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Em minhas pesquisas literárias e leituras desenfreadas, me deparei com os livros da escritora norte-americana Amanda Hocking: Trocada e Dividida, os dois primeiros volumes da trilogia Trylle que foram publicados no Brasil.

 

trocada e dividida

 

Hocking, conhecida lá fora por seus textos marcados por romances “paranormais”, começou a fazer um certo sucesso dentro o público juvenil brasileiro, graças a esses dois títulos trazidos pela Editora Rocco (mais precisamente pelo selo dela: Rocco Jovens Leitores)

Eu, particularmente, recomendo esses livros para quem é fã de sagas como: Fallen, Sussurro, Vampire Diaries, Crepúsculo, Halo, Dezesseis Luas, Academia de Vampiros, Darke AcademyAcampamento Shadow FallsFeita de Fumaça e OssoOs Lobos de Mercy Falls, enfim… Deu para entender, não é? Se eu quisesse, poderia dedicar um post inteiro para escritoras (e alguns escritores) que escrevem livros com enredos e gêneros parecidos, que estão fazendo o maior sucesso por aí.

Não levem a mal, caros e caras, eu adoro esse tipo de obra e me apego aos personagens, a trama e tudo o mais, contudo, preciso admitir que o mercado editorial está bem abastecido (com um certo exagero) de títulos de romance sobrenatural e paranormal… Eu não reclamo, nem um pouco! Mas, é bom precaver algumas pessoas, certo?

Enfim…

Para quem se interessou, digo que o Trocada (o primeiro volume da série Trylle) foi o que fez de Amanda Hocking fenômeno do mercado editorial, portanto, aos apreciadores, essa é uma obra “prato cheio” para vocês!  Nesse primeiro livro, a personagem principal, Wendy Everly, descobre sua verdadeira origem e é levada para o mundo mágico de Trylle, onde começa a se questionar sobre “a vida, o universo e tudo mais” e se depara com uma rival.

E recentemente, a Rocco trouxe o segundo volume da trilogia: Dividida! A obra traz de volta a jovem “changelingWendy, que agora sente-se dividida entre os dois mundos, tendo um comportamento bem à la “ser ou não ser, eis a questão“! E nessa trama a protagonista tem que se decidir entre o amor e a obrigação.

E agora eu vou parar de falar, por enquanto, sobre o Trocada e o Dividida e deixar a sinopse e o arquivo em pdf dos dois títulos!

 

 

Trocada

 

Sinopse oficial da obra Trocada:

Wendy Everly não teve uma vida fácil. Seu pai morreu quando ela tinha cinco anos e sua mãe tentou matá-la durante sua festa de aniversário de seis anos. Criada pelo irmão mais velho e por uma tia, ela não se enquadrou em lugar algum: sempre teve dificuldades para fazer amigos e, dona de um gênio intempestivo, passou por algumas escolas e cidades, nunca realmente se adequando ao mundo à sua volta, sentindo que algo está faltando sem saber o quê. Mas quando Finn Holmes, um bonito e misterioso jovem, entra na vida da adolescente, Wendy descobre que seu lugar não é entre humanos – ela é uma troll da tribo Trylle, uma princesa criada longe de sua verdadeira família em Trocada, primeiro livro da trilogia Trylle, bestseller de Amanda Hocking, autora que já vendeu mais de um milhão de livros no mundo inteiro e que a Rocco publica no Brasil.

Mal-humorada, baixinha, cabelos que teimam em ficar desarrumados, aos 17 anos Wendy não lembra em nada o irmão mais velho, Matt, ou a mãe, Kim, que está internada em um sanatório pela tentativa de assassinato da filha. Criada pela tia, Maggie, a adolescente tem rompantes de raiva e já foi expulsa de diversas escolas, o que levou a família a se mudar de cidadezinha em cidadezinha nos Estados Unidos. Apesar da certeza de ser amada por Matt e Maggie, a jovem não consegue esquecer as palavras de Kim, que a acusou de não ser sua filha e de ter tomando o lugar do menino que ela esperava. De alguma forma, Wendy sente que não pertence a lugar algum, embora não consiga entender a origem de sua insatisfação.

As dúvidas da menina aumentam à medida que ela se aproxima de Finn, o único que parece perceber a inquietação de Wendy. Mas ele também não é um jovem comum: Finn é um rastreador, um troll à procura de changelings, crianças trolls trocadas secretamente por humanas durante o nascimento e levadas de volta para casa quando estão prestes a alcançar a idade adulta. E Wendy é uma changeling especial, a filha da rainha Elora de Förening, a bela capital dos Trylle, à margem do Rio Misssouri, em Minnesota – um mundo mágico que espera ansioso o retorno de sua princesa.

Incrédula quanto à sua origem, Wendy acaba aceitando a verdade quando Finn descobre que ela tem o poder da persuasão, o dom de controlar a mente de outras pessoas e que é uma característica de alguns membros de sua espécie. Aos poucos, ela vai percebendo que vários traços de sua personalidade, como o mau humor e a impaciência, e alguns hábitos, como não gostar de comer alimentos processados, são típicos dos trolls.

Mas conhecer suas origens e deixar Matt e Maggie em definitivo não significa que Wendy encontre paz de espírito. Elora está longe de ser a mãe amorosa com quem ela sonhava e a jovem sofre com o rígido código de conduta da corte de Förening. Para piorar a situação, Finn faz de tudo para se afastar da adolescente, que fica chocada com a ganância de seu povo e é reprimida ao se aproximar dos mänskligs, os humanos trocados pelos bebês trolls. Isso sem falar nos Vittra, a tribo rival disposta a derrubar os Trylle e tomar Förening, destruindo tudo e todos no caminho… inclusive Wendy, em uma trama que faz jus ao sucesso mundial de Trocada.

Arquivo em pdf: Saga Trylle #1 – Trocada – Amanda Hocking

 

 

 

dividida

Sinopse oficial da obra Dividida:

Não foi por acaso que Amanda Hocking se tornou um fenômeno de autopublicação na era digital, com mais de um milhão de cópias de sua obra vendidas. Em Dividida, segundo volume de sua série de maior sucesso, Trylle, ela brinda os leitores, mais uma vez, com uma narrativa fluida, personagens envolventes e uma história incrível por um mundo mágico.

Quando a jovem protagonista Wendy Everly descobriu a verdade sobre a sua própria natureza – que ela é uma changeling, uma criança secretamente trocada ao nascer –, e sobre o seu destino, ela sabia que a vida nunca mais seria a mesma, mas nada é o que parece. Passados e segredos são revelados. Pessoas em que ela confiava podem ter mentido esse tempo todo.

Sua mãe “hospedeira”, que tentou matá-la aos seis anos, está internada em um manicômio. Elora, sua mãe biológica da tribo Trylle, não é exatamente o modelo de mãe que ela desejaria ter. Ela sabe que pode contar com Matt, seu irmão humano, e sua tia Maggie, mas ela precisa buscar o seu próprio caminho, sentir que pertence a algum lugar.

Enquanto os Trylle aguardam o seu retorno do mundo dos humanos para que ela seja coroada como a princesa líder da realeza troll, os Vittra – a facção rival mais violenta e poderosa – não irão desistir de tentar persuadi-la a lutar por eles. A ameaça de uma guerra iminente está declarada. Depois de sequestrada e aprisionada pelos inimigos de sua família, Wendy percebe que sua conexão com estes rivais é ainda mais forte.

Nesta aventura, que começou com Trocada, Wendy terá escolhas muito difíceis pela frente, que passam entre o amor e o dever. São ainda mais difíceis quando se tem muitos amores, entre eles Finn, seu charmoso guarda-costas, e Loki, um príncipe Vittra por quem ela sente uma atração cada vez maior. E são ainda mais complicadas quando estes amores estão divididos entre mundos diferentes: “Tudo isso tinha virado uma confusão enorme e terrível, só porque eu não quis ficar em Förening e ser uma princesa idiota. (…) Se eu tivesse aceitado nada disso teria acontecido.”

Se tomar a decisão errada, Wendy pode perder tudo e a todos. De volta ao Forening, ela começa a aprimorar o seu poder sob a tutela de Kroner Tove, seu amigo diferente e leal. Ele vai ajudá-la a conduzir um caminho que, no momento, parece o mais seguro.

Ao final do livro, a autora presenteia seus leitores com um glossário da terminologia Trylle, além de um capítulo inédito para a versão impressa,“Um dia: três caminhos”.

Arquivo em pdf (com tradução livre): Saga Trylle #2 – Dividida – Amanda Hocking



{agosto 16, 2013}   O Destino da Escolha

(parte do capítulo…)

 

4º Capítulo

Busque pelo Sol, querida Lua…

 

 

 

– Mayara… May… Má… Maya… Yara… Aya… – o vampiro brincava com o nome da mulher, enquanto tentava pegar no sono.

– Ac’Daro… Ac’Daro… Já ouvi esse sobrenome antes. – Mayara buscava em alguns livros de lendas e mitos encontrar aquele sobrenome tão familiar para ela. – Eu já o li em algum lugar, mas onde?

Passadas algumas horas, Marcos já se encontrava em seu mais profundo sono e Mayara se encontrava exausta. Sua pesquisa não havia sido bem sucedida e estava cansada por ter acordado muito cedo. Decidiu tirar um cochilo no sofá da sala, mas assim que se deitou começou a sentir frio. A manhã estava fria e não conseguiria dormir um pouco se estivesse passando frio.

Mordeu os lábios de leve e olhou na direção da porta de seu quarto. Se quisesse descansar um pouco para aproveitar o resto do dia, iria precisar de um cobertor ou ao menos uma manta. Mas eles se encontravam apenas em seu quarto e Marcos estava lá.

Respirou fundo, levantou-se do sofá e silenciosamente foi até o seu quarto. Estava muito escuro, mas não iria acender a luz para não acordá-lo. Cautelosamente foi até o armário e, mesmo na penumbra, ela conseguiu pegar seu cobertor. Mas Quando já estava quase na porta…

– Ai!! – havia tropeçado nos sapatos que Marcos tinha deixado por ali e caído no chão. – Droga… – sussurrou tentando se erguer.

– Quer ajuda Mayara? – uma forte mão envolveu sua cintura e começou a erguê-la delicadamente. – Você está bem?

– Marcos?! – impressionou-se Mayara ao encarar aqueles olhos vermelhos na escuridão. – Desculpe… Eu… Eu não queria acordá-lo. Acabei tropeçando em algo. Desculpa pelo barulho. – recuava aos poucos para a porta. Estava assustada, pois além de não perceber a aproximação dele, ela não sabia o porquê de seu coração estar tão acelerado.

– Você não me acordou. Foi o meu sapato o culpado. – sorriu carinhosamente. – Por que entrou aqui? Esqueceu algo?

– Eu só estava com um pouco de frio! – mostrou o cobertor nas mãos. – Pode voltar a dormir. Eu vou voltar para a sala e descansar um pouco.

– Espere! – ele havia atravessado a distancia entre eles com incrível velocidade e já segurava levemente o braço delicado de Mayara. – Por que você não descansa um pouco aqui? Aposto que a sua cama é bem mais confortável do que o sofá e… Poderá me fazer companhia. Que tal?

– Eu… – Mayara se sentia perdida. Tinha esperado por tanto tempo aquele vampiro e agora que finalmente estava tão próxima dele, ela se sentia inibida. – Eu não acho que devo. Já consegui acorda-lo de seu sono, provavelmente não conseguirá dormir direito comigo ao seu lado.

Sem se importar com a insegurança e hesitação da ex-caçadora, Marcos, gentilmente, começou a puxa-la até a cama. Prendendo o olhar da humana nos seus, como se a estivesse hipnotizando. Ele a queria em seus braços. Desde o momento em que a vira nutria algo estranho por ela. Sentia como se já a conhecesse. E agora que finalmente tinha a chance de poder estar junto dela, sentia que faria de tudo para não perdê-la.

– Marcos!? O que você…? – ela se deixava levar, por mais que tentasse, sabia que não conseguiria resistir por muito tempo.

– Calma Mayara… – lentamente começou a deitá-la na cama com delicadeza incrível. – Eu apenas a estou acomodando em seu próprio leito. – pegou o cobertor e a cobriu como se estivesse cobrindo uma criança que estava colocando para dormir.

Sem pressa, Marcos ajeitou-se sobre ela, apoiando-se sobre um dos braços, enquanto que com o outro, acariciava a pele delicada daquela que desejava para si. Aos poucos, aproximou o seu rosto, esfregando a sua face na dela.

– Mayara… Poderia me perdoar pela descortesia que demonstrei até agora? – ele havia parado de acariciá-la e tinha afastado um pouco o seu rosto para poder olhá-la nos olhos.

– Não há pelo o que pedir perdão… Você não foi descortês comigo. Fui eu quem o amolei. – sabia que havia se entregado totalmente aos caprichos e agrados dele.

O vampiro deu um sorriso e antes que ela pudesse dizer algo mais, pô-se a beijar-la, começando pela testa e indo até o pescoço. Ao sentir os lábios frios do vampiro em seu pescoço, Mayara saiu do encanto de Marcos, empurrou-o para longe de si e levantou-se rapidamente da cama.

– O que há Mayara? Por acaso eu lhe fiz algo que não foi de seu agrado? – sentou-se na cama para observá-la melhor. – Desculpe se fui benevolente demais… – estendeu os braços, convidando-a para que voltasse à suas caricias.

– Não é você quem deve se desculpar. Sou eu! – pegou o cobertor e o segurou próximo ao corpo, como se aquele gesto ajudasse a evitar o convite irresistível. – Desculpe pela minha indelicadeza, mas prefiro ir descansar sozinha, vampiro. – precisava eliminar aquele clima de intimidade antes que cedesse às seduções.

– Por que me rejeita tanto? – levantou-se com um ar decepcionado por ela o ter chamado de vampiro novamente. – Por acaso me rejeita por ser um vampiro e você uma humana? – ao vê-la recuar, aproximou-se rapidamente. – Me poupe desse racismo, Mayara! – segurou-a pelo braço novamente.

– Me largue! – tentava se libertar daquelas mãos fortes.

– Não vê que eu a desejo? E será que também não enxergar que me deseja da mesma maneira? – ele a sacudia de leve, como se as chacoalhadas a fizessem acordar para alguma realidade ignorada.

– Já mandei me largar! – Mayara o empurrou com força, pegando-o desprevenido e derrubando-o. Mas antes que pudesse alcançar a porta, o vampiro prendeu-lhe os pés, fazendo-a ir ao chão.

– Além de afoita e cega, você é muito insolente, sabia? – posicionou-se sobre ela, impedindo-a de fugir.

– E você é um arrogante! – debatia-se tentando escapar. – Me largaaaaaa!

– Não! Eu a desejo Mayara Campelli! – e antes que ela pudesse escapar de suas garras, Marcos beijou-a a força, machucando de leve os lábios da mulher com os seus caninos.

– Atrevido maldito! – deu-lhe um tapa na cara, deixando seus dedos marcados em seu rosto. –Agora eu o temo e não o desejo!. – mesmo contra a sua vontade, os seus olhos encontravam-se cheios de lágrimas.

– Mayara! Eu… – afastou-se dela, assustado com a imagem chorosa da mulher que tanto desejava. – Eu… Sinto muito, não queria… – sentia-se completamente arrependido por ser o culpado daquela cena tão arrasadora para o seu coração. – Não queria deixa-la assim. Perdi o controle. Perdoe-me!

– Eu achava que você era alguém completamente diferente, senhor Ac’Daro… – comentou com raiva ao se levantar. Enxugava as lágrimas com as costas da mão. Sentia-se explorada e fraca. – Mas, me parece que estava enganada. – passou a mão pelos lábios machucados, tentando avaliar no escuro o dano causado. Felizmente não era nada sério, era apenas um corte pequeno e superficial, praticamente um arranhão que ardia.

– Eu… – levantou do chão, tentando se aproximar dela. – Eu a machuquei muito?

– Externamente não. Mas… – colocou a mão sobre o peito, como se tentasse tocar seu coração e acalmar a dor que sentia ali. Aquele aperto e aquela angústia eram sentimentos de dor, maiores do que o ardido que sentia nos lábios. – Esqueça! Volte a dormir senhor Ac’Daro. – foi até a porta, parando de costas para o vampiro antes de sair.

– Eu a decepcionei? – suas palavras estavam cheias de dor e arrependimento.

– Sim… – saiu do quarto sem dizer mais nada.

– INÚTIL! DESPREZÍVEL! – gritava consigo mesmo ao se jogar novamente na cama.

Mayara sentou no sofá. Ainda estava abatida e lutava contra algumas lágrimas que teimavam em escapar de seus olhos. Olhou para o relógio, ainda eram oito e meia da manhã, mas sentia a necessidade de sair dali. Não queria mais ficar naquele lugar, tão perto dele e das lembranças recentes que ainda queimavam seu coração.

Pegou as chaves da moto, o celular e saiu, tomando cuidado para manter tudo fechado em seu apartamento.

 

 

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{agosto 16, 2013}   Quem nunca…?

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