World Fabi Books











Olá, olá leitores e leitoras do nosso coração!

Olha mais uma resenha soltando fumaça e lantejoula para vocês!

O livro da vez é a continuação da série A Rainha da Fofoca, da escritora Meg Cabot! (se você ainda não leu a resenha dos livros anteriores, então clique AQUI e AQUI para ir dar uma olhadinha e se inteirar!)

Ou seja, neste momento falaremos da obra que, FINALMENTE, responde devidamente TODAS as perguntas deixadas no livro anterior e, ao mesmo tempo, sana nossa imensa curiosidade a respeito do que a senhora Cabot deixou para o incrível desfecho da saga, em A RAINHA DA FOFOCA FISGADA!

a rainha da fofoca fisgada

Novamente aviso que se você não leu os outros dois livros, é melhor não continuar a ler esta resenha! É sério, gente! SE VOCÊ NÃO LEU OS LIVROS ANTERIORES, ENTÃO, NÃO CONTINUE A LER ESTE POST! Afinal, não seria nem um pouco legal estragar a leitura de vocês com spoilers, não é?

Uma vez avisados, vamos dar continuidade…

Ao final do livro anterior, muitos leitores, assim como eu, ficam totalmente chocados e acham um ABSURDO tremendo a Lizzie ter bancado a idiota romântica-idealista mais uma vez e  aceitado o pedido de casamento de Luke!

Bom…

Na verdade, é apenas no começo deste livro que nós temos a confirmação do SIM que ela dá ao príncipe francesinho… Mas, acredito que a resposta positiva é um tanto óbvia no final do segundo livro, visto os sentimentos confusos da personagem e a incrível tendência que ela tem de idealizar o casamento perfeito!

Vamos recapitular!

Lizzie Nichols conseguiu conquistar o emprego dos seus sonhos, bem… pelo menos está bem perto de conquistar, né… De qualquer forma, ela está trabalhando como restauradora de vestidos de noiva, conseguiu um apartamento inteirinho para si mesma (mesmo que seja quase um muquifo) e foi totalmente fisgada pelo suposto príncipe encantado! Então, não teria como Lizzie estar mais feliz, certo?

Hm… Pelo visto não!

Lizzie  acredita que era dessa forma “feliz abobada” que ela deveria estar se sentindo, porém, o que acaba acontecendo é que sempre quando olha para o seu GIGANTESCO e CARÍSSIMO anel de noivado de muitos quilates, uma urticária aparece em seu braço! O mesmo acontece quando ela tenta planejar seu casamento com Luke!

Ah, sim!

Tanta alergia também pode ter relação com o breve caso que teve com o ex de sua melhor amiga Shari e melhor amigo de seu atual noivo, o lindo Chaz – o responsável por seu coração estar tão dividido e infeliz, quando deveria estar dando piruetas de satisfação por finalmente ter conseguido o que tanto desejava: um casamento perfeito com o cara perfeito!

O drama de Lizzie apenas piora, quando percebe que absolutamente ninguém, com exceção de sua família (exceto a vovó) e da de Luke, aprova o seu casamento! Algo que não é tão impressionante assim visto tudo que o bonitão aprontou com ela no volume anterior!

E, para confeitar ainda mais este bolo de tumultos e problemas, além de ter que lidar com o casamento “fail”Lizzie também necessita lidar sozinha com a, agora, super requisitada loja Chez Henri (pois o seu patrão sofre um infarto e a Madame Hanri precisa ficar de acompanhante para o marido adoentado). Sem mencionar o fato de que, no meio desta confusão toda, ela conhece Ava Geck, uma artista considerada “vagabunda viciada em crack”, que vira sua grande confidente e acaba exemplificando para ela como está sua atual situação amorosa, visto que a tal artista está passando por problemas parecidos.

E a medida que o enredo vai se desenrolando e a trama vai complicando, tudo vira uma bola de neve que só vai se desfazendo quando as perguntas que ficaram sem resposta em A Rainha da Fofoca em Nova York vão sendo respondidas!

Aliás… Tudo se resolveria com facilidade se Lizzie não continuasse sendo tão cabeça dura!

Mas, como Meg Cabot parece ADORAR piorar as coisas para Lizzie, ela mantem a personagem com a personalidade turrona, ignorando o seu coração. Sendo que, quando finalmente algumas coisas parecem começar a se resolver (algo que acontece apenas depois que Lizzie passa a dar o braço à torcer para algumas coisas), a autora decide matar uma das pessoas mais importantes na vida de Lizzie e, também, resolve fazer com o que o Henri resolvam se mudar e vender o prédio onde está a loja e o apartamento de Lizzie!

Maldade, não?

Em A Rainha da Fofoca Fisgada, a nossa fofoqueira linda é totalmente trucidada por acontecimentos bombásticos que acontecem um atrás do outro, quase não dando uma folga para ela respirar! Um casamento “fail” com Luke, seguido por seus sentimentos loucos por Chaz, com uma atriz louca como a Ava agitando um pouco mais as coisas, o fato de estar (quase) desempregada e sem-teto por causa dos Henri e, por fim, o trágico fato de que precisa lidar com a morte da sua pessoa preferida no mundo!

E tudo isso nos dá vontade de gritar e dizer: Por favor! Dá um tempo para a nossa Lizzie, moça Cabot!

Sinceramente? Este, na minha opinião, é o melhor volume da trilogia! Ele é empolgante, informal, divertido e muito, mas MUITO, engraçado mesmo! Mais uma vez, Meg Cabot não me decepcionou!

Com uma narrativa leve e descompromissada, a autora nos revela um amadurecimento incrível de seus personagens, além de arrancar alguns sorrisos e suspiros dos leitores durante algumas passagens da trama.

Este volume foi publicado pela Editora Galera Record em 2011, mas, somente AGORA, eu consegui lê-lo! Por um lado, fiquei extremamente satisfeita em poder, finalmente, concretizar a aventura de Lizzie Nichols, devorando 448 páginas em quase apenas um dia! No entanto, por outro lado, fiquei um pouco triste, pois, mais uma vez, fiquei órfã de uma série!

A leitura é extremamente dinâmica e gostosa, tendo um enredo bem fechadinho, sem pontas soltas e repleto de falas engraças (sendo muitas de autoria de Chaz, da subcelebridade Ava Geck e da avó de Lizzie).

E como podem perceber, A Rainha da Fofoca Fisgada me conquistou muito mais do que os dois livros anteriores, visto que a autora, novamente, mostrou a sua capacidade de fazer com que o leitor mude de opinião durante a trama. Algo que comigo aconteceu, por exemplo, com o Luke!  No primeiro livro, eu simplesmente suspirava por ele, mas, neste último, eu passei a me irritar imensamente com o carater do personagem (algo que me surpreendeu, inclusive).

Cabot consegue manipular nossos sentimentos e transformar os personagens diante de nossos olhos sem perder a coesão do enredo! Vemos personagens crescerem e outros simplesmente decaírem, de uma forma tão natural que nos deixa surpresos quando nos pegamos xingando alguém ou torcendo por outro!

Então, se estão no clima de uma leitura leve, rápida, divertida e descompromissada, eu recomendo DEMAIS esta trilogia louca e totalmente Chick-lit!

Sinopse oficial:

“No último livro da série bestseller do New York Times, a vida não podia estar melhor para Lizzie! Ela parece ter tudo o que sempre quis: conseguiu um emprego em Nova York, está fazendo aquilo de que mais gosta, trabalhando numa loja de restauração de vestidos de noiva, e Luke, seu namorado gatíssimo e cheio da grana, finalmente a pediu em casamento. Mas por que será que Lizzie não consegue ficar satisfeita por estar a alguns passos do altar? Parece que ninguém está se importando com o que Lizzie quer fazer da vida! Só sua avó – com seu jeito peculiar –, as funcionárias na Chez Henri e uma cliente celeb louca de pedra para clarear suas ideias e mostrar que o futuro estava ali por perto o tempo todo…”

 Texto by Fabi

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Ps.: Finalmente terminei todas as resenhas a respeito dos livros da trilogia A Rainha da Fofoca!

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Olá, olá caríssimos leitores!

Olha mais uma resenha saindo do forno!

O livro de hoje é a continuação da série A Rainha da Fofoca, da escritora Meg Cabot! (se você ainda não leu a resenha do livro anterior, então clique AQUI para ir dar uma olhadinha e se inteirar!)

Assim sendo, vamos falar, então, da obra em que, com um toque de maestria, vemos a vida de Lizzie começar a mudar drasticamente!

Fato que, felizmente, a Cabot aproveita para poder levar sua personagem até A RAINHA DA FOFOCA – EM NOVA YORK!

a rainha da fofoca em nova york

Antes de mais nada, aí vai um conselho: se você ainda não leu o livro anterior, então, NÃO CONTINUE A LER ESTA RESENHA! SÉRIO! Pode acabar levando um baita spoiler e acaba estragando a série para você!

Bom…

As coisas no primeiro livro acabam bem, então, neste segundo tudo começa lindamente maravilhoso, pois, depois de uma aventura francesa digna de um conto de fadas, agora, Lizzie e Luke estão namorando sério! Lizzie finalmente encontrou o amor em Luke e esqueceu completamente Andrew, seu ex namorado fracassado. Mas, dessa vez, o cenário muda da pacata França interiorana para a agitada metrópole de Nova York!

Assim sendo… Nosso casal deixa para trás toda sua aventura pela Europa e vão para os E.U.A. em busca de um emprego na área da moda, mais precisamente restaurando vestidos de noiva, e de um lugar pra morar.

Inicialmente, nossa querida fofoqueirazinha iria dividir um apartamento com Shari, mas acaba indo morar com o seu príncipe encantado em um lindo loft super bem localizado na Fifth Avenue! No entanto, o tal apartamento dos sonhos pertence a mãe dele e mesmo que a senhora Villier não more mais lá (pois voltou pra França depois da reconciliação com o marido), Lizzie não se sente a vontade em morar de graça no apartamento da “sogra”…

Então, enquanto Shari vai morar (obrigada por falta de opção) com Chaz e Luke investe nos próprios estudos para medicina, Lizzie corre atrás de emprego tanto para poder bancar o aluguel que fez questão de pagar aos Villier (ou para se mudar e ter o próprio apartamento), quanto porque precisa ter experiência na área em que quer trabalhar.

Dessa forma, a nossa personagem vai se desdobrando, se revezando entre encontrar um apartamento para dividir com Shari e conseguir um emprego como restauradora de vestido de noivas… As coisas vão ficando cada vez mais enroladas e Lizzie quase entra em pânico diante do cenário: ninguém está contratando e parece que não existem apartamentos decentes e baratos na Big Apple!

Em desespero, depois de muito procurar e não encontrar nada, ela resolve se oferecer pra trabalhar por meio período (e de graça) em uma lojinha quase falida de restauração de vestidos de noiva do casal Henri (importante: lê-se An-rí).

E como ainda precisa do dinheiro, ela também acaba aceitando a indicação de Chaz e vai trabalhar como recepcionista no escritório de advocacia do pai dele, onde conhece Tiffany, a recepcionista modelo e super maluca que trabalha na parte da tarde e acaba virando sua amiga.

Aliás… além de TiffanyLizzie também faz amizade com uma cliente do escritório, uma tal de Jill Higgins, a qual vai se casar, tem problemas com a família do noivo (pois ele é rico e ela trabalha num zoológico) e sofre com os paparazzi que não a deixam em paz.

Enfim…

FINALMENTE, ela consegue ter um pouco de dinheiro E mostrar que entende do assunto no quesito restauração e consertos de vestidos antigos e irrecuperáveis! (tudo o que, inicialmente, ela estava precisando)

Agora, com dois empregos, Lizzie se desdobra para conseguir tempo e continuar lutando pelos seus outros sonhos, como, por exemplo, o seu tão desejado casamento com Luke! No entanto, ela encontra um pequeno-grande obstáculo para conseguir realizar esse sonho… Parece que o príncipe não está nada inclinado a assumir um compromisso tão sério…

E como se isso não fosse dor de cabeça o bastante para a nossa protagonista, em A Rainha da Fofoca em Nova York, a autora Meg Cabot a arrasta para confusões ainda mais complicadas!

Lembram-se Jill Higgins?

Então… Acabei de falar dela não é?

Pois bem…

Ela é uma das “confusões” que Cabot encontra para Lizzie!

Como a mãe do noivo de Jill quer humilhá-la, ela a obriga a usar um vestido EXTREMAMENTE ANTIGO e PAVOROSO! Dessa forma, sobra para Lizzie socorrer a amiga e ficar encarregada de refazer o vestido para que fiquei perfeito! E tal tarefa é tomada como uma missão de vida, pois, afinal, Lizzie precisa ajeitar o vestido pra que fique mais do que perfeito em Jill e calar a boca da sogra intragável dela!

O lado bom dessa tramoia toda é que, como a garota vai se casar com um cara rico e famoso, Jill virou celebridade e não para de sair em matérias de revistas e jornais. Com isso, a loja do Monsieur Henri fica conhecidíssima através do trabalho de Lizzie (já que Jill vira uma espécie de vitrine do trabalho de Lizzie) e a clientela multiplica! Todas as noivas da cidade agora querem saber quem é essa tal Lizzie que faz milagres com vestidos acabados e passam a procurar a loja, deixando o casal Henri impressionado, pois nunca haviam visto tanto movimento e dinheiro na vida desse jeito!

Além de toda essa loucura, Lizzie ainda fica preocupada com sua amiga Shari, a qual, depois de aaaaanoooos, se separa de Chaz porque se apaixona por outra pessoa… Porém, o tipo de pessoa pelo qual ela se apaixona acaba chocando a todos e deixando a situação ainda mais complicada!

E no meio de todo esse caos, Luke, que só vive para os estudos, não ajuda a nossa fofoqueira em nada e, ainda por cima, mal tem tempo para o relacionamento deles! Ele, de forma bem ignorante, resolve passar o ano novo na França com a família, deixando Lizzie sozinha, se dividindo entre dois empregos…

A gota d’água para Lizzie, é dada por Cabot, quando percebe que, muito provavelmente, não conseguirá realizar o seu sonho de se tornar uma noiva, diante do fato de que ele, claramente, lhe diz que não se vê casado em um futuro próximo (ou melhor, que não a vê em seu futuro), pois afinal, eles só namoram a poucos meses e ele precisa estudar se quiser virar médico para curar criancinhas.

E o livro acaba com Lizzie passando a virada no casamento de Jill… Sem Luke por perto, maaas, não totalmente (e nem um pouquinho) sozinha!

Confesso que li boa parte do livro com um sorriso no rosto, chegando até a rir em algumas partes! Aliás… Gostei de ver que a autora não enrolou mais do que o necessário na historia de amor, dando uma reviravolta muito interessante a ela!

Eu também li este livro há algum tempo, mais especificadamente dois anos depois que a Editora Galera Record o publicou no Brasil! E em 2012 eu praticamente devorei, pela primeira vez, as 432 páginas! Afinal, esta continuação acabou se tornando melhor do que o primeiro volume!

A leitura continua leve e gostosa, com muitos altos e baixos, risos e momentos de surpreendentes (aliás, em MUITOS sentidos foi um livro que me surpreendeu!)!

E mantendo a premissa de fazer os personagens evoluírem, Meg Cabot consegue deixar Lizzie ainda mais madura do que no primeiro (apesar de ainda se meter em encrencas bobas); dá uma personalidade totalmente inesperada ao Luke; surpreendente transforma o relacionamento entre Shari e Chaz, o que ajuda a dar um desfecho fora de nossas expectativas aos demais personagens principais da trama! (e para ajudar na ambientação do livro, eleé cheio de dicas sobre vestidos de noiva com ilustrações dos modelos mais conhecidos, dicas sobre maquiagem, sapatos e etc…)

O final (sem spoilers) é de deixar qualquer pessoa de queixo caído e loucooooo para ler a continuação para saber o que diabos irá acontecer! É isso mesmo que Lizzie quer para sua vida? Será que com toda a fama que trouxe para loja dos Henri, ela finalmente vai se destacar no ramo e receber um salário decente? Como Chaz vai reagir por Shari tê-lo abandonado daquela forma? E Luke é mesmo o príncipe encantado que que ela passou a vida esperando?

Essas e outras perguntas são devidamente respondidas pela senhora Cabot no incrível desfecho da saga, em A RAINHA DA FOFOCA FISGADA!

Sinopse Oficial:

“Ai meu Deus! Lizzie tem tanta sorte que nem consegue acreditar. Está namorando Luke, um cara lindo, rico e que quer se tornar médico para ajudar criancinhas indefesas, conseguiu se formar (bom, só falta o diploma) e está a caminho de Nova York, onde com toda a certeza conseguirá um emprego sensacional, com um salário fantástico, criando e consertando vestidos de casamento para, não sei… Vera Wang?

Bom, pelo menos esse é o plano. Na realidade, ela e sua melhor amiga, Shari, só encontram espeluncas cobertas de cocô de rato a horas da cidade, com aluguéis que custam os olhos da cara. E, para piorar, parece que Vera Wang não está contratando ninguém no momento – nem nenhuma outra loja na cidade!

Aí, quando Lizzie começa a se desesperar, seu príncipe no cavalo branco (e ele realmente tem sangue azul!) chega para resgatá-la! Luke casualmente a convida para morar junto com ele, em uma cobertura em frente ao Central Park. E Lizzie, é claro, aceita – já pensando nos sinos da igreja….

Mas tudo indica (inclusive seu melhor amigo, Chaz) que Luke não está com os mesmos planos que Lizzie! Será que ela vai conseguir manter a boca fechada e evitar uma catástrofe, ou será que o desastre a espera em Nova York?”

Texto by Fabi

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Ps.: Amanhã postarei a resenha da continuação! Portanto, não percam e fiquem de olho para saber o que acontecerá em A Rainha da Fofoca Fisgada!



Olá, olá leitores queridos!

Olha a gente aqui de novo com mais uma resenha fresquinha!

O livro da vez é o primeiro volumes da série A Rainha da Fofoca, da escritora Meg Cabot!

Ou seja, hoje resenharemos livro A RAINHA DA FOFOCA!

a rainha da fofoca

Tudo começa quando a protagonista, Lizzie Nichols, que acabou de se formar (na verdade… NÃO!), resolve viajar e passar um mês na Inglaterra com o seu namorado Andrew. O plano inicial é ficar um tempinho com ele na casa dos pais e depois irem ambos para Ann Arbor (cidade de “origem” da Lizzie), onde Andrew poderá terminar seu mestrado enquanto Lizzie o espera.

Contudo… As coisas não acontecem da forma como ela esperava.

Digamos que… Lizzie conhece Andrew há apenas TRÊS meses, sendo que deste tempo “namorando”, eles APENAS ficaram juntos por UM dia!

Okay… Okay… Uma loucura por amor, faz bem para a vida, né? Sai da rotina, dá uma animada… E, quem sabe, essa viagem não mostra para ambos como foram mesmo feitos um para o outro e acabe fortalecendo o relacionamento, certo?

ERRADO!

Quando Lizzie viaja para a Inglaterra, ela encontra um homem totalmente diferente do que ela acredita ter conhecido. Para começo de conversa, assim que chega em Londres, ela simplesmente não reconhece o próprio namorado, vestido com uma roupa escandalosa estilo Michael Jackson! O que a faz morrer de vergonha!

Depois, Lizzie é obrigada a “morar” na casa minúscula da família dele (com pais e irmãos todos vivendo juntos num cubículo), onde ela precisa aturar pratos cheios de tomate (algo que ela não aprecia muito) e dormir numa cama em MDF feita pela mãe dele, colocada especialmente na lavanderia junto com o cachorro… Além disso, o sexo não parece mais tão gostoso e revigorante quanto antes…

Então, Lizzie começa a perceber que o “incrível” Andrew não é exatamente o mesmo cara fofo e perfeito, pelo qual achou sentir amor… Andrew, na verdade, é um viciado em jogos, mentiroso, endividado (deve um bom dinheiro por aí) e vive encrencado! Sem mencionar o fato de que, depois, Lizzie descobre que ele mentiu com relação à faculdade, descaradamente burla o governo pra receber seguro desemprego e faz tudo o que ela considera errado!

Portanto… A decepção bate e bate com uma porrada em seu peito!

Ela até tenta relevar e ficar um tempo com ele, mas a ilusão não é o suficiente para manter a paixão e em poucos dias, desiste completamente daquela relação relâmpago. E como está sem dinheiro suficiente e nem coragem para voltar aos E.U.A, Lizzie resolve ir atrás de sua melhor amiga, a Shari, a qual está trabalhando em um castelo na França, ou melhor, no château da família Villier, ajudando a organizar os preparativos de um grande e luxuoso casamento. (inclusive, a Shari havia chamado Lizzie para ir à França com ela, mas a bobinha recusou, pois pretendia ir passar uma temporada “romântica” com o trate do Andrew)

E então, Lizzie desiste de vez de todo aquele sonho de que Andrew era perfeito para casar, deixa um bilhete de despedida e parte para a Cidade Luz, mesmo sem saber ao certo como chegar até lá! E na viagem de trem para a linda França, ela esbarra com Jean-Luc, mais conhecido como Luke (apelido pelo qual pede para que o chame).  A partir daí, as coisas começam a ficar interessantes…

Luke é um cara completamente maravilhoso e  interessantíssimo! E, ao invés de aproveitar a oportunidade e tirar uma lasquinha do cara (afinal, acabou de ficar solteira!), ela decide desabafar “um pouco”, já que ele é um completo desconhecido e talvez nunca mais voltará a vê-la na vida. Assim.. Por estar tão chateada por tudo que aconteceu, Lizzie simplesmente escancara a sua vida ao estranho e não consegue mais ficar de boca fechada! Desabafa todas as suas mágoas e segredos… E ela só percebe que falou demais depois que sua boquinha linda já cuspiu todas as palavras que podia e não podia falar!

Maaaaaaaaaaaas… Como a nossa querida escritora, Meg Cabot, adoraaaaaaaaa uma reviravolta romantizada na vida de suas personagens, ela coloca uma surpresinha extra na vida de Lizzie! Após abrir o coração, a alma e, com total certeza, a boca, Lizzie descobre algo que a pega totalmente desprevenida!

Luke é nada mais e nada menos do que o anfitrião do casamento que sua amiga Shari está ajudando a realizar! E, além de ser o primo da noiva, Luke também é o melhor amigo de Chaz, o qual, por coincidência, é amigo de uma vida inteira de Lizzie em Ann Arbor e namora sua melhor amiga Shari!

Pois bem…

Dadas as circunstâncias, Luke e Lizzie vão juntos para o château e lá, como já era de se esperar, o interesse de nossa protagonista pelo lindo e solicito Jean-Luc passa a aumentar. E, como se toda essa confusão amorosa não fosse o bastante, Lizzie também precisa lidar com a namorada viciada em dinheiro de Luke – a megera da Dominique – e, ainda por cima, dar tudo de si para tentar resolver um grande problema que acontece com a noiva, prima de Jean-Luc! Com isso, ela se aproxima ainda mais de seu príncipe (e sim! ele é um príncipe legitimo! Tanto de forma figurativa quanto em título real!), agrada a família dele e, de quebra, descobre um enorme talento, que até o momento estava latente.

Sabe…

Quando eu comecei a ler o livro, eu era beeeem mais nova… O livro foi lançado pela Editora Galera Record em 2008, ou seja, eu tinha sete anos a menos do que tenho agora (é isso aí! Não vou revelar DE NOVO a minha idade! hehhe…).

E, na época, a minha expectativa com a leitura fora atingida, o que me deixou bem animada! Depois, com o tempo, voltar a ler, e a reler e a reler… Sempre vendo um ponto ali e outro aqui que eu não havia visto antes, ou, então, percebendo que a minha opinião sobre certas atitudes da personagem haviam mudado, a medida que eu ia amadurecendo!

De qualquer forma, independente de quantas vezes eu o leia, continuo a achar o começo de A Rainha da Fofoca bem “sofrido”, tanto para Lizzie quanto para o leitor, pois, para quem não costumar ler muito Chick-Lit (ou, neste caso, um descarado Pink-Lit), a coisa toda fica um tanto difícil de pegar o ritmo.

Desde o inicio, vemos clichês como o canalhas completamente inúteis (que todo mundo sabe que ele o é, menos a mocinha); a protagonista inicialmente tonta, que era sem sal e vira uma gostosa; amigas para todos os gostos; um cara gostosão e totalmente improvável; além do melhor amigo lindo que não para de falar na garota principal, mesmo sendo comprometido à tempos… Enfim, acho que deu para pegar a ideia!

Mas, garanto a vocês, que se insistirem poderão perceber o quanto a leitura desta obra é divertida e gostosa! O enredo é totalmente descompromissado, não caótico e muito bem organizado, sem pontas soltas!

O livro de 438 páginas é dividido em três partes, sendo que a partir da segunda percebemos uma nítida mudança na narrativa e temos uma ligeira impressão de que estamos segurando uma obra totalmente diferente daquela que começamos a ler!

Lizzie muda e fica muito mais interessante, aliás, muitos dos personagens mudam desde o começo do livro; com exceção, talvez, do Luke, o qual continua sendo aquele mocinho incrível, mas, acredito que isso seja proposital, pois é extremamente agradável poder suspirar por ele durante a trama!

Assim sendo… Mesmo que o livro tenha todas as características óbvias de todo Chick-Lit, fica fácil ignorar os clichês e se entregar à estória! Algo pelo o que a Meg Cabot é considerada mestra, já que ela tem um vasto histórico em transformar romances água com açúcar com toque de erotismo em leitura extremamente cativantes e divertidas!

Com sua narrativa leve, seu humor sutil e sarcástico, ela simplesmente te faz mergulhar em suas historias e, até mesmo, a criar uma breve veia artística para a moda (caso você ainda não a tenha)!!

E com um toque de maestria, vemos a vida de Lizzie começa a mudar drasticamente! Fato que a Cabot aproveita para poder levar sua personagem até A RAINHA DA FOFOCA – EM NOVA YORK!

Sinopse Oficial:

“Lizzie Nichols não tem a mínima idéia do que vai fazer da vida e está detonando o dinheiro da formatura em uma viagem para visitar o namorado que conheceu há apenas três meses, mas isso não é nada. O problema é que Lizzie não consegue guardar nenhum segredo, o que a coloca em situações delicadas, como ficar presa em Londres sem um teto ou dinheiro. Felizmente uma amiga está por perto para ajudar, mas ela estraga tudo outra vez. Lizzie está no limite e precisará provar que pode usar sua boca grande para algo de bom.”

Texto by Fabi

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Ps.: Amanhã postarei a resenha da continuação! Portanto, não percam e fiquem de olho para saber o que acontecerá em A Rainha da Fofoca em Nova York!



{novembro 20, 2013}   Gêneros Literários: Sick-lit!

Olá, queridos e queridas!

Desculpe o sumiço! É que eu, Fabi, estive comemorando a chegada dos meus 25 aninhos! Pois é… Agora, a pessoa que vos fala é um quarto centenária! Lindo, não?

E para voltar com estilo e de forma bem educativa, resolvi criar um novo “gênero de posts“, os quais falaram sobre Gêneros Literários (desde os mais tradicionais, até os mais atuais)!!

Mas…

O que são Gêneros Literários? (claro que a maioria não fará essa pergunta, porém, não custa nada esclarecer!)

Bom…

Os Gêneros Literários são agrupamentos que reúnem, nas mesmas categorias, obras com atributos semelhantes. Ou seja, os gêneros, nada mais são, do que uma forma de classificar textos e organizá-los em conjuntos conforme as suas propriedades formais de escrita.

Contudo, só porque um livro foi classificado como sick-lit ou chick-lit, por exemplo, não quer dizer que ele não possa transitar entre as duas modalidades ou ser classificando dentro de ambas. Esta categorização é elástica, portanto um determinado conteúdo pode transitar entre uma e outra modalidade.

Aliás… Essa classificação literária é uma atividade bem antiga, por sinal! As primeiras divisões surgiram na Era Antiga com os filósofos gregos Platão e Aristóteles. E desde a antiguidade, todos os gêneros partem de uma classificação padrão: narrativo (ou épico)lírico e dramático. E é a partir deste ponto que começam as ramificações menores, ou seja, os subgêneros.

E hoje, vamos falar do Gênero Literário Sick-lit, o qual é um subgênero do Narrativo/Épico!

Então, o que seria um Sick-lit?

Sick-Lit

Como muitos sabem, o mercado literário vive de temas que, por algum tempo, conseguem mobilizar a atenção do leitor. E de um tempo para cá o nicho das histórias infanto-juvenis foi praticamente dominado por vampiros, hobbits, doces princesas, investigadores sedutores ou belas fadas. Mas, no início de 2013 narrativas tristes, melancólicas e algumas até bem depressivas se tornaram comuns dentro do mercado editorial, além de muito procuradas pelos leitores.

Um exemplo do sucesso deste gênero (fora o crescente número de títulos dessa seleção à venda nas livrarias), é o  fato de os primeiros lugares dos mais vendidos do “The New York Times”, por exemplo, foram cedidos para livros como A culpa é das Estrelas do escritor John Green, e As vantagens de ser Invisível de autoria de Stephen Chbosky!

Para quem ainda não leu ou nunca ouviu falar (o que eu acho um tanto difícil, visto o sucesso que fazem!), digo e resumo que o primeiro tem como protagonista uma garota portadora de câncer em estado terminal e acaba encontrando o amor de sua vida dentro do hospital (logo, logo sai filme baseado na obra!). Já o segundo tem como foco um jovem garoto depressivo, o qual pensa seriamente em se matar, exatamente como um amigo seu, e ele fica entre o suicídio e a vida, graças aos acontecimentos e pessoas ao seu redor (este livro já foi adaptado para o cinema e mesmo nessa versão ele também conquistou um público fiel).

Por essas e outras que dizem por aí que Sick-lit é um livro mais voltado para o público adolescentes, no qual o protagonista está doente, seja física ou psicologicamente. Sendo que quem colocou essa etiqueta de Sick-lit (que traduzindo pode significar ‘literatura enferma’ ou ‘doentia’) em obras como essas mencionadas, foram críticos e classificadores que viram que REALMENTE, neste segmento, os enredos são protagonizados apenas por jovens mergulhados em enfermidades sérias, depressivos, anoréxicos, que já cederam à tentação do suicídio, ou por qualquer outro distúrbio…

Aparentemente, essas obras Sick-lit têm a ideia de trazer adolescentes em uma situação difícil para uma verdadeira reflexão sobre a vida e sobre o papel a ser desempenhado dentro do círculo social. Uma finalidade um tanto nobre, se levarmos em conta que na adolescência, hoje em dia, garotos e garotas passam por sofrimentos muitas vezes difíceis de suportar. E com histórias como estas, eles podem ter uma ideia de como outros jovens agem quando atravessam contextos semelhantes ou até mesmo testemunhar dores mais atrozes que as suas. Seria como um psicologo silenciosos e pessoal, que aparece em forma de escrituras, quando mais se precisa!

Claro que tudo depende de como a trama foi elaborada! Se a narrativa é de boa qualidade, como, por exemplo, a de John Green, eu acredito que jovens consigo se encontrar e meditar sobre si mesmo através da leitura, pois são obras que revelam não somente o lado triste de uma história juvenil, mas, também, como os personagens transcendem seus desafios.

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E nesse rol de obras Sick-lit de qualidade, cabem livros como:

  • Antes de morrer (de Jenny Downham): essa obra foi igualmente traduzida para as telonas dos cinemas e traz como personagem principal uma garota enferma louca para viver intensamente os últimos momentos de sua existência, incluindo deixar de ser virgem;
  • Red Tears (de Joanna Kenrick): esse livro focaliza em uma menina que pratica a automutilação e que possui sérios problemas psicológicos, como a depressão;
  • Cidades de Papel (de John Green): um garoto apaixonado entra numa aventura e descobre que a mulher de sua vida não é exatamente tudo aquilo que ele imaginava ser;
  • Extraordinário (de R. J. Palacio): aqui o protagonista é um garoto que desde o nascimento apresenta a face disforme e precisa aprender a conviver socialmente e superar preconceitos para continuar vivendo;
  • Querido John (de Nicholas Sparks): “Querido John”, dizia a carta que partiu um coração e transformou duas vidas para sempre… Os protagonistas são separados por uma vida de deveres militares, pela solidão e pelos atentados do 11 de setembro, contudo, quando tudo parece que vai dar certo, um deles descobre como o amor pode nos transformar de uma forma que jamais poderíamos imaginar;
  • Como dizer adeus em robô (de Natalie Standiford): fala sobre a morte de um jovem e como as pessoas ao seu redor lidaram com isso, além de mostrar como ele próprio chegou a esse fim;
  • A Garota que Semeava (de Lou Aronica): essa obra fala do relacionamento entre pai e filha, no qual precisam enfrentar obstáculos, sendo um deles a tênue linha entre realidade e fantasia;
  • Perdão, Leonard Peacock (de Mathew Quick): essa obra é sobre um garoto que está pensando em cometer suicídio, logo após matar o responsável pela maioria de seus problemas, mas, antes disso, ele tem que entregar alguns presentes;
  • Um Porto Seguro (de Nicholas Sparks): a protagonista parece evitar laços pessoais formais até uma série de eventos levá-la a duas amizades relutantes: uma com um viúvo com dois filhos pequenos, e outra com sua vizinha… E quando ela começa a se apaixonar, se depara com o segredo obscuro que ainda a assombra e a amedronta: o passado que a deixou apavorada e a fez cruzar o país para chegar no paraíso;
  • A Garota das Nove Perucas (de Sophie van der Stap): é uma história baseada em fatos reais sobre uma garota jovem, cheia de vida e baladeira que descobre que está com câncer e para fugir da realidade cria identidades novas e vive a vida dessas personagens;
  • O Teorema Katherine (de John Green): após levar um doloroso pé na bunda, o protagonista decide viajar pelo país a fim de descobrir,através da linguagem universal da matemática, o desfecho de qualquer relacionamento antes mesmo que as duas pessoas se conheçam;
  • Um Amor para Recordar (de Nicholas Sparks): o protagonista, um garoto “bad boy”, se apaixonada perdidamente pela garota quietinha e boazinha, filha de um pastor, mas, não é somente um problema de características pessoais que os separam, ele descobre que ela tem leucemia;
  • O Lado Bom da Vida (de Mathew Quick): aqui, o personagem principal acaba de sair de uma instituição psiquiátrica, convencido de que passou apenas alguns meses naquele ‘lugar ruim’ e sem conseguir se lembra do que o fez ir para lá, enquanto monta o quebra-cabeças em sua memória, ele tenta reorganizar as coisas e reconquistar sua mulher, porque acredita em finais felizes e no lado bom da vida;
  • A Espuma dos Dias (de Boris Vian): essa fantástica obra prima conta a história de cinco colegas que vão “amadurecendo” juntos, sendo que, além do casamento e das aventuras românticas, eles passam por doenças (psicológicas e físicas) e o que de início era belo, claro e iluminado vai se tornado sombrio, triste e fúnebre;
  • Garotas de Vidro – A Verdade nem Sempre é o que Enxergamos (de Laurie Halse Anderson): fala de duas amigas que estão congeladas em seus corpos, porém,em uma manhã, uma delas acorda com a notícia de que a outra está morta, sendo que as circunstâncias da morte são um mistério… E como se isso não bastasse, antes de morrer, a garota tentara falar com a amiga para pedir ajuda;
  • Diário de uma Paixão (de Nicholas Sparks): os protagonistas não possuem vidas incríveis, são pessoas comuns, mas que juntos vivem uma emocionante e linda história de amor, contudo, fica a dúvida se eles sobreviverão a 14 anos separados…

Esses e outros títulos são ótimas pedidas para quem está passando por uma fase ruim e precisa de “conselhos”!

Contudo, esse gênero literário não possui a unanimidade dos leitores, há quem não concorde que esse tipo de leitura faça bem para quem a procura. Acredita-se, também, que o Sick-lit é uma literatura impressionável demais para leitores vulneráveis, mal-saídos da infância, sendo que textos como estes mergulham fundo em emoções depressivas e em pensamentos suicidas, além de estes livros não oferecerem respostas viáveis ao jovens e nem os induzem a buscar ajuda especializada de fato. Muitos consideram os Sick-lit perigosos demais para esta faixa etária.

Sick-Lit1

Mas, não precisam pensar apenas no lado “negativo” da análise desse gênero. Ainda há quem não concorda com este ponto de vista de que as obras do Sick-lit são perigosas e acha, inclusive, que esse rótulo impresso ao novo gênero desrespeita os autores deste tipo de obra (e são muitos os que pensam assim, por sinal). Para essas pessoas, as histórias enfocam adolescentes lutando contra os mais diversos desafios e se revelando aptos a vencer este combate. Mesmo assim, também concordo que ainda existem jovens leitores que não têm condições de se distanciar da história e de não se deixar influenciar pela trama (por isso, se a coisa piorar, é melhor procurar uma ajuda profissional, crianças!).

Realmente… Nada pode fazer 100% bem para 100% das pessoas e o Sick-lit não está fora dessa máxima!

Contudo, fazendo bem para uns ou mal para outros, é inegável o fato de que esse Gênero Literário está chegando com tudo nos tempos modernos e que, felizmente, existem muitos escritores de qualidade que sabem o que fazem! (para a nossa sorte e preservação da saúde mental!)

Sick-Lit



Ruínas do Tempo de Jess Walter

Semana passada a Editora Verus, selinho da Editora Record, divulgou a capa e a sinopse do livro Ruínas do tempo, da escritora norte-americana Jess Walter.

A previsão, segundo a editora, é de que o livro seja lançado ainda esse mês (julho) aqui no Brasil. Lá fora, a obra alcançou o topo das mais importantes listas de mais vendidos nos Estados Unidos, incluindo a cobiçada e bem avaliada lista de Best-Seller do New York Times.

Aliás, nos E.U.A., o Ruínas do tempo tem um nome diferente, chama-se  Beautiful Ruins (tradução: Belas Ruínas), e é descrito como um livro “profundamente romântico, com personagens brilhantemente talhados“.

 

ruinas do tempo

 

Sinopses encontradas do livro:

Um romance deslumbrante e profundamente humano, que abrange cinquenta anos e algumas vidas. Gloriosamente inventivo e sempre surpreendente, “Ruínas do tempo” é uma história de pessoas imperfeitas mas fascinantes, navegando nas costas rochosas da vida, enquanto se apegam a sonhos improváveis.”

“A história começa em 1962. Em uma zona rochosa da ensolarada costa italiana, um jovem hoteleiro encara as águas incandescentes do mar Ligurian e espia uma aparição: uma mulher alta e delgada, uma visão em branco, aproximando-se dele em um barco. Ela é uma atriz, logo descobre, uma atriz americana, e está morrendo. E a história começa novamente hoje, a meio mundo de distância, quando um italiano idoso aparece em um velho lote em busca de um estúdio de cinema para a misteriosa mulher que viu pela última vez em seu hotel décadas antes. O que se desenrola é uma história deslumbrante, e profundamente humana, uma montanha russa abrangendo cinquenta anos e várias vidas. Desde o set de Cleopatra ao Festival Edinburgh Fringe, Walter nos apresenta vidas emaranhadas de uma dúzia de personagens inesquecíveis.”

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perdida e ruinas

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Perdida de Carina Rissi

Ainda na semana passada, a Verus e a escritora brasileira Carina Rissi divulgaram uma ótima notícia!

Foi publicada uma nova edição de Perdida, o romance chick-lit (literatura chick – é um gênero ficção dentro da ficção feminina, são romances que abordam as questões das mulheres modernas) de estreia da autora. A editora anunciou que muito em breve acontecerá o tão preparado relançamento do livro (com uma capa maravilhosa), marcado pada metade deste mês (julho). Aliás, a autora também confirmou uma sequência para o livro, que nesse caso será seu terceiro título a ser publicado, uma vez que a Verus já publicou outro livro de Carina, o Procura-se Um Marido.

Depoimento da Carina Rissi a espeito do relançamento de seu livro com capa novinha em folha: “Emocionada, feliz até a medula, sem palavras para agradecer as oportunidades que me foram dadas e a confiança que essa editora espetacular, que trata seu autor com respeito, carinho e honestidade, depositou em mim.” 

 

perdida

Sinopse fornecida pela Editora Verus:

Sofia vive em uma metrópole, está habituada com a modernidade e as facilidades que isto lhe proporciona. Ela é independente e tem pavor a menção da palavra casamento. Os únicos romances em sua vida são os que os livros lhe proporcionam. Mas tudo isso muda depois que ela se vê em uma complicada condição. Após comprar um novo aparelho celular, algo misterioso acontece e Sofia descobre que está perdida no século XIX, sem ter ideia de como ou se voltará. Ela é acolhida pela família Clarke, enquanto tenta desesperadamente encontrar um meio de voltar para casa. Com a ajuda de prestativo Ian, Sofia embarca numa procura as cegas e acaba encontrando algumas pistas que talvez possam leva-la de volta para casa. O que ela não sabia era que seu coração tinha outros planos…



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