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{junho 11, 2015}   [Fora da Estante] O (quase) Diário de Max!

Olá, readers!

Estamos com uma proposta nova, ou melhor, um integrante novo!

Recentemente, eu (Fabi) adotei um lindo filhotinho de Spitz Alemão Anão, para o qual presenteei com o nome Max.

Hoje, faz 3 semanas que este bebezinho de apenas 2 meses está morando comigo e minha família. E pretendo, a cada sete dias, postar um pouco das travessuras desse filhote malandro por aqui.

Como ele ainda não sabe falar e, acredito, se comunica apenas por telepatia comigo (ele me olha de um jeito que eu JURO que é possível ouvir a vozinha dele na minha cabeça!), vou assumir o teclado e lhes contar tudo o que vem acontecendo de novo na vidinha mágica dele.

No entanto, não é justo deixá-lo de fora do próprio diário. Por isso, em alguns momentos, permitirei transcrever, quase que literalmente, o meu baby me passa por telepatia.

Como primeiras folhas deste diário, hoje começarei fazendo um “resumão” de tudo o que aconteceu nestes 21 dias com Max.

Espero que gostem!😉

Max1

Tudo aconteceu de forma um tanto… Inesperada para a minha família e para o Max, mas não para mim!

Há um ano, perdemos dois grandes amores… Nossas bebezinhas faleceram de velhice com uma diferença ínfima de 9 dias entre a partida de uma e da outra. Agora, sentimos um tremendo vazio que antes era preenchido com calor e carinho pela Xuxa e pela Sasha.

Max2Não pensávamos em adotar outro cãozinho, até que me deparei com um filhote de Spitz Alemão numa vitrine de shopping.

Me apaixonei instantaneamente!

>> E quem não se apaixonaria? Sou um filhote anão! Mais fofo do que eu, apenas o Gizmo!

Então, começaram as negociações: perguntei idade, saúde, preço (infelizmente…), etc… Até que no meio das minhas férias, eu o adotei!

Não havia falado nada para ninguém, com exceção do Guh Valente. Afinal, em casa, o pessoal é bem dramático, por isso, decidi fazer surpresa e pronto.

No dia em que o peguei no colo, foi lindo! Ele começou a me cheirar e instantaneamente a mordiscar meus dedos, cabelos e, inclusive, fez tentativas (frustradas por mim) de morder meus brincos e colares!

>> Em minha defesa, o brilho me levou á loucura. Sou curioso por natureza, ué!

Toda aquela interação foi uma gracinha e me senti ainda mais certa na decisão de levá-lo para casa.

Contudo, assim que peguei o cartão para me despedir do dinheiro e poder levá-lo, o moço com quem eu havia negociado tudo me avisou que o “verdeiro” filhote que eu havia comprado estava fraquinho demais e, por isso, não podia ser vendido.

Segundo ele, alguns filhotes da raça, de tão pequenininhos, acabam não “vingando”, mas que ele continuaria fazendo de tudo para salvá-lo e se eu não quisesse levar aquele filhote, ele entenderia muito bem e me reembolsaria da metade que eu já havia pago da quantia

Mais do que depressa, neguei e o agarrei. Ele já era MEU! Era o MEU FILHOTE! 

Disse que com certeza o levaria e, ainda por cima, enchi o moço de perguntas a respeito do irmãozinho fraquinho. 

Ele me garantiu que continuaria cuidando dele e se precisasse de ajuda, me informaria. Além do mais, me disse que, se eu quisesse, poderia doá-lo para mim. (e eu continuo mantendo contato com ele ainda, me atualizando a respeito da saúde do irmãozinho do Max, o qual eu carinhosamente apelidei de Bane)

Enfim…

Fiz oque precisava fazer, peguei algumas coisas que o meu bebê iria precisar e zarpei para casa. Mas antes, liguei para minha mãe e disse que estava levando uma surpresa.

Assim que cheguei, meu irmão já o agarrou e o pegou nos braços. Fomos até meu quarto, onde minha mãe já estava. 

– Ai, meu Deus! Não acredito você pegou mesmo um cachorro! – ralhou comigo.

– Mas, mãe… Só olha para a carinha dele! – peguei o Max do colo do meu irmão e o mostrei a ela.

>> Ela praticamente me esfregou na cara da minha vovó!

– Ai… Meu… Deus… – o seu tom de voz já mudou e praticamente a vi vomitar um arco-íris!

Nós começamos a brincar com ele e resolvemos colocá-lo sobre minha cama onde, para o meu azar, ele decidiu se aliviar e fazer uma interessante pocinha de xixi… 

>> Tinha que deixar minha marca, oras!

Imediatamente, decidi preparar o cantinho dele e começar a árdua tarefa de ensiná-lo a fazer as necessidades no tapetinho higiênico.

Quando meu pai chegou em casa, não ligou muito para o filhote. O olhou, disse que parecia um ratinho de tão pequeno e ficou por isso mesmo. 

Mentira!

Não ficou por isso mesmo! Eu levei bronca dele e da minha mãe, maaaaas tudo bem… hehehe…

Max3A noite chegou e eu fiquei com medo dele chorar muito, estranhando o lugar novo. Contudo, para a minha sorte, ele não o fez! Descobri que ele é um cãozinho dorminhoco.

Apenas chorou uma única vez ás 4h00 da madrugada, se sentindo sozinho. E eu, como boa mãe adotiva, acordei e mesmo morrendo de sono, brinquei com ele até que voltasse a dormir. Algo que ele ainda faz MUITO! 

>> Sou um bebê, preciso dormir! Mãe desnaturada…

Os dias foram se passando e, aos poucos, fui apresentando-o para os outros cômodos da casa, além do meu próprio banheiro, onde ele estava locado.

E nem tão aos poucos assim, fui descobrindo que o meu filhote até pode ser um adepto da boa soneca, porém, quando está acordado, é um verdadeiro demoninho!

>> Sou apenas hiperativo… 

Ele é um cão genioso, chorão, irritadinho… Uma verdadeira peste! 

Ele ama atacar pés e não tem piedade em fincar seus dentinhos já afiados na pele de quem quer que seja! Seu brinquedo predileto são mãos e de seu ponto de vista, não existem barreiras!

Quando em seu cantinho (que depois de tornou a lavanderia, onde a Xuxa e a Sasha costumavam dormir), o Max é um exemplo de bons modos aos banheiro, fazendo o xixi e o cocô no tapetinho.

Contudo, quando sai correndo pela casa, se torna um rebelde e faz suas necessidades onde não deve! Ele já elegeu seus pontos prediletos de cada cômodo e, assim que os alcança, deixa ali a sua marca, seja ela liquida ou sólida.

>> Ao menos eu tenho “pontos prediletos”! Imagina se eu fizesse em qualquer lugar mesmo! Vocês ficariam um tempão procurando a minha “marca” para limpá-la depois.

Max4Sem mencionar que na segunda semana ele aprendeu a subir e descer pequenos degraus, adora se enfiar em qualquer cantinho, se esconde debaixo de armários para atacar suas vítimas, a morder sacolas, a derrubar lixos, a destruir rolos de papel higiênico, a sair correndo quando ninguém está prestando atenção, a latir (acho que é um latido) e a rosnar quando não quer mais ficar no colo ou quando o prendemos em algum cantinho.

Ai ai… Logo percebi que esse garotinho vai me dar muito trabalho!

Aos poucos, fui pesquisando métodos de adestramento e os aplicando no Max. Está tudo sendo na base do erro e acerto. Algumas técnicas funcionam com ele, mas outras… Hahahaha! 

Uma coisa eu admito, além de genioso, esse cãozinho é MUITO esperto e inteligente! Mais do que o normal! (e isso, até a veterinária dele já confirmou!)

>> Sou um prodígio, mamãe!

A primeira vez que o levei na veterinária, foi porque ele aparentemente havia torcido a patinha. Gritou tanto que achei que havia quebrado.

Corri para uma clinica e lá, constatou-se que era mais manha do que outra coisa. No mesmo dia, aproveitaram para indicar um vermífugo para dar (algo muito importante) e decidiram passar um spray anti pulgas e carrapatos nele.

Haviamos descobertos alguns dessas criaturinhas asquerosas nele e, por precaução, a veterinária me receitou o Frontline spray para filhotes acima de 2 dias de vida, sendo que lá na clínica mesmo ela decidiu espalhar um pouco do produto no pelo dele para que, quando eu chegasse em casa, pudesse passar um pente fino depois e retirar os bichinhos mortos.

Assim que ela espirrou o spray, começando pelo bumbum dele, o Max começou a ganir como se estivesse sendo surrado! Ele gritava e fazia tanto estardalhaço que algumas pessoas foram até a sala em que estávamos para ver o que estava acontecendo!

Eu não sabia se ria ou se simplesmente escondia a cara em algum lugar.

>> Só posso dizer que não foi agradável. Descobri que odeio sprays!

De qualquer forma, a segunda visita foi bem mais tranquila. O levamos para tomar vacina e, adivinhem!

Ele somente reclamou, não fez alvoroço algum. Nem latir, ele latiu! 

Dá para entender?

>> Eu cresci bastante entre uma visita e outra. Virei um filhote durão!

Bom…Max8

Para a minha sorte, como eu havia dito, alguns métodos de adestramento funcionaram.

Agora, ele quaaaaseeee me obedece.

Quando me morde, o faz de levinho e sem machucar (agora, só preciso descobrir como ensiná-lo a fazer o mesmo com os outros, hehehe…). E quando dou bronca, ele entende, mesmo que isso não signifique ainda que vá parar o que está fazendo de errado.

Felizmente, ele se dá super bem com visitas/estranhos, virou o sucesso da clínica veterinária em que o levo e já demonstrou que realmente me ama!

>> Claro que amo! <3 

Ainda sou a pessoa, cujo colo ele mais aguenta ficar. Mas, ainda faz uma manha enorme para me convencer a colocá-lo no chão.

>> Sou hiperativo, lembra? Não gosto de ficar parado e colos me deixam preso e sem ter o que fazer!

Ainda é genioso e briga com minha mãe quando ela lhe dá uma bronca. Ou, se esconde debaixo do armário quando sou eu quem briga com ele.

>> Tenho que expor a injustiça! Sou um filhote, não deveria levar bronca!

Ainda é extremamente arteiro! Faz uma bagunça equivalente a de dez filhotes; arranha portas; fuça vasos; aspira o que estiver no chão; tenta arrancar enfeites do que quer que esteja ao alcance dele; e, inclusive, esta semana ele conseguiu baixar o trinco da porta e trancar a minha mãe do lado de fora!

>> Ela saiu e fechou a porta. Nem me perguntou se eu queria ir junto, então, decidi trancar, sem perguntar se ela queria entrar! 

Max5E quando vou ler, ele pegou uma mania fofa, porém bem destrutiva, de brincar com o meu marca páginas!

>> Quero atenção! Atenção! Atenção!

E apesar de tudo, eu sei que todos já o amam tanto quanto eu amo, ou seja, ALÉM DA CONTA!

Sempre damos um jeito de mimá-lo, brincando até que se canse e enchendo-o de carinho e beijos.

A minha mãe, mesmo o vendo enfrentá-la, paparica o Max o máximo possível e tenta me ajudar a adestrá-lo da melhor forma possível, assumindo uma postura de vó mesmo.

O meu irmão é o tio coruja. Está o tempo todo tirando fotos e dando um jeito de ficar com ele. E caso o Max comece a chorar, ele já aparece perguntando o que está acontecendo.

O meu pai, apesar de ter sido um pouco frio no primeiro dia, logo se rendeu sem resistência alguma ao charme de filhote e é o mais bobão quando se trata do Max, vira e mexe o pego rolando no chão junto com o meu baby!

O meu namorado, Guh Valente, já está se saindo um bom pai adotivo. Sempre me pergunta sobre o Max e quando o encontra, imediatamente se atira no chão para brincar e tentar carregá-lo.

Os meus cunhados e as minhas cunhadas, são os tios babões! Toda a vez que conseguem vê-lo, o mimam além da conta! 

BórisE os meus sogros, então… O acham a coisa mais deliciosa do mundo (além do Bóris, é claro! O Golden mais do que fabuloso, safado e meigo que está na família do meu namorado)! Não há uma oportunidade que eles percam para prendê-lo nos braços e se entregarem aos apelos de atenção dele.

>> Vocês também me levam á loucura e mesmo sendo uns ditadores comigo, ainda os amo muito, tá?

O Max se tornou o nosso anjinho endiabrado, que veio para trazer um pouco mais de luz e agitação para nossas vidas!

Ele JAMAIS veio como um substituto! Assim como a Xuxa e a Sasha NUNCA foram um substituto para o Michael e, do mesmo jeito, ele DE FORMA ALGUMA foi do Michael anterior!

Todos eles são nossos mais amados! Os membros insubstituíveis de nossa família! Os amores de nossa vida!

Nada e nem ninguém os tirara de nossos corações! Em nossas almas, há uma marquinha deles que ficará ali por toda a eternidade!

E o nosso Max, agora, é o mais novo membro da família Zambelli de Pontes! O nosso caçulinha!❤

>> Olá!

Max7

Texto by Fabi e Max

Max6



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