World Fabi Books













Olá, olá, leitores queridos do nosso coração!

Estamos de volta com mais uma dica ÓTIMA de leitura para vocês: Declaração de Amor – Poema para os namorados do celebre e saudoso Carlos Drummond de Andrade!!!

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O livro, com apenas 64 páginas, foi publicado no mês passado (no dia 15 de maio) pela editora Companhia das Letras.

A obra faz um breve “panorama do amor” e, para isso, reúne vários trabalhos poéticos, românticos e deliciosamente apaixonados de Drummond, que, nestas páginas, teve o seu lado lírico totalmente exposto em 27 poemas, meticulosamente extraídos de 12 livros.

Para aqueles que desejam recordar um pouquinho sobre a história deste incrível e genial escritor, nós lembramos a vocês que o currículo de Carlos Drummond de Andrade começa em 31 de outubro de 1902, quando nasceu em Itabira do Mato Dentro (MG).

Ele começou a carreira de escritor como colaborador do Diário de Minas, que aglutinava os adeptos locais do movimento modernista mineiro. Logo após, em parceria com outros escritores, ele fundou A Revista, que, apesar da vida breve, foi um importante veículo de afirmação do modernismo em Minas.

Depois, Drummond ingressou no serviço público e, em 1934, transferiu-se para o Rio de Janeiro, onde foi chefe de gabinete de Gustavo Capanema, ministro da Educação – o cargo durou até 1945. E em 1954 começou a colaborar como cronista no Correio da Manhã e, a partir do início de 1969, no Jornal do Brasil.

Alvo de admiração irrestrita (como sempre), tanto por suas obras quanto pelo seu comportamento como escritor, Carlos Drummond de Andrade encerrou sua magnífica carreira no dia 17 de agosto de 1987, quando, infelizmente, morreu no Rio de Janeiro RJ… Curiosamente, poucos dias após a morte de sua filha única, a cronista Maria Julieta Drummond de Andrade.

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Voltando à obra…

Todos os escritos ali agrupados, de forma tão singela e gostosa, vieram de uma criteriosa seleção realizada pelos netos do poeta Pedro Augusto Graña Drummond e Luis Mauricio Graña Drummond.

Além do mais, o livro é um deleite aos olhos, não somente pela leitura maravilhosa, mas também, por causa de seu projeto gráfico exclusivo e das lindas ilustrações feitas especialmente para a “coletânea” pelo aclamado artista Nik Neves.

Declaração de Amor_Carlos Drummond de Andrade

E para quem ficou curioso, eis a sinopse oficial da obra, publicada pela editora:

“Com o subtítulo “Canção de namorados”, esta reunião de poemas amorosos, românticos e deliciosamente apaixonados de Carlos Drummond de Andrade mostra a faceta mais lírica do grande poeta mineiro. Textos já clássicos ou que merecem uma nova leitura, como “Amar”, “Lembrete”, “Ausência”, “Toada do amor”, “Declaração de amor” e “O chão é cama”, foram criteriosamente selecionados por Luis Mauricio e Pedro Augusto Graña Drummond, netos do poeta e grandes conhecedores de sua obra. O resultado é uma celebração de beijos, abraços e carinhos – uma festa para o amor, enfim.” Degustação do livro: Declaração de Amor de Carlos Drummond de Andrade (Degustação)

Esta é a medida certa de romantismo para quem busca aquele presente especial no Dia dos Namorados, não é?

Texto by Fabi

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(na foto, participação especial do meu amor, Guh Valente!)



{janeiro 7, 2015}   Feliz Dia do Leitor!!!

PARABÉÉÉÉNS, LEITORES!!

Hoje é o nosso diaaaa!! Yeeeaaaah!!

Afinal de contas, hoje, 07 de Janeiro, é o Dia do Leitor!

 

Feliz Dia do Leitor

Sempre que lemos, fazemos viagens incríveis, saímos de nossas cadeiras, de nossas cidades, de nossos estados, de nossos países, de nosso planeta, de nosso mundo e universo… E, então, viajar se torna uma necessidade!

Nossos cérebros parecem inchar com tanta informação, o apetite cresce e eles clamam por mais e mais. Sentem uma abstinência danada quando ficamos muito tempo sem alimentá-los com palavras.

Leitura é um vício!

Assim que pegamos o gosto por ela, fica impossível abandonar! Um único livro no mês, quase não nos basta mais. Ler se torna tão essencial quanto respirar. E se ficamos um dia sem ler alguma coisa, seja uma mensagem no whatsapp, parece que nosso dia ficou incompleto…

Lemos um livro atrás do outro, uma HQ em seguida da outra, um mangá devorado por instante, um gibi a cada momento, uma revista a cada parada na banca, um e-book a cada recarregada, um jornal físico por dia e dezenas online… Ler, ler, ler, ler, ler e nunca parar!

Sentimos que apenas deixaremos de amar a leitura (sim! leitura e não literatura!) depois que partirmos desta existência… E, mesmo assim, torcemos para que, se houver outra vida, possamos carregar conosco essa paixão desenfreada.

Sim!

Somos bibliófilos!

Somos bibliomaníacos!

Somos bibliômanos!

Podemos ser biblioclastas, bibliométricos, biblioteconomistas, bibliógrafos, bibliologistas, bibliocléptos, bibliocleptomaníacos, bibliocleptômanos, biblioterapeutas, bibliocêntricos, bibliofílicos, bibliotécnicos, bibliotecologistas, bibliólatras, bibliotecônomos, bibliólogos, bibliopolas, bibliófagos, bibliognostas, bibliogênicos, bibliognósticos e bibliomantes!

Sofremos, gravemente de bibliofilismo, bibliotecosofia, bibliofilaxia, bibiolatria, bibliomania, bibliofilia, bibliocleptia, bibliocleptomania, bibliodiscernimento, bibliofilismo, biblioclastia, de bibliogênese, bibliólatria, bibliognosia, bibliomancia, biblioparapsiquismo, de uma bibliopatologia, bibliopoder, bibliossanidade e bibliotismo!

 (Ufa! Quanto “biblio”!)

Ou seja, temos, notadamente, um incrível autodiscernimento quanto à leitura em geral.

Somos leitores, flertamos sem pudor com as palavras, bebemos da doce fonte da literatura e somos amantes inveterados da leitura.

 

Texto by Fabi

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Hello, readers!

Voltamos com mais uma resenha para vocês!

Desta vez, vamos falar de dois livros: Casa de Segredos e A Batalha das Bestas! Ambas as obras fazem parte da saga Casa de Segredos.

Comecemos, então, pelo primeiro volume: CASA DE SEGREDOS

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Brendan, Eleanor e Cordelia são os ativos e espertos irmãos Walker. A estória começa com a família em dificuldades (já que o o papai Walker tem problemas no trabalho e perde o emprego) e precisando se mudar para a mansão Kristoff, a qual, aparentemente, parece perfeita para as crianças e seus pais.

Suspeito, não?

Uma mansão linda, que cabe dentro do bolso apertado dos Walker…? Há alguma coisa estranha aí, certo?

Quando a esmola é muita, o santo desconfia… E com razão! Pois, apesar de ser luxuosa e baratíssima, a casa pertencia ao misterioso escritor Denver Kristoff, o qual fizera questão de transformá-la num local cheio de segredos!

E num piscar de olhos, esses “segredos” fazem com que a família seja “atacada” por uma idosa bizarra (sim… uma ANCIÃ!!) e as três crianças, juntamente com a casa, sejam transportadas para uma terra estranha, um lugar selvagem e inóspito, repleto de guerreiros medievais patrulhando florestas, piratas fantasmagóricos rondando mares e uma rainha horripilante e sanguinária, sedenta por poder!

Assim… Lá se vão os irmãos em uma missão dentro de três obras literárias do tal Kristoff, para descobrir um livro misterioso com poderes incalculáveis, que poderá ajudá-los a salvar seus pais e, de quebra, o mundo! (não é a toa que a J.K. Rowling disse que esse livro é “uma aventura apaixonante sobre o poder secreto dos livros.”)

E à medida em que Brendan, Cordélia e Eleanor vão desvendando os mistérios e descobrindo os segredos, eles encontram o verdadeiro significado da palavra “lar” e percebem que há muito mais em suas vidas do que simplesmente dinheiro, jogos, celulares e estudos.

Durante a aventura, os irmãos são constantemente ameaçados de morte; têm sua lealdade para com o outro testada; fazem grandes amizades com personagens fictícios e se vêem á beira de um precipício de emoções, onde um mínimo deslize pode vir a custar a salvação da humanidade.

E para aumentar ainda mais o apetite de vocês para a trama, informo que vi um pouco de Jumanji (com uma pitadinha de Gremlins e Os Goonies) na estória de Casa dos Segredos! Na obra, a ação é implacável e inevitável; o perigo está sempre à espreita, com um vilão malvado (ou um monstro) a cada esquina!

É um livro repleto de aventura e criatividade! Para quem gosta de ficção fantasiosa cheia de adrenalina, este é o livro certo!

Ele pode parecer, para o público adulto, um pouco previsível em certos momentos, mas, acredito que isso não é exatamente um ponto negativo, já que a obra foi feita para o público juvenil e criada por dois grandes nomes da fantasia infanto-juvenil dentro da literatura e do cinema!

Ou seja, não podemos ler um livro escrito por Chris Columbus e Ned Vizzini, sem esperar uma overdose de mundos fantásticos e aventuras mirabolantes (e uma quantidade ínfima de sangue)!

E para quem não sabe, Columbus dirigiu os dois primeiros filmes de Harry Potter e foi roteirista de grandes filmes que marcaram nossa infância, como: Gremlins (1984), Os Goonies (1985) e O Enigma da Pirâmide (1985)!

E Vizzini (que infelizmente morreu em dezembro de 2013… Saiba mais, clicando AQUI)  foi um escritor famoso no gênero Y.A. (Y.A. – Young Adult – tradução livre: jovem adulto), sendo que uma de suas obras foi levada para a sétima arte: It’s Kind of a Funny Story (que aqui no Brasil foi traduzido como Se Enlouquecer, Não Se Apaixone)!

Os personagens criados pelos dois, na minha opinião, são ótimos!

Ás vezes têm comportamentos e atitudes um tanto “clichês”, porém, a personalidade de cada um se encaixa perfeitamente no enredo e os autores conseguem usá-los com maestria para fazer com que a trama corra bem.

Eleanor é a personagem mais jovem. Apesar de ter uma mentalidade bem madura para a sua idade, ás vezes, ela parece um tanto ingênua demais. Mas, de qualquer forma, ela é a mais esperta, amorosa, corajosa e altruísta dos três, sempre pensando nos pais, nos amigos e no futuro do mundo (mesmo que ás vezes, se canse fácil dos problemas e faça um pouco de birra, dizendo que “a humanidade não importa”).

Brendan é o irmão do meio e já preenche a cota de personagens sarcásticos do livro. Ele é um aficionado em jogos, não gosta de ler e é um tanto sonhador. Ás vezes, tenta bancar o herói, mas, sempre é lembrado (seja pelos monstros, pelos perigos ou pelas próprias irmãs e amigos), de que ainda é uma criança.

Cordélia, é a irmã mais velha e uma ratinha de biblioteca. Ela é a personagem culta e inteligente da trama, porém, apesar da inteligência, ela é um pouco impulsiva e facilmente levada pelos próprios sentimentos. Inclusive, é ela quem presenteia a nós, leitores, com um pouco de romance na obra, já que ela se apaixona por um dos novos amigos fictícios.

Além dos três e de seus pais (e do próprio Denver Kristoff), no livro aparecem o piloto Will Draper e a Bruxa do Vento. Ambos são personagens que ajudam no desenrolar da trama.

Will é uma das pessoas que os irmãos acabam conhecendo e, no fim das contas, criando uma forte amizade. De início, eles se esbarram, de maneira um tanto conturbada, naquele estranho mundo paralelo em que os três são enviados. Draper é quem mais ajuda os Wlaker a enfrentar os vários perigos daquele universo bizarro.

E a Bruxa do Vento, também conhecida como Dahlia Kristoff (que coisa, né?), é a vilã implacável da estória. Ela é inteligente e carrega um passado pesado e conturbado, o qual a motiva a cometer as atrocidades que vemos na obra. Além disso, a bruxa possui uma ligação especial com os irmãos, o que torna quase impossível para eles se livrarem dela.

O livro, publicado pela Galera Record (selinho do Grupo Record) aqui no Brasil, tem 398 páginas repletas de crianças lutando contra piratas, mercenários, esqueletos amaldiçoados e forças sobrenaturais, com uma cota de ações sangrentas, autópsias, esfaqueamentos, flecha, armas, espadas, aviões de guerra e jovens costurando os próprios ferimentos (os quais nos dão aflição)

Esta não é uma leitura para menininhos ou para menininhas, é simplesmente uma aventura em sua forma mais pura e simples, sem pretensões grandiosas e totalmente divertida! Casa de Segredos é altamente recomendada para preencher as horas vazias do seu dia!

Sinopse oficial:

“Brendan, Eleanor e Cordelia Walker um dia tiveram tudo: uma bela casa em São Francisco, pais adoráveis e todo o tipo de bugiganga eletrônica que podiam desejar. Mas tudo mudou depois que o pai perdeu o emprego em um misterioso incidente. A família está em dificuldades e precisa se mudar. À primeira vista, a mansão Kristoff parece perfeita. Mas a casa que pertencia ao misterioso escritor Denver Kristoff é cheia de segredos, e os três irmãos vão parar em um lugar selvagem que parece se misturar ao terreno da casa. Guerreiros medievais patrulham as florestas, piratas fantasmagóricos rondam os mares e uma rainha sedenta por poder governa aquelas terras. À medida que desvendam o mistério, Bren, Délia e Eleanor vão descobrir o verdadeiro significado de lar e perceber que não apenas sua família — está mais para a humanidade — que está correndo perigo.”

 …

Para quem gostou do livro, a editora já publicou a continuação.

E é sobre ela que vamos falar agora: A BATALHA DAS BESTAS

A Batalha das Bestas

Bom..

Quem ainda não leu o livro Casa de Segredos, então, provavelmente, ao ler esta resenha poderá levar alguns spoilers do primeiro volume. Portanto, se não se importam, podem continuar lendo este post… Maaaaas, se isso os incomodar e for atrapalhar a futura leitura de vocês, então, recomendo que parem por aqui e só voltem a ler depois de devorarem a obra anterior!

No final de Casa de Segredos, vemos a derrota de Dahlia Kristoff e a vida dos Walker melhorar bastante, já que agora são ricos (afinal, a riqueza cai bem em qualquer um, não é?)! No entanto, os irmãos estão tendo dificuldades em se encaixar em sua nova vida, ou melhor, em sua nova escola, a Bay Academy.

Brendan, antes o descolado garoto de São Francisco, agora não consegue fazer amigos e sofre de bullyng pesadoCordélia suspeita que suas aventuras podem ter afetado sua sanidade, uma vez que algo extremamente bizarro começa a acontecer dentro dela (fato que se torna sinistro depois que descobrimos o motivo pelo qual Vizzini se suicidou); e Eleanor só quer que tudo volte a ser como antes, visto que restaram apenas pessoas esnobes a sua volta (e sua família parece ainda mais desestruturada do que quando estava em dificuldades financeiras).

Além disso, Denver Kristoff resolve dar o ar da graça e parece estar tentando trazer Dahlia de volta à vida, o que, por tabela, coloca os Walker em perigo novamente. Assim sendo… Antigos inimigos retornam, deixando a aventura ainda mais surpreendente, pois certas escolhas e descobertas envolvendo os vilões mudam totalmente o rumo da estória.

Fora os inimigos, novos e velhos amigos (re)aparecem para ajudar as três crianças, mas, claro, não sem antes provar serem de fato dignos da confiança dos Walker!

Há muitas reviravoltas.

Nada mais parece ser o que realmente é….

E desSa vez, os autores resolveram alterar a formula e mudaram um pouco as coisas nesse segundo volume. Por exemplo… No primeiro, a história começa com muita ação e é uma “paulada” atrás da outra. Já em A Batalha das Bestas, as coisas começam bem mais devagar, sendo que os revés e as intrigas tomam o lugar das lutas desenfreadas.

Provavelmente, a intenção dos autores tenha sido dar uma pitada a mais de profundidade ao enredo, dando densidade às personagens e ampliando as relações entre elas. E acredito que, em certo ponto, isso funcionou, pois é possível ver uma leve evolução dos protagonistas em relação ao que eram no começo da aventura. Porém, admito que senti falta do ritmo alucinante e desenfreado do primeiro livro. (mas, ao meu ver, isso não estraga em nada a estória e nem o prazer de ler)

Tanto Columbus quanto Vizzini são, praticamente, homens de obras únicas, ou seja, eles não têm o costume de desenvolver continuações para as estórias que criaram. Fosse escrevendo um livro ou um roteiro para o cinema, o sucesso de ambos pertence há “volumes únicos”.

Suas POUQUÍSSIMAS continuações não fizeram tanto sucesso assim (ex.: Gremlins 2), portanto, eu já não esperava que a aventura dos irmãos Walker fosse dar uma “guinada”… Porém, apesar do ritmo um pouco mais lento, confesso que continuei amando a proposta!

Em A Batalha das Bestas, a ação demora para começar, no entanto, quando acontece, é de uma forma extremamente criativa! Algo que, felizmente, chegou a me surpreender! (portanto, valeu a pena ter paciência)

Agora, as batalhas são um pouco mais sangrentas, os atritos um tanto mais sérios e algumas cenas chegam a ser nojentas! Mas, é claro, se você está acostumado a ler obras de Stephen King, com certeza tirará de letra a leitura do livro, pois, apesar desse volume ser um pouco mais pesado do que o primeiro, ainda assim, não chega aos pés de uma cena de ação cheia de sangue e tripas do titio King! (digamos que, agora, é quase uma mistura de igual para igual de Jumanji com  Gremlins)

Contudo, apesar do sangue extra e das cenas um pouquinhooooo mais fortes, os valores, que os autores fazem questão de deixar marcados no primeiro livro, continuam presentes nessa continuação. A amizade permanece muito valorizada e os irmãos não param de provar que há uma linha tênue entre o certo e o errado. Os Walker permanecem colocando a família e os amigos acima das próprias necessidade e, mais uma vez, precisam mostrar que estão preparados para enfrentar quaisquer obstáculos que a vida lhes apresente.

Além disso, eles começam a aprender a lidar com despedidas e perdas. Tornam-se ainda mais maduros diante da frequente necessidade de dizer adeus uns para os outros, e não digo apenas entre os Walker, mas entre eles e os demais personagens como Will Draper e Felix, o gladiador (um personagem secundário, muito importante que aparece neste livro, para balançar o leve romance entre Cordélia e Will)!

Ah sim… Deixem-me acrescentar um adendo aqui… O gladiador já tinha me agradado (e muito), quando apareceu no livro, mas ganhou um lugar especial em meu coração, depois que fiquei sabendo que o filho de Vizzini, sem ser por acaso, se chama… FELIX!

O livro, também publicado aqui no Brasil pela Galera Record, possui 336 páginas de pura narrativa visual! Ou seja, se no anterior já era fácil se perder imaginando o mundo que os dois autores criaram, nesse segundo, então… Você não ficará perdido apenas nos cenários, como também nas cenas mais impactantes e marcantes!

Aliás… A capa é tão linda quanto a anterior, o que torna as duas obras incrivelmente especiais!

Pretendo continuar lendo a série (espero que continue, mesmo depois da triste partida de Vizzini… De qualquer forma, mesmo que pare por aqui, os livros são acontecimentos com começo, meio e fim na vida dos personagens). As obras me cativaram demais e acredito que a premissa que os autores empregaram à série é simplesmente fantástica!

Quem ama livros com certeza não tem como não se apaixonar pela criatividade de Chris Columbus e Ned Vizzini!

Sinopse oficial:

“Após a derrota de Dahlia Kristoff, a Bruxa do Vento, a vida dos Walker, que agora estão ricos, melhorou bastante! Apesar disso, os irmãos estão tendo dificuldades em se encaixar na sua nova escola, Bay Academy: Brendon não consegue fazer amigos, Cordelia suspeita que suas aventuras podem ter afetado sua mente e Eleanor só quer que tudo volte a ser como antes. Além disso, Denver Kristoff está tentando trazer Dahlia de volta a São Francisco, colocando de novo os Walker em perigo. Antigos inimigos farão escolhas surpreendentes e novos amigos precisarão se provar dignos de confiança conforme os Walker viajam de uma ponta do mundo a outra.”

Texto by Fabi

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Olá, leitores!!

Voltamos com mais uma resenha! E neste ano, pretendemos aumentar o número delas por aqui… Afinal, 2014 foi um ano bem fraco para os resenhistas do World Fabi Books, não é?

Bom… Recomecemos, então, com uma das célebres obras do lendário Stephen King: CHRISTINE!

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Eu estava numa vontade louca de reler ou até mesmo ler algo do titio King, quando ganhei de cortesia uma edição pocket de Christine. Então, mais do que depressa, engoli o livro!

A obra pode parecer extensa, já que na versão Ponto de Leitura (selinho da editora Objetiva) são 764 páginas e na normal da Suma de Letras (outro selinho da Objetiva) são 321. No entanto, a leitura é bem dinâmica e rápida. Eu li em apenas um dia, mas eu sou uma aberração, portanto, acredito que para vocês, não anormais, seja possível ler em menos de cinco dias.

O livro conta a história de Arnie Cunningham (um perdedor), de seu carrão – um Plymouth Fury 58 – e de seus colegas Dennis Guilder (o sensato gatão) e Leigh Cabot (a rival de Christine).

E, como sempre, Stephen King ambientou a trama em uma cidadezinha interiorana da Pensilvânia, chamada Libertyville (não, desta vez não é no Maine), onde quase ninguém presta e a maioria têm algum negócio ou passado profano. Ou seja, um lugar esquecido por Deus, no qual os únicos decentes são, aparentemente, as famílias de Dennis e Leigh (e, talvez, a família de Arnie também).

O enredo começa com a amizade entre Dennis e Arnie, sendo que o pobre Cunningham é a frequente fonte de gozação dos colegas e o Guilder, o atleta bom samaritano, é o amigo de infância da vítima (aliás, o ÚNICO amigo).

Arnie, além de ser saco de pancadas, físicas e psicológicas, da população local, é também um “pau mandado” de seus pais e um gênio da mecânica automotiva. Porém, tudo começa a mudar quando Christine entrar em sua vida.

O que acontece entre os dois é amor à primeira vista e a partir do dia em que se encontram, o mundo ganha um novo sentido para Arnie, agora tudo para ele é estar com Christine

Contudo, como vocês já devem saber, Christine não é uma garota e sim um carro, mais especificamente um demoníaco Plymouth Fury 1958, nas cores vermelho e branco.

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E esta sinistra união começa a transformar Arnie, alguma coisa se apodera da alma dele e, consequentemente, as pacatas noites de Libertyville começam a se tornar assombradas.

Algo poderosamente maligno é solto pelas estradas da cidadezinha do interior da Pensilvânia. E todos os envolvidos parecem começar a sentir que há uma força sobrenatural rondando e espreitando na escuridão,  deixando seu rastro de sangue.

Sempre que alguém magoa, ameaça ou machuca Arnie, Christine aparece para fazer justiça com as próprias rodas, ou melhor, para ASSASSINAR a sangue frio!

Vestígios vão sendo deixados a cada morte e os holofotes vão sendo direcionados ao bizarro casal. Apesar das mudanças, tanto comportamentais quanto físicas (pois, ele se torna um gatinho depois que fica obcecado por Christine), Arnie tenta viver uma vida normal.

Ele arranja uma doce namorada, Leigh; arruma um emprego e tenta passar mais tempo com seu melhor amigo. Contudo, algo o impede de viver assim e a culpa não é apenas de Christine! Há algo ainda mais podre envolvido e Dennis e Leigh conseguem sentir isso.

Portanto, para quem gosta de se surpreender, de terror leve e de Stephen King, este é uma ótima pedida!

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Além de ter um bônus por ser uma obra do senhor King, o livro é bem estruturado, o enredo é bem desenvolvido e ele possui uma narrativa dinâmica e gostosa de se ler. Ele é dividido em três partes, sendo que a primeira e a terceira parte são narrados em primeira pessoa por Dennis e a segunda parte é narrada em terceira pessoa, ou seja, por um narrador onisciente, o que ajudou a aumentar ainda mais a tensão.

Não há pontas soltas, tudo é bem amarradinho e elaborado. No entanto, admito, a estória é bem mirabolante… Mas, convenhamos… Se você está lendo uma obra de Stephen King, então, provavelmente, não está atrás de algo plausível e realista, não é?

Confesso que o enredo possui, de fato, algumas passagens um tanto cansativas, porém, saiba que elas não são desnecessárias! Na verdade, essas passagens acabam contribuindo para a construção de personagens e para o desenvolvimento da estória.

Aliás, falando nos personagens…. Eles são muito bem construídos e explorados, inclusive, os secundários!

O Arnie, apesar de estranho, é um personagem super interessante, sendo o que mais se transforma durante a trama: há o Arnieantes Christine” e “depois Christine”, o que brinca muito com os nossos sentimentos durante a leitura.

O Dennis é decidido e um personagem devidamente usado pelo autor. Ele tem aquele perfil de herói, mas, ao mesmo tempo, faz questão de demonstrar que não faz ideia alguma do que está fazendo. É do tipo que faz porque precisa ser feito e porque há sentimento envolvido, sem pretensão alguma.

A Leigh é doce e divertida, num primeiro momento, acredita-se que ela seja uma personagem secundária sem grande importância, contudo, com o decorrer da trama, percebemos que, na verdade, ela é uma peça chave. Na minha opinião, o papel dela na estória é surpreendente.

Christine, é, claro, a grande ASSASSINA! Durante o livro, nós a vemos ser tratada como “ela”, como uma mulher mesmo, o que torna a presença da personagem ainda mais sinistra. Não dá para falar muito deste Plymouth sem dar spoilers demais, mas saibam que os assassinatos de Christine são dignos de um show! O titio King extravasa toda a sua mente sórdida através das mortes horrendas cometidas pelo carro.

Se você procura por um terror puro, esta é a pedida!

Provavelmente, não terá pesadelos por causa de Christine, porém, durante a leitura, poderá ficar um pouquinho perturbado, hipnotizado e afixionado por Plymouths 58, principalmente nas cores vermelho e branco!

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Sinopse oficial do livro:

“Arnie Cunnigham era um perdedor. Rosto coberto de espinhas, desajeitado com as garotas, magro demais, passava os dias pelos corredores da escola, tentando fugir da gozação dos colegas. Isso até Christine entrar em sua vida. Amor à primeira vista. A partir desse dia, o mundo ganha novo sentido. Tudo o que Arnie quer é estar junto de Christine. Mas não se espere um novo Romeu e Julieta, tratando-se da mente assombrosa de Stephen King. Christine é um carro. Um Plymouth Fury 1958. Um feitiço sobre rodas que se apodera de Arnie e faz dele alguém diferente. Há algo poderosamente maligno solto pelas estradas de Libertyville. Uma força sobrenatural que vai deixando seu rastro de sangue por onde passa. Embarque nessa viagem assustadora e boa sorte.”

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Texto by Fabi

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Ps.: agora, desconfio como começa a estória do Buick 8… Acredito que descobri a minha próxima obsessão de leitura King! 😉



Atenção, atenção fãs de Laini Taylor!

A editora Intrínseca, responsável pela publicação da série Feita de Fumaça e Ossos no Brasil, já anunciou que a tão aguardada conclusão da saga de e Taylor tem lançamento marcado!

O livro Sonhos com deuses e monstros, o terceiro e último da série, chega às livrarias em janeiro de 2015!

Neste derradeiro volume, da saga que conquistou milhares de fãs mundo afora, o leitor encontrará dois mundos se na expectativa de uma iminente guerra! Além disso, os fãs também vão vibrar com um inimigo maior que acaba unindo quimeras e serafins em uma batalha épica; e vão se derreter perante o amor de Karou e Akiva, que FINALMENTE, tem a chance de alcançar a redenção!

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Aliáááás… Para quem ainda não viu e não sabe, em novembro, foi lançada exclusivamente em e-book pela editora Intrínseca, no qual podemos ler a novela Noite de bolo e marionetes, em que a autora Laini Taylor revisita um episódio de Feita de Fumaça e Osso… Ela revisita a noite em que Zuzana e Mik começaram a namorar! (ooooooouuuuuunw…)

Fonte: site da Intrínseca (clique AQUI para ver a notícia)

Texto by Fabi

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{outubro 8, 2014}   No meu tempo de Criança

Atenção, atenção!!!

O querido Nelson Manzatto, organizou uma antologia lindo chamado “No meu tempo de Criança“, no qual ele reuniu a história de 36 personagens, ou melhor, de 36 protagonistas., sendo todos leitores de seu blog (clique AQUI para dar uma olhada).

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Essas 36 pessoas tiveram seus textos selecionados por ele e, cada uma, conta um momento marcante de sua infância, levando os leitores a criar uma empatia nostálgica instantânea com a obra publicada pela Editora In House!

No livro, podemos ver histórias engraçadas, tristes, emocionantes, divertidas, típicas e até com uma moralzinha no final!

E é com graaaaande orgulho que, nós do World Fabi Books, informamos que a nossa colaboradora (e criadora) Fabiane Zambelli de Pontes é uma das 36 personagens da antologia!!!!

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O evento de lançamento de “No meu tempo de Criança” será na próxima sexta-feira, dia 10 de outubro, a partir das 19h00min, na Biblioteca Pública Municipal Prof.º Nelson Foot, em Jundiaí

O Lucro na venda dos livros será revertido para o Centro Educacional João de Deus-CEJD.

Colabore e participe!

E se quiser dar uma olhadinha na Página do Evento, clique AQUI!!

escrevendo



Sempre nos disseram que coisas ruins devem ser deixadas no passado, que devemos aprender a perdoar a nós mesmo e ao nosso próximo, principalmente a quem nos tenha atingido… Independente da religião, da etnia e dos valores de cada um, ao menos uma vez na vida ouvimos estas palavras e nos tentaram ensinar o quão importante elas são para que nossas vidas possam ser felizes e prósperas…

Sinceramente, concordo com tudo isso, sendo que eu mesma já preguei este ensinamento em muitos momentos de minha vida e, principalmente, em muitas ocasiões em que ofereci conselhos e um ombro amigo. Mas, também devo acrescentar que a teoria é muito diferente da prática. A palavra, nem sempre, espelha a vida real. E Para tudo há um equilíbrio e uma exceção!

Sim, devemos mesmo sempre caminhar em frente, evitando retroceder. E para isso, precisamos olhar para o amanhã, aproveitando o hoje e deixando passar o ontem. Contudo, ás vezes, também é preciso dar um passo para trás, a fim de melhorar o seu caminho e o daqueles que, por ventura, possam escolher trilhar a mesma estrada que você percorreu. Ás vezes, por exemplo, precisamos voltar por aquela pedra que deixamos para trás, para recolocá-la em outro lugar, um lugar onde ela possa a vir útil e/ou no mínimo onde ela não vá incomodar quem poderá passar por aquele trecho de trajetória.

Soou um tanto vingativo, não?

Pois bem… A novidade nem tão nova assim, é que eu sou mesmo vingativa! Escorpiana com muito orgulho!

Porém, eu sei o quanto a vingança pode se tornar uma faca de dois gumes e me machucar. Sei que o veneno dela pode prejudicar o suficiente os meus supostos inimigos, tanto quanto um dia possa vir a me fazer adoecer! Portanto, sempre a mantive em rédea curta. Em alguns momentos ela escapa através de um olhar ou, pior, de alguma palavra. Mas eu sempre tento mantê-la o mais presa dentro de mim o quanto me é possível, só que há momentos em que ela é mais forte do que eu…

E com todas as minhas experiências, descobri que ser vingativa não é ruim… O ruim é gostar de ser assim! 

Se você tenta a todo custo controlar este seu lado e num determinado momento ele se torna mais forte e escapa, não é o fim do mundo! Você não se torna mais um servo de satã ou o próximo Hitler por causa disso! Você tentou! E o que vale, foi a tentativa! Se a vingança ocorreu, foi porque o seu instinto de proteção foi o grande aliado dela! 

Muitas vezes, a vingança faz o papel da protetora, cuidando para que quem nos fez mal não volte a fazer e que, principalmente, não vá a fazer mal para aqueles que amamos (que muitas vezes se tornam vítimas inocentes no meio do tiroteio)!

Sabe… Não viemos ao mundo para nos tornarmos saco de pancada e degrauzinho de ninguém! Cada um deveria alcançar a própria felicidade e satisfação pessoal através dos próprios méritos, sem precisar derrubar ou prejudicar o próximo para o conseguir! 

Concordo que devemos relevar muita coisa na vida, senão viveremos cheios de rancor e ódio no coração, esquecendo o que realmente nos é importante. No entanto, tudo tem limites, certo?

Por quê eu devo sempre me colocar no lugar do próximo para entender o motivo pelo qual ele me fez mal? Sendo que ele dificilmente se colocará em meu lugar e aproveitará essa brecha de paz para tentar me fazer mais mal ainda?

Por quê eu devo controlar o meu lado vingativo, sendo que, com certeza, ele não controlou o dele?

Por quê devo ser sensata, sendo que na primeira oportunidade de conversa, a primeira coisa que a pessoa faz é tentar me atacar e me prejudicar diante de quem me é importante?

Por quê não posso me defender, quando claramente o outro me atacou apenas pela máxima “deixa eu atacar, antes que sobre para mim, pois sei que fiz algo idiota e se rei julgado”?

Por quê?

Porque devemos sempre oferecer a outra face, certo?

E quando as “faces” se acabam e você cansou de ser espancado? 

Pois bem… 

É nessas horas que a sua vingancinha toma forma e tamanho, escapando de suas mãos!

Você tentou, mas, como eu disse, tudo tem seu limite!

Você tentou se controlar, tentou entender, tentou conversar, tentou compreender, tentou concertar, mas o veneno continuou solto… E como eu disse, o veneno pode acabar adoecendo que o expele. Neste caso, a doença da pessoa é a sua vingança!

Não foi você quem começou, mas será você quem irá terminar com isso, antes que haja mais feridos! E, infelizmente, quando mais nada funciona, é neste momento em que devemos ser mais humanos do que santos e mostrar o quão forte você pode ser! Chegou o momento de mostrar o que realmente é temer a reação de alguém!

Monstruoso, não?

Sim, você se torna um monstro! O médico dá lugar à monstruosidade…

Você se transforma em uma espécie de Hulk! rs… 

Porém, você está sendo sincero!

Acho o cúmulo da hipocrisia aqueles que sempre dizem que querem que tudo acabe bem, que nunca fizeram mal à ninguém, que não sabem o porquê de terem levado na cabeça ou que julgam quem se vinga!

De fato, sempre tentamos fazer com que tudo acabe bem, mas quando uma das parte demonstra que isso é praticamente impossível, então, o jeito é fazer que tudo acabe bem para você e para as pessoas que ama! Ao menos a tal pessoa já foi avisada. Dessa forma, ela que arque com as consequências de suas ações!

TODOS já fizeram MAL há alguém na vida!

Eu sei, porque já fiz e já me fizera muito mal também!

Portanto, nunca há inocentes de fato! Você pode fingir que não sabia o que estava fazendo, fingir que não se lembra… Mas no momento em que o fez, você sabia muito bem e sua consciência não esquece!

TODO MUNDO sabe o porquê de fulano ter se vingado!

Se você foi idiota o bastante para ficar mexendo com vespeiro, então, que aguente as picadas! Todos têm os seus limites e se não os respeitar, acabará levando na cabeça mesmo! Toda ação tem sua reação! Toda cabeça, uma sentença e um carrasco! Você pode ser hipócrita, mas não conseguirá escapar! Um dia se vingará, um dia será vingado e noutro receberá a vingança, simples assim! Não adianta negar! Se você praticou o mal, receberá o mal… O que se doa, se recebe, certo?

Maaaaaaaaaaaaas… Nem tudo está perdido, há sim uma forma de escapar! Se arrependendo e começando pela palavra mais boba e uma das mais cheias de significado do mundo: “desculpa“!

Ás vezes, por egoísmo, por medo, por inveja, por ambição, por sofrimento,… Acabamos fazendo mal para alguém. Acontece…! Algumas vezes, nos foge do controle e acabamos fazendo besteira. Mas, se logo em seguida você percebe o que fez ou vê o quão mal causou, aos invés de continuar com a besteira, é preferível que abaixe a cabeça, assuma a culpa e se desculpe. Ás vezes, no meio do pedido de desculpa, você consegue expor para a pessoa o motivo pelo qual fez aquilo e ela mesma acabe mudando por você. 

Se ferimos porque estamos feridos; se atacamos porque nos sentimos ameaçados; se derrubamos porque sentimos inveja; se passamos a perna porque tivemos um momento de ambição… Podemos ser sensatos depois! Quem sofreu nossos males pode vir a entender o motivo e tentar resolver a situação com você. Mas, não espere que isso aconteça instantaneamente, afinal, feridos precisam de um tempo para se curar. E até lá, você precisará aguentar o que quer que seja sua consequência…

Digo-lhe tudo isso por experiência própria! Já estive dos dois lados da moeda e pretendo continuar o mais longe possível deles! 

Se alguém não aprende a lição, afaste-se dela! Não vale a pena ficar repetindo sempre o mesmo ciclo vingativo. Um dia, talvez ela entenda e pare para refletir, ou… Um dia, as feridas serão tão grandes que ficará impossibilitada e continuar. Mas, deixe-a lá. 

Recomendo que se perca o controle uma vez por pessoa! Se perder duas vezes, tudo bem… Ainda é “aguentável”. Mas, perder três vezes, já é um claro sinal de que essa pessoa deve ser afastada de você o quanto antes, assim, os tiros que trocam entre si não atingiram os outros ao redor!

E se você perceber que independente das tentativas de ser melhor para alguém, você continua a atacar e atacar e atacar a mesma criatura. PARE IMEDIATAMENTE

É compreensível atacar uma única vez alguém! É até tolerável atacar duas vezes. Mas, mais de três… Isso já é maldade! É pedir para que a pessoa em questão perca o controle e você sofra a vingança com estilo, não? Deixa de ser masoquista! Deixa de ser sádico! Afaste-se! Pois, claramente, essa pessoa não faz bem á você (e com certeza você não faz bem à ela)!

O que digo aqui, não é regra, nem um aviso e uma ordem. O meu desabafo é um conselho que lhe dou.

Sei que, se conselho fosse bom, era vendido e não dado. Mas, resolvi doá-lo para quem quiser ler. Quero tentar diminuir o número de feridos e talvez este texto ajude. 

Já passei por tudo isso. Sou o tipo de pessoa paciente, que sempre espera o melhor do próximo e tenta ao máximo se colocar no lugar do outro, até de quem me fez mal. Mas, se me cutucam demais e, PRINCIPALMENTE, ameaça a felicidade de quem me é querido, eu deixo de ser uma tentativa de Madre Tereza e me transformo no pior pesadelo da pessoa! 

Sinto-me ótima quando sou vingada, contudo… Um tempo depois, começo a ver os estragos da guerra e isso me entristece, ás vezes, me adoecendo a alma… Este conselho é uma tentativa de tentar conversar. Um desabafo! Sei que muitos se identificarão com o que escrevi, então, este é o meu grito de “VOCÊ NÃO ESTÁ SOZINHO!”. 

Outros tanto, se prenderão apenas na parte da vítima. Para esses eu digo “NÃO HÁ VÍTIMAS NESTE CASO, APENAS CULPADOS!”. Então, tome o seu tempo para refletir e ver sozinho o que já fez de ruim, pois claramente já sabe o que lhe fizeram de mal. Não precisa anunciar seu lado diabólico para ninguém, pode continuar bancando o anjo. Mas, quem sabe essa reflexão lhe impeça de cair do céu um dia?

Outros ainda, se martirizarão, pois ficarão presos no lado da culpa. E eu digo que “TODOS SOMOS CULPADOS, MAS É PRECISO ENTENDER!”. Você pode ter sido aquele que deu o primeiro passo ou o que encerrou a batalha, jogando uma bomba atômica em cima do inimigo, não importa! Sabe que o que fez foi ruim e, assim como eu, agora sente o veneno que despejou correndo pelas próprias veias. Mas, não se culpe demais. Se já se sente culpado, ÓTIMO! Quer dizer que entendeu o que fez e agora pode começar a fazer o que é certo. Peça suas desculpas e afaste-se da pessoa! Vá ser feliz com quem lhe faz bem. Se um dia vocês forem fortes o bastante para se reencontrar e retomar o tipo de relacionamento que tinham, vão em frente! Lembrando-se sempre que as feridas deixaram cicatrizes e que mais nada será como antes. Mas, a atitude em si de tentar, já é louvável! (mas no primeiro sinal de maldade, caía fora!)

Ninguém é cem por cento bom e nem cem por cento mal! Ninguém faz nada grande sem querer, toda maldade, neste caso, precisa ser feita “por querer” para ser infligida. Seus desejos não se realizam se não quiser e sua vontade não se concretiza se não agir!

Para quem se identificou, espero que o texto tenha ajudado. E para quem, supostamente, não se identificou com NADA, eu espero que o meu desabafo possa vir a ajudar um dia.

Bom…

Beijos e abraços calorosos para vocês!

E cuidado com o veneno que guardo a sete chaves dentro de mim, ein! rs… 😉 

Texto by Me (Fabiane)!

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Eu descobri que as pessoas sentem inveja!

Mas, eu não falo somente da invejinha branca do dia a dia, aquela que nos faz dizer a um amigo “cara, você é foda! Eu queria ser você!!“, eu falo daquela inveja feia como uma bruxa velha e enrugada, a la Mágico de Oz, que fica parada num canto escuro, apenas te observando e lançando pragas das sombras…

Falo daquela inveja que não te faz crescer e tentar ser alguém melhor um dia, assim como aquela pessoa que você tanto admira e sente a tal invejinha branca… Eu falo justamente do oposto! Daquela inveja que te prende, te traz para baixo, que te faz odiaaaaaar o próximo e desejar que o pior aconteça com ele, ao invés de você desejar que o melhor aconteça com você!

Aquela inveja que te faz brigar e não batalhar, que te faz perder companheiros, que te faz perder a noção dos seus sonhos, dando-lhe a falsa impressão de que precisa viver os sonhos do outro para poder ser o melhor!

Aquela inveja que te faz querer aparecer o tempo todo e de todas as formas, que te faz acumular desejos, mas não os SEUS desejos, e sim os desejos “deles”! Que te faz querer ser melhor do que todos em tudo, mas de uma forma tão egocêntrica e cega, que te deixa perdido num labirinto sem saída, com paredes de vidro para dar a falsa segurança de que o mundo é seu e você ainda vive nele… Para te dar a falsa impressão de que todos estão olhando para você, quando, na verdade, apenas observam o estranho indivíduo preso naquele labirinto: “Pobre, criatura!“…

A inveja que sentem, meus caros, desperta o pior de vocês e daqueles ao seu redor!

Ao invés de crescer, você cai…

Ao invés de admiração, você ganha pena…

Ao invés de respeito, você ganha desconfiança…

Uma vez, cheguei muito perto de ser dominada por essa inveja, mas consegui me salvar nos 45 do segundo tempo… Não me orgulho disso, porém, admito sem rodeios e sem pudor, fui fraca e posso voltar a ser, contudo, continuarei dando a volta por cima!

Sentir inveja, é muito normal!

Mais normal do que imagina!

Você pode ser uma criatura invejosa, pode sentir inveja branca ou negra… Tanto faz! Isso faz parte da natureza humana: invejar o próximo. Contudo, o que não é certo é se deixar dominar por ela! 

Tal domínio também é, infelizmente, normal de se ver…

É fácil se deixar levar, ainda mais no mundo em que vivemos, onde precisamos ser “alguém” para poder sobreviver.

E ser alguém, hoje em dia, é complicado, pois todos estão querendo ser o tal “alguém”, mas das mesmas ideias, transformando-os em multidões padronizadas de sobreviventes que existem como a maioria, com os mesmos trabalhos, mesmo ideais, mesmas formas de pensar… Sem realmente VIVER suas próprias vidas!

E quando um consegue de fato VIVER, os padronizados se agarram a esse ícone, tentando absorver tudo o que essa pessoa é, querendo se tornar o que ela é… Ter uma chance como ela teve!

Bom… A parte da chance não é o errado da história, mas sim, o roubo de identidade!

Não perca a batalha!

Pense em si mesmo e não no outro!

Será que vale tanto a pena assim esquecer-se de si mesmo e passar a querer a existir apenas como uma sombra da outra pessoa? 

Eu não quero ser normal… Eu quero ser EXCEPCIONAL

Não quero essa inveja negra para mim, quero que tenham inveja “boa” de mim, assim como sentirei dos outros! Uma inveja branca, que nos faz querer crescer!

Eu não quero a inveja que mata quem sou. Eu quero a inveja que me faz ver exemplos e até, quem sabe, ser o exemplo! 

Portanto, larga dessa vida existencialmente invejosa!

Tenta VIVER uma vida de erros e acertos, de exemplos e crescimentos!

Será que falei demais?

Texto by Me (Fabiane)!

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{janeiro 20, 2014}   Gêneros Literários: Erótico!

Olá, olá, olá pervertidos e pervertidas de plantão!

Estamos de volta com mais um post sobre Gêneros Literários! E o tema da vez é algo um tanto polêmico no mundo da literatura… Falaremos sobre o Gênero Erótico! (Clique AQUI para ser direcionado ao tema anterior, Sick-Lit!)

literatura-erotica

Bom… antes de mais nada, a Literatura Erótica se enquadra dentro do gênero “mãe” Narrativo e/ou Épico, bem coladinho com a subcategoria Romance!

Antes de mais nada, deixe-me explicar que nos Gêneros Narrativos encaixam-se todas os sub-gêneros nos quais o autor estrutura uma história (quase sempre em prosa), que pode se inspirar em eventos reais ou ser apenas de natureza fictícia. Nessa modalidade as cenas se desenrolam de forma consecutiva no espaço e no tempo. Basicamente, esta modalidade (Narrativo) se distingue, estruturalmente por apresentar uma trama com início, um clímax e uma conclusão. Algo que facilmente encontramos no Gênero Erótico (pois é… clímax é o que não falta por sinal!)!

Obviamente, a Literatura Erótica é o gênero literário que utiliza o erotismo em forma escrita, para despertar o leitor para o mundo das práticas sexuais… E que práticas! Em sua maior parte utiliza-se da “fama” do gênero literário romance, embora alguns dos grandes clássicos eróticos estejam em forma de conto ou poesia. Além disso, as obras enquadradas neste gênero, podem ser classificadas, também, como literatura pornográfica, caso as cenas sexuais sejam REALMENTE muito explícitas!

Bom… Pode-se dizer que pornografia é pura e simplesmente uma descrição dos prazeres carnais e o erotismo é a mesma descrição, porém “revalorizada”, com base em um ideal de amor ou da vida social. Contudo, é importante fazer a distinção entre o erótico e o obsceno, pois, esse tipo de literatura caminha dentre essa linha tênue, na qual os escritores precisam tomar cuidado para deixar o enredo “sexy, sem ser vulgar”! Afinal, o erotismo é algo que torna a carne desejável, a mostra em seu esplendor e florescimento, inspira uma sensação de saúde, beleza e prazer, enquanto que a obscenidade desvaloriza a carne, e a associa com algo sujo, imperfeito e, como disse, vulgar…

erotico

No Brasil e no mundo, o gênero ressurgiu com peso e força desde o lançamento da saga 50 Tons de Cinza (de E. L. James), a qual, segundo a Editora Intrínseca, em menos de quatro meses, os livros que compõem a trilogia adulta ocuparam as três primeiras posições em todas as listas de mais vendidos do mundo e somaram mais de 2.370.000 exemplares comercializados! Ou seja, a cada minuto 13 livros são vendidos no Brasil! E se tornou normal ver mulheres lendo os livros em qualquer ocasião e local, mesmo ela sendo considerada (e talvez ainda seja) por um bom tempo, como uma “pornografia” para saciar a mente fértil de mamães, titias e vovôs…

E a partir daí, o mercado literário voltado para esse tipo de obra deslanchou e muitos autores e livros vêm aparecendo de forma avassaladora nas livrarias! Inclusive, alguns títulos aparecem com recomendações claras de que devem ser expostos lacrados ou em lugares altos, para que crianças não tenham acesso ao seu conteúdo! Tenso, não?

O primeiro livro que se tem notícia é o Kama Sutra (bom.. não é realmente um livro de Literatura Erótica, já que nele o sexo é retratado e considerado algo muita além que somente prazer, mas…)! Esse é um tipo de literatura sempre existiu, desde a época do Império Romano, e sempre sofreu por preconceitos e tabus. Não digo que já não sofre mais, contudo, desde essa popularização em massa dos últimos anos, admito que se tornou comum ver qualquer pessoa (homens, mulheres e adolescentes) com um livro erótico em mãos!

kamasutra da leitura

Segundo publicação do jornal O Estado do RJ, a última vez que se viu o erótico ficar “na moda”, foi há um pouco mais de vinte anos (em 1992), com o lançamento do álbum com livro Erótica da Madonna. Outra, obra, beeeem menos recente, que também fez muitos sangues borbulharem foi o livro Drácula, de Bram Stoker, o qual, décadas depois, ganhou uma adaptação mais sensual para o cinema!

Ainda no enredo vampiros, há uns quatro ou cinco  anos, começou uma onda de  publicações vampíricas em todo o mundo, as quais possuíam tramas mais focadas na sensualidade das criaturas do que, de fato, no fator terror que as engloba. A maioria dos leitores, inclusive nós do World Fabi Books,  achou que tudo não passava de mais um modismo e que logo esse tipo de livro diminuiria de publicações e “variedades”, dando lugar à outras leituras…

No entanto, hoje, o tema diminuiu um pouco de força, mas continua sendo alvo de vendas! De lá para cá vimos a saga Crepúsculo de Stephenie Meyer (não é bem erotismo, mas foi aí que eu acredito que o lado romântico e menos sanguinário dos vampiros começou a fazer sucesso), Irmandade da Adaga Negra de  J. R. Ward, Midnight Breed de Lara Adrian, Os Cárpatos de Christine Fehhan, Diários de Vampiro de  L. J. Smith, True Blood de Charlaine Harris, Vampire Academy de Richelle Mead (e que esse ano tem filme inspirado), House of Night de P.C. Cast e Kristin Cast, etc…

Acredito que, esse tipo de literatura foi o que deu a temperatura certa para que algumas editoras começassem  a cogitar a hipótese de voltar a publicar livros mais eróticos, já que as histórias de vampiros estavam fazendo (e ainda fazem) um sucessinho na forma de romance erotizado.

E falando em romance erotizado, outros seres começaram a aparecer em tramas com esse perfil! Além dos vampiros, se tornou comum ver lobisomens, sereias, criaturas mitológicas e até anjos! São enredos que passam desde o Chick-Lit até (e principalmente) ao New Adult e Young Adult! Parece que atualmente o erotismo se transformou em “peça chave” para muitas histórias e até gêneros por aí! Por isso está cada vez mais comum ver as pessoas à vontade com obras totalmente englobadas no Gênero Erótico!

Além do mais, a internet se tornou uma grande aliada deste gênero (tanto na literatura, quanto em qualquer outro ramo cultural!), já que o anonimato facilita a vida daqueles que gostam e pretendem escrever e difundir seus textos para o mundo. Aliás, as novas tecnologias se tornaram fonte de inspiração para esse tipo de autores, expondo uma gama de “realidades” com potencial para tanto ou que possam simplesmente satisfazer a imaginação e criatividade do autor antes de se iniciar a escrita… 

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Vejam alguns livros do gênero, além dos já mencionados (alguns realmente bons e outros “interessantes”):

  • A Vida Sexual de Catherine Miller, de Catherine Milleré o despudorado livro de memórias da crítica de arte francesa Catherine Millet, um fenômeno editorial que causou furor em seu lançamento e que já vendeu mais de 2 milhões de cópias no mundo. Bastante conhecida no meio da arte, diretora de redação da “Art Press” em Paris, Millet revela com detalhes como viveu o “sexo pelo sexo”, entregando seu corpo ao prazer nas situações mais diversas, com parceiros homens e mulheres, em orgias de mais de 100 pessoas, buscando o sexo em clubes privados, na beira de estradas e em espaços públicos. Cansada de defender teoricamente a liberdade sexual e a transgressão, a autora decidiu partir para a ação e relata aqui de forma crua as sensações essenciais de sua experiência, expondo-se com total despudor, narrando o amor físico em todas as suas possibilidades (coloquei aqui a sinopse na integra, pois, assim dá para entender a densidade da obra!);
  • Falsa Submissão, de Laura Reese: essa obra é um relançamento, uma vez que foi editado originalmente na década de 90 e é taxado como uma “leitura para poucos”, pois trata fortemente das relações de submissão e sadomasoquismo, da forma mais crua que existe;
  • Luxúria, de Eve Berlin: comecemos pelo fato de que a escritora é uma conhecida autora estadunidense de livros eróticos! Este livro faz parte também de uma trilogia The Edge, que são histórias independentes, nos quais, os personagens de todas as obras possuem relação um com outro a nível de amizade. O primeiro livro este citado, mostra a história de dois escritores: Dylan Ivory e Alec Walker, sendo que Dylan usa Alec como sua segura fonte de informações para o próximo romance erótico, e Alec aproveita e propõe á Dylan que ela seja sua submissa, para que ela possa realmente entender o que os personagens de seus livros sentem…;
  • Cem Escovadas Antes de Ir Para a Cama, de Melissa Panarello: o livro, no início, pode parecer estranho e sem nexo, onde a personagem principal, Melissa simplesmente quis virar uma garota de programa que não recebe e nem sente prazer em se prostituir. A impressão inicial é essa: ela parece realmente não ter motivos para agir daquela forma, mas age. Contudo, aos poucos o leitor percebe os sentimentos que a prendem a tal atitude e a obra se transforma em algo denso e fabuloso!;
  • Bem Profundode Portia da Costa: retrata a historia de uma bibliotecária que recebe na caixa de sugestões da biblioteca onde trabalha, cartas picantes de um admirador secreto. A partir daí, ela resolver pôr em prática as sugestões e correr atrás de um alvo, o professor Daneil;
  • Amêndoa, de Nedjma: dizem as má línguas, que esse livro é altamento erótico, mas de extrema delicadeza! Ele mostra um outro lado das mulheres muçulmanas de uma forma totalmente inesperada!; 
  • Um olhar de amorde Bella Andre: esse é o primeiro livro de uma série de oito obras sob o título de Os Sullivans! Neste volume, não vemos a parte  erótica propriamente dita, porém a história é sensual e um pouco picante de Chloe, uma mulher extremamente atrapalhada e azarada, com o sensual e perfeito Chase; 
  • Teresa Filósofa, de Marquês d’Argens: é um dos maiores best-sellers da Europa do séc. XVIII! Trata-se de um romance, onde encontramos uma jovem tão inocente, disposta a fazer render todas as lições de luxúria de seus preceptores. A autoria inicialmente “secreta” do livro, hoje é atribuída ao senhor Jean Baptiste de Boyer, o marquês d’Argens, nascido em 1704 e morto em 1771, um pouco antes da Revolução Francesa. Em Teresa filósofa é um livro de libertinagem divertidíssimo!
  • Algemas de Seda, de Frank Baldwin: primeiramente, hoje em dia se tornou raro ver um homem escrever livros eróticos, contudo, neste caso, Baldwin provou ser uma arte unissex, através do sucesso que fez entre os fãs! A obra é altamente erótica, mesmo que os protagonistas não se toquem de fato. Há muitas cenas sensualíssimas e quentes, com uma trama que, aos poucos, vai se transformando em um suspense;
  • Decameron, de Giovanni Boccaccio: com subtítulo de “Príncipe Galeotto”, o Decamerão marca com certa nitidez o período de transição vivido na Europa com o fim da Idade Média, após o advento da Peste Negra. Aliás, é neste período em que a narrativa se passa… Dez jovens fogem das cidades tomadas pela pandemia e se recolhem numa casa de campo. Aconselhados por Pampinéia, a mais velha entre as mulheres, estabaleceram que escolheriam um chefe para o grupo para cada dia. Sendo ela a primeira escolhida. O livro Decameron ou Decamerão rompeu com a mítica literatura medieval e é considerado a primeira obra realista da literatura! Além disso, Aas circunstâncias descritas na obra têm o senso medieval de numerologia e significados místicos, algo extremamente único para uma Literatura Erótica!;
  • Toda Suade Silvya Day:  este é o primeiro livro da trilogia Crossfire. A obra fez (e faz) sucesso entre os leitores do gênero. A autora já declarou na internet que se inspirou na trilogia 50 tons de Cinza, porém, muitos ousam dizer que a história, nesse caso, é melhor construída do que a inspiração. Não há uma narrativa de submissão e sim de controle, de tormentos e de puro erotismo, já que os protagonistas são pessoas que sofreram traumas na adolescência que refletem nas condutas “atuais”. Eva e Gideon, definitivamente não são Anastasia e Christian; 
  • Desejo, de Nicole Jordan: é o último livro da trilogia Notorious. Aqui, podemos acompanhar um romance de época, envolvendo pirataria, condes, duques, realeza, além de um marcante toque de maldições ciganas! O livro se divide bem entre o romance propriamente dito e os momentos de puro erotismo entre os personagens principais! Todas as obras da trilogia possuem histórias desvinculadas, com começo, meio e fim! No entanto, todos os personagens homens possuem algum tipo de relação, seja por parentesco ou amizade;
  • Os Desejos da Bela Adormecida, de Anne Rice: o livro é o primeiro volume da polêmica trilogia Erótica de Anne Rice, a qual ela publicou sob o pseudônimo de A. N. Roquelaure. A obra reconta, sob um “ponto de vista” erótico, a história de A Bela Adormecida. O enredo causou algum rebuliço dentre os leitores e gerou muitas controvérsias que evolvem este tipo de trama (releituras surreais e/ou eróticas de grandes clássicos). A trilogia é, seguramente, mais um trabalho literário que é para poucos;
  • Deusa do Mar, de P.C. Cast: é o primeiro livro da série Goddess, na qual a escritora mescla a vida dos deuses com a de meros mortais, sempre temperando bastante em cenas eróticas! Excêntricos, divertidos, pervertidos e irregulares são alguns adjetivos que os leitores utilizam para definir bem este e os outros livros da série. Todos as obras envolvem deuses das mais variadas mitologias e envolvem mulheres como protagonistas principais que, de uma forma ou de outra, se envolvem com o mundo dos deuses e são “transportadas” para realidades diferentes, onde podem viver um grande e surreal amor, além de poder experimentar o gostinho de abandonarem suas meras existências mortais e transformarem em deusas ou, no mínimo, em fabulosos seres mitológicos.

Bom…

Ao meu ver, o problema do Gênero Erótico, atualmente, é que a temática acaba sendo sempre igual, com personagens que não se diferem muito, geralmente traumatizados e de comportamentos abusivos e/ou fora do comum, todos com algum mistério cercando a vida… E os tais comportamentos são praticamente os mesmo e geralmente aparecem na vidados personagens fora do relacionamento e durante os atos sexuais,  agora, sempre circulando entre a submissão e o controle total da pessoa…

Ainda existem as obras de qualidade e que surpreendem! Mas, como o erotismo está na moda, é preciso fazer uma boa seleção para poder separar o trigo do joio e poder ler uma boa trama erótica! (mesmo que você ainda não consiga fugir de termos como, pulsante, latejante, desejo latente, carne quente e molhada, etc… Ainda dá para aproveitar alguns enredos!)
literaturaerotica


et cetera
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