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Olá, readers! Estamos de volta das férias! E a resenha de hoje é… planeta

Se atualmente a franquia O Planeta dos Macacos está em um alto patamar de consideração entre os amantes da boa ficção científica, o mérito não reside apenas no clássico de 1968 com Charlton Heston, mas sim, no livro provocativo e impactante do francês Pierre Boulle – também autor de A Ponte do Rio Kwai – que deu origem à franquia.

A obra já foi lançada no Brasil por outras editoras, e agora encontrou sua casa definitiva na Editora Aleph, que brindou os fãs com uma edição caprichada na apresentação.

O enredo difere bastante do filme original; a começar pela sociedade dos macacos, retratada no texto como uma sociedade avançada tecnologicamente, com prédios, carros e aviões, porém estagnada do ponto de vista sociológico.

O protagonista, Ulysse Mérou é um jornalista que aceitou cobrir a primeira viagem tripulada à megaestrela Betelgeuse. Acompanhado do prof. Antelle e seu aprendiz, a viagem – que levará 700 anos da Terra para ser concluída – os leva a um planeta próximo dessa estrela.

Batizada pelos exploradores de Soror (francês para “irmã”, devido à sua atmosfera agradável e água potável), o trio de viajantes encontra uma humana nua, com comportamento animal, que batizam de Nova.

Não demora muito para que encontrem outros humanos em igual estado de animalidade, e para espanto dos terráqueos, macacos racionais e trajando roupas surgem na mata para caçar esses humanos.

Mérou, com o seu dom de fala e raciocínio, causa um verdadeiro furor no planeta e muda a vida de dois cientistas chimpanzés, a simpática Zira e o analítico Cornelius.

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Durante o texto, o autor mantém um ar de ironia e crítica velados. Ao questionar o mero fato de macacos se comportarem como seres humanos, Boulle faz que o leitor questione-se aonde termina o macaco e começa o humano em cada um de nós.

Narrado em primeira pessoa, o texto traz imensas digressões do protagonista sobre a natureza humana, nossa sociedade e a nossa humanidade. Questões levantadas lááá em 1963 que até hoje permanecem relevantes, e o relançamento do livro é uma ótima oportunidade para trazê-lo de volta aos debates literários aqui no Brasil.

A história se move em um ritmo lento, apesar de sua curta duração, mas nunca perde a linha satírica, e brinca o tempo todo com o absurdo que, afinal de contas, são fucking macacos usando fucking ternos e conversando sobre fucking ciência!

Pierre Boulle criou uma história que atravessou gerações, e a franquia O Planeta dos Macacos continua a todo vapor: o próximo filme, provavelmente intitulado como War on the Planet of the Apes estreia em 2017.

Não deixe de ler este livro incrível e instigante; as perguntas que você se fará sobre quem é humano e quem é o animal podem lhe trazer respostas surpreendentes. Reserve um espaço na sua prateleira para esta versão literária linda do O Planeta dos Macacos, de Pierre Boulle, lançada pela Aleph!

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Texto by Guh Valente

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Olá, leitores Jedi!

Estamos de volta e desta vez iremos falar de…

Star Wars – Kenobi!

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2015 definitivamente é o ano de Star Wars. Com a estreia de O Despertar da Força no final do ano, é a hora dos fãs correrem para todo tipo de lojas e adquirir produtos dessa saga de uma galáxia tão tão distante (as minhas canecas do ovo de páscoa estão me encarando enquanto digito este texto).

É nos livros que a Força tem estado com Star Wars aqui no Brasil: Herdeiro do Império, primeiro de uma trilogia continuando a história de O Retorno de Jedi – sem relação com o vindouro filme da Disney, contudo – vendeu mais de 40 mil exemplares desde o lançamento em dezembro.

Porém, enquanto a continuação não chega, a Aleph nos presenteou com um conto centrado em um único e fascinante personagem da série: o mestre Jedi Obi Wan Kenobi.

Kenobi

Kenobi é escrito não somente como um estudo de personagem, mas também como uma mistura eficiente de aventura, fantasia e uma boa dose de velho oeste americano.

Duvida?

Vamos à sinopse então:

Num povoado remoto no meio do deserto, alguns habitantes sofrem com ataques de nativos. Para contornar o problema, um fazendeiro decide que a melhor coisa a se fazer é uma ‘milícia’, que defende as pessoas em troca de um certo valor. Tudo isso é abalado quando um homem misterioso chega ao povoado. Sem revelar nada sobre seu passado, ou quem ele é, o forasteiro conquista amigos e inimigos, enquanto desperta sentimentos mais profundas em uma determinada porém solitária dona de armazém.

Faroeste demais?

Pois é exatamente assim que o autor estruturou Kenobi. O deserto é o planeta Tatooine, palco de muitos eventos da saga Star Wars, o forasteiro é Obi Wan “Ben” Kenobi e os nativos são os perigosos caçadores Tusken, coloquialmente conhecidos como o Povo da Areia.

A força do livro está nos personagens secundários, todos criações de J.J. Miller. Temos o fazendeiro Orrin Gault, que vendo nos ataques do Povo da Areia uma chance de tirar uma graninha, é o responsável por criar a milícia.

Os filhos de Gault, Mullen e Veeka, são os típicos jovens e encrenqueiros, sendo uma má influência para o jovem Jabe Calwell, filho de Annileen, dona do maior mercado do povoado onde a história se passa: o Oásis Pika (eu sei, eu sei…).

Annileen é uma mulher forte, determinada e sofrida, que cria os filhos com mão de ferro e carinho ao mesmo tempo, resistindo às investidas de Orrin, que foi um dos responsáveis pela prosperidade do Oásis junto com o falecido marido de Annileen.

Outro personagem de bastante destaque é A’Yark, líder de guerra do Povo da Areia. O arco de A’Yark é eficiente em mostrar o outro lado do conflito, embora os capítulos focados nesta personagem sejam um pouco mais arrastados, embora não menos interessantes.

O que nos traz ao personagem principal do livro!

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Ben Kenobi ainda se encontra atormentado pelos eventos ocorridos no Episódio III – A Vingança dos Sith. Com dificuldades para aceitar a perda de Anakin Skywalker e o fim da ordem Jedi, Kenobi recorre à meditação direcionada a seu antigo mestre, Qui-Gon Jinn.

É possível sentir todo o peso e o sofrimento do mestre Jedi, que se culpa pela derrocada de Anakin ao lado sombrio da Força e sua impotência diante da ascensão do Império Galáctico. O sentimento de amizade e respeito que Obi Wan (Ben, na maior parte do livro) nutre por Annileen é tocante e cresce aos olhos do leitor, com direito até uma crush adolescente vinda da filha da personagem: Kaillie.

O autor humaniza Ben de uma maneira que nem o próprio George Lucas conseguiu, fazendo com que torçamos para que Kenobi consiga a felicidade que tanto deseja.

Mas, como fãs de Star Wars, sabemos que a missão de ficar de olho em Luke Skywalker significa mais para ele, o que leva a certas passagens do livro que são de cortar o coração.

A obra não possui nenhuma grande revelação (somente uma surpresa bem legal com relação a um personagem inesperado), mas compensa na alma que o enredo os personagens possuem. Não estava esperando que o livro fosse ser uma leitura tão agradável, mas John Jackson Miller conseguiu algo bem legal: me fez enxergar vários momentos dos filmes com um olhar diferente.

E provar mais uma vez o quanto o Obi Wan é um Jedi mega fodão!

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Texto by Guh Valente

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Olá, cyberleitores!

Estamos retomando as resenhas aqui no blog e a obra resenhada da vez é…

NEUROMANCER

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“O céu sobre o porto tinha cor de televisão num canal fora do ar”

Essa única frase, além de iniciar a leitura de Neuromancer, também dá o tom do que vamos encontrar ao longo do livro de William Gibson; um cenário diferente e ao mesmo tempo igual a tudo que já vimos!

Neuromancer foi o livro que contribuiu para o início do cyberpunk; sub-gênero da ficção científica que retrata um avanço tecnológico inversamente proporcional ao social.

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No futuro, existe a matrix; um espaço de alucinação que existe no ciberespaço como forma de manipular dados. E os homens e mulheres que conseguem participar da matrix são chamados de cowboys, sendo que eles necessitam de decks especiais para poder entrar.

O protagonista de Neuromancer é o cowboy Case, que depois de tentar passar a perna em um empregador, perdeu sua capacidade de entrar na matrix.

Desesperado e com uma veia suicida, Case aceita um trabalho misterioso vindo de Armitage – um militar com um passado misterioso – em troca de poder retornar. Aliado com Molly Millions, uma samurai de rua com implantes cromados no lugar de olhos e unhas retráteis, Case adentra um submundo de interesses corporativos, espionagem, manipulação de informações e inteligências artificiais sencientes.

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No mundo atual, alguns recursos utilizados pelos personagens soam bastante datados e as descrições dos cenários lembram bastante uma paisagem de filme oitentista de sci-fi. E isso é exatamente o que o Guh aqui adora!

Esse ar retrô futurista dá uma sensação única durante a leitura, me fazendo pensar naqueles clássicos trash de sci-fi em VHS que se encontravam no cantinho da locadora.

Mas, Neuromancer é tudo, menos trash!

William Gibson pode não ter sido um bom futurista, mas acertou na sua visão sobre o domínio das corporações no cotidiano e na nossa atual dependência de tecnologia pra fazer qualquer coisa.

O autor imagina um mundo onde inteligências artificiais criam “vida” e passam a ter desejos humanos e (quase) divinos. E está aí a sacada do livro: os personagens humanos são quase máquinas funcionais, fazem apenas o que lhes é requerido do enredo, com um ou outro intervalo onde podemos enxergar alguma humanidade neles. São as I.A.s que recebem o maior indício de profundidade de personagem. O que é bastante interessante e perturbador.

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Dois anos antes da publicação de Neuromancer (1984), o filme Blade Runner (<3) já havia tocado nos mesmos temas de humanidade em máquinas e, devo dizer, de forma bem tocante.

Porém foi o livro de William Gibson que cimentou o cyberpunk no imaginário coletivo!

A escrita pode parecer um pouco difícil à primeira vista, mas o autor vai direto ao ponto e, em uma única frase, coloca uma informação que será importante ao longo do enredo todo.

Apesar da frieza dos personagens, o leitor se sente investido na jornada de Case para cumprir a estranha missão que lhe foi dada. É uma sensação ímpar se aventurar na mega cidade que o autor imaginou para suas histórias: o Sprawl. (Um conglomerado de cidades americanas interligadas entre si, formando uma mega mega megalópole, sacaram?)

E a cada ano que passa, a importância de Neuromancer é reiterada tanto quanto literatura, quanto pelas inovações que trouxe. Além de ser responsável pela criação da palavra ‘ciberespaço‘, Gibson pavimentou muito do que viríamos a conhecer como a internet!

O autor lançou duas continuações que se passam no universo do Sprawl: Count Zero e Mona Lisa Overdrive, todas publicadas pela (excelente, incrível, maravilhosa) editora Aleph!

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Aliás…

Aleph vem sendo um pilar da ficção científica no Brasil, publicando autores como Isaac Asimov, Philip K. Dick, Frank Herbert, Arthur C. Clarke, Ursula K. Le Guin, ente outros… Além de publicar clássicos como: Laranja Mecânica, a série John Carter de Marte, O Planeta dos Macacos, a graphic novel O Perfuraneve e, atualmente, também cuida da publicação dos romances de uma certa saga espacial chamada Star Wars, já ouviram falar?

E para quem ainda não viu,  edição de 30 anos de Neuromancer está caprichadíssima e vem com três contos extras: Johnny Mnemônico, Queimando Cromo e Hotel New Rose! Estes textos ajudam a ambientar, ainda mais, o cyberpunk na mente do leitor e contribuem para atestar a genialidade de William Gibson, que ousou sonhar com a internet lá no começo dos anos 80, antes de sermos completamente viciados nela.

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Eu, com certeza, recomendo a leitura para quem gosta do mundo cyberpunk ou tem curiosidade de conhecer!

E para ajudar a entender melhor o livro, eis a sinopse oficial da obra:

“No futuro, existe a matrix. Uma espécie de alucinação coletiva digital na qual a humanidade se conecta para, virtualmente, saber de tudo sobre tudo. Mas há uma elite que navega por essa grande rede de informação – os cowboys. Case era um deles, até o dia em que tentou ser mais esperto do que os seus patrões. Que fritaram suas conexões com o ciberespaço, tornando-o um pária entre os seus iguais. Ele vaga pelos subúrbios de Tóquio, mais envolvido do que nunca em destruir a si próprio, até ser contatado por Molly, uma bela e perigosa mulher que, assim como ele, desconfia de tudo e de todos. Os dois acabam se envolvendo numa missão cheia de mistérios e perigos. Esta edição comemorativa de 25 anos de ‘Neuromancer’ conta com nova tradução de Fábio Fernandes e prefácio de William Gibson. O romance de estréia de Gibson é o primeiro volume da chamada ‘Trilogia do Sprawl’, que ainda inclui os livros ‘Count Zero’ e ‘Mona Lisa Overdrive’.”

Texto by Guh Valente

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ATENÇÃO, ATENÇÃO!

Trago noticias deliciosas e vampirescas!

Aos fãs de literatura nacional, digo apenas: CORRAM ANTES QUE SEJA TARDE DEMAIS!

É isso mesmo! É melhor correr, pois é por tempo limitado que a Editora Aleph está realizando uma mega promoção dos livros da escritora brasileira Nazarethe Fonseca!

Ao todo são cinco títulos custando apenas R$15,00!!!

Portanto, essa é uma ótima oportunidade para aqueles que ainda não completaram a coleção da série Alma&Sangue! (assim como eu, que já corri e comprei os que me faltavam! =D)

Agora não tem mais desculpas para dizer que a sua saga está incompleta!

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Sinopses dos cinco livros em promoção, oferecidas pela Aleph:

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Alma & Sangue – O despertar do Vampiro (vol.1)

Kara Ramos é uma jovem restauradora, determinada e espirituosa, que aceita o desafio de reformar um casarão abandonado na cidade de São Luís, no Maranhão.

Porém, o que ela jamais poderia imaginar era encontrar adormecida no sótão uma criatura com mais de 300 anos, sedenta de sangue e vingança.

Agora que despertou, o vampiro Jan Kmam irá até as últimas consequências para se vingar de seus inimigos. Para tanto, não hesitará em envolver Kara em seu mundo de sombras e sedução.

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Alma & Sangue – O Império dos Vampiros (vol.2)

Após cinco anos, Jan Kmam volta a São Luis na companhia do Rei dos Vampiros, o milenar Ariel Simon. As ruas da cidade estão tomadas por boatos. Um manuscrito promente revelar aos mortais os segredos de um reino guardado a sete chaves. Mas o que os cidadãos nem imaginam é que um ser maldito está à solta, fazendo vítimas que logo despertarão com sede de sangue.

Para impedir que o caos se espalhe, vampiros dos quatro cantos do mundo se reunirão em arena para decidir o destino dos imortais. Entre alianças e desavenças, os inimigos do rei não hesitarão em tentar derrubá-lo e roubar sua coroa.

alma_e_sangue3Alma & Sangue – O Pacto dos Vampiros (vol.3)

Desolada com a perda de seu mestre e amante após os episódios narrados em Alma e Sangue – O Império dos Vampiros, Kara Ramos deixa São Luís para cumprir uma jornada de aprendizado, reencontro e descobertas. É quando toma conhecimento da existência dos homens-lobos e de sua feroz rivalidade com os vampiros. Uma disputa imemorial refreada por um Pacto firmado há mais de dois mil anos. Mas esse delicado equilíbrio está ameaçado pela ambição daqueles que conspiram contra o rei e por uma antiga maldição. Kara, agora movida pelo desejo de reaver seu eterno amor, acaba se envolvendo nessa perigosa trama de poder e vingança. E para enfrentar inimigos tão poderosos, contará com a ajuda de novos e improváveis aliados para proteger uma relíquia cujos segredos podem selar o destino de todos. Uma história cruel e fascinante que redimensiona e dá continuidade à consagrada saga de Alma e Sangue.

alma_e_sangue4Alma & Sangue – A Rainha dos Vampiros (vol.4)

Em Alma e Sangue: A Rainha dos Vampiros, a autora maranhense Nazarethe Fonseca encerra com maestria a saga Alma e Sangue, revelando os mistérios do mundo imortal e o destino do amor transcendente entre Kara e Kmam. Com o despertar de um inimigo ancestral, a trégua entre o império do rei Ariel e a Alcateia do Senhor dos Lobos está ameaçada.

É nesse contexto que a vampira Kara Ramos, personagem central da saga, retorna vitoriosa da guerra do Egito e se vê envolvida em um perigoso triângulo amoroso com seu mestre e amante, Jan Kmam, e com Ariel Simon, o rei dos vampiros. Ao mesmo tempo, os adversários do rei se unem para lhe tomar a coroa num golpe decisivo. Um desfecho eletrizante narrado com todo o terror, intriga e paixão que consagraram a série.

alma_e_sangue_kara_e_kmamKara e Kmam (Segredos de Alma & Sangue)

Kara e Kmam – Segredos de Alma e Sangue, de Nazarethe Fonseca, é uma aventura nascida da saga de sucesso Alma e Sangue, que conquistou centenas de fãs no país. De um lado, Jan Kmam, um vampiro de 400 anos e muitos poderes; do outro, Kara Ramos, sua jovem, bela e enigmática amada, que acaba descobrindo o mundo vampiro ao lado de um mestre sem igual. Kara precisa ser a melhor no que faz, aprender a se defender, a lutar e a vencer. Porém, um segredo colocará o amor de ambos a prova. Sem que Kara perceba, tal mistério vai colocá-la diante do rei dos vampiros e acabará por enredá-la numa teia de sedução e desejos proibidos. Leitura obrigatória para os fãs da série, Kara e Kmam é também a chave para desvendar os segredos da saga Alma e Sangue.

 



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