World Fabi Books











{setembro 23, 2011}   Guerra de Pombos!

Ameeeeiiii a ideia!!

E chorei de rir também!!

E eles se aperfeiçoaram!! huahauahauaha…

 

Pois é…

Pombos… Pombos… Pombos…



{agosto 26, 2011}   Trollando na Internet

Huahuahauahauahau… Muito tenso!!!



{agosto 11, 2011}   Days with… Carlos!

Weeeell…

Isso já faz um tempinho, mas, sempre vale a pena recordar! (acredito que foi no final de semana retrasado!)

Eu estava louca para assistir o filme do Capitão América, tanto pela história, pelo o que os trailers mostravam, quanto pelo próprio ator “gatoso”!

Começo a caçar uma companhia para ir comigo no cinema numa sexta-feira à noite. Eis que o pobrezinho do Carlos aparece online no gtalk.

Tinha encontrado minha vítima! MUAHAHAHAHAHA…

Como ele disse que voltaria de São Carlos na sexta à tarde, combinamos de ir ver o filme assim que eu saísse do trabalho. Portanto, ele chegaria ás 16:00 em Jundy-City, iria se arrumar e descansar um pouquiiiiinhoooo e depois iria me pegar na Assessoria da Juventude às 17:00. Assim que chegássemos no Maxi Shopping, pegaríamos a primeira sessão do Capitão América!

Tudo ocorreu como combinado até sairmos do meu trabalho…

Dentro do carro, conversando, Carlos dirigindo, fomos indo. Porém…

Repentinamente olhamos ao redor e percebemos que havíamos passado “um pouco” (um quase sarcasmo aqui) a entrada que nos levaria a avenida rumo ao shopping. Estávamos indo em direção à casa do Carlos.

Choramos de rir e fizemos um belo de um retorno.

Entramos no Maxi e…

Uma daquelas moças que distribuem flyers na entrada bateu no meu vidro e informou:

– “Moça, seu vestido tá pra fora!”

Eu olho para a porta e vejo que metade da barra do meu vestido estava presa na porta e, consequentemente, sendo exibida para todos! Ou seja, demos uma volta por Jundiaí, expondo um pedaço da minha roupa como enfeite do carro!

Dei um jeito (tardio) no assunto, claro, sem deixar de rir de mim mesma.

Entramos e compramos os ingressos e saímos andando pelo shopping.

Perdemo-nos brevemente dentro daqueles quatro corredores que o lugar é composto (não me pergunte como).

Fiz amizade com uma das funcionárias do Maxi e peguei informações preciosíssimas de uma pessoa que vende Melissas por um preço ótimo.

Comemos. Surtei com algumas vitrines em promoção. E fomos ver o filme.

Fila gigantesca e um calor insuportável, considerando que o restante do shopping estava frio, assim como o lado de fora.

Entramos, conseguimos um bom lugar e esperamos.

A sala parecia uma sauna gigante, repleta de pessoas conversando sobre os mais variados e bizarros assuntos.

Para tentar enganar o calor absurdo, nós nos entupíamos de coca-cola gelada. Eis que, em um gole, o Carlos virou um pouco mais do que devia o copo e boa parte do refrigerante se espalhou pela camisa dele.

Obviamente, morri de dar risada da cena.

Enquanto gargalhávamos, uma funcionária do cinema chega:

– “Pessoal, estamos com um pequeno problema técnico, Daqui a pouco eu volto com mais informações”.

Olhamos para o relógio e P.Q.P. já tinha passado mais de meia hora do horário que o filme deveria ter começado!

– “Mas, dá pra ligar o ar da sala pelo menos?” – um cara estranho gritou.

– “Desculpe, mas essa sala também está com problema no ar!”

Ótimoooo!! (sintam o sarcasmo aniquilador aqui)

Esperamos por mais uns vinte minutos mais ou menos, até a mesma funcionária voltar, acompanhada de outras duas.

– “Infelizmente, não deu para consertar o equipamento. Informamos que a sessão foi cancelada. Na saída estaremos ou revalidando os ingressos para que possam ver outro filme em até 30 dias, ou reembolsando vocês.”

Bom… Preferimos revalidar.

Fomos caminhar, novamente, pelo shopping. Eu estava um tanto frustrada, mas fazer o que?

Fabi: Caramba, isso nunca aconteceu comigo antes.

Carlos: Nem comigo.

Fabi: Isso porque faz um ano que você não vai ao cinema, né? (ah sim… Acho que esqueci de comentar esse detalhezinho!)

Carlos: Mas a culpa é sua!

Fabi: MINHA? Por quê?

Carlos: Por que é… Oras!

Essa conversa se seguiu por um tempinho… Hehehe…

Quando estávamos passando pela frente do cinema pela segunda vez, vi que logo mais iria começar a sessão do Harry Potter – Relíquias da Morte – Parte 02 (legendado e em 3D).

Eu já vi o filme com a Bia, contudo… Como uma boa fã… Não podia deixar de tentar de assistir novamente!

Fabi: Carlooos… Vamos assistir Harry Potter? (com certeza eu devo ter feito cara de criança pidona!)

Carlos: Mas, você já não viu?

Fabi: Já, mas… Não era 3D e eu QUERO ver 3D!

Carlos: Hm… (analisando a proposta)

Fabi: Tô com ingressos válidos pra qualquer filme aqui, vamos?

Carlos: Mas, eu nem vi o quinto, o sexto e a primeira parte do sétimo!

Fabi: Tá… Mas se vc não quiser mesmo ver… Tudo bem…

Carlos: Não, tudo bem! Vamos ver. (yeah! Vitória para mim! Hehe)

Fabi: Brigadaaaaa!

Carlos: Mas, vou ficar perdido no filme.

Fabi: Tudo bem, eu vou explicando.

Subimos para o cinema e eis que descobrimos que precisávamos descer de volta para a bilheteria lotada para trocar o ingresso.

Eu furei fila e consegui fazer a troca rapidamente…

Pois é… Sou malvada ás vezes, mas era HARRY POTTER!!!

In fine… Entramos na sala, nos sentamos e o filme começou.

Depois dos cinco primeiros minutos de Relíquias da Morte, tudo fica escuro, o filme para e as luzes se acendem repentinamente.

A mesma funcionária de antes aparece (MERDA!):

– “Estamos com um pequeno problema técnico que estamos resolvendo.” (eu já fulminei o Carlos com o olhar)

– “É a síndrome da sala 05?” (gritou um cara atrás da gente).

A mulher riu e saiu. Pelo visto, a maioria das pessoas naquela sessão vinham da sala 05 onde, supostamente, deveria ter passado o filme do Capitão América.

Fabi: Culpa sua, Carlos!

Carlos: Por quê?

Fabi: Você fica um ano sem vir ao cinema e quando você vem, acontece isso! É zica!

Carlos: Não é culpa minha!

Fabi: É sim! Comigo isso nunca aconteceu! Só tá acontecendo porque você tá aqui!

Carlos: É nada! A culpa é sua! Você quem é a culpada!

Fabi: Eu não! É você!

E a conversa continuou nesse ritmo até o filme recomeçar! (yeaaaah \o/)

Claro que depois fomos para casa e no dia seguinte fomos dar uma volta loooooongaaaa por São Paulo, onde eu finalmente consegui ver Capitão América.

Ou seja… O final de semana foi bem agitado, porém divertido!

E tadinho do Carlos eu o aluguei para me acompanhar em minhas loucuras! Hehehe…

Sorte que ele é bonzinho comigo, apesar de viver me zoando! (nessa ultima parte me imaginem fazendo um olhar assassino).

É isso… Um dia tentando ver um simples filme com o Carlos! hauahauahau

Carlos

Eu (Fabi)

Viram como eu choro de rir quando saio com o Carlos? hehe…



They are just…

Just my BELOVED and Crazy friends!

Normalmente, quando saio com essas figuras que amo tanto, passamos a madrugada juntos. Nada de voltar para casa antes da meia noite! É que dá azar, sabe… hehe

Na verdade, dificilmente conseguimos sair. Cada um em seu universo louco de estudos e trabalho que torna complicada a tarefa de curtir com os antigos amigos!

A saudade é louca! Por isso… Nunca voltamos antes do dia seguinte para casa.

Todas as vezes em que saímos juntos, as risadas são tão descontroladas que chegamos a ficar de faces vermelhas, olhos lacrimejantes, barrigas doendo e músculos cheios de “espasmos”. Geralmente não somos discretos diante das besteiras que dizemos.

E a última vez em que saímos, não fugimos da regra!

Era um domingo à noite. Todos haviam confirmado menos a Sofi (outra amiga nossa de longuíssima data, a qual quase sempre participa de nossas aventuras noturnas). Tentávamos escapar de nossa sina: O Beco Fino!

Jundiaí não é uma cidade com muitas opções para o pessoal se divertir durante a noite. Portanto, praticamente SEMPRE acabamos nos reunindo no afamado Beco.

Contudo, daquela vez estávamos resolutos de quebrar apenas essa clausula de nossa regra. Então, decidimos ir ao Maria Cachaça, um bar que fica exatamente na FRENTE do Beco Fino. Que fuga, não?

Lá, já reunidos, começamos a conversar e a escolher bebidas no cardápio do local.

Garçom: Já sabem o que vão pedir?

Fabi: Quero esse drink chamado Suflair.

Liane: Não quero nada por enquanto. Posso dividir o drink com você, Fabi?

Fabi: Claro que pode! (aliás, ela sempre divide drinks, milk-shakes e doces comigo! Hauahauahua)

Carlos: Quero um chopp claro.

Bruno: Não quero nada ainda. (sem tirar os olhos do cardápio)

Quando vi a cena, já pensei: “Ele não está… Ou está?”

Carlos: Ele está analisando o cardápio, de novo! (respondeu como se estivesse lendo a minha mente).

Mas, deixe-me ressaltar uma coisa antes de continuar.

O nosso grupo é um tanto “diversificado”. Cada um preferiu seguir por áreas distintas: eu optei por Jornalismo, a Liane por Nutrição, o Carlos por Engenharia da Computação e o Bruno por Design.

Sendo que o nosso querido Bruno tem uma “leeeeeeeveeeee” (note meu sarcasmo) tendência a analisar a forma e a arte que compõem os cardápios dos lugares para onde vamos.

Portanto, como devem ter reparado, daquela vez não foi diferente.

E como sempre, ficamos esperando pelo veredicto.

Normalmente os cardápios se classificam como:

  • Está muito bom!
  • Foi bem feito.
  • Uhum… Tá bom.
  • É… Sabe… Dá para engolir.
  • Com certeza foi o sobrinho de 12 anos do dono quem fez!
  • Mas, que porcaria! Olha isso!! (sem esquecer o olhar de indignação)

No caso do Maria Cachaça, ficou classificado na terceira opção.

E devo dizer que o estabelecimento deve considerar essa opção como um elogio, pois poucos ficam antes da quarta opção diante do crivo altamente critico de meu amigo!

Continuamos com a noite. Bebíamos, comíamos e conversávamos. E claro, riamos e nos exaltávamos!

Decidi contar sobre a minha recente aventura com um exame de sangue. Toda vez eu passo mal quando entro em uma clinica. E na ultima, acabei sendo perfurada QUATRO vezes (uma em um braço e três em outro) até conseguirem extrair a quantidade necessária de sangue para o exame.

Creio que devo estar secando, visto a dificuldade que as enfermeiras tiveram para perfurar o meu braço com uma agulha, encontrar uma veia “boa” e encher seis ampolas!

Pois bem, retornando ao bar…

Enquanto contava isso ao pessoal, eu mostrava meus braços roxos e ainda doloridos, com as “picadas” ainda aparentes.

O Bruno se empolgou na conversa e começou a contar seus causos com agulhas também. Nós dois debatíamos sobre o assunto, cada um recordando de alguma situação constrangedora e/ou bizarra.

Todos riamos, pois o que contávamos era hilário (até porque, somos ótimos contadores de causos, já que somos cheios de caras, bocas e gestos quando estamos narrando alguma coisa).

No entanto, o que era realmente engraçado era observar o Carlos. Ele, morrendo de aflição do assunto sanguinário, não sabia se continuava gargalhando, se fazia careta ou se contorcia o corpo inteiro em agonia. E, com certeza, ele escolhera fazer as três alternativas ao mesmo tempo!

Era impossível controlar o riso!

Bom…

A noite continuou e nós praticamente fechamos o bar. Olhamos para o relógio e julgamos que ainda era cedo para voltar para casa.

Decidimos dar a rotineira volta à pé pelo – adivinhem! – BECO FINO!!

Caminhamos pelo lugar inteiro, inclusive pelo estacionamento deserto e obscuro.

Enquanto fazíamos isso, totalmente alheios a tudo e conversando sobre filmes de terror (aqueles do tipo com o personagem Jason), ouvimos um som altamente bizarro atrás de nós.

Eu me virei assustada, pois eu acreditei que aquele som era de CASCOS DE CAVALO NO ESTACIONAMENTO! (normalíssimo, não?)

Fabi: Que SUSTO! Achei que tinha um CAVALO atrás de nós!

Carlos: É… Eu também achei. (o mais engraçado foi ele ter dito isto, como se estivesse comentando do tempo!)

Liane: Uhum… (ela também tinha se virado comigo)

Bruno: Também achei que era um cavalo. Mas, o que era?

Fabi: Um bando de moleques correndo! Agora, COMO eles corriam para se parecerem com um cavalo, eu não sei.

Carlos: Pois é… Eu achei bem estranho. O QUE UM CAVALO FAZIA ATRÁS DA GENTE EM UM ESTACIONAMENTO??!!! (finalmente parecia ter voltado ao normal dele)

Bruno: Verdade! É bem WTF!!

Liane: Eu preferia que fosse um cavalo, caso aqueles moleques fossem assaltantes.

Fabi: Eu não! Vai que era um cavalo assassino? (tentei tirar sarro).

Carlos: É! Daí ele viria com uma máscara de Roque na cara!

Bruno: É! E sangue escorrendo pela boca! (empolgado)

Fabi: Eu já imaginei algo tipo Cavaleiro sem Cabeça, sabe?

Liane: Páraaaa! (ela simplesmente ODEIA tudo que envolva a palavra TERROR, portanto, ela já não estava agüentando mais o assunto)

Terminamos a incríveeeel (note o sarcasmo outra vez) caminhada! Porém, ainda não queríamos dar a noite por encerrada.

Foi, então, que a Liane deu uma ideia, no mínimo, surpreendente.

Liane: Por que não vamos ao Russi?

Fabi: Russi? (todos com fisionomias de WTF?) Para comprar o pão e a mortadela que o Bruno e o Carlos sempre falam?

Liane: Nãoooo. É para dar uma volta mesmo.

Fabi: Uma volta no mercado?

Liane: É! Ele fica aberto 24 horas.

Fabi. Hm… Então tá!

Bruno: Então, vamos pra lá, Carlos. (ah sim… o Carlos era o nosso motorista)

Carlos: Já estou indo.

Ok! Eu sei… É realmente, como o Bruno diria, WTF?!?!

Caminhando pelo Russi, me deparei com aqueles Mini-Bis que A-DO-RO!!

Fabi: Isso é muito bom! (peguei um produto na mão)

Liane: Era isso que vinha naquele sorvete que você pediu da ultima vez, né?

Fabi: Era!

Liane: Sabe Fabi… Quando eu fui pegar o sorvete para você, eu não queria dizer na hora para não estragar o seu apetite, mas, quando eu olhei para ele e vi esses bis… (cara de culpa) Eu imaginei que eram cocozinhos de capivara, sabe?

Fabi: QUÊ?

Liane: Mas, olha! (apontou para o doce) Não parecem?

Fabi: Lianeeee… (coloquei o pote de volta na prateleira). Agora, nunca mais vou olhar para eles da mesma forma!

Liane: Pelo menos, quando olhar para eles, vai lembrar de mim!

Carlos: E de cocô!

O complicado do fato, é que ele disse isso tão alto que o casal parado do nosso lado (sim! Havia outras pessoas no mercado além de nós e dos funcionários), nos olhou com fisionomias assustadas e indignadas. O que me rendeu mais uma crise de risos!

A caminhada pelo Russi não foi tão emocionante quanto a que fizemos pelo estacionamento do Beco Fino. Claro que encontramos uma vodka do Bruce Willis! O que é extremamente bizarro, mas não emocionante. Por isso, acabamos partindo meia hora depois! Hehe…

Fomos ao Mc Donalds, o qual se tornou o nosso refugio, já que todas as vezes em que pretendemos estender a noite, corremos para lá de uma forma ou de outra.

Comendo e bebendo, mais uma vez! Começamos a reparar nas músicas ambiente, até que começou a tocar Space Jam da Quad City DJ’s.

Fabi: Essa música me lembra aquele filme… (não me lembrava o nome do filme, sendo que é o mesmo da música que estava tocando).

Carlos: Que filme?

Fabi: Aquele que tem o Peter Pan e o Michael Jackson! (GENTEEEE… EU ESTAVA VIAJANDO DEMAIS!! E eu só tinha tomado sorvete de Blue Berry e comido torta de maçã!!)

Carlos: WTF?!

Bruno: Você quer dizer aquele com o Michael Jordan e os Looney Toons, né?

Fabi: Isso mesmo!

Carlos: Michael Jackson com Michael Jordan até vai! Os nomes são bem parecidos. Mas, Looney Toons com Peter Pan?

Fabi: É que eu pensei em Perna Longa e acabei falando Peter Pan! É parecido vai…

Carlos: É… os dois tem “P”, né? (obviamente ele estava me zoando)

Fabi: Exatamente! (claro que eu ia me denfender até o fim!)

Bruno: E você falava daquele filme em que eles jogam futebol, né?

Fabi: Futebol? (segurando para não rir)

Carlos: Até onde eu sei, eles jogam basquete!

Bruno: É… Isso!

Fabi: Futebol e Basquete nem é tão parecido, Bruno!

Bruno: Os dois têm a letra “T”! (depois dessa, fiquei calada, pois ele estava usando o meu próprio veneno contra mim)

No fim… Acabamos levando a Liane para casa, sem passar pelo estacionamento do restaurante Rei do Sul (como fizemos da ultima vez). E o Carlos nos conduziu até a minha casa, pois eu seria, obviamente, a próxima a ter a noite dada por encerrada.

Já entregue, ficamos por volta de uma hora conversando amenidades, coisas como física quântica, quinta dimensão, comparação de seriados psicodélicos, teoria do buraco de minhoca, temas nerds, polvos gigantes, receptáculos, sonhos mirabolantes e alguns outros assuntos do tipo.

Uma conversa bem leve antes de ir dormir ás quatro da matina (no meu caso, pois o Bruno e o Carlos, com certeza, foram dormir bem mais tarde, visto o caminho que depois iriam percorrer até a casa deles).

Creio que a única coisa que faltou naquela noite foram Coelhos Gigantes e Radioativos devastando o mundo e/ou Minhocas Enormes com Três Olhos vindas da NASA para nos atormentar!

Liane e Sofia

Bruno

Fabi (Eu)

Carlos

Como não amar essas pessoas incríveis?



{maio 6, 2011}   Days with Bia and Carol!

Finalmente conseguimos nos reunir! As três maridas em um final de semana apenas para elas! (sim, nós nos chamamos de maridas! ^^ Um dia explico como surgiu essa denominação!)

Aquele tempo juntas já me mostrou como seria assim que liguei para a Bia, avisando que eu estava chegando:

– Alô! – irmão da Bia.

– Alô, poderia falar com a Bia?

– Claro! Só um minuto. – depois escuto ele gritar. – Bia, telefone!

– Quem é? – a ouço perguntar para ele.

– Não sei.

– É a Feib’s?

– O que é Feib’s?

– Não é “o que”. É a FABI!

Nessa altura eu já estava rindo e ouvia a Bia e a Carol rirem também.

O sábado juntas começou comigo chegando e cumprimentando minhas amadas maridas. O cumprimento seria normal, se não fosse pelo fato da Carol estar MEGA rouca no dia e, apesar de já saber disso, ter me assustado quando disse OI. (a voz dela, como a Bia comentara antes, realmente parecia a de uma velha!)

Assim que nos recuperamos das risadas provenientes da “nova” voz da Carol, entramos e fomos à entrega atrasadíssima de ovos de páscoa e do Sebby importado da Bia.

Depois, fomos à tarefa meticulosa e “desmembrativa” de montarmos a miniatura do Sebastian do anime Kuroshitsuji (muito bom! Recomendadíssimo por nós!).

Logo, passamos para uns surtos leves vendo vídeos e fotos na internet, obviamente esse material visto era 99% proveniente do oriente (animes, coreanos, doramas…), exceto por um episódio de Vampire Diaries que vimos.

Toda essa breve saga de começo de final de semana aconteceu enquanto esperávamos nossa comida chinesa chegar.

Enquanto comíamos, conversávamos sobre amenidades e do que aquele yakissoba era feito.

– Isso daqui é acelga. – aviso pegando um pedaço e mostrando para elas.

– Uia! – as duas impressionadas.

– E isso? – a Bia me mostra algo no prato dela.

– É bambu!

– Bambu? – mastiga. – Mas, isso não tem gosto de bambu.

– E como você sabe? Já comeu bambu antes? – Carol pergunta rindo.

– Não, né! – come outro pedaço. – Mas, tem um gosto interessante.

– Você é um panda por acaso? – pergunto entrando na brincadeira que nem a Carol.

Repentinamente a Bia pára de comer e fica me encarando. As três param de mastigar: eu e Bia nos olhando e Carol observando a cena.

E sem avisos, as narinas da Bia começaram a tremer enquanto ela tentava manter um “ar sério”. Eu, encarando-a frente a frente, fiquei entre dar risada ou tentar ignorar as narinas.

A Carol, chutando o balde como sempre, começa a rir descontroladamente. Eu não agüento e a acompanho na risada.

– Que foi? – Bia ainda tenta não rir, mas as narinas continuam tremendo.

– Seu nariz! – e Carol imita a situação.

A Bia percebe o que está acontecendo e cai na gargalhada também. As três ficam ali, chorando de rir enquanto a nossa querida amiga tenta explicar que isso acontece quando ela tenta segurar a risada.

Porém, é claro que essa explicação foi feita entre uma gargalhada e outra. Por sorte, somos todas treinadas para tentar entender ao máximo nossas maridas e QUASE SEMPRE somos muito bem sucedidas na tradução!

Quando terminamos de rir, reparamos que nossas risadas aos trancos tinham movimentado as cadeiras para longe da mesa, sendo que a da Carol atingira uma distancia recorde!

Terminamos de comer e nos dedicamos aos nossos coreanos GATOSOS! (esse era o segundo momento mais esperado do dia! – o primeiro era finalmente nos vermos!)

Começamos pelo grupo mais do que perfeito chamado: Super Junior!!

Essa “boy band” coreana é composta por treze coreanos charmosos! E desses treze nós temos os nosso preferidos, os quais nos fascinam com seu encanto e charme, além de nos seduzirem com seus corpos magnificamente esculpidos e vozes arrasadoramente incríveis!

O Super Show 2 (DVD que estávamos assistindo) era composto de melodias românticas, palco surpreendentemente bem montado, vídeos de introdução interessantíssimos, músicas e danças sensuais e figurinos de tirar o fôlego! Ou seja, nem preciso dizer que o surto foi geral!

Normalmente, além de termos nossos coreanos prediletos, também temos nossas músicas favoritas. E uma das músicas que temos em comum de gosto é a “Sorry Sorry”, a qual normalmente é o ápice do show, com performances surpreendentes e vozes arrasadoras!

Normalmente nessa música, um dos integrantes aparece sem camisa, trajando apenas um paletó semi-aberto. E, para a nossa sorte, o coreano que geralmente se veste assim é o meu “mais do que gatoso” Siwon!!!

A música começa, eu e a Carol (que também é louquinha pelo Siwon) nos ajeitamos no sofá, a Bia já começa a rir (ela já previa o que estava por acontecer) e os coreanos estão dançando na tela bem na nossa frente.

Em uma coreografia que antecede um dos trechos em que o Siwon canta sozinho, percebemos que ele tenta se esconder da câmera, saindo de cena pelo lado direito. A Bia, mais do que de pressa, nos avisa:

– Ele tá abrindo o paletó! – ela aponta para o canto para o qual ele tentara sair de fininho.

Percebemos que ele está realmente tentando abrir a peça desnecessária de roupa. Eu e Carol começamos a nos agitar, fazendo comentários empolgados.

– Ahh!!! Ele tá abrindo!! – começo a gritar, me jogando mais para perto da tela. – Ai, caramba! Ele tá abrindo!! Olha lá!

– AHHH!! Ele abriu o paletó! Olha isso!!!!! – Carol estava surtando tanto quanto eu, quando o Siwon apareceu por completinho na tela, cantando e expondo o tanquinho beeeeeeeem definido.

Nós duas estávamos hiperventilando com a cena enquanto a Bia ria e apreciava o show: tanto o que o Siwon dava (juntamente com o resto do grupo do Super Junior) quanto o que eu e a Caro estávamos dando com nosso surto quase cardíaco.

In fine”, a Bia precisou voltar a mesma cena umas três vezes! Uma vez não era o bastante! A cena era viciante!!!

Depois do surto, fizemos um breve intervalo para recuperarmos o fôlego (porque a Bia também surtou bastante, principalmente quando o querido Donghae dela aparecia!) e comermos um lanchinho.

Como a própria Bia disse: “tínhamos que repor nossas energias para aguentar o tanque, digo, tranco de Bi Rain em Ninja Assassino.”

O filme já impressiona desde o começo, mas não é por causa do nosso amado deus grego Bi Rain e nem por causa da presença nobre do cantor e ator gatoso Lee Joon do grupo MBLAQ (outro grupo pelo qual sou gamaaaadaaaaaa, principalmente por causa do meu extremo gatoso Mir e das músicas eletrizantes).

Ninja assassino impressiona pela quantidade de sangue falso que jorra dos corpos violentamente decepados. O longa-metragem é sanguinário mesmo!!!

Contudo, eu e as meninas recomendamos o filme! Afinal, por mais que ele seja forçado e “meio trash”, vale muito a pena assistir tanto pela atuação dos dois coreanos gatosos (Bi Rain e Lee Joon), quanto pelas lutas supreendentes. Você acaba se empolgando enquanto assiste os ninjas e seus golpes!

Depois do filme, fizemos uma pausa forçada para que uma aranha MUTANTE fosse morta! Ela surgiu no quarto do irmão da Bia e foi parar na sala. A perseguição ao aracnídeo e o seu assassinato foi algo que nos rendeu algumas risadas e reações exageradas!

Logo, quando nos recuperamos do “ataque”, voltamos para a nossa overdose coreana! A Bia colocou para assistirmos ao dorama Playfull Kiss. Essa série oriental é extremamente encantadora! Eu e a Bia já a havíamos assistido inteira, contudo a Carol ainda não, por isso que o dorama fora colocado!

Em seguida, não agüentando mais, resolvemos ir dormir. Porém, assim que nos deitamos em nossas respectivas “camas” (Bia se deitou na própria cama, eu me deitei no meu colchão de ar que me rendeu ótimas dores nas costas, e a Carol se deitou na poltrona mega reclinável da Bia), percebemos que o sono havia sumido um pouco, nos dando margem para conversarmos/fofocarmos até altas horas!

O dia seguinte se seguiu em um ritmo um tanto agitado: Café da manhã, Carol indo embora cedo, banho, DVD do show de TVXQ (outro grupo que eu curto MUITO, principalmente depois de ver uma parte desse DVD em específico), almoço e mais DVD de TVXQ.

Enquanto assistíamos ao show totalmente novo para nós até então, eu e a Bia acabamos tendo um “mega surto”!! Nós não conseguíamos nos aguentar depois de vermos a música “Hey – Don’t bring me dow”,  cujo nome eu propositalmente alterei para “Hey – Girl, bring me down” (sinta a malícia… hehehehe… ). E quase hiperventilamos em “Are you a good girl?”!!!

Inflizmente, apesar da casa vazia e pronta para aguentar nossos surtos, recebo a notícia (do meu celular que tem vida própria) de que meus pais estavam ligando para avisar que estavam chegando para me pegar. Eu e a Bia resolvemos ver o que mais fosse possível do DVD de TVXQ.

Micky (um dos integrantes do grupo, o qual foi o escolhido pela Carol há algum tempo) fez uma entrada triunfal, com direito a sonoplastias divertidíssimas!

Contudo, nós não deliramos por causa da entrada, mas sim quando ele começou a tocar teclado e abriu a boca para cantar, revelando uma voz surpreendente magnífica!!!

Nossos queixos foram parar no chão!

Pena que a Carol precisou ir embora mais cedo! Ela iria SURTAR DEMAIS assistindo àquilo!!

– Meu! O que foi isso???? – eu estava todinha arrepiada com a música. – Não conhecia esse lado dele! Por que ele não nos mostrou isso antes?

– Pois é! – nós duas já estávamos limpando a baba do sofá todo.

– A Carol se deu muito bem… – comento, analisando o coreano.

– Será que ela não troca?? – a Bai comenta, me lançando um olhar malicioso, o qual retribui no mesmo nível. Afinal, nós duas havíamos pensado a mesma coisa.

– Ela podia ficar com o Max ou o U-Know e o Micky seria dividido entre as três! – sugeri. No entanto, é claro que por mais sombrias fossem nossas intenções e por mais estivéssemos desejando o Micky naquele momento, jamais seriamos capazes de tirar um coreano gatoso das mãos da nossa amada marida Carol!

Depois de mais comentários que serão censurados! Assistimos à performance do Hero (meu amado do grupo TVXQ)!

Ele cantava uma melodia romântica e lenta com uma voz extremamente poderosa que chegava a deixar nossos cabelos em pé de tão emocionante! Percebiamos que a música era cantada de todo coração, corpo (huuuum…. delícia!) e alma!

Depois, inicia-se uma de nossas músicas prediletas: Wrong Number! A performance começa com um vídeo muito sensual dos integrantes, no qual eles trocam balas entre si e contra os “caras maus” da história. Todos estão deliciosamente vestidos como mafiosos, o que gera um previsível surto geral!

A dança da música é mega-hiper-super “caliente“! O Xiah (o predileto da Bia) dá um show enquanto dança, nos fazendo suspirar!

E quando a coisa estava ficando cada vez mais quente, os meus pais me ligam, avisando que estavam no portão da casa da Bia, me esperando… (foi um balde de água fria para cima da gente!)

Nós estávamos MORRENDO de vontade de ver pelo menos o resto da performance de Wrong Number. E também estávamos MORTAS de curiosidade para ver o resto do DVD!! Porém, não podíamos fazer os meus pais esperarem muito em baixo da chuva…

Nós duas piramos! Adiamos o máximo possível a minha partida, apenas para poder ver o final da música. Era o mínimo que conseguiríamos suportar. Se tivéssemos de parar de vê-la pela metade, creio que teríamos um colapso na sala!!

Com muita dor no coração, assim que Wrong Number terminou, a Bia retirou o DVD e me devolveu.  Ela me ajudou a pegar minhas as coisas e me acompanhou até o portão.

O final de semana juntas havia acabado… Eu estava indo embora, mas não antes de ter jurado para a Bia que não iria ver o DVD sem a presença dela e também da Carol (promessa que ainda estou cumprindo!).

AMO essas reuniões de maridas! Meu coração e a minha cabeça sempre agradecem!

Daqui uns dois finais de semana será a vez das duas irem lá em casa verem o DVD de TVXQ!! Além de doramas, filmes e afins… hehehe!

Três maridas (eu, Carol e Bia)

Reunir maridas de toda uma vida juntas num final de semana, não tem peço!



Relatarei aqui fatos que ocorreram quando fui ver filmes com minhas queridas amigas: Bia e Carol!

Filme: “Uma Noite fora de Série”

Tudo começou com a Carol e seus mega chinelos altos! Ela já havia “bamboleado” pela PUC aquela manhã, por causa do sapato pouco seguro e confiável.

Eu estava com o meu dia livre, a Bia também e, por conseguinte, a Carol. Portanto, resolvemos sair e ver um filme juntas, além de dar uma volta pelo Dom Pedro e babar na FNAC.

O dia estava gostoso, não estava quente, era um horário tranqüilo… Assim, decidimos ir à pé até o shopping. Este fato eu já relatei em um dos meus blogs (http://fabi.books.zip.net e http://mundofabi.zip.net)

No momento em que pisamos para fora da PUC.  O tempo ao nosso redor pareceu congelar e a Carol começou a se mover em câmera lenta. Tentamos interferir, mas, no fim, Bia e eu acabamos sendo engolidas por aquela lei da física “ação-reação” e acabamos reagindo da forma mais instantânea e natural: apenas assistimos o show que nossa amiga nos dava.

A Carol balançava de um lado para o outro, para frente e para trás, dando guinadas longas e às vezes bruscas, movimentando os braços como se fossem ora tentáculos, ora asas de papelão. Ela parecia surfar no lugar, enquanto imitava movimentos dos personagens do filme “Matrix”.

Sem mencionar o fato de que o corpo dela parecia querer se desmembrar sozinho, pois para onde iam as pernas, o tronco ia para o lado oposto, e os braços, como já dito, tinham vidas próprias em seus movimentos oblíquos e alucinantes.

Os cabelos loiros eram arremessados de um lado para o outro, devido aos solavancos que sua cabeça era submetida, entre uma oscilação brusca e outra.

E ao invés de pedir socorro, ela apenas dizia: “ãn, wouuu, aaah, iiih, eeeh…” e outros sons que não saberei como reproduzir aqui em palavras. Enquanto ela falava naquela língua de quem está prestes a cair, Bia e eu observávamos tudo pasmas!

Assim que o “tropeção” conseguiu ter um desfecho feliz. Não parávamos de rir, tendo uma crise no meio da rua, com alguns cidadãos nos assistindo, como que em um reality show!

Recuperamos-nos e seguimos caminho.

Depois de um tempo caminhando pelo shopping, paramos no cinema e nos posicionamos em uma singela roda para discutirmos que filme iríamos ver. Enquanto estávamos ali PARADAS analisando nossas opções cinematográficas, mais uma vez, a Carol tropeçou em seus próprios chinelos, voltando a fazer aquela dança alucinante em busca de equilíbrio. O mais curioso do fato, foi: como ela conseguiu tropeçar, SEM SE MEXER?

Isso é um mistério para mim até hoje! (como quando ela conseguiu tropeçar SENTADA no meio de uma prova em dupla…)

Enfim… Decidimos por ver “Uma Noite fora de Série”. Como habitual, pagamos pelos ingressos e fomos comprar nossos Milkshakes de Ovo Maltine do Bob’s, para tomarmos enquanto assistíamos.

No meio do filme, entre risos e mais risos por causa das situações cômicas e dos nossos comentários insanos. Eu vejo uma cena um tanto engraçada em que eles acabam de cair em um lago, e segundos depois a Bia comenta a cena, deixando-a ainda mais redundante. Eu já estava quase me matando de rir quando a ASSISTI, mas ter a Bia enfatizado-a… Quase me fez CUSPIR o meu milkshake no pobre cidadão sentado na minha frente…

E esse é apenas o primeiro filme de TRÊS que irei relatar aqui!

Estréia do filme: “Atividade Paranormal 2”.

Somos garotas que ADORAM histórias de espíritos, demônios, anjos, bruxas… E por aí vai… Sendo que, apesar de um tanto medrosas, não conseguimos evitar sermos atraídas pelo sobrenatural!

Já havíamos visto o primeiro filme da série. Assistimos na casa da Bia, às altas horas da noite. (esse programa que fizemos na casa da minha querida Beatriz, me renderá outro relato engraçado aqui… Aguardem!)

Dessa forma, já tínhamos uma ótima noção do quanto aquele tipo de filme conseguia mexer com a gente, nos deixando um tanto assustadas. E assim, fomos ao cinema, já prevendo o quanto iríamos nos assustar. Porém, é claro, como boas medrosas e aficionadas por terror sobrenatural, começamos o nosso passeio contanto histórias assustadoras que ouvíamos falar por aí ou que haviam acontecido com nós mesmas.

Pagamos pelos ingressos, já sentindo o coração na boca por causa da ansiedade. Fomos comprar nossos milkshakes e durante o caminho todo de ida e volta às salas do Kinoplex, conseguimos a façanha de ter crises de riso múltiplas!

Um pouco mais relaxadas (pelo menos Bia e eu), entramos no cinema e fomos tranquilamente até a sala indicada. Mantendo o padrão normal de conversas insanas que sempre temos, começamos a falar sobre filmes e assuntos aleatórios. Ao entrarmos na sala, Bia e eu paramos na porta para ler aqueles avisos sobre saídas de incêndio.

O aviso nos fez lembrar umas das últimas cenas do filme “Bastardos Inglórios”. Enquanto nos lembrávamos do que acontecia em Bastardos, a Carol começou a fuçar a grande mochila-casa dela, ficando um pouco atrás de mim.

Assim que começávamos a REALMENTE entrar na sala, passando por aquele corredor em que existem algumas cadeiras que ficam sobre ele, como se fosse uma “mini sacada”, ouvi o barulho de água. Eu me assustei, acreditando que havia alguém nesta “mini sacada” com algum copo derramando, por algum motivo, o liquido dentro dele, o qual estivesse caindo sobre nós.

Como a Bia estava um pouco a frente, no meu lado direito (perto da parede), eu agarrei o braço da Carol, que estava só um pouco atrás e do meu lado esquerdo (perto dos bancos), e gritei pelo nome dela, a fim de alertá-la e puxá-la para perto de mim. Eu apenas queria livrá-la de um suposto banho involuntário.

Ela simplesmente ARREGALOU os olhos, enrijeceu-se inteira e deu o maior GRITO que já ouvira em toda a minha vida. Segundo a Bia (que estava de frente para nós nesse momento), os olhos da Carol chegaram a ficar quase BRANCOS DE PAVOR, devido a mega “comprimição” da pupila (reparem que acabei de inventar a palavra “comprimição”, mas creio que o significa esteja subentendido). E devo revelar que cheguei a senti-la tremer sob minha mão.

No mesmo instante, começamos a chorar de rir com a reação super exagerada dela. Nós duas nos apoiávamos nas paredes para tentar nos sustentar, por causa dos espasmos loucos que os nossos corpos davam durante as risadas descomunais.

E, apenas para registrar, a Bia chegou a cair no chão por causa da enorme crise de risos. Já a Carol… Ela respirou fundo, se recuperando, olhou ao redor e começou a rir junto. Sorte não haver ninguém no cinema. Éramos as primeiras a entrar, estávamos, por milagre, bem adiantadas naquele dia.

– O que você pensou que estava acontecendo, Carol?

– Sei lá. Você me assustou, Fabi!

– Você achou que era um cara da machadinha ou algo assim? – a Bia perguntou para a nossa querida Carolina.

Quase isso… – admitiu, rindo de si mesma.

Voltamos à crise!

– Se fosse o cara… Você já teria morrido, porque ficou parada no lugar ao invés de correr quando, supostamente, haveria um machado vindo em sua direção! – a Bia comentou entre uma crise e outra.

– Mas, a Fabi me pegou desprevenida!

– Eu só achei que tinha água caindo na gente e tentei te tirar dali. Nunca imaginei que você iria entrar em pânico!

Crises e mais crises de riso!

– E por que você achou que tinha água caindo sobre nós? – novamente, a Bia tentando desvendar tudo.

– Porque eu ouvi o barulho de água…

– Ah! Fui eu! – Carol mostra a garrafa de água na sua mão. – Eu peguei essa garrafa dentro da mochila.

Ou seja, como eu não via o que ela estava pegando dentro da mochila, não percebi o que era e acreditei que minha amiga procurava pelo celular, como sempre. Quando a Carol começou a beber a água, a garrafa fez um barulho alto que acabou me passando toda aquela ideia louca de água caindo sobre nós. E como o clima de ir ver qualquer filme de “Atividade Paranormal” é um tanto tenso e assustador, creio que a Carol acabou se assustando mais do que deveria por causa disso!

Esse foi o segundo causo, vamos ao terceiro!

Estréia do filme: “Harry Potter 7 – parte 1”.

Os fatos mais engraçados não ocorreram durante o filme e nem em nossa ida ao cinema, mas sim, durante o período em que estávamos na PUC, terminando de ver algumas coisas interessantes na internet, para poder ir até o shopping Dom Pedro depois. (obs: quando eu digo “coisas interessantes na internet”, 97% dos casos, eu me refiro à algo relacionado à coreanos gatosos – gatos + gostosos!)

Enquanto conversávamos e mexíamos no computador, olhei para a Carol e percebi que, ao coçar a testa, ela acabara arrancando alguma “casquinha” e o machucadinho sangrava um pouco.

– Carol, tá sangrando… – comentei calma, apontando para a testa. Ela entendeu o recado e passou a mão, a fim de limpar o sangue.

A Bia, que estava um pouco “longe” em pensamentos (sobre coreanos provavelmente.. hehe…), olhou assustada para nós duas e AGARROU nossas cadeiras. Ela realmente nos lançou olhares DESESPERADOS! Ficamos ali, encarando-a, sem entender o porquê do desespero.

Foi, então, que ela analisou a Carol e respirou aliviada, soltando um “ah tá…”, como se houvesse acabado de compreender alguma coisa.

– Que foi, Bia?

– Eu achei que os olhos da Carol estavam sangrando!

– QUÊ? – a Carol e eu quase começamos a ter outra crise de risos, mas resolvemos tentar nos controlar para podermos ouvir a explicação da Bia.

– Eu ouvi a Fabi dizer que você estava sangrando…

– E achou que os meus OLHOS estavam sangrando? – começamos a rir. – Eu estava chorando sangue, é?

– Acho que vou morrer de rir! – comentei, segurando a barriga.

– O QUÊ? – novamente, a Bia me olhou assustada, me analisando inteirinhaaaaaaaaa.

– O que você entendeu agora? – perguntei, já prevendo outra crise.

– Achei que você houvesse dito que tinha acabado de fazer xixi

Acho que a Carol e eu quase caímos da cadeira quando a Bia respondeu aquilo. Nenhuma das três conseguia parar de rir e o laboratório de informática inteiro estava nos encarando. Sorte nossa que a maioria já havia ido para casa…

Bia

Carol

Eu

Hm… Isso me deu vontade de ir ver outro filme com elas!

Por que será… Né?



{março 17, 2011}   Bia is just… Bia!

Com o pé na barriga!

Eu sei que a história poderá parecer um tanto atrasada, mas ainda é uma repercussão do nosso estado do “Um pouquinho de insolação…”.

Assim que conseguimos nos recuperar, descemos pelo campus, rumo à informática. No entanto, antes de entrarmos naquele espaço abarrotado de computadores, subdividido em pequenas salas preenchidas pelo “zumzumzum” do ar condicionado e pelo som ritmado de teclas sendo batidas por dedos ágeis, paramos na frente de uma sala colorida e cheia de desenhos psicodélicos e irreverentes, que antes era chamada de DACOM (Diretório Acadêmico de Comunicação).

Ali, há uma elevação sobre o piso, como um pequeno palco improvisado de concreto, todo pintado em um tom “azul não sei o que”. Este lugar, nós apelidamos carinhosamente como “o palco azul”. Um nome um tanto criativo não é mesmo?

Ah… É ótimo exercitar a ironia! Ou seria o sarcasmo?

Retornando…

Começamos nos sentando no “palco azul”, enquanto ainda degustávamos as sobremesas compradas. Aos poucos, por força maior da gravidade e do cansaço, fomos nos deitando, e deitando, e deitando… Até estarmos completamente esparramadas, de um jeito feminino, naquele relevo pintado.

Ainda um tanto entorpecidas pelo delicioso almoço e pela caminhada forçada sob o sol forte (caso especificamente meu e da Bia), começamos a jogar conversa fora… Ou melhor, começamos a jogar besteiras fora! E num momento de pura zoação, acomodando-me melhor no palco, eu disse: “duvido que vocês consigam colocar o pé na barriga!”.

No começo, pensei que seria motivo de piada, algo para quebrar um pouco a conversa entorpecida de nós três. Contudo, ao invés de risadas e comentários ao meu desafio, eu vejo as minhas duas queridas amigas, Nara e Bia, REALMENTE tentando colocar um dos pés na barriga enquanto permaneciam deitadas, uma de cada lado meu.

Observei pasma…

A Nara tentou duas vezes e logo deixou de lado, constatando que, se estivesse um pouco mais disposta e flexível, e em um outro dia qualquer e menos quente, conseguiria cumprir o desafio.

A Bia tentou uma, duas, três, quatro… Perdi a conta! E ainda por cima, quando sugeri tirar uma fotografia da façanha, lá foi ela repetir o ato mais algumas inúmeras vezes, até que eu conseguisse registrar tudo aquilo de maneira satisfatória. Nem preciso mencionar que ela cumpriu o desafio, não é? Afinal, depois de tantas tentativas, seria difícil não obter o sucesso!

E para quem não acredita que praticaram, em um lugar azul e aberto para quem quisesse ver, um desafio mirabolante estipulado por mim, eis aqui as fotografias que bati do momento de triunfo de nossa querida Bia!  Sorte da Nara ter  escapado do registro fotográfico!

 

Bia

Bia... no processo...

Bia

Bia

 

narinha

Nara

ps: post retirado de um de meus blogs (http:fabi.books.zip.net) – Post do dia 31 de Março de 2010.



{março 17, 2011}   Days with Carol!

Em busca dos Arautos da Paz!

Um dia supostamente tranqüilo…

Apesar da dor no lábio superior (proveniente de um machucado causado por uma dita cuja do ônibus que peguei no dia anterior. Ferida que, aliás, faz parte da saga pós “um pouquinho de insolação”), sinto-me disposta, já que o Diego iria conhecer minhas queridas amigas Filhas da Puc, Bia e Carol.

Inicialmente, a Bia ficaria na universidade até tarde, assistindo a sua aula de Prática de Formação. Enquanto que a Carol acompanharia o Diego e eu pelo nosso “passeio” por Campinas. Primeiro iríamos passar pela Praça Arautos da Paz, em busca de praticantes do parkour para a materia que nós duas estávamos fazendo para o Zazá. Depois, dariamos uma passada na chapelaria Cury, procurar por um chapéu do Indiana Jones para o Diego.

Como uma boa garota, entrei no computador e dei uma olhadinha no endereço da loja e em qual linha de ônibus teriamos que pegar, assim como também vi qual nos levaria á praça. No entanto, não vi o endereço do “Arautos”, vi apenas uma fotografia de uma igreja que estava próxima ao número da condução que pegariamos. Logo, deduzi que o lugar ficava no centro da cidade!

Que besteira eu fiz!

Dentro do ônibus, uma estranha sentou ao lado da Carol e entrou em nossa conversa sem avisar. Foi entrando sem bater na porta, sem tocar a campainha e sem ser anunciada! Ela chegou dizendo que a praça para onde queriamos ir ainda estava longe e que podiamos ficar tranquilos… Ainda tentei ter certeza, perguntando se por acaso era “aquela que ficava no centro”. A intrusa confirmou…

Passamos o Taquaral… E fomos parar no centro. No ponto da prefeitura, resolvo levantar e perguntar ao cobrador se faltava muito para chegarmos à Praça Arautos da Paz. Eis que a coisa começa a virar de cabeça para baixo.

Com a grande simpatia de quem está há horas trabalhando dentro de um ônibus abafado em um dia ensolarado e quente, o senhor cobrador disse: “Já passou já! Foi lá no taquaral!”. Respirei fundo e fui contar as boas novas aos dois.

Descemos no próximo ponto e andamos alguns metros até a avenida, onde poderiamos pegar uma condução pública de volta para o Taquaral. Enquanto esperavamos, comecei a observar o local. A prefeitura com um pequeno aglomerado de pessoas cornetando e protestando, carros e ônibus correndo pela avenida, pessoas caminhando, cidadãos sentados no ponto, as cores vivas que o sol forte dava a tudo, e a placa verde com o nome da Av. Barão Gerald Rezende. Opa! É parte do endereço da chapelaria Cury! Aviso aos dois, quem sabe o lugar não fica tão longe assim? Poderiamos ir à pé para lá e depois voltarmos para a praça, afinal, a ordem dos fatores não altera o produto, certo?

Decidimos perguntar aos cidadãos ali sentados na espera, se sabiam como chegar na tal avenida ou na tal loja e se, por acaso, ficava muito longe dali. Perguntamos para dois garotos próximos de nós. Eles nos mandaram subir uma rua, virar para a esquerda, andar não sei quantos quarteirões e, logo, chegariamos ao destino. Mas ali havia três problemas com a indicação deles:

1- Descobrimos que um deles estava completamente “fumado”.

2- O outro, não estava “fumado”, porém, estava chapado.

3- A placa com o nome da avenida indicava uma direção totalmente diferente da que eles mostraram…

Resolvemos andar um pouquinho e ir nos informar com uma senhora vendedora, a qual nos indicou o caminho correto a se seguir. No entanto, tinhamos nos esquecido de perguntar a distância…

Mas, uma vez já andando, acreditamos que não teria problemas continuar andando… Se soubessemos que andariamos Campinas inteira…

Depois de algumas horas e do Diego ter demonstrado os seus dons sobrenaturais com semáforos… Chegamos na tal chapelaria! E infelizmente não encontramos o tal famoso chapéu . Acabamos por resolver voltar e pegar o ônibus. No meio do caminho encontramos um vendedor de bolsas. Paramos para dar uma olhada, já que a Carol e eu somos loucas por elas e o Diego, bom… Ele simplesmente concordou com a nossa vontade.

O senhor vendedor, muito prestativo, nos informou que poderiamos chegar no Taquaral à pé e o percurso poderia levar de uma hora a quarenta minutos… Para quem andara até ali, aquilo não parecia ser um grande desafio para nós três. Aceitamos a dica e fomos andando até a bendita praça que fica no Taquaral e não no Centro!

Chegando em nosso destino, nos deparamos com três carros vermelhos estacionados um atrás do outro. “Vocês sabiam que quando surge um carro vermelho em um filme de ação, terror ou suspence é porque vai acontecer algum acidente ou alguma catastrofe?”, disse o meu querido Diego. Acreditam que depois disso vários carros vermelhos passaram por nós? Sem mencionar que a Carol quase foi atropelada por um!

Paramos em um posto para confirmarmos o caminho e darmos uma paradinha. Um pouco recuperados do calor e do cansaço, e com o percurso confirmado, seguimos caminho. Sorte nossa ser uma descida dali em diante!

Descendo e descendo… Os três tranqüilos, com chás verdes nas mãos, bebendo e matando a cede, andando sob a sombra das árvores, conversando sobre TPM e afins… A Carol dá um grito alto e assustado, olhando para o chão enquanto mexia o pé descordenadamente! Eu acabo por gritar junto e apertar a mão do Diego, no susto, imaginei que a minha amiga houvesse machucado o pé. Todos param! Três jornalistas olhando para o chão procurando por algo. Ela procurando alguma coisa entre as folhas caídas, eu procurando por algum ferimento no pé dela e ele procurando por algo que fosse o motivo dos berros.

– Ah… Pensei que a folha fosse uma barata…

– Quê?

Comecei a rir descontroladamente! Toda aquela cena por causa de uma barata imaginaria! Ou melhor… Tudo culpa de uma folha que decidiu bancar o inseto asqueroso! Um grito estridente por nada… Meu abdômen doía de tanto rir!

– Nossa… Quando você gritou, eu pensei: “pronto! Ela acabou de entrar na TPM”!

Nem preciso dizer que o comentário do Diego me rendeu lágrimas nos olhos e dores nos músculos faciais !

FINALMENTE, chegamos à Praça Arautos da Paz! E, mais um “infelizmente”, não encontramos ninguém praticando parkour… Ah, que dia lucrativo!

Resolvemos andar até o ponto de ônibus e retornar para a PUC…

Enquanto esperávamos para atravessar a rua, um ônibus passou rente à calçada, mas nada muito catastrófico. Ouço uma pequena lamentação da Carol e sinto-a se esconde atrás de mim, empurrando-me um pouco para frente.

– Isso Carol! Me atira na rua! – brinquei.

– Ah, eu assustei… Você não viu como aquele ônibus quase me arrastou? Precisei me esconder!

E eu voltei a rir da surpresa da minha amiga medrosa. Ela se assusta com o ônibus, me usa de escudo e o que mereço? Ela me empurrando para a rua durante o desespero de fugir do “busão assassino”! Ai ai ai Carol… Só você!

O dia terminou com os três perdendo os ônibus fretados para casa e para a Unicamp (caso da Carol)… Assim… Diego e eu tivemos que pegar um 357 para a rodoviária e lá pegar outro para minha terrinha… E a Carol, que pegou um ônibus 357 até a PUC (porque é mais rápido do que o 332 para a Unicamp) na esperança de pegar o fretado até a Universidade de Campinas… Precisou ir à pé para a sua próxima aula.

E todos viveram felizes e cansados para sempre

no conto “Em busca dos Arautos da Paz”!

 

carol

Carol

euzinha

eu

Diego

Diego

ps: post retirado de um de meus blogs (http:fabi.books.zip.net) – Post do dia 31 de Março de 2010.



{março 17, 2011}   Carol is just… Carol!

No dia 22 de Março de 2010, a minha ilustre amiga Carol, mais uma vez, conseguiu tirar lágrimas de meus olhos de tanto que eu ri!

Fim da aula de Jornalismo Aplicado com o Zazá… Resolvi dar uma xeretadinha nos meus e-mails. Havia uma caixa lotada com coisas hilárias que o meu colega Fernando me mandou. Até aí… Tudo nooooormaaaaaaal…

Convidei a Carol, quem estava sentada ao meu lado, para ver os e-mails divertidos comigo.

Cheguei em um que falava sobre os signos do zodíaco e isso nos interessou muito!

Enquanto líamos os signos, íamos relacionando as palavras ali escritas com as pessoas que conhecemos… Até pararmos no signo de Virgem… Já imaginaram a confusão começando, não é?

Terminando de ler a descrição do signo, me virei para a Carol e perguntei:

– Carol, a Bia é de virgem ou de gêmeos?

– Não sei… Deixa Ver…

Foi então que eu vi aquela piada “batida” acontecer ao vivo e à cores!

Eis que a Carol vira para a nossa amada Beatriz, quem estava sentada ao lado dela, e grita na voz mais casual e inocente possível:

– BIA… VOCÊ É VIRGEM?

Sala lotada… Várias pessoas mexendo em computadores… E a Bia, assim como eu, com uma cara de “ela realmente perguntou isso?”…

Eu simplesmente comecei a rir descontroladamente, enquanto que a Carolina, aos poucos, foi percebendo o que ela EXATAMENTE havia perguntado a nossa amiga! Ela, também chorando de rir, tentou concertar a besteira e refazer a pergunta. Mas já era tarde demais! Eu e a Bia havíamos escutado a pergunta, inicialmente inocente, e não deixaríamos o fato passar em branco!

Mais uma vez… A minha querida Carol chutou o balde muito bem!

E… Sinto muito Carol…

Mas você sabe que eu AMOOOO rir dos seus “baldes”, não é mesmo??

carol

Carol

bia

Bia

TEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE

AAAAAAAAAAAAAMOOOOOOOOOOOOOOOOOO

MUUUUUUIIIIIIIIITOOOOOOOOOOOOOOOOO

CAAAAAAAAAAAAROOOOOOOOOOOOOOOOOOL

Beijos a todos… =****

ps: post retirado de um de meus blogs (http:fabi.books.zip.net) – Post do dia 22 de Março de 2010.



{março 17, 2011}   Days with Bia!

Um pouquinho de insolação…

Uma entrevista marcada com a Assessoria de Imprensa da Unicamp… Até aí… Algo tradicional para mim e minhas amigas de trabalho universitário… Nada fora do comum para nós, jornalistas…

A manhã começa com um homem bizarro no ônibus fretado. Sabe aqueles caras com aparência de 30 anos, cabelinhos arrumadinhos para o lado, óculos fundo de garrafa e cara de nerd? Pois é… Eis a figura sentada ao meu lado! Nada contra a aparência, isso não me incomoda nem um pouco. O problema foi o incômodo dele que me incomodou. Aquele ser não parava de se mexer no banco, o tempo todo se ajeitando no assento… E lá se vai a minha chance de tirar uma soneca matutina antes de chegar na Puc…

Na universidade recebo a seguinte mensagem da Carol, uma das integrantes do meu grupo para a entrevista: “Oie gente, vou chegar 9:30 porque o MALDITO busão passou mais cedo! Daí eu aviso se me encontro com vocês na Unicamp já, ok? Beijos” … Tudo bem… O “MALDITO” dela descrevia muito bem o meu percurso até ali… Inocência minha por ter achado aquilo maldito… Aí de mim…

Assistimos à aula do nosso querido professor Bazi e… Finalmente nos resolvemos com o TCC!

Milagre!

No intervalo, subimos para a praça de alimentação e compramos chocolates em uma chocolateria fantástica e deciliosa!

Hmmm… A vida é doce!

A Carol vai ao nosso encontro e adivinhem! O pai dela iria levá-la até a Unicamp e também nos daria carona, não precisaríamos pegar um ônibus!

Aaah… Parecia que o meu dia estava ficando cada vez melhor!

Repito: “Aí de mim…”

Fomos animadas no carro, conversando sobre os mais diversos assuntos: trabalhos, encontros, vidas amorosas, fofocas, planos, serviços, o calor, a entrevista…

Bom… nem preciso dizer que a entrevista em si foi um sucesso! O pessoal nos recebeu super bem, responderam a tudo de maneira exemplar, foram mega hospitaleiros e até fizemos mais do que a professora havia pedido para o trabalho! Mas, assim que olhamos para o relógio… O meu dia começou a se transformar em uma obra de Edvard Munch, “O Grito”! Eram 12:28… O meu ônibus sairia às 12:35!

Ok… 7 minutos!

A Carol ficou por lá mesmo, afinal, além da PUC ela faz Unicamp também. Não compensaria a garota voltar para a Universidade Católica e depois retornar para a Universidade de Campinas! Mas, com boa amiga que ela é, nos indicou o ponto de ônibus e avisou que existia um “PUC-Unicamp” que poderia nos levar de volta sem problemas.

Fomos para o ponto… Eis que pára um “Circurlar Interno”. A Débora pergunta ao cobrador e depois nos informa: “ele disse que o ultimo ponto dele é na PUC”. ÓTIMO! Estamos salvas! Não pago o ônibus e ainda por cima posso chegar a tempo para pegar o meu fretado! Maravilha!

Hm… Mas quando a esmola é muita… Até o santo desconfia, não é?

O último ponto era no começo do subidão “Unicamp – PUC”…

Como previsto pela minha amiga Beatriz, quem desconfiou desde o começo, o CIRCULAR INTERNO não saia da Unicamp…

Enfim… o verdadeiro maldito percurso começa agora!

A Débora correu acelerada na frente… Não nos acompanhou. Compreensível, afinal, ela também não queria perder o fretado dela. Contudo, já eram 11:40! Prá quê a pressa…? Desisti de correr atrás de algo perdido e aconselhei a Bia a diminuir o passo assim como eu… Deixamos a Dé sumir pelo horizonte escaldante…

Sol à pino… E eu e minha amiga Beatriz subindo aquela ladeira infernal e sem fim… Entre uma grama suja e um asfalto quente. Fizemos uma parada rápida para prendermos os nossos cabelos. Ajudou um pouco com o calor na nuca… Mas o resto… Continuava a mesma transpiração melada, a mesma ardência na pele, o mesmo calor incômodo, os mesmo cabelos molhados de suor e as mesmas roupas grudentas…

O calor era tanto que começamos a alucinar! Divagamos sobre o poder de Hiro do seriado Heroes e como seria ótimo congelar o tempo… Mas e a energia? Congelaria também? O ar condicionado funcionaria? Não seria melhor roubar um carro nesse caso? … Também divagamos sobre cérebros inchando e parando de raciocinar… Então não é melhor manter eles funcionando? Pense em alguma coisa! Pense em um elefante roxo! Em uma girafa vermelha! E… Em uma lagartixa cor-de-rosa! Lagartixa cor-de-rosa? Pois é…

Creio que deu para entender o nosso estado, certo?

Chegamos ao nosso destino! Tomamos, literalmente, um banho na pia do banheiro mais próximo. Tentamos ajeitar o máximo possível o estrago que a nossa “caminhada” causara.

E feito isso… Conseguimos almoçar com a nossa amiga Nara!

Aaah vitória!

Será mesmo?

Hm… Acho melhor não narrar a minha saga de volta para casa, não é mesmo? Temo que você acabe entrando em desespero…

Enfim…

Quem disse que um pouco de insolação não faz mal?

 

Bia

Bia

Debora

Nara

Nara

eu

eu (foto antiga)

Beijos a todos =****

ps: post retirado de um de meus blogs (http:fabi.books.zip.net) – Post do dia 23 de Março de 2010.



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