World Fabi Books











{abril 28, 2012}   Livros X E-books

Eu sei que eu já fiz algo parecido, mas…

 

Eis uma matéria a respeito da questão acerca de livros impressos e E-books.

Será que os e-books, realmente, irão substituir os livros impressos um dia?

 

 

 

Produção realizada para o telejornal Espelho Urbano da PUC-Campinas.

Autoria:

* Fabiane Zambelli de Pontes (eu \o/)
Com apoio do jornalista Murilo Borges e do engenheiro da computação Carlos Alberto de Magalhães Massera Filho (meu amoooor ^^)

 

 



Causos de um povo chamado Engenheiros.

Em uma terra longínqua – ao menos longe o suficiente para mim – chamada São Carlos, onde um povo classificado como engenheiros, especificamente da computação, vivem. Estes são e, ao mesmo tempo, não são de lá.

São seres de outros pensares, de outras atitudes que, por mais estranhos que possam ser, são facilmente comparados com a tribo de onde algumas amigas e eu viemos.

Ultimamente, jornalistas e engenheiros andam se comunicando, graças a mais “recente” união entre dois legítimos exemplares de cada aglomerado. E eu, como protagonista de tal fato, ando presenciando e ouvindo histórias que são de arrancar lágrimas dos olhos e espasmos nos músculos da face de tanto se rir.

Logo pretendo contar o que meus ouvidinhos escutaram, porém, agora, irei narrar algo que presenciei recentemente.

Dia 18 de Fevereiro de 2012 aconteceu o casamento de um dos integrantes da tribo, um nativo da computação, cujo nome de “guerra” dado por seus companheiros é: Sem Noção.

Ok… Apesar de tal apelido sugestivo e da data tão especial, não é sobre ele que falarei hoje.

Devido ao casório, o grupo (ou boa parte dele) se uniu para uma viagem looongaaa e sonolenta até Goiânia.

Bem…

Primeiramente, devo começar com o engenheiro Dois chegando à casa de meu amado Carlos (carinhosamente apelidado pelos seus como C.A.). O local seria um dos pontos de encontro para a partida, a qual ocorreria ás 03h00min da matina!

Como de costume, Dois chegou cumprimentando o C.A. de forma “calorosa” e em tom “ameno”, ao menos, através do ponto de vista daqueles que já estão acostumados.

Eu, aguardava tranquila, já prevendo as costumeiras receptividades masculinas. Foi quando dei uma boa olhada no rosto do Dois.

Ele já foi golpeado com um estilete, já sofreu perante a ira de C.A. e já passou por uns bons bocados que, apesar de tudo, acho engraçados.

(que o meu namorado apague essa informação do cérebro! Senão, não poderei mais tentar fazer uma leve cara de repreensão, perante o assunto. Afinal, ainda tenho pena do flagelado Dois e eu não deveria estar incentivando tais ataques… É… Não deveria. Mas, enfim…)

Vejam bem…

Eu nunca presenciei tais coisas, apenas ouvi falar e interroguei testemunhas que acredito serem confiáveis. Portanto, nunca o vi realmente machucado (hematomas e reclamações de dores musculares não contam). Assim, imaginem minha cara quando o vi com metade do rosto esfolado!

O folião – por favor, não comparem a palavra com os foliões carnavalescos, pois estes engenheiros não são receptivos a tais festividades parvas – ainda tentou me pregar uma peça, botando a culpa de tal ferimento em sua namorada, uma integrante da tribo dos médicos.

Então, pularei toda a lorota – divertida, porém extensa demais para um texto que já está com caracteres além da conta e ainda em ascensão – e irei direto ao ponto: o Dois sofrera um fabuloso acidente de bicicleta, digno de se tornar cena de um filme ou livro!

Aliás, abrindo um adendo ao texto…

Já observei que estes dois espécimes, C.A. e Dois, não se dão com bicicletas. São ótimos ciclistas e, pelo visto, gostam de exigir praticamente o máximo das magrelas. Contudo, não são muito felizes no final de suas “peripécias”, visto que, além do acidente recente de Dois, o C.A. já sofreu um “capote” ainda mais digno de uma cena de ação de uma obra a la “Missão Impossível”. (tal caso eu deixo para uma próxima narrativa)

Enfim, voltando ao que interessa.

Segundo Dois, o seu azar se deu ao fato de um gato preto ter literalmente cruzado o seu caminho. Pois é, crianças… Não tentem atingir velocidades exorbitantes em suas bicicletas, sem antes ter certeza de que não vão se “estupriar” em cima, ou melhor, fora delas!

Com e sem cara ralada, fomos todos para a prolixa viagem, a qual me proporcionou a oportunidade de conhecer os tão comentados engenheiros Sacramento, Vovó e Husky! Também pude conversar com algumas compatriotas da terra das mulheres: Jemina, Ana e Isa (desculpem se errei algum nome).

A ida foi pacata e quase inativa, se não fosse pelas tentativas de sussurros de Sacramento e Dois, diria que fora extremamente taciturna por parte dos viajantes.

Perto das 06h30min da manhã, fizemos a nossa primeira parada. O “pit stop” foi em um posto Graal, acredito que em Uberaba – cidade cujo nome eu frequentemente confundo com Uberlândia! (desculpem minha gafe geográfica, mas para uma mente sonolenta e fértil como a minha, tudo é possível!)

Ainda entorpecidos pelo sono e pelas horas de viagem, nos arrastamos pelo local, atendendo as nossas necessidades básicas.

Todos decidiram por aproveitar o momento e tomar um singelo e ligeiro café da manhã. Enquanto empurrava minha bandeja pelos balcões, atrás de algo que me apetecesse, vi algumas frituras monstruosas, que me deram calafrios apenas em imaginá-las em meu estômago àquela hora da alvorada.

Passei reto pelas frituras e metaforicamente voei com a minha bandeja até os pães de batata, antes que estes sumissem de vez. Peguei o último de presunto e queijo, me servi de um pouco de leite com açúcar e fui, ao lado de C.A., me juntar ao restante do bando.

Assim que me sentei, dei uma rápida espiada pelo prato de cada um, apenas para um levantamento básico. Todos estavam com alimentos aceitáveis como café da manhã, menos o nosso querido Dois, o qual resolvera se demorar pelas frituras e arrebatar uma suspeita e anormal coxa de frango.

Como boa jornalista e tagarela que sou, não pude deixar de comentar.

– Dois, não acredito que você pegou aquela coxa!

– Cara, quê é isso? – C.A. também havia reparado na anomalia no prato do colega. Aliás, todos na mesa haviam reparado. Era impossível não ver algo tão grande e bizarro.

– É uma coxa de frango, não tá vendo? – respondeu depois de engolir um bocado daquilo.

Os comentários a cerca da resposta foram objetivos. Todos responderam que aquilo definitivamente NÃO era uma coxa de frango e se fosse, o frango era um mutante!

– É, se apagarem a luz, o meu prato vai brilhar!

Realmente, não ficaria surpresa se me dissessem que aquele franco, quando vivo, fora alimentado com algo radioativo.

Aquela bizarrice e o fato do Dois devorá-la foram os assuntos durante boa parte do desjejum. Afinal, não é todo dia que vemos alguém engolir a coxa de frango que, em vida, deveria ser a Svetlana Pankratova1 do criadouro.

– Não acredito que teve coragem de pegar isso! – o espécime nomeado Vovó comentou, também pasmo com o feitio daquilo.

– Eu também duvidei de mim mesmo.

– Duvido que você coma tudo! – claro que o burlesco modelo engenheiro, Sacramento, precisava jogar uma provocação camuflada de aposta para cima do companheiro.

– Eu também pensei nisso: “Ah, eu duvido que eu consigo comer isso”! Foi aí que eu peguei a coxa!

Com os restos da anomalia depositados no prato e tragando os últimos fiapos de carne, ficamos surpresos com a façanha e tentamos imaginar o que estaria acontecendo no pobre estômago de Dois, o qual não pareceu se importar com o fato de ter devorado algo suspeito e provavelmente abarrotado de hormônios.

– Daqui a pouco esse frango vai mugir! – C.A. comentou, fazendo sua típica expressão de “você vai se foder depois, quando esse troço for digerido e quando for sair daí de dentro”.

– Auuuuuuu!!

Todos paramos e ficamos encarando aquele engenheiro, o qual parecia não saber qual a onomatopéia certa para mugir.

– Dois, isso parecia mais um cão uivando do que um mugido! – comentei, apenas para deixar registrado.

E ali foi gerada mais uma piada que seria dita durante toda a viagem!

Em certo ponto, a conversa morreu e todos concentraram suas mentes em algum detalhe do local, no programa que estava passando na televisão, na própria comida e/ou em pensamentos próprios e misteriosos para os demais.

Aos poucos as palavras ditas foram renascendo como fênix – frase tocante, não? – e a falação voltou. O assunto havia mudado um pouco e o foco estava em debates sobre o que vinha a mente de cada um e valia entrar com um tópico durante a conversa.

E no meio de todas estas discussões, surgiu o termo axioma. Palavra sem grande ostentação, a qual surgiu apenas como um comentário diante de um dos assuntos ali discutidos.

Continuamos com o bate-papo, mudando os temas por mais dois minutos, até que Dois, mais uma vez, interrompesse a conversa:

– Axioma, cara? – imaginem uma expressão de “what the fuck?” (sigla: wtf) imprensada na face esfolada do engenheiro.

Todos ficaram em silêncio mais uma vez, encarando o dito cujo, sem entender ao certo a pergunta em forma de expressão.

– Dois, faz uns dois minutos que o Carlos disse axioma! – novamente, eu precisava registrar o fato em auto e bom tom.

(entendam que, na falta de um gravador, dizer um pensamento e/ou alguma expressão em voz alta, ajuda a fixar melhor a informação dentro da cabecinha da pessoa que vos escreve!)

A gargalhada foi geral! Levantamos-nos da mesa, ainda usando o já famigerado engenheiro como tópico para a maioria das picotadas conversas, as quais iam nascendo e morrendo durante a breve caminhada até a van.

– Eu preciso escrever algo sobre isso! – comentei.

– Sobre o que? O Dois?

– Uhum! Principalmente sobre a coxa de frango que muge como cachorro! – e é evidente que C.A. contou para os demais o fato de que eu iria colocar aqui, neste blog, este trecho da história!

E para não abarrotá-los ainda mais com palavras, jargões e expressões, vou encerrando por aqui a minha crônica com um quê de conto.

Acredito que logo voltarei com a continuação da tal viagem!

Ah sim!

Antes de encerrar definitivamente, preciso informar que a coxa de frango não parou apenas no mugido de um cachorro! Foi um pouco mais além durante o passeio!

Não satisfeitos, os integrantes de tal povo, decidiram piorar um pouco a situação já fatídica do frango mutante e “revolucionaram” com a seguinte continuação: coxa de franco que mugia como um cachorro miando!

Bom…

Acredito que, de fato, darei um fim a esta extensa narração, antes que mais alguém decida colocar algum outro animal dentro da descrição da coxa anormal de franco mutante!

C.A. e Dois

Vovó e Sacramento

Bacci, bacci

E…

Arrivederci!!

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1 Svetlana Pankratova é a russa registrada no livro dos recordes como a mulher com as maiores pernas do mundo. Ela possui 1,96m de altura, sendo que suas pernocas possuem 1,32m!



Áries

Áries é um signo irritante, barraqueiro, mandão, mimado!

É o primeiro signo do zodíaco, então, é a criança! E por isso é o pentelho, o birrento, o chato,…

Esse signo é o que dá o impulso para começar o zodíaco e seu elemento é o fogo.

Áries é o que inicia, é o pioneiro, o precursor e um líder nato. É uma pessoa que tem muita energia, dinâmica, ousada e gosta de romper limites.

É muito fácil fazer um(a) ariano(a) de bobo(a)! É só dar a ilusão de que está no comando e no poder. Finja que está certo e aja do seu jeito pelas costas.

Pessoas de câncer e escorpião fazem isto direitinho. Capricórnio quando quer o poder também. Ou seja, a pessoa de áries sofre com isso sempre!

Arianos e arianas, na parte profissional, quase sempre se dão bem, pois tem energia e iniciativa. Mas, podem ser muito competitivos e quando são contrariados… Costumam meter a mão na cara!

Na cama, as pessoas desse signo são tão fogosas que cansam a gente! Querem quantidade! Chega a ser irritante…

Você quer assistir a televisão e lá está o ariano com olhares de volúpia, querendo entrar em ação!

São os reis das encoxadas em ônibus e das cantadas no transito!

Mas, quando estão apaixonados… Ficam loucos!

Entram na sua vida, dão palpites sobre seus amigos, opinam sobre a decoração da sua casa e planeja fazer tudo juntos! Se deixar, um ariano assiste sua depilação de virilha!

A mulher ariana é brava, independente e dona de si!

Muitas não casam, porque não suportam a idéia de um homem mandando nelas.

Geralmente são líderes em empresas ou tem o próprio negócio.

E sabe aquela amiga para quem você pode ligar às 03:00 da manhã, que ela topa sair?

Então…

É a ariana!

Ela pode acordar as 06:00 da manhã, ir para ginástica, trabalhar o dia todo, fazer aula inglês durante o horário de almoço, chegar em casa, limpar a cozinha, estudar com as crianças, transar com o marido, espancá-lo e em seguida (principalmente se for de peixes ou libra) pedir desculpas, ler um romance e finalmente ir dormir.

Quanta energia!!!

Pessoas de áries:

  • Cazuza;
  • Airton Senna;
  • Lima Duarte;
  • Antônio Fagundes;
  • Roberto Carlos;
  • Charles Chaplin;
  • Marlon Brando;
  • Marion Saraiva;
  • Adriane Galisteu;
  • Xuxa;
  • Ana Maria Braga;
  • Sarah Jessica Parker;
  • Diana Ross;
  • Billie Holiday.

— by: Christian Pior



{outubro 7, 2011}   Trollando na Internet

Conheço uma pessoa que é praticamente assim…

Né… Carlos? Huahauahauahauhaua…

 



{setembro 6, 2011}   Essa coisa de signo comigo!

Sabe todas essas comunidades, grupos, páginas, perfis e a fins da internet sobre signos?

Pois é…

Eu gosto de acompanhar algumas… Xeretar outras…

Mas, quando me deparo com uma coisas dessas (da foto), a primeira coisa que me passa a cabeça é:

“Ôôô… Signo pervertido, viu!”



{agosto 26, 2011}   O que a internet vê em mim…

Pois é…

Não é o que EU vejo na internet, mas, o que ela vê em mim!

Além dos aplicativos do facebook… O twitter também me assusta agora!

 

 



{agosto 26, 2011}   Trollando na Internet

Ótimo Horóscopo!! Huahauahauahau…

Alguém se identificou com ele, ein? XD

Carlos… Você não tem uma vizinha de 72 anos, né? ¬¬

HUAHUAHUAHUAHUAHUA…

 

 



Accidentally In Love

Counting Crows

So she said what’s the problem baby
What’s the problem I don’t know
Well maybe I’m in love (love)
Think about it every time
I think about it
Can’t stop thinking ‘bout it

How much longer will it take to cure this
Just to cure it cause I can’t ignore it if it’s love (love)
Makes me wanna turn around and face me but I don’t know nothing ‘bout love

Come on, come on
Turn a little faster
Come on, come on
The world will follow after
Come on, come on
Because everybody’s after love

So I said I’m a snowball running
Running down into the spring that’s coming all this love
Melting under blue skies
Belting out the sunlight
Shimmering love

Well baby I surrender
To the strawberry ice cream
Never ever end of all this love
Well I didn’t mean to do it
But there’s no escaping your love

These lines of lightning
Mean we’re never alone,
Never alone, no, no

Come on, Come on
Move a little closer
Come on, Come on
I want to hear you whisper
Come on, Come on
Settle down inside my love

Come on, come on
Jump a little higher
Come on, come on
If you feel a little lighter
Come on, come on
We were once
Upon a time in love

Accidentally in love[x8]

We’re accidentally in

I’m In Love, I’m in Love,
I’m in Love, I’m in Love,
I’m in Love, I’m in Love,
Accidentally in [x2]

Come on, come on
Spin a little tighter
Come on, come on
And the world a little brighter
Come on, come on
Just get yourself inside her

Love… I’m in love

 

Só porque hoje eu estou no clima de ouvir e colocar a letra da música aqui!

Hm… por que será, né? ^_~

 

E para ouvir a música, aqui está um clipezinho (tem legenda):

E um casal de um dos meus mangás/animes prediletos!

Lucy (The Spirit Girl) e Natsu (The Flame Head) – Fairy Tail!!

 



{agosto 11, 2011}   Days with… Carlos!

Weeeell…

Isso já faz um tempinho, mas, sempre vale a pena recordar! (acredito que foi no final de semana retrasado!)

Eu estava louca para assistir o filme do Capitão América, tanto pela história, pelo o que os trailers mostravam, quanto pelo próprio ator “gatoso”!

Começo a caçar uma companhia para ir comigo no cinema numa sexta-feira à noite. Eis que o pobrezinho do Carlos aparece online no gtalk.

Tinha encontrado minha vítima! MUAHAHAHAHAHA…

Como ele disse que voltaria de São Carlos na sexta à tarde, combinamos de ir ver o filme assim que eu saísse do trabalho. Portanto, ele chegaria ás 16:00 em Jundy-City, iria se arrumar e descansar um pouquiiiiinhoooo e depois iria me pegar na Assessoria da Juventude às 17:00. Assim que chegássemos no Maxi Shopping, pegaríamos a primeira sessão do Capitão América!

Tudo ocorreu como combinado até sairmos do meu trabalho…

Dentro do carro, conversando, Carlos dirigindo, fomos indo. Porém…

Repentinamente olhamos ao redor e percebemos que havíamos passado “um pouco” (um quase sarcasmo aqui) a entrada que nos levaria a avenida rumo ao shopping. Estávamos indo em direção à casa do Carlos.

Choramos de rir e fizemos um belo de um retorno.

Entramos no Maxi e…

Uma daquelas moças que distribuem flyers na entrada bateu no meu vidro e informou:

– “Moça, seu vestido tá pra fora!”

Eu olho para a porta e vejo que metade da barra do meu vestido estava presa na porta e, consequentemente, sendo exibida para todos! Ou seja, demos uma volta por Jundiaí, expondo um pedaço da minha roupa como enfeite do carro!

Dei um jeito (tardio) no assunto, claro, sem deixar de rir de mim mesma.

Entramos e compramos os ingressos e saímos andando pelo shopping.

Perdemo-nos brevemente dentro daqueles quatro corredores que o lugar é composto (não me pergunte como).

Fiz amizade com uma das funcionárias do Maxi e peguei informações preciosíssimas de uma pessoa que vende Melissas por um preço ótimo.

Comemos. Surtei com algumas vitrines em promoção. E fomos ver o filme.

Fila gigantesca e um calor insuportável, considerando que o restante do shopping estava frio, assim como o lado de fora.

Entramos, conseguimos um bom lugar e esperamos.

A sala parecia uma sauna gigante, repleta de pessoas conversando sobre os mais variados e bizarros assuntos.

Para tentar enganar o calor absurdo, nós nos entupíamos de coca-cola gelada. Eis que, em um gole, o Carlos virou um pouco mais do que devia o copo e boa parte do refrigerante se espalhou pela camisa dele.

Obviamente, morri de dar risada da cena.

Enquanto gargalhávamos, uma funcionária do cinema chega:

– “Pessoal, estamos com um pequeno problema técnico, Daqui a pouco eu volto com mais informações”.

Olhamos para o relógio e P.Q.P. já tinha passado mais de meia hora do horário que o filme deveria ter começado!

– “Mas, dá pra ligar o ar da sala pelo menos?” – um cara estranho gritou.

– “Desculpe, mas essa sala também está com problema no ar!”

Ótimoooo!! (sintam o sarcasmo aniquilador aqui)

Esperamos por mais uns vinte minutos mais ou menos, até a mesma funcionária voltar, acompanhada de outras duas.

– “Infelizmente, não deu para consertar o equipamento. Informamos que a sessão foi cancelada. Na saída estaremos ou revalidando os ingressos para que possam ver outro filme em até 30 dias, ou reembolsando vocês.”

Bom… Preferimos revalidar.

Fomos caminhar, novamente, pelo shopping. Eu estava um tanto frustrada, mas fazer o que?

Fabi: Caramba, isso nunca aconteceu comigo antes.

Carlos: Nem comigo.

Fabi: Isso porque faz um ano que você não vai ao cinema, né? (ah sim… Acho que esqueci de comentar esse detalhezinho!)

Carlos: Mas a culpa é sua!

Fabi: MINHA? Por quê?

Carlos: Por que é… Oras!

Essa conversa se seguiu por um tempinho… Hehehe…

Quando estávamos passando pela frente do cinema pela segunda vez, vi que logo mais iria começar a sessão do Harry Potter – Relíquias da Morte – Parte 02 (legendado e em 3D).

Eu já vi o filme com a Bia, contudo… Como uma boa fã… Não podia deixar de tentar de assistir novamente!

Fabi: Carlooos… Vamos assistir Harry Potter? (com certeza eu devo ter feito cara de criança pidona!)

Carlos: Mas, você já não viu?

Fabi: Já, mas… Não era 3D e eu QUERO ver 3D!

Carlos: Hm… (analisando a proposta)

Fabi: Tô com ingressos válidos pra qualquer filme aqui, vamos?

Carlos: Mas, eu nem vi o quinto, o sexto e a primeira parte do sétimo!

Fabi: Tá… Mas se vc não quiser mesmo ver… Tudo bem…

Carlos: Não, tudo bem! Vamos ver. (yeah! Vitória para mim! Hehe)

Fabi: Brigadaaaaa!

Carlos: Mas, vou ficar perdido no filme.

Fabi: Tudo bem, eu vou explicando.

Subimos para o cinema e eis que descobrimos que precisávamos descer de volta para a bilheteria lotada para trocar o ingresso.

Eu furei fila e consegui fazer a troca rapidamente…

Pois é… Sou malvada ás vezes, mas era HARRY POTTER!!!

In fine… Entramos na sala, nos sentamos e o filme começou.

Depois dos cinco primeiros minutos de Relíquias da Morte, tudo fica escuro, o filme para e as luzes se acendem repentinamente.

A mesma funcionária de antes aparece (MERDA!):

– “Estamos com um pequeno problema técnico que estamos resolvendo.” (eu já fulminei o Carlos com o olhar)

– “É a síndrome da sala 05?” (gritou um cara atrás da gente).

A mulher riu e saiu. Pelo visto, a maioria das pessoas naquela sessão vinham da sala 05 onde, supostamente, deveria ter passado o filme do Capitão América.

Fabi: Culpa sua, Carlos!

Carlos: Por quê?

Fabi: Você fica um ano sem vir ao cinema e quando você vem, acontece isso! É zica!

Carlos: Não é culpa minha!

Fabi: É sim! Comigo isso nunca aconteceu! Só tá acontecendo porque você tá aqui!

Carlos: É nada! A culpa é sua! Você quem é a culpada!

Fabi: Eu não! É você!

E a conversa continuou nesse ritmo até o filme recomeçar! (yeaaaah \o/)

Claro que depois fomos para casa e no dia seguinte fomos dar uma volta loooooongaaaa por São Paulo, onde eu finalmente consegui ver Capitão América.

Ou seja… O final de semana foi bem agitado, porém divertido!

E tadinho do Carlos eu o aluguei para me acompanhar em minhas loucuras! Hehehe…

Sorte que ele é bonzinho comigo, apesar de viver me zoando! (nessa ultima parte me imaginem fazendo um olhar assassino).

É isso… Um dia tentando ver um simples filme com o Carlos! hauahauahau

Carlos

Eu (Fabi)

Viram como eu choro de rir quando saio com o Carlos? hehe…



They are just…

Just my BELOVED and Crazy friends!

Normalmente, quando saio com essas figuras que amo tanto, passamos a madrugada juntos. Nada de voltar para casa antes da meia noite! É que dá azar, sabe… hehe

Na verdade, dificilmente conseguimos sair. Cada um em seu universo louco de estudos e trabalho que torna complicada a tarefa de curtir com os antigos amigos!

A saudade é louca! Por isso… Nunca voltamos antes do dia seguinte para casa.

Todas as vezes em que saímos juntos, as risadas são tão descontroladas que chegamos a ficar de faces vermelhas, olhos lacrimejantes, barrigas doendo e músculos cheios de “espasmos”. Geralmente não somos discretos diante das besteiras que dizemos.

E a última vez em que saímos, não fugimos da regra!

Era um domingo à noite. Todos haviam confirmado menos a Sofi (outra amiga nossa de longuíssima data, a qual quase sempre participa de nossas aventuras noturnas). Tentávamos escapar de nossa sina: O Beco Fino!

Jundiaí não é uma cidade com muitas opções para o pessoal se divertir durante a noite. Portanto, praticamente SEMPRE acabamos nos reunindo no afamado Beco.

Contudo, daquela vez estávamos resolutos de quebrar apenas essa clausula de nossa regra. Então, decidimos ir ao Maria Cachaça, um bar que fica exatamente na FRENTE do Beco Fino. Que fuga, não?

Lá, já reunidos, começamos a conversar e a escolher bebidas no cardápio do local.

Garçom: Já sabem o que vão pedir?

Fabi: Quero esse drink chamado Suflair.

Liane: Não quero nada por enquanto. Posso dividir o drink com você, Fabi?

Fabi: Claro que pode! (aliás, ela sempre divide drinks, milk-shakes e doces comigo! Hauahauahua)

Carlos: Quero um chopp claro.

Bruno: Não quero nada ainda. (sem tirar os olhos do cardápio)

Quando vi a cena, já pensei: “Ele não está… Ou está?”

Carlos: Ele está analisando o cardápio, de novo! (respondeu como se estivesse lendo a minha mente).

Mas, deixe-me ressaltar uma coisa antes de continuar.

O nosso grupo é um tanto “diversificado”. Cada um preferiu seguir por áreas distintas: eu optei por Jornalismo, a Liane por Nutrição, o Carlos por Engenharia da Computação e o Bruno por Design.

Sendo que o nosso querido Bruno tem uma “leeeeeeeveeeee” (note meu sarcasmo) tendência a analisar a forma e a arte que compõem os cardápios dos lugares para onde vamos.

Portanto, como devem ter reparado, daquela vez não foi diferente.

E como sempre, ficamos esperando pelo veredicto.

Normalmente os cardápios se classificam como:

  • Está muito bom!
  • Foi bem feito.
  • Uhum… Tá bom.
  • É… Sabe… Dá para engolir.
  • Com certeza foi o sobrinho de 12 anos do dono quem fez!
  • Mas, que porcaria! Olha isso!! (sem esquecer o olhar de indignação)

No caso do Maria Cachaça, ficou classificado na terceira opção.

E devo dizer que o estabelecimento deve considerar essa opção como um elogio, pois poucos ficam antes da quarta opção diante do crivo altamente critico de meu amigo!

Continuamos com a noite. Bebíamos, comíamos e conversávamos. E claro, riamos e nos exaltávamos!

Decidi contar sobre a minha recente aventura com um exame de sangue. Toda vez eu passo mal quando entro em uma clinica. E na ultima, acabei sendo perfurada QUATRO vezes (uma em um braço e três em outro) até conseguirem extrair a quantidade necessária de sangue para o exame.

Creio que devo estar secando, visto a dificuldade que as enfermeiras tiveram para perfurar o meu braço com uma agulha, encontrar uma veia “boa” e encher seis ampolas!

Pois bem, retornando ao bar…

Enquanto contava isso ao pessoal, eu mostrava meus braços roxos e ainda doloridos, com as “picadas” ainda aparentes.

O Bruno se empolgou na conversa e começou a contar seus causos com agulhas também. Nós dois debatíamos sobre o assunto, cada um recordando de alguma situação constrangedora e/ou bizarra.

Todos riamos, pois o que contávamos era hilário (até porque, somos ótimos contadores de causos, já que somos cheios de caras, bocas e gestos quando estamos narrando alguma coisa).

No entanto, o que era realmente engraçado era observar o Carlos. Ele, morrendo de aflição do assunto sanguinário, não sabia se continuava gargalhando, se fazia careta ou se contorcia o corpo inteiro em agonia. E, com certeza, ele escolhera fazer as três alternativas ao mesmo tempo!

Era impossível controlar o riso!

Bom…

A noite continuou e nós praticamente fechamos o bar. Olhamos para o relógio e julgamos que ainda era cedo para voltar para casa.

Decidimos dar a rotineira volta à pé pelo – adivinhem! – BECO FINO!!

Caminhamos pelo lugar inteiro, inclusive pelo estacionamento deserto e obscuro.

Enquanto fazíamos isso, totalmente alheios a tudo e conversando sobre filmes de terror (aqueles do tipo com o personagem Jason), ouvimos um som altamente bizarro atrás de nós.

Eu me virei assustada, pois eu acreditei que aquele som era de CASCOS DE CAVALO NO ESTACIONAMENTO! (normalíssimo, não?)

Fabi: Que SUSTO! Achei que tinha um CAVALO atrás de nós!

Carlos: É… Eu também achei. (o mais engraçado foi ele ter dito isto, como se estivesse comentando do tempo!)

Liane: Uhum… (ela também tinha se virado comigo)

Bruno: Também achei que era um cavalo. Mas, o que era?

Fabi: Um bando de moleques correndo! Agora, COMO eles corriam para se parecerem com um cavalo, eu não sei.

Carlos: Pois é… Eu achei bem estranho. O QUE UM CAVALO FAZIA ATRÁS DA GENTE EM UM ESTACIONAMENTO??!!! (finalmente parecia ter voltado ao normal dele)

Bruno: Verdade! É bem WTF!!

Liane: Eu preferia que fosse um cavalo, caso aqueles moleques fossem assaltantes.

Fabi: Eu não! Vai que era um cavalo assassino? (tentei tirar sarro).

Carlos: É! Daí ele viria com uma máscara de Roque na cara!

Bruno: É! E sangue escorrendo pela boca! (empolgado)

Fabi: Eu já imaginei algo tipo Cavaleiro sem Cabeça, sabe?

Liane: Páraaaa! (ela simplesmente ODEIA tudo que envolva a palavra TERROR, portanto, ela já não estava agüentando mais o assunto)

Terminamos a incríveeeel (note o sarcasmo outra vez) caminhada! Porém, ainda não queríamos dar a noite por encerrada.

Foi, então, que a Liane deu uma ideia, no mínimo, surpreendente.

Liane: Por que não vamos ao Russi?

Fabi: Russi? (todos com fisionomias de WTF?) Para comprar o pão e a mortadela que o Bruno e o Carlos sempre falam?

Liane: Nãoooo. É para dar uma volta mesmo.

Fabi: Uma volta no mercado?

Liane: É! Ele fica aberto 24 horas.

Fabi. Hm… Então tá!

Bruno: Então, vamos pra lá, Carlos. (ah sim… o Carlos era o nosso motorista)

Carlos: Já estou indo.

Ok! Eu sei… É realmente, como o Bruno diria, WTF?!?!

Caminhando pelo Russi, me deparei com aqueles Mini-Bis que A-DO-RO!!

Fabi: Isso é muito bom! (peguei um produto na mão)

Liane: Era isso que vinha naquele sorvete que você pediu da ultima vez, né?

Fabi: Era!

Liane: Sabe Fabi… Quando eu fui pegar o sorvete para você, eu não queria dizer na hora para não estragar o seu apetite, mas, quando eu olhei para ele e vi esses bis… (cara de culpa) Eu imaginei que eram cocozinhos de capivara, sabe?

Fabi: QUÊ?

Liane: Mas, olha! (apontou para o doce) Não parecem?

Fabi: Lianeeee… (coloquei o pote de volta na prateleira). Agora, nunca mais vou olhar para eles da mesma forma!

Liane: Pelo menos, quando olhar para eles, vai lembrar de mim!

Carlos: E de cocô!

O complicado do fato, é que ele disse isso tão alto que o casal parado do nosso lado (sim! Havia outras pessoas no mercado além de nós e dos funcionários), nos olhou com fisionomias assustadas e indignadas. O que me rendeu mais uma crise de risos!

A caminhada pelo Russi não foi tão emocionante quanto a que fizemos pelo estacionamento do Beco Fino. Claro que encontramos uma vodka do Bruce Willis! O que é extremamente bizarro, mas não emocionante. Por isso, acabamos partindo meia hora depois! Hehe…

Fomos ao Mc Donalds, o qual se tornou o nosso refugio, já que todas as vezes em que pretendemos estender a noite, corremos para lá de uma forma ou de outra.

Comendo e bebendo, mais uma vez! Começamos a reparar nas músicas ambiente, até que começou a tocar Space Jam da Quad City DJ’s.

Fabi: Essa música me lembra aquele filme… (não me lembrava o nome do filme, sendo que é o mesmo da música que estava tocando).

Carlos: Que filme?

Fabi: Aquele que tem o Peter Pan e o Michael Jackson! (GENTEEEE… EU ESTAVA VIAJANDO DEMAIS!! E eu só tinha tomado sorvete de Blue Berry e comido torta de maçã!!)

Carlos: WTF?!

Bruno: Você quer dizer aquele com o Michael Jordan e os Looney Toons, né?

Fabi: Isso mesmo!

Carlos: Michael Jackson com Michael Jordan até vai! Os nomes são bem parecidos. Mas, Looney Toons com Peter Pan?

Fabi: É que eu pensei em Perna Longa e acabei falando Peter Pan! É parecido vai…

Carlos: É… os dois tem “P”, né? (obviamente ele estava me zoando)

Fabi: Exatamente! (claro que eu ia me denfender até o fim!)

Bruno: E você falava daquele filme em que eles jogam futebol, né?

Fabi: Futebol? (segurando para não rir)

Carlos: Até onde eu sei, eles jogam basquete!

Bruno: É… Isso!

Fabi: Futebol e Basquete nem é tão parecido, Bruno!

Bruno: Os dois têm a letra “T”! (depois dessa, fiquei calada, pois ele estava usando o meu próprio veneno contra mim)

No fim… Acabamos levando a Liane para casa, sem passar pelo estacionamento do restaurante Rei do Sul (como fizemos da ultima vez). E o Carlos nos conduziu até a minha casa, pois eu seria, obviamente, a próxima a ter a noite dada por encerrada.

Já entregue, ficamos por volta de uma hora conversando amenidades, coisas como física quântica, quinta dimensão, comparação de seriados psicodélicos, teoria do buraco de minhoca, temas nerds, polvos gigantes, receptáculos, sonhos mirabolantes e alguns outros assuntos do tipo.

Uma conversa bem leve antes de ir dormir ás quatro da matina (no meu caso, pois o Bruno e o Carlos, com certeza, foram dormir bem mais tarde, visto o caminho que depois iriam percorrer até a casa deles).

Creio que a única coisa que faltou naquela noite foram Coelhos Gigantes e Radioativos devastando o mundo e/ou Minhocas Enormes com Três Olhos vindas da NASA para nos atormentar!

Liane e Sofia

Bruno

Fabi (Eu)

Carlos

Como não amar essas pessoas incríveis?



et cetera
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