World Fabi Books











{setembro 30, 2013}   Bioshock: Rapture de John Shirley

Olá, leitores e gamers do nosso coração!!

O post da vez irá falar sobre um livro, lançado no dia 12 de julho pela Editora Novo Século, que possui um enredo pautado em cima de um conhecidíssimo game: Bioshock!

Aliás, acho que muitos já repararam que a “literatura pop” anda se baseando bastante em alguns games por aí, não? (Ex.: God of War, Assassin’s Creed, Diablo, Battlefield, Uncharted, Mass Effect, World of Warcraft, etc…) Alguns, são ótimos e outros se mostraram um tanto decepcionante para alguns leitores… No entanto, parece que esse prelúdio do Bioshock vem com um conteúdo promissor! Muitos com quem conversei que já leram a obra e jogaram o produto da 2K Games, disseram que um não “prejudica” o outro e que a narrativa do escritor John Shirley é ótima, não tiveram problemas em “engrenar” na leitura. Sem mencionar que o próprio jogo é tão sinistro que qualquer gamer que se preze precisa jogá-lo pelo menos uma única vez no escuro para testar os nervos!

Inclusive, escutei muita gente dizer que está curiosa para ler a obra, justamente por causa do climax criado pelo jogo, algo que Shirley conseguiu trazer para o livro por sinal, pois você vai lendo e ficando tenso a cada passagem da história, cujo foco está em mostrar como a cidade subaquática de Rapture surgiu dentro do mundo de Bioshock.

Bom…

Bioschock: Rapture conta como tudo literalmente se desenrolou, sendo que no primeiro capítulo já temos a  apresentação do encanador Bill McDonagh, que sem querer já começa tendo um “bate-papo” com o próprio Andrew Ryan, a mente por trás da monumental e submersa Rapture. Além disso, o desfecho do primeiro capítulo tem deixado muita gente ansiosa para ler o livro inteiro, pois o escritor consegue deixar o leitor na gana de conseguir compreender um pouco mais quem foi Andrew Ryan.

Assim como o jogo, o livro também tem diálogos recheados com figuras de linguagem e analogias referentes aos princípios humanos. Afinal, para quem não recorda, Rapture era a cidade “sem Deus ou Reis, somente o Homem”, algo que vai gerar muitos debates e mentes alvoroçadas sobre comportamento social envolvendo a liberdade de manipulação científica e cultural (lembrem-se de EVE, ADAM e a famosa frase “Would you kindly?”, o game e o livro expões toda uma gama de experiências com seres humanos em busca de um bem-estar/felicidade, que vai deixar qualquer um de cabelos em pé e apelar para o lado polêmico).

Quanto aos finais, tanto do game quanto do livro, eu não vou contar para não dar spoilers, mas posso dizer aos senhores e às senhoritas (ou senhoras) que ambos são ótimos! Portanto, não precisam ficar apreensivos em viajar por um mundo incrível e no final encontrar algo totalmente “brochante“.

Agora, fiquem com a sinopse do livro!

Bioshock-Rapture

 

Sinopse oferecida pela editora Novo Século:

Fim da Segunda Guerra Mundial. As bombas atômicas de Hiroshima e Nagasaki trouxeram ao mundo o medo de uma total aniquilação. Novas políticas foram adotadas pelo governo americano, a fim de recuperar e restaurar a economia do país. Os altos impostos, o aumento da intervenção do Estado nas instituições privadas e o crescente poder das agências de inteligência davam ao cidadão comum a impressão de eterna vigilância. A sensação de liberdade diminuía a cada dia… e muitos pareciam dispostos a fazer de tudo para reconquistá-la. Entre eles, havia um grande sonhador, Andrew Ryan, decidido a criar sua própria utopia: uma cidade livre de governo, de censura, de restrições morais à ciência. Nesta cidade, tudo seria possível, e cada um receberia de volta o correspondente a seu esforço individual. Esta cidade era Rapture, a joia no fundo do mar. Mas nem tudo correu conforme o esperado, e uma grande tragédia abalou os planos daquele sonhador. Esta é a história do início de tudo… e do fim.

 



Olá, tolkenianos!

Eu tenho aqui, para vocês, uma notícia ótima e de arregalar os olhinhos. Chega entre HOJE e AMANHÃ nas bancas uma linda coleção de miniaturas metálicas do Senhor dos Anéis!!!

Isso mesmo!! São miniaturas perfeitas e altamente colecionáveis, que você já pode e/ou poderá encontrar na banca mais próxima de você!!

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O primeiro fascículo já pode ser encontrado em algumas bancas e, a partir de amanhã, estará em peso nas estantes! No entanto, a coleção AINDA não terá distribuição disponível para todo o Brasil, até onde sabemos, ela está à venda, por enquanto, apenas no estado de São Paulo e Rio de Janeiro. E, por ainda ser em caráter “experimental”, se ela não fizer tanto sucesso quanto a distribuidora prevê, pode ser que ela seja “cortada” antes de chegar ao final!

Portanto… Run, your fools! Comprem, comprem e comprem! Peçam para os irmãos, as irmãs, os tios, os primos, os sobrinhos, os amigos e os inimigos comprarem para que a coleção não acabe antes do que deveria acabar!

Bom… Voltando da sessão “desespero”, a coleção dos Senhor dos Anéis, provavelmente será lançada semanalmente, podendo passar a ter uma frequência mensal ou bimestral até (de novo, tudo depende da aceitação do público e da distribuidora).

Cada fascículo (por enquanto) custa em média R$ 17,90, podendo vir a aumentar de preço a medida que as edições vão sendo lançadas (o que é bem comum por aqui). A coleção está sendo lançada pela empresa Eaglemoss, a qual  já trouxe para o Brasil as miniaturas da Marvel e coleção de mini carrinhos da Ferrari. Aliás, Eaglemoss  também foi responsável pela publicação de um belo e desejável Jogo de Xadrez do Senhor dos Anéis.

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Enfim… A coleção está começando com o ilustríssimo Gandalf e à cada semana será vendido um fascículo com diversas informações sobre o “Universo Tolkien” e uma miniatura. Porém, a série colecionável não irá se limitar apenas aos personagens do Senhor dos Anéis, ela também publicará as miniaturas metálicas dos personagens do filme O Hobbit!!! (mas, parece, que esse será lançado em um “segundo plano”, pois todo o destaque irá para o Senhor dos Anéis mesmo.)

E para deixá-los com ainda mais vontade, devo dizer que o set completo original da coleção é formado por 120 peças regulares e cinco especiais, sendo que essas peças são praticamente todo o elenco dos filmes!! Sem mencionar o incrível trabalho desenvolvido em cima de cada miniatura! Os detalhes são impressionantes e belos!

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Até agora, não há nada no site da Eaglemoss sobre o lançamento ou a respeito da própria coleção. Talvez, num futuro próximo, a distribuidora coloque no site a opção para se fazer a assinatura da coleção, facilitando assim, a compra e a abrangência de vendas pelo país.

Contudo, enquanto ainda não é dá ver nada da coleção no site… Já é possível assistir à um comercial de TV do primeiro fascículo, vejam:

 

 

 

E, então? Quem mais está louco para comprar a miniatura?



{setembro 25, 2013}   WorldFabiBooks – Like a Phoenix!

Como uma Fênix… ESTAMOS RESSURGINDO DAS CINZAS!!!

É isso aí, meus caros!! O WorldFabiBooks está retomando as atividades!

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Olá, meu povo querido!

Tudo bem?

Desculpem o sumiço, mas juro que foi por uma ÓTIMA causa! É que no final de semana passado, um grande casal de amigos do WorldFabiBooks se casou!!! E, é claro, nós comparecemos ao casório dos pombinhos Leo e Kell do Action Nerds! E vocês sabem como é… Padrinhos dali, vestido daqui, maquiagem, terno, gravata, sapato, dinheiro… Enfim…

Inclusive, queríamos aproveitar o post para desejar um casamento abençoado, repleto de alegrias e realizações para os nosso amigos! Que esse seja o primeiro passo de uma vida a dois mágica e deliciosamente divertida! Que não lhes falte a cumplicidade, o carinho, as risadas, o sucesso e a saúde, pois o amor já tem de sobra (e que deixem transbordar!)! Que o casamento seja como um bom vinho (ou whisky) quando mais o tempo passa, mais encorpado e delicioso fica! Mas, é claro, tem que cuidar direitinho para não virar vinagre (ou desinfetante hehehehe…)!

Leo, cuide muito bem dessa mulher incrível, que aceitou passar o resto da vida ao seu lado! Ela é muito mais do que um tesouro e vale muito mais do que qualquer bem material, com certeza! E Kell, cuide muito bem desse homem corajoso, que enfrentou o mundo e os preconceitos que vem com ele, apenas para poder ter a oportunidade de lhe fazer ainda mais feliz a cada dia!

Nós, do WorldFabiBooks, AMAMOS VOCÊS, casal Action Nerds!!!

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Agora…

Vamos voltar para mais um #nasTelonas!!!

Eu sei que estou bem atrasada, mas, quando fui com o Guh Valente assistir ao filme no cinema (que não foi exatamente no dia da estréia aqui no Brasil: 23/08/2013… Pois, DEMOROU para encontrarmos um bom cinema com o filme legendado por aqui!), precisei ficar um tempinho matutando sobre a qualidade do longa e fui colocando outros posts como prioridade enquanto isso, o que acabou demorando.

Por causa do atraso, algumas pessoas vieram me perguntar se eu iria falar do filme, já que sempre demonstrei muito carinho pelas obras da escritora Cassandra Clare. Fui sincera e a todos respondi a mesma coisa: estou matutando!

Isso acabou assustando uma porção de gente que acompanha o blog, afinal, o filme foi tão bom ou ruim assim que precisa de um certo momento para ser degustado ou ruminado?

E a minha resposta é: Yeah baby, para ambos os casos!

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Deixe-me explicar melhor….

O filme não é ruim, contudo, não chega aos pés do livro ainda. Durante o longa, pude observar muitos pontos positivos que, com certeza, o valorizaram muito. E mesmo me sentindo incomodada com algumas coisitas, percebi que a saga poderia evoluir muito bem, caso continue acompanhando a série literária, assim como, por exemplo, Harry Potter ou Jogos Vorazes!

Sinceramente? O trailer do filme não o vendeu muito bem, quando o assisti, não senti nenhuma empolgação para a estréia, pois, não queria ter que aturar mais uma saga cinematográfica do Crepúsculo ou um outro Dezesseis Luas extremamente teen! Aliás, fiquei morrendo de medo de ir ao cinema e ter uma grande decepção. Não parava de pensar: “PQP! Vão acabar com mais uma série de filmes que poderia ser foda! Que dó dos livros…”

De qualquer forma, fui conferir a adaptação e, devo confessar que gostei muito! De inicio, para o meu alívio, a imagem “crespusculizada” pela qual tentaram vender o filme, não existia. A versão da sétima arte foi muito fiel a sua origem: o primeiro livro da série Instrumentos Mortais, A Cidade dos Ossos!

Posso dizer que os atores estavam bem escalados, com exceção ABSURDA do ator teen Jamie Campbell Bower (que interpretou o personagem Jace Wayland) e também do ator Jonathan Rhys Meyers (que interpretou o “vilão” Valentim Morgenstern). Eu não gostei nem um pouco da atuação e nem da aparência desses dois! O Meyers geralmente é um cara bonito, contudo, neste filme o fizeram ficar com um ar de drogado, o que estragou a ele e ao personagem que deveria ser um caçador das sombras foda e com uma mente genial (e perturbada). Enquanto que o Bower (que a fãs girls me desculpem) foi o cara sem sal e sem açúcar de que o filme NÃO PRECISAVA!

O Jace é um dos personagens principais da trama, com uma mente e uma personalidade bem complexas. É um garotão todo machão e boa pinta; um caçador nato e extremamente bem preparado; um Dom Juan sem causa, que apenas foi dominado pelo amor repentino… Qualidades e características que não vi em momento algum durante o filme!

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O ator, nem de longe, é tão bonito quanto o personagem deveria parecer. Meus olhos não ficaram ávidos por nada. Eu apenas assisti, me contorcendo a todo instante em que Bower aparecia na tela. Afinal… A aparência até que poderia ser melhorada e até ignorada com um pouco de esforço, caso o ator estivesse interpretando muito bem! No entanto, NEM AO MENOS ISSO EU CONSEGUI VER!!!

O mínimo que eu esperava de alguém que está na pele do principal, é uma boa atuação, mas, não vi nada! Não vi personagem. Não vi Jace. Não vi caçador das sombras… Eu via apenas um Jamie Campbell Bower fazendo caretas como a Kristen Stewart, sem empolgação, sem sex appeal, sem nada! Nem um esforçozinho… Não gostei de assistir a um de meus personagens prediletos da literatura fantástica se transformar em um badboyzinho sem graça e muito menos tempero!

Digamos que fiquei bem decepcionada com o falso Casanova, como, com certeza, puderam notam… (poréééém… Posso dizer que admiro a perseverança do garoto, pois esse não é o primeiro filme dele que o julgo como um fracasso de atuação e, MESMO ASSIM, ele continua insistindo! A obstinação dele é de tirar o chapéu, não?)

Quanto aos demais atores, devo dizer que fiquei bem satisfeita. Lily Collins realmente fez uma ótima Clary Fray! Ela ainda tem um bom caminho para percorrer e crescer dentro da saga, no entanto, o que eu vi até o momento, me agradou muito! Aliás, no livro, a escritora ressalta muito o fato de que Clary é praticamente a mãe dela reescrita, algo que conseguimos ver no filme, já que a atriz Lena Headey é muito parecida com Collins. As duas poderiam muito bem se passar como mãe e filha na vida real, assim como se passaram no filme sob os papéis de Jocelyn Fray e Clary! Aliás, aproveitando que já mencionei a Jocelyn, gostaria de emendar que o ator Aidan Turner fez um ótimo Luke Garroway!

Turner conseguiu captar o jeito doce que o lobisomem adquire quando está ao lado de Jocelyn (o amor de sua vida) e de Clary (a filha – que não é filha – que tanto ama!) , mas, também, as características marcantes e inteligentes de alguém que está prestes a liderar uma matilha de criaturas das sombras cheias de pelos, garras, presas e com instintos assassinos a flor da pele! Adorei ver esse “mix” de emoções e personalidades que o personagem possui, dentro da atuação de Aidan Turner (até o olhar dele mudava de acordo com o temperamento e nos momentos certos!).

Nos livros, os personagens Simon LewisAlec Lightwood, Isabelle LightwoodMagnus Bane se tornam praticamente inseparáveis e de muita importância para as reviravoltas que Clary e Jace precisam enfrentar. Portanto, são figuras da obra que nenhum fã deveria receber menos do que uma adaptação ótima! E, FELIZMENTE, não nos decepcionaram (principalmente o ator que interpreta o Magnus Bane!)!!!

Os atores Robert Sheehan (Simon)Kevin Zegers (Alec), Jemima West (Isabelle)Godfrey Gao (Magnus) REALMENTE entenderam os seus respectivos personagens e entraram de cabeça no trabalho!

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Era possível ver o lado nerd apaixonado de Simon, sem os tiques constantes de um adolescente incomodado. Sheehan conseguiu se “vestir” e colocar a pele do garoto de uma forma que não víamos o ator e sim o personagem mesmo. Eu não via o ator incomodado no papel ou travado, pelo contrário! Eu via uma interpretação fluída e muito boa, contudo, ainda necessitada de um amadurecimento, assim como no caso da Lily Collins.

Zegers combinou demais no papel de Alec! Os trejeitos incertos de alguém que não ainda não tem a coragem de se assumir, não ficaram nem um pouco exagerados, pois, o meu medo com relação a interpretação desse personagem em específico, era acabar assistindo a uma atuação cheia de jargões e tremeliques, quase que uma paródia do adolescente contemporâneo que deseja “sair do armário”. No entanto, não vi nada disso e me surpreendi com a sensibilidade e sutileza que o ator demonstrou ao atuar, já que ali estava a representação de um assunto muito delicado e cheio de preconceitos. Kevin Zegers ainda tem muito o que crescer dentro da pele de Alec, porém, vejo que a necessidade de tal evolução não será problema, caso queiram continuar com a saga!

No caso de West, pude ver a Isabelle que imaginei nos livros! Uma verdadeira amazona das sombras, pronta para detonar e cortar gargantas, sem perder o charme, a feminilidade ou descer do salto alto! A delicadeza e profissionalismo assassino de Isabelle transbordou pela tela a todo momento! Eu sentia a personagem da obra caminhando, lutando e flertando bem na frente dos meus olhos, dentro de uma boa tela de cinema! Até os defeitos de Isabelle ficaram muito bem representados ali, graças à Jemima West! À atriz, os meus mais sinceros parabéns pelo trabalho!

Agora, quem me surpreendeu positivamente foi o ator Godfrey Gao!! Quando o vi entrar em cena como Magnus Bane, devo dizer que praticamente surtei! Ele realmente compensou (sem parâmetros) a falta de profissionalismo de  Jamie Campbell Bower! Aquele Magnus Bane que vi nas telas estava muito melhor do que eu havia imaginado lendo os livros e, mesmo assim, pude perceber que o ator não fugiu ao figurino e personalidades do personagem! Simplesmente perfeito! Eu realmente lamentei por ele aparecer tão pouco no longa e ter representado uma importância tão ínfima na trama…

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Simplesmente, não tenho palavras para descrever direito a interpretação! Foi mesmo perfeita e isso compensou muita coisa negativa do longa, como, por exemplo, Bower e a forma corrida e “batida” como resolveram desenrolar o enredo… (os efeitos especial do filme estavam “combinando” muito bem com o clima e com a proposta, no entanto, ainda não estavam no auge do que deveriam ser, visto que, se tratava de uma produção cheia de momentos sobrenaturais, batalhas mágicas e pequenas guerras em favor do poder do “bem e do mal”)

E quanto aos demais atores (CCH Pounder, Jared HarrisRobert MailletHope FleuryStephen R. Hart, Harry Van Gorkum Kevin Durand), senti que poderiam ter desenvolvido melhor seus personagens (respectivamente: Madame DorotheaHodge StarkweatherSamuel Blackwell, Clary Fray quando pequena, Brother Jeremiah, AlaricEmil Pangborn), mas, como acabaram não recebendo a devida atenção dentro da trama, provavelmente por causa da forma “the flash” que resolveram fazer a história correr, entendo que não tiveram o espaço necessário para atuarem direito. E como, admito, as atuação não foram ruins, mesmo diante de uma condição de trabalho tão precária e limitada. Aliás… POR QUE, RAIOS, ELES DEIXARAM A HISTÓRIA DE PARABATAIS DE LADO??? Poxa… Não explicaram e nem mencionaram uma única vez o que é e quem é Parabatai de quem! Sendo que isso, é um tópico muito importante dentro do mundo que os personagens vivem!

Bom… Apesar dos pesares, achei que o diretor Harald Zwart fez um bom trabalho ao tentar adaptar o livro de Cassandra Clare. Ainda há muito o que melhorar para poder alcançar o prestígio da saga. E admito que eu espero que continuem gravando filmes da série Instrumentos Mortais, pois, vejo um potencial tão grande quanto (como eu já disse) Harry Potter. Afinal, os livros são fantásticos e cheios de conteúdos prontinhos para serem explorados por gênios da sétima arte! É uma verdadeira pedra bruta que tem potencial para uma linda jóia se for lapidada da forma certa! (e CHEGA de tentar vender filmes à lá Crepúsculo!! Já deu, certo? Deixem que a própria trama do longa se venda sozinha e crie uma imagem!)

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Atenção olimpianos e heróis!

O mais do que esperado quarto livro da saga Os Heróis do Olimpo (essa é a terceira série completa que Rick Riordan escreve com sucesso – além dos incríveis livros “solos” que ele tem publicados pelo mundo!) finalmente está prestes a chegar em terras brasileiras!

A estréia de Casa de Hades foi (mais ou menos) sincronizada, para que acontecesse ao mesmo tempo em vários países, portanto, assim como nos E.U.A., pro exemplo, a obra será lançada no Brasil no dia 08 de Outubro!!

Inclusive, o livro é tão aguardado que até o site nacional oficial da saga já colocou um relógio com uma contagem regressiva! Caso queiram conferir, basta clicar em: Os Heróis do Olimpo!

Bom… O que eu realmente tenho a dizer para finalizar este post é:

 

 

Falta menos de um mês para que possamos colocar nossas mãos no livro Casa de Hades!!!!

 

 

 

casa de hades



{setembro 12, 2013}   Um bom entrosamento, não é?

livros_colegas

Identificação (da esquerda para a direita):

* Jogos Vorazes

* Harry Potter (esse era o mais fácil, hehehe…)

* Crepúsculo



Pois é, meus caros e minhas caras!

Provavelmente, MUITO PROVAVELMENTE, voltaremos a ver o universo de Harry Potter de volta na tela, graças a nossa amadíssima rainha da fantasia J. K. Rowling!

Agora há pouco foi divulgada a notícia de que uma nova série de filmes baseada em Harry Potter será lançada pela Warner Bros.! E parece que o primeiro filme contará MESMO com roteiro de Rowling e será baseado no livro Animais Fantásticos e Onde Habitam! (eu tenho e reli esse livrinho várias vezes! Sempre o achei divertido e me pegava imaginando como seria adaptar todas aquelas criaturas e “pesquisadores”. Parece que agora poderei descobri!)

 

 

ROWLING_ANUNCIO

Inicialmente, essa obra, assim como o Quadribol Através dos Séculos, foram escritos por Rowling sob os pseudônimos de Newt Scamander (para  Animais Fantásticos e Onde Habitam) e Kennilworthy Whisp (para Quadribol Através dos Séculos). No entanto, pertencem mesmo a escritora, que assumiu o papel de roteirista dos mesmo na “transformação” para a sétima arte! Por enquanto, está praticamente certo de que Animais Fantásticos e Onde Habitam ganhará a adaptação, os demais ainda estão sendo cogitados, mas, se o primeiro acontecer e com sucesso (como esperamos que aconteça), com certeza os demais virão logo em seguida!

 

QUADRIBOL ATRAVÉS DOS SÉCULOS

E para aqueles que não sabem ou se esqueceram, além dos livros da saga (de título) Harry Potter, J. K.OS CONTOS DE BEEDLE, O BARDO Rowling lançou mais três livros com linha histórica relacionada e paralelas ao mundo do nosso amado bruxo. São esses: Animais Fantásticos e Onde Habitam; Quadribol Através dos Séculos; e Contos de Beedle, o Bardo! (todos esses livros foram citados no meio da saga, sendo que, no caso dos dois primeiros títulos, eram utilizados pelos alunos de Hogwarts para diversas atividades ou aulas, enquanto que o terceiro foi usado para desvendar o mistério das Relíquias da Morte, através do famoso “Conto dos Três Irmãos”).

Basicamente, a ideia da Warner Bros. é criar uma nova franquia baseada no universo fantástico do livro. Porém, apesar dos pontos em comum com a franquia do nosso bruxinho, Animais Fantásticos e Onde Habitam não se será um prelúdio ou uma sequência. Segundo Rowling, a história de Newt começará em Nova York, setenta anos antes do início da jornada de Harry Potter. (interessante, não?)

Bom… De qualquer forma, como a adaptação já é praticamente certa, o filme vai marcar a estreia de Rowling como roteirista. “Tudo começou quando a Warner Bros. me procurou com a proposta de adaptar ao cinema Animais Fantásticos e Onde Habitam. Achei a ideia divertida, mas ver outro escritor contar a história de Newt Scamander, o suposto autor de Animais Fantásticos, seria muito difícil. Tendo vivido por tanto tempo no meu universo fictício, me sinto protetora dele e eu já sei muito sobre Newt. Como os fãs hard-core de Harry Potter devem saber, eu gostei tanto dele que até casei seu neto, Rolf, com uma das minhas personagens favoritas em Harry Potter, Luna Lovegood. (…) Eu sempre disse que só revisitaria o mundo dos magos se tivesse uma boa ideia e esse é o caso”, anunciou J. K. Rowling.

O acordo da escritora com a Warner Bros. também prevê o desenvolvimento de games e outros produtos, além de conteúdo para o Pottermore.com. Além disso, como os livros Quadribol Através do Séculos e Animais Fantásticos e Onde Habitam tiveram seus direitos doados para a Comic Relief – uma instituição que utiliza o riso para combater a miséria – , cogitou-se a hipótese de haver uma doação de parte das bilheterias para o lugar, contudo, ainda não há informações se a adaptação ao cinema reverterá mesmo os seus lucros para a ONG (parece que esse foi um pedido especial da autora, no entanto, como ainda não há nenhuma resposta do estúdio, teremos que esperar para ver se vão acatar ou não).

De qualquer forma…

 

QUEM, além de mim, ACABOU DE FICAR ANSIOSO PELO FILME?

ANIMAIS FANTÁSTICOS E ONDE HABITAM

 

 

Será que também criaram uma linha de grife para esses livros/filmes, assim como a Black Milk criou para a saga Harry Potter? (clique AQUI para conferir as roupas e a notícia da Linha Hogwarts grife inspirada em Harry Potter! É de perder o fôlego!!)


Olá, galera!

O post de hoje está sendo dedicado ao universo das HQ’s, portanto, espero que apreciem! =D

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Em 2009, mais especificamente no dia 19 de dezembro daquele ano, Danilo Beyruth lançou o primeiro volume das HQ’s contendo as ações do Necronauta, um herói criado especialmente por ele, o qual é uma espécie de “salva-vidas dos mortos” e tem como missão garantir que os espíritos abram mão do mundo material e concluam a travessia. Também há quem precise ficar preso entre os dois mundos e há também aqueles que não fazem a travessia por impedimentos externos.

Além disso, existem demônios que possuem interesse em certas almas e com certeza não perderão a oportunidade de fazê-las sofrer mais um pouquinho. E essas pobre almas penas vão de guerreiros com uma forte carga de culpa à garotinhas presas na fantasia cruel de um pai abusivo.  Assim, para cumprir seu dever, o Necronauta atravessa diversas realidades, encarando fantasias para se encaixar em cada uma delas, de modo que se adeque ao mundo particular que a alma a ser salva criou para si.

Este volume I da saga chama-se Necronauta – Soldado Assombrado e Outras Histórias e reúne seis histórias do personagem, sendo que parte delas foram feitas em parceria com outros roteiristas de peso (como: Stephen Lindsay, que ajudou com o roteiro da história Assuntos de famíliaMarcelo Briseno Melo, que auxiliou no roteiro de Sagarmatha; e Luiz Costa Pereira Junior, que participou do roteiro de No fim do túnel – além dessas histórias mencionadas, tem também: O soldado assombrado, Necronauta # 5 Bagagem emocional). Além disso, a HQ é quase toda em preto e branco, exceto pela última história, a qual recebeu um destaque interessante e foi publicada todinha colorida. Segundo o autor, a leitura é rápida e possível de ser realizada em apenas 45 minutos.

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O encadernado foi pulicado pela Editora HQManiacs,  traz introdução de Marcelo Camposum sketchbook mostrando etapas da produção das histórias (e do desenvolvimento do personagem) e tem 88 páginas, das quais 16 são coloridas. Aliás, uma curiosidade do almanaque (que apenas o valoriza ainda mais) é que em apenas dois anos, ele passou de um fanzinão xerocado pelo próprio autor, para uma publicação realizada via uma editora de nome. Essa rápida evolução foi considerada por alguns como um case de sucesso dos quadrinhos independentes, por isso as histórias do Necronauta foram foi indicado ao Troféu HQMix por dois anos consecutivos!

Fazer o Necronauta, segundo Beyruth, tem sido uma experiência muito boa, “tanto pelo que aprendi, quanto pelo retorno que tenho tido de críticos, leitores e da imensa comunidade de quadrinhos brasileira. Obrigado a todos. Esse é um projeto que pretendo continuar fazendo por muito e muito tempo”, confessou.

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E em 2011, Danilo Beyruth manteve sua palavra e lançou, no dia 24 de setembro, o segundo volume da saga Necronauta! E o nome deste álbum tem tanto impacto quanto o primeiro: Necronauta – O Almanaque dos Mortos! E para nossa imensa alegria, essa HQ mantêm a mesma qualidade do primeiro volume e surpreende ao apresentar novos personagens, alguns deles com funções semelhantes as do Necronauta.

Assim sendo, a missão do nosso “herói” muda um pouco e fica ainda menos simples e simpática: além de ainda continuar como uma espécie de condutor das almas para a jornada do além e o Necronauta precisa lidar com situações ainda mais tensas e carregadas de “anti-heróis”, vilões e sentimento humano, inclusive, o próprio herói aparece bem pouco e é quase que um coadjuvante nas tramas que são centradas nas almas e nos aspectos de seus passados. Realmente, não é toa que ele ganhou, mais de uma vez, o Troféu HQMix!!

Enquanto que o primeiro trouxe as seis primeiras histórias da série do Necronauta, este segundo traz uma coleção de seis histórias inéditas (Eterno entardecer, BullyingSala de esperaRainha do grito, Love StoryDisputa de jurisdição e curtas (uma delas dividida em duas partes) , além de passatempos e uma galeria de desenhos do personagem na visão de dez dos melhores quadrinhistas e desenhistas brasileiros (como: Eduardo Schaal, Fabio Lima, Gustavo Duarte, Hector Lima – que ajudou com o roteiro de Rainha do grito -, Joe Prado, Lucas Leibholz, Marcelo Braga, Marcelo Campos, Mateus Santolouco, Rafael Albuquerque e Spacca). Devo dizer que tais participações especiais surpreenderam o autor que não esperava por tais interpretações: “as interpretações de outros quadrinhistas sobre o seu personagem: “Escolhi um pessoal legal que eu sabia que iria topar. Fiquei muito surpreso”, comentou.

Essa edição segue o mesmo modelo do primeiro volume: histórias independentes e com fim, sendo algumas mais curtas, de 10 páginas e outras mais longas, de 16 ou 20. Além disso, esse volume conta com 112 páginas, das quais 32  são coloridas. E dessa vez, o álbum não foi publicada pela HQManiacs e sim pela Editora Zarabatana Books.

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Bom… Danilo Beyruth, para quem ainda não sabe, faz quadrinhos desde 2007, quando começou a publicar por conta própria seu personagem Necronauta. Desde então, participou de algumas antologias de destaque, como o sucesso indie Jesus Hates Zombies, e da Popgun 3, da editora americana Image, vencedora do prêmio Eisner 2010 como melhor antologia. E recentemente ajudou no Astronauta – Magneta, o primeiro da série GraphicsMSP (uma coleção de álbuns de HQ onde artistas fazem a sua própria versão dos personagens de Maurício de Souza). Neste trabalho com o personagem Astronauta, publicado pela Panini Comics, Beyruth cuidou do roteiro e da arte, enquanto que as cores são da Cris Peter e a edição do Sidney Gusman.

Agora, com vocês… Textinhos oficiais sobre as HQ’s do Necronauta, vindos direto das editoras responsáveis por cada uma:

Necronauta – Soldado Assombrado e Outras Histórias

(pela Editora HQManiacs)

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“As histórias fecham com uma morte. Qualquer tipo de morte. Todas elas importam para o Necronauta. Todas elas anunciam o tipo de aventura (problema) que ele deverá enfrentar até levar alguém à luz. Para o Necronauta, toda história termina onde outra começa. É o ciclo sobre o qual Danilo Beyruth, o autor, fala a cada quadro, sempre ciente de que esse gibi não é dele, mas do leitor.”
– Marcelo Campos, em sua introdução.

A missão do Necronauta é conduzir a alma dos mortos ao além. Sua especialidade são aqueles que, em vida, deixaram assuntos inacabados, aqueles que têm pendências e que ficaram presos ao plano intermediário, almas penadas, assombrações e poltergeists. Usando do seu Necrodisco, do seu Necrocinto de utilidades e de sua astúcia, o Necronauta é o “salva-vidas” dos mortos. 

Criado por Danilo Beyruth, o Necronauta é publicado desde 2007 de forma independente e foi indicado ao Troféu HQMix por dois anos consecutivos.  Esta edição coleciona os seis primeiros números da série, incluindo uma história inédita no Brasil, totalmente em cores, publicada originalmente no segundo volume da antologia Popgun, daImage Comics.

O álbum ainda traz uma introdução de Marcelo Campos, quadrinista, roteirista e empresário, criador do personagem Quebra-Queixo, além de um sketchbook inédito mostrando as etapas de produção do álbum.

Necronauta – O Almanaque dos Mortos

(pela Editora Zarabatana Books)

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Danilo Beyruth faz quadrinhos desde 2007, quando começou a publicar por conta própria seu personagem Necronauta.
Desde então, participou de algumas antologias de destaque, como o sucesso indie Jesus Hates Zombies, e da Popgun 3, da editora americana Image, vencedora do prêmio Eisner 2010 como melhor antologia.

Por Bando de Dois, Danilo Beyruth recebeu em 2011 o Troféu HQMix de Melhor Edição Especial Nacional, Melhor Desenhista Nacional e Melhor Roteirista Nacional. Seu traço, feito no pincel, é inspirado no trabalho dos grandes mestres dos quadrinhos Kirby, Toth, Cannif, Bernet, Buscema, Otomo e Davis, e seus roteiros são o fruto de anos assistindo ao seriado Além da Imaginação e lendo Stephen King, Frank Herbert, Ray Bradbury e H.P. Lovecraft.

A missão do Necronauta é conduzir a alma dos mortos ao além. Sua especialidade são aqueles que, em vida, deixaram assuntos inacabados, aqueles que têm pendências e que ficaram presos ao plano intermediário, almas penadas, assombrações e poltergeists, usando do seu Necrodisco, do seu Necrocinto de utilidades e de sua astúcia. Necronauta é o “salva-vidas” dos mortos.

Necronauta é publicado desde 2007 de forma independente e foi indicado ao Troféu HQMix por dois anos consecutivos. NECRONAUTA – O ALMANAQUE DOS MORTOS, o segundo livro da série, traz seis histórias inéditas, além de passatempos e uma galeria de desenhos do personagem na visão de dez dos melhores quadrinhistas e desenhistas brasileiros.



Numa convenção alemã de Star Wars, o desenhista conceitual Ian McCaig criou um vídeo onde é possível sentir o clima do novo filme de Jurassic Park, que agora se chama Jurassic World. A autenticidade do vídeo não foi confirmada ainda, mas de qualquer forma, o vídeo é muuuuito tenso! Confere aí:

Jurassic World (antigo Jurassic Park IV) estreia em 12 de junho de 2015. Bela comemoração de Dia dos Namorados não?

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(texto de Gustavo Valente!)

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