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{fevereiro 28, 2012}   Causos com a Carol (relembrando os velhos tempos)

(continuando com a saga de nostalgia! Mais um post de um de meus antigos blogs!)

Causos com a Carol

 

 

– Carol, isso é um chupão? – comentou nossa amiga Bia, apontando para uma singela marquinha no pescoço de nossa loira.

– Quê? – apressou-se em esconder a prova do crime com o cabelo.

– Ahá! – acusei também, apenas colocando mais lenha na fogueira.

– Ah gente… – deu-se por vencida. – Isso daqui não é um chupão sexy… Sabe?

 

Huahuahuahua…

Como podem ver, mesmo tentando se justificar, ela quase sempre acabava piorando a situação para o lado dela!!

Amo demais isso!! Huahauahuahau…

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– Eu quero pegar aquele tufo gosmento e fazer assim ô! – a Carol estava com cara de assassina, enquanto esmagava com fervor algo imaginário.

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– … (imaginem algo dito na velocidade da luz)…

– Hm… repete? – olhei-a com um olhar de quem estava perdida e acabara de perceber tal coisa.

– … (palavras ditas na velocidade da luz novamente)…

– Hm? – minha fisionomia representava dúvida.

– Entendeu?

– Ãhn…? Não…

– Ah tá… – ela respirou fundo e diminuiu o ritmo. Repetiu o que dissera na velocidade da luz – O que você fez ontem?

 

Huhuahuahauahau… Sinto falta disso!

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– Então… Quando el me irrita eu o xingo!

– E do que você o xinga? – pergunto curiosa.

– De Fluffy!

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– Hm… Carol, não é melhor segurar nessa barra aqui? Ela é mais baixa…

– Nãoooo… Tô bem aqui… – respondeu, literalmente pendurada nas barras circulares mais altas dentro do vagão do metrô. Os pés dela nem mesmo alcançavam o chão.

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– Carol? – digo quando a vi ficar presa dentro do vagão do metro, e eu ainda do lado de fora.

– Socorro!!! – gritou, grudada do lado de dentro da porta, enquanto ele partia e eu ficava na estação.

 

Cena que achei extremamente hilária!

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– Fabi, onde fica a despensa?

– Ali! Por quê?

– Aaaah… Comida…  – e a Carol grudou na porta da despensa de minha casa.

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– O que você tá fazendo?

– Tava tentando ler as entrelinhas… – respondeu, abaixando o texto na mesa.

– Entrelinhas? – pergunto confusa. Poxa! Sabia que ela era culta, mas não tanto assim!

– É… A nota de roda pé!

 

Foi nesse dia que eu descobri que notas de roda pé podem ser as “entrelinhas” do texto! Huahauahuaauhua…

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– Carol?

Ela havia sumido do nosso campo de visão, de forma repentina!

– Carol? – dessa vez, quem chamara por ela, fora nossa amiga Bia.

– Aqui… – e lá estava ela, caída no cão… Para “variar”!

 

E o melhor de tudo, é que ela não precisava estar bêbada para tal resultado!😄

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– Aaaah… Acho que a loira do banheiro estava lá, enquanto eu usava o banheiro!

– Mas, Carol, você é a loira do banheiro! – comentei brincando, visto que ela interpretara a personagem Loira do Banheiro em uma de nossas reportagens.

– Eu tava falando da outra loira do banheiro! – respondeu com naturalidade.

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– Quero pisotear aquela carequinha brilhante dele! – outro instinto assassino, enquanto pisoteava uma careca imaginária.

 

Claro que tal coisa ela fazia no meio de lugares movimentados da universidade!

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– Eu escuto eles dizerem porca! – comentei diante de uma conversa a respeito de uma música coreana.

– E eu escuto poing… – complementou Bia.

– Poing? – questiono, diante da sonoridade diversa da palavra que eu havia entendido.

– É… tipo… hum… poing! – tenta justificar.

Reparem que fica somente na tentativa mesmo!

Damos muitas risadas por causa disso!

– E você, Carol?

– Eu escuto Boi-Caneca!

 

É de quebrar as pernas! Ou melhor… de chutar o balde!

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Durante a aula, me virei para conversar com a Carol e dei de cara com a tal dormindo, com a cabeça apoiada em uma das mãos, totalmente pênsil, e de boca aberta.

– Carol? – chamo.

– Ãnh…?

– Tá possuída? – brinquei, afinal eu precisava zoá-la pela cena!

– Ãnh…? Acho que não? – respondeu normalmente, como se a minha pergunta havia sido séria.

– Você acha que não? – eu já estava quase chorando de rir.

– Aaaaah… Fabi! – finalmente, despertando e percebendo o que respondera, começou a rir descontroladamente até ficar extremamente ruborizada (como sempre fica)!

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– AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH!!!!!!!!!!! – berrou no meio da rua, quase oferecendo um opera para aqueles que por ali passavam.

– Quê foi? – perguntei assustada, acreditando que ela havia se machucado.

– Ah… achei que era uma barata… – apontou para o montinho de folhas caídas e acumuladas ao pés dela.

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– ELE TÁ PELADO??? – perguntou em alto e bom tom, apontando para uma foto de um ator na tela do computador.

Detalhe: estávamos na sala de informática da universidade, a qual SEMPRE se encontrava abarrotada de estudantes!

– Acho que não… – respondi, analisando atentamente a imagem.

– Pena… – virou-se para o próprio micro, como se houvesse acabado de ver uma tragédia!

 

 

É… Isso é EXTREMAMENTE POUCO, comparado com todas as conversas que tivemos durante 4 anos juntas! (salvo falhas de memória…)

 

Carol (em uma de suas "façanhas" com o computador)



Carol says:

AHAHAHAHAHAHAHAAHAHAHHA tem algumas qnem eu lembrava! ahahhah
XOREI D RIRR!!
quem lê pensa q so doida neh..se bem q so um plinho memso!hehe
mano, cmo vc lembra disso td!?hahahahahaha
soh uma correção, o da velocidade da luz, afrase certa eh “Quer uma barrinha?”..se bem q cmo eu falo td nessa velocidade, ta valendo!hahahha

valeu pela homenagem amiga!!

bjaummmm
Loira do Banheiro



o da barrinha foi em outraaaaaaaaa ocasião!! hauahauhauahaua… aquele momento lá recebeu um post apenas para ele!!😄



Biazinha says:

HAHAHAHAHAHHAHAHAA… Carollll… amo vc, mulher!!! Fabi dos céus… vc me mata com esses casos!!!!
Realmente, não sei como se lembra disso tudo!!!!

A vez da Carol colada como lagartixa na porta da dispensa, foi quando nós fizemos Yakissoba na sua casa e eu e ela queimamos o macarrão pra cheirar??? hahahahahhaa… é que eu acho que me lembro de algo assim, só queria lembrar da situação!!

E a Carol sempre tarada.. querendo ver os caras pelados.. hauahuahuhauahuha… não sei onde ela aprendeu isso, nós duas sempre fomos muito ingênuas para isso!!!.. hahahahhahaha

Beijos!!!
Saudades, girls!!!



vc acertou sobre a ocasião! Ela grudou como lagartixa na despensa de casa, no dia do yakissoba! No dia em que se tornaram cheiradoras oficiais de macarrão queimado!! hauahauhauahau

E realmente… não sei onde ela aprendeu a ser tão tarada, visto que ela nos tem como perfeitos exemplos de pureza e ingenuidade. heheheheh

Beijos e saudades MASTER de vcs =****



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