tinha se transformado em cachos lindo e perfeitos.

– O quê? – estava incrivelmente impressionada e pasma. – Mas essa… – arregalou os olhos assustada. – Sou eu!? – quando tentou se aproximar mais para ver melhor, a imagem voltou ao que era antes e o seu reflexo com uma toalha reapareceu.

Kayra sacudiu a cabeça e olhou para o espelho novamente, no entanto, nada havia mudado. Convenceu-se de que aquilo era apenas um fruto de sua imaginação e saiu do banheiro com a toalha no corpo.

– Acho que estou vendo coisas! Tenho definitivamente que parar de pensar naquele sonho. – ela jogou a toalha sobre a cama. – Isso está me deixando louca!! – fechou a porta, andou até o armário e o abriu. – Vejamos… O que vou vestir hoje?

Estava um dia quente, então ignorou as roupas pesadas e compridas, passando os olhos por uma saia e uma blusinha de alça.

– Já sei! – pegou aquelas peças de roupa e as vestiu.

Logo depois foi até a cozinha, olhou para a mesa do café sem muita fome. Sentou em sua cadeira de costume, pegou um pouco de leite e meio pedaço de pão.

Enquanto arrumava a mesa, viu um bilhete na geladeira. Deixou um pouco de lado o que estava fazendo e foi até ele, tirando-o de lá e lendo-o.

(trecho do primeiro capítulo do livro).

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UMA GRANDE AVENTURA

Além do som natural de passaros cantando pela manhã, no quarto de uma garota havia o som de algo mais… O som irritante de um despertador.

– Ah não… – Fabiula procurava pelo despertado sem tirar a cabaça debaixo do travesseiro. Ela estava morrendo de sono e odiava acordar cedo aquela campainha irritante sempre a irritava pelas manhãs.

– Vamos filha… Levanta! Você não quer chegar atrasada na escola, ou quer? – a voz de sua mãe, a qual havia acabado de entrar no quarto, por algum motivo, a fazia sentir-se mais desperta.

– Ta, mãe! Já estou indo! – se levantou devagar, desligou o irritante despertador, pegou o uniforme guardado da gaveta e foi até o banheiro.

Durante o seu habitual banho matinal, o qual a acordava completamente, ela pensava no sonho que tivera. Nele, ela, finalmente, se encontrava com amor de sua vida, com o garoto ideal. Mas, infelizmente, assim que acordou, além do sonho ter acabado, o rosto daquele maravilhoso menino havia desaparecido de sua memória. Por mais que ela se esforçasse para lembrar, não conseguia ter nenhum avanço.

– Filha! Vai logo nesse banho!

– Já estou saindo!

Desligou o chuveiro e começou a se secar. Segundos depois, enquanto se trocava, ela sonhava com as aventuras que nunca tivera em sua vida, com perseguições, assassinatos, mistérios e tudo mais que há de impressionante em filmes e livros de ação e suspense.

(trecho do primeiro capítulo do livro).

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UMA VIDA DE HERÓI

Essa história começa de uma maneira um pouco diferente das demais! Aqui, eu não vou começar contando como foi o inicio da nossa dupla. Vou começar pela metade.

Já passamos por diversas dificuldades e por inúmeras situações bizarras. Já presenciamos nascimentos e chacinas. Já choramos muito e rimos o dobro.

É…

Já vivemos quase tudo que um ser humano normal poderia viver.

Mas…

AHÁ! Eu e o meu companheiro não somos normais! Aliás, o Luka não é nem um pouco normal!

Sabe…

Ele é do tipo de mago que se considera o mais poderoso do mundo.

Se alguém disser que é bom em alguma coisa, ele tentará ser ótimo, independendo do que quer que seja essa coisa.

Como certa vez em que a irmã dele comentou que eu seria uma boa mãe, caso algum dia eu viesse a ter filhos.

Como um bom homem, ele deveria ter entendido a indireta da Loren e ter vindo conversar comigo, ou até mesmo ter ignorado a conversa e fingido não ter ouvido nada, o que seria uma reação comum masculina.

No entanto, ao invés de ter essas reações banais e corriqueiras, ele correu procurar por alguma magia que o permitisse engravidar, somente para provar a nós duas que ele seria uma “mãe” muito melhor do que eu!

Ah deuses…

Dêem-me MUITA paciência!

E é claro que nessa ocasião, assim como em muitos outros casos, eu o explodi algumas vezes com encantamentos leves, até que desistisse da idéia e me prometesse parar de ser tão… Tão… Extremista!

Mas, como sempre, ele promete, mas dificilmente cumpre. Ele ainda não tem uma noção muito boa de limites.

Apesar de tudo, eu realmente amo o Luka! Acho-o um homem perfeito para mim, salvo alguns probleminhas que impedem de nos amarmos abertamente.

Bem…

Como já deve ser dedutivo a essa altura da narrativa, nós somos uma dupla de heróis e, como tais, temos muitos inimigos.

Se eles já tentam nos separar sem saber de nossos verdadeiros sentimentos um pelo outro, tente imaginar se descobrissem que nos amamos!

Seria uma informação de prato cheio para se vingarem de nós! Seria maravilhoso para eles nos verem sofrer longe um do outro e nos torturarem.

Sem mencionar que, se nós finalmente ficarmos… Hm… Intimamente juntos e eu engravidar?

O Luka segue o código do bom Paladino. Ele não me permitiria lutar e continuaria da mesma forma cavalheira de brigar, sem atacar mulheres.

Portanto, se aparecer uma vilã e eu estou grávida, como fica a situação? Quem acabaria com a raça dela?

Tá aí o problema!

Ninguém!

Assim, sem ninguém para derrotá-la, ela fica super poderosa e tenta destruir ou “redecorar” o mundo a seu gosto.

Consegue ver a complicação do caso?

Não é difícil acabar com um super vilão. Destruímos um a cada ano!

O complicado e frustrante da história toda é ter que SEMPRE salvar a Terra e, por causa disso, eu não consigo tirar umas férias com o Luka. E sem férias não há descanso. Sem descanso não há oportunidade quentes para o amor.

Isso realmente me deprime às vezes…

Contudo, são ossos do ofício, não é?

Quem mandou eu me apaixonar pelo meu companheiro de batalhas e aventuras?

Mas chega de introdução!

Vou começar a narrar a partir do agora, deste ano, deste instante!

Com vocês…

E para você…

A história de uma fantástica e atrapalhada dupla de heróis; de uma feiticeira chamada Aline e de um mago chamado Luka!

(trecho do primeiro capítulo do livro).

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Estes são os prontos e/ou os “praticamente” prontos!

Se quiserem, coloco os que acabaram de sair do forno também.

Podem votar por aqui (deixando um comentário), pelo meu Facebook e/ou pelo meu e-mail (fabi.rinka@gmail.com)!

Beijooooos



solange says:

adoro tudo que voce faz, não consigo votar no melhor, porque todos são ótimos.



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