World Fabi Books











Atenção, atenção, semideuses!

Vocês sabem QUEEEM faz aniversário hoje?

Dica: O seu nome está no título da série de maior sucesso escrita por Rick Riordan!

Adivinharam??

Pois bem.. Quem respondeu Percy Jackson acertou na mosca!

Para comemorar a data, a Editora Intrínseca está relançando, HOJE, os cinco livros da série “Precy Jackson e os Olimpianos” com capas novas e extremamente lindaaaaas!!

 

capas novas - percy

 

 

Para saber um pouco mais sobre as capas, acessem: http://goo.gl/IjgxrA

 

 



Atenção olimpianos e heróis!

O mais do que esperado quarto livro da saga Os Heróis do Olimpo (essa é a terceira série completa que Rick Riordan escreve com sucesso – além dos incríveis livros “solos” que ele tem publicados pelo mundo!) finalmente está prestes a chegar em terras brasileiras!

A estréia de Casa de Hades foi (mais ou menos) sincronizada, para que acontecesse ao mesmo tempo em vários países, portanto, assim como nos E.U.A., pro exemplo, a obra será lançada no Brasil no dia 08 de Outubro!!

Inclusive, o livro é tão aguardado que até o site nacional oficial da saga já colocou um relógio com uma contagem regressiva! Caso queiram conferir, basta clicar em: Os Heróis do Olimpo!

Bom… O que eu realmente tenho a dizer para finalizar este post é:

 

 

Falta menos de um mês para que possamos colocar nossas mãos no livro Casa de Hades!!!!

 

 

 

casa de hades



Olá, queridos e queridas!

Eu sei que estou um tanto atrasada, visto que o filme está nos cinemas desde o dia 16 de agosto (ou antes). Contudo, como diz aquele velho e batido ditado: antes tarde do que nunca… Certo?

Pois bem, esta é uma pequena observação minha sobre o filme, comparando-o um pouquinho com o livro em cima do qual foi inspirado! E como se trata de uma opinião particular, pautada nos meus conhecimentos na saga Percy Jackson & Os Olimpianos e em cinema (que diariamente são atualizados, graças ao cinéfilo do Gustavo Valente – meu namorado =D), já aviso que o texto não foi feito para atacar ninguém!

Eu não sou hater! E quase não são lover! (por mais que essa seja uma das minhas sagas literárias prediletas). Portanto, espero que gostem da leitura e apreciem o post!

Bom… Vamos lá!

Percy-Jackson-e-o-Mar-de-Monstros-poster-br

Começando do começo, devo dizer que estava bem empolgada para a estreia do filme, pois, considerando a qualidade mediana do longa anterior, os trailers e teasers de Percy Jackson e o Mar de Monstros pareciam prometer uma produção muito melhor do que o primeiro. Por isso, a empolgação! (afinal, como eu já disse, sou louca pela saga literária que o querido Rick Riordan colocou no mundo! Sendo que O Mar de Monstros é um dos meus volumes prediletos)

Mas, devo dizer que o diretor Thor Freudenthal conseguiu com que minha empolgação fosse 70% atingida. O que já é grande coisa, uma vez que Percy Jackson e o Ladrão de Raios chegou aos 50% mais ou menos…

O elenco, as animações, os cortes, o soundtrack, ou seja, toda a qualidade da produção, gravação e edição estava ótima! Mesmo que não consigamos ver Sean Bean como Zeus, Pierce Brosnan como um centauro, Uma Thurman como Medusa (mesmo que ela não apareça neste, foi interessante vê-la no papel da “víbora mitológica” no primeiro filme), Kevin McKidd  como Poseidon, ou Catherine Keener como Sally Jackson. Podemos apreciar e nos divertir com a interpretação de um novo elenco que achei sabiamente escolhido e misturado ao antigo.

Vemos Anthony Head substituindo Pierce Brosnan como Quíron, o que, ao meu ver, foi uma ótima substituição, já que, por mais que fosse divertido ver Brosnan andando em quatro patas, senti que Head conseguiu captar e transmitir melhor a essência do personagem que podemos conferir nos livros.

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Também temos o conhecido Nathan Fillion substituindo Dylan Neal como Hermes, que para mim foi outra substituição muito bem feita! Eu realmente consegui ver o Hermes de Rick Riordan sendo projetado nas telonas. Além deles, Stanley Tucci aparece como Dionísio. Um ator que achei também muito bem colocado no papel do Deus do Vinho, pois eu simplesmente ADOREI assistir o humor ácido e sarcástico do deus grego sendo muito bem interpretado pelo ilustre Tucci! Achei que foi um ótimo casamento entre a literatura e o cinema!

Ainda falando do elenco novo do filme, o fofo do Douglas Smith apareceu como Tyson. Ele interpretou muito bem o personagem, contudo, o achei bonito demais para interpretar o meio-irmão ciclope do Percy. No entanto, apesar da beleza, que acabou se tornando um colírio para os espectadores (esse é um detalhe “falho” do qual não reclamo nem um pouco! rs…), Smith conseguiu interpretar muito bem o jeitão desengonçado e inocente do Tyson. A única diferença é que ao invés de apenas rir, eu também fiquei com vontade de agarrá-lo e dizer um “ooouuunw!!”.

Percy-Jackson-e-o-Mar-de-Monstros-21Mar2013_08

E falando em atores bonitos demais para os personagens, a atriz Leven Rambin interpretou a “burucutu” da Clarisse La Rue. Digamos que a linda Rambin conseguiu ser tão egocêntrica, metida e arrogante quanto a Clarisse do livro geralmente é, no entanto, eu imaginava a personagem com um jeito um pouco mais “masculino” e um corpo um pouco mais “bombadinho” do que a atriz conseguia exibir. A delicadeza da Leven Rambin foi um pouco contrastante com a verdadeira Clarisse, mas, mesmo assim, achei que ela se esforçou e se saiu muito bem no papel!

Finalizando os atores do elenco novo, podemos assistir atuações “relâmpagos” de Paloma Kwiatkowski como Thalia GraceGrey Damon como Chris Rodriguez (um namoradinho da Clarisse que se une ao Luke); Missi PyleYvette Nicole Brown e Mary Birdsong como as Irmãs Cinzentas (apesar de terem tido aparições rápidas no filme, foram atuações ótimas e marcantes); Daniel Cudmore como o Manticore (na verdade, o ator em si nem aparece…); Robert Maillet como Polifemo (ao menos ele contribuiu muito bem para a animação e voz do personagem); e Shohreh Aghdashloo como o Oráculo de Delfos.

E neste segundo podemos reconhecer o trio Percy Jackson, Annabeth Chase e Grover Underwood felizmente ainda sob as peles dos atores Logan Lerman, Alexandra Daddario e Brandon T. Jackson! Até o semideus “do mal”, Luke Castellan, volta novamente através da atuação de Jake Abel! Aliás, vemos um vislumbre de Catherine Keener como a mãe de Percy, Sally Jackson.

A única coisa que me desagradou muito nas atuações do antigo elenco foi o jeitinho “donzela em perigo” que a minha personagem predileta, Annabeth, adquiriu durante o filme! Geralmente, a garota é cheia de “fogo nas veias”, de ideias geniais, sempre pronta para tirar todas de uma baita enrascada e ser a “amazona” da história, contudo, parece que a personalidade dela fico afável demais de um filme para outro. Deixaram a atriz loira, o que condiz com a personagem do livro, no entanto, a amoleceram demais! Eu ao menos esperava que ela mantivesse a mesma postura que demonstrou no primeiro. Acredito que fizeram isso para poder dar o lugar de “garota amazona” para a recém aparecida Clarisse e não tirar o brilho do semideus principal, o Percy. (o que é uma grande pena!)

Percy-Jackson-e-o-Mar-de-Monstros-Pôster-do-Filme-com-Annabeth-e-Percy

Mas, enquanto a Annabeth amolecia, o Percy amadurecia! É notável perceber que o ator evoluiu dentro da carreira e com ele, para nossa sorte, o personagem! Podemos ver um Percy Jackson mais marcante e de personalidade mais forte do que o que foi apresentado no primeiro filme. Esse amadurecimento ator/personagem foi ótimo para dar um gás à adaptação!

Deixando o elenco de lado e partindo para a trama do filme, muitos erros e defeitos podem ser notados no meio da qualidade da produção. Ou seja, o filme possui uma ótima qualidade no que diz respeito ao elenco, à edição e produção, contudo, o enredo ficou um tanto lapso e falho: tentaram fazer demais e acabaram fazendo de menos, com efeitos especiais de sobra e um ritmo mais do que acelerado!

Um dos maiores prolemas de Percy Jackson e o Mar de Monstros é o fato de todas as viradas da trama serem nitidamente percebidas e previstas! É como um clichê, que quando começamos a assistir já sabemos como o que acontecerá em seguida, qual será a reviravolta e como se dará o final. Infelizmente a formula “Infanto-juvenil” ainda foi usada, mesmo sabendo que os personagens no longa-metragem não possuem doze anos como no livro e que o público alvo para o filme alcança uma faixa-etária maior e mais diversificada. O elemento surpresa, mesmo para quem já conhecia a série, acabou ficando de lado.

Talvez imaginaram que por ser uma saga mundialmente conhecida e famosa, o espectadores já saberiam de cor e salteado a trama e por isso não precisariam se preocupar tanto em serem originais, que o elemento surpresa estaria no elenco e na animação mesmo.  O que é uma pena, visto que eles tinham MUITO material com o qual trabalhar e acabaram dando um toque infantil aos personagens adolescentes do filme. (como se a personalidade deles houvesse congelado no tempo) Isso acabou depreciando um pouco ótima atuação de alguns atores que estavam conseguindo amadurecer seus personagens.

Contudo, acredito que o ponto alto da minha crítica ao filme esteja, realmente, no aparecimento do “vilão principal” da saga, o qual é mencionado desde o começo, contudo, só vem a aparecer de fato no penúltimo livro! Eles retiraram um dos vilões chave de O Mar de Monstros e também diminuíram um pouco o papel de Polifemo na história. Tudo isso, para poder aparecer com o titã! O que, ao meu ver, foi realmente um tiro no pé, pois acabaram com mais um elemento surpresa e esgotaram uma peça importante da série, tirando um pouco da graça e da  expectativa de alguns fãs…

Sinceramente? Eu não sei ao certo como farão para adaptar os filmes seguintes, afinal: o titã já apareceu e foi ridiculamente derrotado, mesmo que “provisoriamente”; algumas merdas já aconteceram quando o titã surgiu e se eu fosse o Luke não seria idiota de ressuscitá-lo de novo; o plano do lado “mal” já foi mais do que revelado e supostamente era para todos do acampamento e os deuses estarem mais do que preparados e tomando medidas drásticas; etc… Por essas e outras, os apreciadores, amantes e fãs (principalmente os haters) acabam ficando com o pé atrás com as adaptações da saga. Algo triste, visto que os livros têm o potencial para serem os próximos “Harry Potter” dos cinemas.

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Quem está ansioso para a estréia de Bling Ring nos cinemas?

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Pois é…

Quem já leu o best-seller da jornalista Nancy Jo Sales diz que a história é pra lá de envolvente, ainda mais quando sabemos que a obra se trata, na verdade, de um livro-reportagem, ou seja, é uma HISTÓRIA REAL!

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Bom…

Para quem ainda não conhece, Bling Ring: a gangue de Hollywood de Nancy Jo Sales fala sobre cinco garotos de Los Angeles que furtaram cerca de três milhões de dólares em roupas, joias e peças de arte de jovens ícones pop como Paris Hilton, Lindsay Lohan e Orlando Bloom, por exemplo.

Obcecado por celebridades, o tal grupo de adolescentes seguia seus ídolos bem de perto e de praxe arrombava suas casas e roubava objetos íntimos, preferencialmente aqueles que ostentavam marcas como Chanel, Gucci, Tiffany, CartierMarc Jacobs, etc… O livro chegou no Brasil no dia 13 de julho deste ano e aparecerá nas telinhas no dia 16 de Agosto (nesta sexta-feira).

Para a escritora, a história retratada contém temas recorrentes na obra da cineasta Sofia Coppola (quem vai dirigir o filme), como narcisismo, a obsessão com celebridades, a arrogância dos jovens ricos e o vazio que cerca a fama. A versão de Coppola será estrelada por Emma Watson, Katie Chang, Israel Broussard e Leslie Mann, com distribuição da Diamond Films Brasil.

Aliás, segundo a Editora Intrínseca (a qual é a responsável pela distribuição do livro no país), a partir de uma reportagem sobre uma gangue formada por estudantes de escolas particulares em Nova York, esses temas mencionados também acabaram se tornando “preciosos” para a própria Nancy Jo Sales, quem escreve sobre as desventuras de jovens ricos desde 1996.

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Confira os trailers do filme:



Há alguns dias, a Editora Intrínseca vem anunciando que este mês (julho) será lançada uma edição especial de O Mar de Monstros. Essa edição virá com capa inspirada no filme. (eu prefiro as capas originais, mas essa capa inspirada no filme é a mesma do poster brasileiro e eu a achei bonita. Portanto, acho que vou querer o poster! XD)

Além disso, a tradução do segundo volume da série em graphic novel também será publicada! Ela vai acompanhar a mesma linha da ilustração da primeira edição e já existem muitos leitores aprovando a arte! (e que eu também AMEI e super aprovei) Afinal, a capa brasileira (e internacional) da graphic já foi divulgada, juntamente com uma simulação da edição com capa do filme para o livro da série.

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Texto de divulgação da Editora Intrínseca: Atenção, semideuses! Com vocês, a capa da graphic novel de “O Mar de Monstros”, de Rick Riordan, e a simulação da edição especial de “O Mar de Monstros” com capa inspirada no filme. 

Percy Jackson e o Mar de Monstros é a sequência do filme Percy Jackson e o Ladrão de Raios e o segundo volume da série literária de Rick Riordan ganhará uma adaptação cinematográfica.

Com estreia no Brasil prevista para 16 de agosto, o filme acompanha Percy (Logan Lerman), jovem semideus, filho do deus grego Poseidon, e seus amigos na busca pelo Velocino de Ouro.

Está sendo dirigido por Thor Freudenthal, com roteiro de Scott Alexander, Larry Karaszewski, Marc Guggenheim e Rick Riordan, Percy Jackson e o Mar de Monstros tem a presença de ainda Alexandra Daddario como Annabeth, Jake Abel como Luke, Brandon T. Jackson como Grover, Nathan Fillion como Hermes e Stanley Tucci  como Dionísio. (entre outros.)



{junho 17, 2012}   Simplesmente Amor

#Matéria: Simplesmente Amor

Por Will Pauley – nas categorias Comportamento e Matérias do Caravela Virtual (no dia 12 de junho de 2012)

 

Ahhhh, o amor! Que enche o coração dos mais jovens e apazigua o coração dos mais velhos…
Não necessariamente nessa ordem haha!

É esse o tema de hoje pra vocês em homenagem ao romântico 12 de junho, o Dia dos Namorados.


“Amor é fogo que arde sem se ver
É ferida que dói e não se sente
É um contentamento descontente
É dor que desatina sem doer”
(Luíz V. de Camões)

Definindo o Amor

Amor. Palavra originada do latim e que possui uma porção de significados na nossa língua portuguesa – assim como em diversas outras. Pode significar afeição, compaixão, misericórdia, atração, desejo. Mas, comumente, o conceito popular descreve o amor como um vínculo emocional com alguém ou com algum objeto. E é através desse sentimento abstrato que desenvolvemos uma porção de sensações e estímulos da quais, muito provavelmente, o ser humano não viveria sem.

Embora o amor seja narrado de tantas formas (havendo termos específicos em grego e latim exatamente para fazer a distinção delas), há um conceito consensual sobre o amor original. Não importa a classe, raça ou religião, nem mesmo o tipo de amor em evidência ou por quem ele é sentido. O amor, obrigatoriamente, deve ser permitido. É uma permissão quase sempre concedida tão naturalmente que ninguém para pra pensar muito nela – mas, existe. É a tal da recíproca. Portanto, se alguém realmente te ama, é porque você permitiu.

Te amo é bom dia?

Trazendo um pouco dessa teoria ao nosso cotidiano, vamos nos deparar com outra questão em andamento paralelo: Dizer “eu te amo”. Com o advento da internet, expressar algo assim passou a ser mais comum (pra não dizer banal) e culminou na máxima que nomeia uma comunidade do Orkut, “Te amo não é bom dia!”. Concordo e discordo. É ruim atribuir um sentimento tão nobre a qualquer um que se conhece pela frente, mas creio que seja uma frase digna pra se ouvir com a sinceridade de quem te ama no dia a dia. E mais de uma vez por dia. Isso me leva a uma antiga conversa com uma amiga…

Certa vez, um conhecido dela dizia que evitava falar  “eu te amo” com freqüência porque a namorada já sabia disso, e que guardava as três palavrinhas para ocasiões especiais. Senão, o que diria quando quisesse expressar o seu amor de verdade? Ok, inovar sempre é bom. Mas pense na hipótese de beleza: Qual pessoa – especialmente mulher – não gosta de ouvir o quanto está bonita hoje? E amanhã? E depois de amanhã? É algo reconfortante, faz bem pra auto-estima, pra saúde e pro ego. Portanto, o ruim da história não é o “minha nossa, como você está linda!” de segunda a segunda. O ruim é quando não há nada agregado nisso, sejam atitudes, emoções, ou afins. O ruim é quando é um discurso vazio. E quando não é sincero.

Mas, se você realmente ama alguém, por que dizer amanhã o que se pode dizer hoje? Tá esperando morrer, é? Estudos comprovam que pessoas que se sentem amadas são mais felizes, e que ouvir ou dizer “eu te amo” sete vezes por dia é uma bela forma de manter-se alegre. Então, por que não somar isso há outros fatores surpresas? Há várias outras coisas capazes de expressar o quão você está satisfeito com sua companhia. Frases, cartas, presentes, ou simplesmente olhares, gestos, carinhos… Às vezes, o silêncio realmente vale mais do que mil palavras – ou três, no nosso caso. E outra: Não existe apenas essa coisa de “dia especial”. Pra quem ama, o amor é um sentimento contínuo no qual todo e qualquer momento pode ser especial.

A Teoria Triangular do Amor

Como você já deve ter percebido que o meu foco é relacionamentos – como sempre – vou falar de uma parte substancial baseado na teoria de Sterneberg, com o amor dividido em três elementos básicos – intimidade, paixão e compromisso. Observem:

• Amizade (intimidade)
• Limerence (paixão)
• Amor vazio (compromisso)
• Amor romântico (intimidade + paixão)
• Companheirismo amoroso (intimidade + compromisso)
• Amor fugaz (paixão + compromisso)
• Amor consumado (intimidade + paixão + compromisso)

intimidade está ligada a troca de informações que você pode ter com alguém, ao ponto de conhecê-la culturalmente, emocionalmente, ou fisicamente. A paixão é geralmente o desejo, a vontade de estar junto do outro indivíduo e de querer receber a felicidade que dele provém. Por fim, o compromisso (que deriva da palavra “promessa”) é o que os casais fazem com troca de palavras, alianças e celebrações, prometendo sua fidelidade e lealdade um ao outro. A junção destes três pilares seria o amor pleno, com empatia e companheirismo na medida certa.

Partindo desse ponto de vista, é sabido que a paixão costuma ser passageira, e é exatamente por isso que muitos relacionamentos acabam nos primeiros meses. Enquanto, no começo, uma atração enorme é geralmente criada (muitas vezes até chegar à relação sexual), são outros os fatores determinantes que dão prosperidade a relação – sobretudo, aqueles que tangem as qualidades, defeitos, e os objetivos de vida que cada um tem. Mas, se esses quesitos passam a ser tolerados e se a busca pela felicidade nutre das mesmas idéias e ideais, o casal ganha mais um ponto a seu favor e cria um laço único de confiança. Talvez isso explique o porquê grandes ou melhores amigos que resolvem ficar juntos tem tanta eficácia para continuarem juntos.

Ainda sou defensor do diálogo como chave de um “relacionamento perfeito”, por ser o único modo de você compreender alguém plenamente. Não adianta achar que fulano gosta disso ou daquilo só pelo chute. É muito importante conversar, conversar e conversar mais um pouco! Se você encontra alguém com quem, digamos, quer “viver pra sempre”, eu tenho a nítida impressão que esses devaneios particulares deveriam ser prazerosos. Se não são, então algo está errado. E se você não acredita na benevolência do amor, eu poderia afirmar que é por já ter sofrido ou se frustrado com isso, mas não pela falta de vontade em querer que alguém te ame. Certo?

O Amor Acontece

Enfim, todos carecem de amor. Todos querem reconhecer esse sentimento em si e nos outros, não importando idade ou sexo. O amor é vital para nossas vidas como o ar, e é notoriamente reconhecido que, sem amor, nenhuma criatura sobrevive. E, com amor, trazemos equilíbrio e paz de espírito aos nossos corações.

Pra finalizar com um panorama geral, eu cito isso:

“Sempre que fico triste com o estado do mundo, eu penso sobre o portão de desembarque do aeroporto de Heathrow. A opinião geral nos faz acreditar que vivemos num lugar de ódio e ganância, mas eu não vejo assim. Me parece que o amor está em toda parte. Muitas vezes não é particularmente interessante ou digno, mas ele está sempre lá – pais e filhos, mães e filhas, maridos e esposas, namorados, namoradas, velhos amigos. Quando os aviões atingiram as Torres Gêmeas, pelo que sei, nenhum dos telefonemas das pessoas a bordo foram mensagens de ódio ou vingança – foram todas  mensagens de amor. Se você olhar pra ele, eu tenho um pressentimento que você descobrirá que o amor, realmente, está todo ao seu redor.”

Não há receita de bolo, mas… Simplesmente ame e deixe acontecer.

 

Will fez uma menção sutil ao filme britânico “Love Actually”, que chegou há tempos no Brasil com o título “Simplesmente Amor”, cheio de atores fodões. E recomenda! =D

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Gente, eu literalmente fiz um CTRL+C e um CTRL+V nesse post, mas eu realmente recomendo a leitura de tal texto! Aliás, recomendo a leitura do Caravela!! Quem se interessou, aqui vai o link: http://www.caravelavirtual.com.br



Causos de um merecido final de semana em Valinhos

(Dia 02 – Domingo)

 

 

 

 

 

Primeiramente, vamos relembrar os fatos…

Passamos um dia extremamente divertido juntas – Bia, Carol e eu – embrenhadas em um delicioso vale, quase todo verde.

Após um dia inteiro de falação, risadas, vídeos de “k-pop” e de um filme de terror, já eram quase duas da madrugada quando todas nós já estávamos ressonando, depois de espairecer as mentes com um episódio de “America’s Next Top Model”.

Como eu dormi em um colchão inflável – depositado ao pé do sofá – durante a noite esticava o braço e o apoiava sobre o móvel acolchoado, a fim de poder esticar melhor o corpo e aliviar a dor nas costas.

Acredito que em uma dessas situações, eu tenha agarrado o pé da Bia, o qual estava ao meu alcance. Acabei assustando a pobrezinha!

Por volta das três horas da manhã, mais ou menos umas quinze para as quatro da alvorada, eu acordei com uma vontade alarmante de ir ao banheiro. No entanto, como o cômodo encontrava-se imerso em uma penumbra total, tentei localizar o meu celular para tentar iluminar o caminho até a porta.

Eu estava dormindo próximo à saída, porém, havia um ventilador e algumas almofadas – arremessadas pela Carol e por mim – como obstáculos promissores.

Devido à escuridão e à minha falta de senso, não consegui encontrar meu celular. Lembrei-me de que a querida Bia havia dormido com o dela por perto e logo me apressei em chamá-la.

– Bia… – sussurrei, raspando levemente as unhas na sua perna e no topo do pé.

– Aiiii, Fabi!!! – murmurou, levantando-se em um tiro. – Que susto!

– Desculpa, é que eu preciso ir ao banheiro e não acho o meu celular. Você tá com o seu por perto?

– Uhum… Espera aí. – e a sala se iluminou.

– Obrigada! – sussurrei e corri para o banheiro.

Admito que foi um alívio ir e voltar do “reservado” contando com a Bia acordada para me amparar. Não digo isso somente por ter tido meu caminho iluminado, e assim evitado algum acidente noturno. Mas, principalmente, pelo fato de ainda estar impressionada com o filme “Evocando Espíritos”.

Vai que eu me deparo com um Gasparzinho nada camarada no meio do caminho?

Voltei para a sala e custo para dormir. Assim que a Bia desliga a luz do celular, deduzi que a mesma já estava de volta ao merecido sono.

Contudo, havia me enganado, pois, fui informada de que um pouco antes de adormecer, a pobre Beatriz sentiu algo, no formato de uma mão, se depositar em suas costas.

Desconfiada e sobressaltada, ela até procurou a suposta mão, mas não a encontrou. Alguns minutos depois, a Bia veio a descobrir que tal fato misterioso acontecera porque a Carol havia se esparramado um pouco demais pelo sofá e, conseqüentemente, tocará a nossa querida de Valinhos.

Passadas as horas insones e as de completo torpor – que parecia ser proveniente da ingestão de soníferos – acordamos!

Ainda era relativamente cedo, mas, aparentemente, nossos inconscientes nos induziam a obedecer nossa louca vontade de passar o máximo de tempo possível juntas e, de preferência, despertas!

Espreguiçamos-nos e enrolamos um pouco pela sala, nos revezando para usar o banheiro e praticar os primeiros hábitos de higiene pessoal, além de aliviar as bexigas novamente cheias.

– Gente, cadê meu óculos? – a Carol ainda estava com a sua tradicional sonolência matinal (algum que nós três temos em comum).

– Aqui. – apontei para eles, os quais estavam cuidadosamente arrumados e depositados em um canto “neutro” do sofá. (entendam como “neutro”, um pedaço onde as garotas não dormiram em cima)

– E a minha piranha? – passou as mãos pelos cabelos, constatando, final e tardiamente, que estavam soltos.

– Ali no canto. – apontei depois de ajudar a procurá-la.

– Nossa gente, obrigada por terem feito isso por mim.

– Feito o que? – eu encarei as duas, vendo a expressão de “hã?” na face da Bia e o olhar perdido da Carol.

– Vocês tiraram os meus óculos por mim. – ela ficava cada vez mais perdida, enquanto via nossas fisionomias de quem não fora autor daquele ocorrido. – E o cabelo também, né?

– Carol, eu vi você com os óculos e com o cabelo preso antes de apagar as luzes. – a Bia comentou. – Não fui eu quem fez isso. Até pensei em fazer, mas fiquei com medo de acordar você.

– Nem eu fiz isso! – avisei. – Já estava dormindo, quando a Bia apagou a luz!

– Como não foram vocês? – sempre é divertido ver a Carol incrédula. – Não pode ter sido eu!

– Como não?

– Por que eu não me lembro de ter feito tudo isso!

– Não lembra? – a Bia já me encarou com um sorriso maroto.

– Não! Eu não lembro de ter tirado os meus óculos e arrumado eles ali. E não lembro de ter soltado o meu cabelo.

– Então, você é sonâmbula!

– Só pode…

– Ou foi outra pessoa quem fez isso… – era obvio que não deixaríamos de provocar um pouco mais a Carol.

– Vai ver foi um espírito preocupado com você. – coloquei mais lenha na fogueira.

– Pára! – ao menos esse “pára” foi em um volume normal.

Após rirmos um pouco e deixarmos o assunto de lado, nos arrastamos até a sala de estar para podermos continuar a “dialogar” melhor, sem corrermos o risco de acordarmos o irmão da Bia, quem dormia no quarto ao lado da sala de televisão.

Alguns minutos depois, cedemos aos apelos de nossos estômagos e fomos tomar um delicioso café da manhã, acompanhado de mais conversa e bate papo.

No meio de todo esse processo, decidimos voltar a tentar ir ao cinema e começamos a consultar horários de ônibus e de filmes, o que estava a nos preocupar, pois, aos domingos, os horários e itinerários são escassos, algo que nós havíamos nos esquecido completamente!

– Dependendo a hora que forem sair, eu levo vocês! – de repente uma luz divina iluminou o Fê, irmão da Bia, naquele momento.

– Sério? Que horas você vai sair?

– Por volta do meio dia.

Olhamos para o relógio digital do notebook da Bia,  o qual havíamos usado de apoio na busca por ônibus.

Eram aproximadamente dez e meia!

– Vocês três conseguem se arrumar até lá?

– Uhum!

E partimos para uma maratona! Nós nos revezávamos para tomar banho e nos trocar. Acredito que naquele dia havíamos batido o tempo recorde! Considerando que a Carol e eu sempre nos estendemos demais no momento de nos arrumarmos…

Ainda com um pouco de tempo sobrando, nos sentamos na varanda e desatamos a recordar fatos hilários, narrando-os para a mãe e o irmão da Bia. Além disso, continuávamos a tentar a encontrar bons partidos para a nossa marida Carol.

Enquanto riamos e batíamos um papo, o Bruce – o “rottweile-urso” todo carente da Beatriz – resolveu sair babando em nossas roupas limpas e perfumadas. Por mais que o empurrássemos, ele conseguia depositar uma quantidade generosa de sua infinita saliva pegajosa e consistente em nós, principalmente no meu pé e na minha bolsa.

Sorte a minha ter comigo um pacotinho de lenços de papel, os quais me serviram muito bem naquele momento.

Partimos e em instantes estávamos dentro do Shopping Dom Pedro, indo, primeiramente, comprar os ingressos para “A Mulher de Preto”.

Com os ingressos garantidos e em mãos, fomos caçar por um bom lugar para almoçar. Inicialmente cogitamos a hipótese de comermos em algum restaurante na praça de alimentação, contudo, o lugar estava mais do que apinhado de pessoas sem noção de espaço e extremamente famintas.

Desistimos da ideia e recorremos ao Viena, um dos restaurantes “externos” do shopping, onde poderíamos comer mais tranquilas.

Ao terminarmos de almoçar, resolvemos comprar nossos quitutes para o filme. Entramos nas lojas Americanas e, mais do que depressa, agarramos nossos chocolates prediletos.

Durante os minutos que ficamos na fila, começamos a reparar nos já expostos ovos de Páscoa.

Apontávamos para os prediletos, comentávamos sobre as embalagens e usávamos alguns como fonte para piadas. A Bia chegou a encontrar um do abjeto e tão falado Justin Bieber. Como, algum tempo antes, a Carol havia fatidicamente admitido que gostava da música “Never say Never”, certamente, tal ovo e nossa marida foram o mais cobiçado alvo para chacotas e anedotas!

Durante aquele momento “zoação”, a Carolina acabou por chutar o balde e piorar a sua situação, dizendo:

– Eu não poderia trocar o ovo “Biba” por um Siwon inflável?

No mesmo minuto em que ela fez tal pergunta, a Bia e eu já começamos a imaginar uma cena extremamente hilária e imprópria, com a nossa amada Carol e um coreano lindo em forma de boneco inflável.

Durante o processo imaginativo com direito a comentários, percebemos que estávamos incomodando um senhor, o qual estava na nossa frente na fila e acompanhara em tempo real todo o desenrolar do assunto.

Não conseguíamos parar de rir! O tema da conversa e o momento eram hilários demais para tentarmos resistir. Era praticamente impossível tentar atuar uma postura mais séria e recatada.

A Carol ainda tentou amenizar a situação comentando que não precisava ser um Siwon inflável, mas sim um estofado.

– O que eu quero é apenas um travesseiro gostoso para poder dormir agarrada.

– Se é assim, Carol, eu te dou um Siwon estofado! – mas, logo não agüentei e acabei retomando para o momento “constrangedor” e engraçado. – Mas, não me venha pedir para fazer com que ele vibre também!

E pronto! Eu acabara com o dia “imaculado” daquele senhor inocente!

Compramos nossos preciosos chocolates e corremos para o cinema, a fim de não perder a hora do filme.

Fizemos um breve pitstop para pegarmos algo para beber e, claro, dar uma passadinha no banheiro. Afinal, a Carol tem uma “leve” incontinência urinária.

Enquanto a esperávamos do lado de dentro do toailet, vimos uma garota sair de dentro de um dos reservados, dar uma ligeira olhada no espelho, passar nos encarando e sair.

Opa!

O que há de errado nessa cena?

Um “muito bem” para quem pensou: “ela não lavou as mãos”!

Pois é…

A delicada mulher fez questão de lançar um olhar analítico para sua própria imagem e para nós, porém, não teve “tempo” para lavar as mãos. Afinal, esse ato de higiene pessoal e, porque não dizer, coletiva é algo irrelevante e totalmente dispensável!

Para quê lavar as mãos? Nem deve ter pingado urina ali (entre outras coisas)…

Só tivemos dó de quem ela fosse cumprimentar depois. Azar da garota, caso ela contraísse uma diarréia ou coisa do gênero.

Quando entramos na sala do cinema, nada de excepcional aconteceu. Tudo correu da forma mais tranquila possível, até o filme começar.

Eu já havia assistido ao filme, mas topara ver mais uma vez apenas para poder rir dos sustos de minhas maridas, as quais não me decepcionaram, principalmente a Carol, já que ela resolveu inovar o seu vocabulário e dizer “tenso” a todo momento em que se assustava.

Mas, devo confessar que o auge de minhas risadas durante o filme foi atingido quando vi o susto de outra garota, com a qual não tenho relação alguma e nunca havia visto na vida.

“A Mulher de Preto” não é o tipo de filme de suspense que deixa a pessoa horrorizada e com uma sensação estranha depois da sessão. Contudo, é o gênero de longa-metragem que te faz pular e quase gritar várias vezes.

E justamente essa garota, sentada na fileira a nossa frente, não entendeu o “QUASE gritar” e acabou por soltar o grito mais agudo e cheio de terror que já ouvi ao vivo e a cores!

O filme terminou sem incidentes, apenas com algumas crises de riso, porém, nada realmente digno de entrar para o nosso famigerado mural da fama.

Andamos um pouco pelo shopping e acompanhamos a Carol até o ponto de ônibus do lado de fora. A caminha foi breve, porém, repleta de criaturas bizarras e estranhas.

Sinceramente… Ás vezes tenho mais medo da raça humana do que de qualquer monstro ou assombração de filme de terror, por mais convincente que possa parecer…

Entre comentários, passos, manobras e observações, chegamos ao ponto de ônibus. Questionamos qual era a melhor linha para a rodoviária, considerando o horário. Afinal, aquele lugar é praticamente um rascunho do banheiro ao ar livre do capeta!

Esperamos até que ela estivesse dentro da condução e voltamos para dentro do gigantesco Dom Pedro.

Continuamos caminhando, dessa vez pelo interior refrescante do shopping, e paramos na frente da loja IBIZA.

As palavras PROMOÇÃO, DESCONTO e OFERTA brilhavam diante de nós. E, como boas amantes de sapatos, não aguentamos e entramos.

Para nossa sorte, o orçamento apertado nos controlou a ponto de comprarmos apenas um par para cada uma…

Quando nossos estômagos voltavam a criar vida e a se comunicar, nos dirigimos à praça de alimentação e nos servimos de comida chinesa quentinha.

Tra” conversas e mastigações, a Bia viu duas figuras ilustres se aproximando de nossa mesa. Eram pessoas que há muito não víamos pessoalmente e não conversávamos decentemente. Uma é a mulher mais carismática e gentil que já conheci. A outra pessoa era alguém que nos fazia falta de forma dolorosamente saudosa e fraternal.

– Olha lá o Fábio e a Camila! – avisou, apontando para algum ponto atrás de mim.

Levantamos-nos para recebê-los da maneira mais calorosa possível, dentro do limitado espaço entre as mesas.

Durante os cumprimentos e os comentários a respeito da distância, senti algo estrangular meu coração, um aperto forte e cheio de saudades, pois na época de faculdade, aquele Fábio diante de mim era como um irmão, uma pessoa com quem eu poderia contar sempre, alguém que jamais me apunhalaria pelas costas e que me sustentaria nos momentos que o chão sumisse sob meus pés…

Conversamos um pouco para matar a saudade. Enquanto minha boca pronunciava as palavras ditas pelo Tico, o Teco em minha cabeça ruminava o quanto eu sinto falta das pessoas especiais que fizeram parte da minha vida acadêmica na Puc-Campinas.

Alguns desses jornalistas, eu sei, jamais retomaram o tipo de companheirismo que um dia tiveram comigo, mas outros, de forma inexplicável, se afastaram.

Esses, meus caros, são colegas que eu realmente desejo que estivessem do meu lado, para poder continuar a ter as conversas cabeça, os bate-papos sem noção e os sorrisos que outrora pertenciam a um grupo unido e divertido.

Ás vezes me pergunto… “Sou eu o motivo?”

Obviamente não pretendo ser egocêntrica, mostrando que eu sou o motivo para tudo, o único centro, mas… Por que o grupo se “desuniu”? Por que se afastaram de nós?

Admito que há períodos que eu simplesmente sumo da face da Terra e dificulto a minha localização, porém, são apenas alguns períodos pontuais, não é regra! Além disso, sou eu quem faz isso, a Bia e a Carol não possuem esse tipo de comportamento.

Então, será mesmo que é por que nós três “sumimos”?

Enfim…

Retomando a linha periódica e cronológica dos acontecimentos!

Terminamos de conversar, nos despedimos e cada dupla voltou a sua rotina anterior ao afortunado encontro.

A Bia e eu terminamos nosso jantar – na companhia de um adorável e pequenino pardal – e fomos caminhar mais um pouco, até o irmão dela vir nos buscar.

Durante a caminhada, passamos por um daqueles comuns stands de cosméticos e eu fui parada por um dos vendedores.

– A senhorita poderia me dar 15 minutos do seu tempo?

– Tudo bem…

– Poderia me dar a sua mão? Só vou pegá-la um pouco emprestada!

Encarei a Bia e relutante, ofereci minha mão ao rapaz. Claro que eu me controlei para não soltar nenhum tipo de comentário, algo do gênero: “você quer que eu dê minha mão ou a empreste? Porque não quero dá-la a você, não! Quero-a de volta depois! Preciso dela, sabe…”

De qualquer forma, ele começou a polir minha unha, a passar em minha mão óleo, sais esfoliantes e cremes. Durante todo o processo ele falava tanto quanto nós três quando nos reunimos.

Se aqueles cosméticos fossem comida, com total certeza, ele estaria tentando me empurrar o produto goela a baixo!

Os cremes e afins eram realmente bons, contudo os preços eram taquicardiacos!! Você comprava o kit e levava de brinde um rombo na sua conta bancária, junto com um passeio de ambulância com direito a desfibrilador!

Além disso, o tempo todo ele comparava aquela linha com a da Victoria’s Secret, rebaixando-a numa tentativa de enaltecer o tal cosmético novo. E em outros momentos ele era extremamente apelativo ao colocar no meio a marca Mahogany.

Vejam bem…

Eu ADORO Victoria’s Secret e ADORO Mahogany!

E a partir do instante em que ele destratou as duas marcas, inutilmente tentando empurrar aqueles produtos salgadíssimos para mim, acabou por perder pontos comigo.

Mesmo que eu fosse uma dondoca rica, não compraria os cosméticos!

Sei que parece uma atitude rancorosa, contudo, não se pode ofender os gostos de possíveis futuras clientes!

De qualquer forma, agradeci pelo tratamento gratuito e parti dali o mais rápido possível junto com a Bia!

Algum tempo depois, percebemos que o shopping estava começando a fechar. Decidimos-nos por dar uma última volta, antes de ir nos sentar em algum banco do lado de fora.

Durante esse derradeiro e breve circuito pelo interior do Dom Pedro, fomos abordadas por uma dupla de rapazes, o que nos assustou bastante.

– As senhoritas poderiam nos dar 15 minutos do seu tempo?

Juro que fiquei esperando que um deles retirasse um potinho de creme de dentro do bolso e começasse a oferecer outro cosmético qualquer e caro!

Mas, de toda maneira, a Bia e eu posicionamos nossos corpos de forma estratégica e instintiva, prontas para correr a qualquer sinal de perigo.

– Nós somos da Escola de Cadetes de Campinas e nessa quarta-feira teremos uma apresentação dos pelotões. – disse um deles, o que parecia ser o mais educado.

Uhum…

Certo…

E nós com isso?

– E é tradição levarmos jovens mulheres, lindas e elegantes, para segurar os estandartes de cada pelotão.

Opa!

A coisa estava ficando cada vez mais estranha!

– E gostaríamos de saber se uma das duas ou as duas não poderia ser a dama que leva o estandarte! – o pedido veio do outro, o qual estava calado até então.

– Desculpa, mas não vai dar. – a Bia fora extremamente sucinta e atual, sem ser grossa. Isso que é refinamento! (Hehehehe…)

– Nenhuma das duas? – o ex-calado parecia extremamente agitado, passando os olhos por cada uma de nós de maneira desesperada.

– Não, nós nem somos daqui! – respondi.

– Ah sim, vocês estão apenas a passeio? – com certeza, esse era bem mais calmo e educado do que o outro.

– Isso…

– Mas, onde vocês moram?

Nesse momento eu encarei a Bia e nós percebemos que o “cadete agitado” não largaria o osso com tanta facilidade.

– Eu sou de Jundiaí.

– E eu também!

Segurei o riso, pois era obvio que eu não iria levantar suspeitas quanto ao verdadeiro endereço de minha marida. Afinal, não sabíamos do que eles poderiam ser capazes!

– Mas, não poderiam vir para campinas? É na quarta-feira, ainda tem tempo para se programarem! – a partir daí, eu não me lembro mais quem perguntou o quê daqueles dois, pois já estávamos a ponto de sair andando e largá-los falando sozinhos.

Sei que não seria uma atitude muito polida de nossa parte, contudo, aquela situação estava se tornando assustadora, além de já começar estranha.

– Não, nós trabalhamos!

– E não podem pedir dispensa?

– Não! – respondi direta. – Nós somos funcionárias públicas. A dispensa seria descontada em nossos salários!

– Mas, qual é o expediente de vocês? – insistiram – A apresentação dos pelotões começa só ás quatro da tarde.

– Eu entro ás sete da manhã e saio uma cinco da tarde! – depois apontei para a Bia. – E ela entra ás dez e sai quase sete horas da noite!

– Bom… Tudo bem, então.

– É uma pena… – os dois pareciam realmente lamentar a nossa recusa.

– Desculpa.

– Tudo bem…

– Mas, ainda dá para encontrar alguém. Tem muita gente no shopping ainda. – tentei consolá-los.

– É, mas faz teeeempooo que estamos procurando e ninguém aceita!

Nesse ponto eu me cansei das caras de “cachorro sem dono” e de “cachorro pidão”. Começamos a andar sem nos despedir.

– Então, continua procurando! – disse por fim, um pouco antes de ficarmos fora do alcance auditivo.

Como já devem ter previsto, terminamos nossa caminhada chorando de tanto rir!

Com quem mais tal situação poderia acontecer?

Provavelmente com as outras “pretendentes a damas” que foram abordadas pelos mesmos cadetes naquela noite. No entanto, fica aquela pergunta de praxe: “Por quê conosco?”

No fim da noite, ainda tivemos mais um tempo para podermos “charlar” até o irmão da Bia nos buscar.

A partir de então, a noite voou em um flash! Saimos do Shopping Dom Pedro, voltamos para Valinhos, peguei minhas coisas, me despedi, agradeci pela hospedagem e voltei para a minha casa – na barriga do jacaré!

Como puderam ver, esses foram dias divertidos e repletos de risadas entre maridas!

Foi um “mais do que” merecido final de semana juntas!

Agora…

Fica aqui a pergunta que me fizeram e para a qual não tenho resposta:

“COMO É QUE VOCÊS NÃO SE CANSAM DE FALAR???”



Causos de um merecido final de semana em Valinhos

(Dia 01 – Sábado)

 

 

Acredito que vocês já perceberam o quanto me divirto com minhas ilustres amigas e meus briosos amigos, sem mencionar a minha preciosa família e o meu amado namorado!

Portanto, não será surpresa se eu lhes disser que tive câimbras nos músculos da face e do abdômen de dando rir com minhas nobres maridas Bia e Carol!

O dia começou de forma um tanto preguiçosa…

Levantei-me, arrumei minhas coisas, tomei um banho delicioso e relaxante, me vesti, comi um breve e rápido café da manhã e parti rumo a Valinhos!

Para ir até a casa de minha querida amiga Bia – local onde havíamos combinado passar o primeiro final de semana deste ano juntas – eu iria de carona com meu pai, sendo que a minha marida Carol iria junto comigo.

Pegamos a queridíssima Carolina no pontilhão da Avenida Jundiaí e tomamos a estrada. No caminho, meu pai se viu obrigado a agüentar os surtos e as fofocas de quem não se via há meses e acumulara assunto para dias de conversa a fio.

Rimos e tagarelamos sem parar até alcançar os automáticos portões de uma linda e deliciosa casa, localizada em um verde vale!

Desembarcamos do automóvel e levamos conosco nossas coisas. Despedi-me de meu pai e cumprimentamos a Bia. Posso jurar que os sorrisos sinceros eram incontroláveis, tamanha a felicidade por estarmos as três reunidas novamente!

Assim que meu pai partiu e o portão se fechou, mantendo-nos seguras e unidas do lado de dentro, sentimos, finalmente, que aquele encontro era de fato real. A “ficha caíra” e sentimos algo borbulhar em nosso peito.

Nossa saudade era tanta que não resistimos e nos envolvemos em um abraço coletivo e apertado, realmente começando a desfrutar aquele final de semana juntas!

Para quem estivesse passando pela rua ou para qualquer outra pessoa que nos visse – fosse quem fosse – aquela cena seria “piegas” e sem sentido algum. Algo de “menininhas”…

Contudo, posso afirmar que, apesar das aparências, aquela imagem era composta de um sentimento verdadeiro e sem exageros, algo movido pela mais honesta e amável amizade, sem “frescurites” e “breguices”.

Respiramos fundo e voltamos ao nosso normal: tagarelas e brincalhonas!

No caminho do portão até a porta da casa, nos deparamos com os amáveis Bruce e Brenda, os dois cães rottweiler da Bia.

O Bruce se parece com um urso enorme e pidão! A Brenda é uma cadelinha de aparência adorável e carente!

Obviamente, os dois vieram para cima da Carol e de mim, louquinhos para pedir por carinho e dar as boas vindas após tanto tempo!

A Beatriz, para nossa sorte, refreou a investida de Bruce. Caso contrário, ele nos encheria de baba e pêlos como sempre costumava fazer. A Brenda, por ser menos estabanada e mais tranqüila em sua forma de pedir atenção, não precisou ser repreendida.

Entramos e nos acomodamos, sem deixar de tagarelar. Carol e eu estávamos curiosas para conhecer a sede da empresa da incrível senhorita Beatriz, portanto, assim que tudo estava relativamente ajeitado, ela nos conduziu até lá.

O espaço que ela montou e organizou estava simplesmente maravilhoso e adorável. Aquele era, de fato, um ambiente de trabalho saudável! Podíamos sentir isso, inclusive, na atmosfera no lugar.

Enquanto bisbilhotávamos a empresa, ela nos mostrou o seu mais novo vicio: o jogo “The Sims Ambições”! E isso nos rendeu assunto a respeito da época dos primeiros “The Sims” e dos códigos que usávamos para “facilitar e agilizar” um pouco mais as coisas.

Obviamente, alguns considerariam tais códigos uma trapaça, mas, quem nunca usou um “rosebud“, ou “klapaucius“, ou até mesmo um “motherlode”?

Voltamos para dentro da casa da Bia – depois do irmão dela vir atrás de nós, questionando quando iríamos pedir a bendita comida chinesa – e começamos os costumeiros desabafos e a atualizações do tempo que ficamos separadas.

A cada palavra dita e ouvida, percebíamos o quanto a vida de cada uma dera voltas e rodopios enquanto estávamos distantes. Por mais que tentássemos manter um diálogo via e-mail, gtalk, Facebook e/ou telefone, vimos que não adiantava muita coisa, pois o “grosso” de cada história não conseguia ser realmente contato por meio desses artifícios virtuais e telefônicos.

Em cada cômodo da casa que nós íamos, parávamos para conversar, o que tornava a nossa locomoção extremamente lenta, porém, isso não nos importava. Queríamos mais que o tempo desacelerasse, para que pudéssemos ficar mais tempo juntas.

Pedimos, por fim, a bendita comida chinesa – o pedido tradicional que sempre pedíamos quando íamos à casa da Bia – e nos acomodamos no quarto “em manutenção” da marida Beatriz.

Enquanto a Carol partia para o seu costumeiro “pitstop” – por isso nos dizemos que ela tem “incontinência urinária” – eu descobri um controle de aparência simpática, depositado em cima da cabeceira.

– Bia, esse controle é do ventilador? – perguntei, analisando os desenhos ilustrativos em cada botão.

– É sim. E ele também controla a luz. – apontou para um botão. – Esse daqui, se você segurar apertado, ele regula a intensidade dela e você consegue escolher se quer mais claro ou mais escuro.

– Que legal! E tá funcionando? – minha cabeça já estava fervilhando de idéias. A pergunta já havia sido feita com segundas intenções.

– Tá sim, por quê?

– Que tal darmos um susto na Carol? – comecei a testar o controle e ver como ele funcionava.

– Isso! – respondeu empolgada.

Assim que ouvimos a porta do banheiro ser destrancada, nos jogamos em cima do colchão e nos acomodamos, de forma a esconder minha mão com o controle.

Quando a Carol entrou no quarto, começamos a conversar e eu coloquei em prática o meu plano – fiz com que a luz fosse diminuindo, gradativamente, a sua intensidade.

– Ué, é impressão minha ou a sua luz ta mais fraca, Bia? – comentei olhando para cima, chamando a atenção da Carol para o fato.

– Hm… Estranho, acho que caiu alguma fase da casa. – ela respondeu, se segurando para não rir, assim como eu.

– Estranho mesmo. Acho que é por causa da chuva que está vindo. – a inocente Carol comentou.

A Bia e eu tentamos atuar, colocando a nossa melhor expressão de medo nos rostos e nos levantamos para sairmos “correndo” do quarto. Quando a Carol nos seguiu, fiz com que a luz voltasse ao normal a partir do primeiro passo dela para fora.

– Olha! Acendeu! – a Bia comentou, apontando.

– Será que a energia voltou? – a pobre Carolina perguntou, tentando analisar outros pontos da casa, enquanto voltávamos para o quarto.

– Acho que é você, ein Carol! – disse para provocar.

Demos risada e nos acomodamos novamente. Assim que percebi que a Carol estava mais distraída, repeti o ato.

– Iiih, Carol! – a Bia olhou para ela e para cima depois. – Olha lá!

– Ai, gente! Será que sou eu?

– Faz um teste! Entra e sai do quarto.

Quando ela saiu do quarto, a luz voltou ao normal.

– Que estranho! – ela voltou para dentro e eu fiz a mágica do controle, mais uma vez.

– É você, Carol! – acusei brincalhona.

– Não duvido! Do jeito que as coisas andam, aposto que alguém rogou uma praga em mim! – comentou, referindo-se a sua recente desventura no mundo do mais complexo sentimento, cujo nome é uma palavrinha que, de trás para frente, dá o nome de uma cidade italiana.

Novamente, ela entrou e saiu. E a luz reproduziu a façanha anterior.

Assim que senti que a nossa marida já estava um tanto impressionada e percebi, com o canto do olho, o irmão da Bia passar pelo corredor, resolvi assustá-la um pouco mais.

– O cabelo da Carol ta mexendo? – cochichei em bom tom com a Bia, a qual entendeu minha estratégia e fez uma cara de observadora. – Carol, o que é isso? – apontei para ela, a qual já havia ouvido o meu “cochicho” e percebera um “vulto” passar pela corredor do lado de fora (o “vulto” era o irmão da Bia).

– PÁRA!! – ela deu o seu clássico grito, porém em um tom um pouco mais baixo do que ela costuma dar.

Obviamente, a Bia e eu começamos a gargalhar. Até pretendia brincar mais um pouco, ligar o ventilador, pregar mais peças… Mas, não iria resistir por muito mais tempo, afinal, já estava rindo descontroladamente!

– Carol… – levantei a mão e coloquei o controle no colo dela. – Olha os desenhos! – pedi, ainda enxugando lágrimas dos olhos e deixando alguns risos escaparem esporadicamente.

Logo que ela percebeu a trama, nos encarou de forma assassina – porém, aviso que o olhar fracassou no intuito – e bufou.

– Mas, tinha que me assustar, né?

Passada as crises de riso e estômagos começando a reclamar, o nosso pedido chegou, finalmente!

A comida chinesa viera em boa hora! Já era quase uma e meia da tarde ou um pouco mais.

Deleitamo-nos com o yakissoba, o yakimeshi e os bolinhos de frango! Sempre mantendo a conversa viva e as risadas temporais presentes.

Para terem uma noção do quanto riamos, imaginem a Bia tentando nos ensinar, durante o almoço, como mexer as narinas em movimentos variados e “coelhísticos”.

Pois é…

Acredito que deu para entender, né?

(É… Acho que deu para entender que nós temos algum probleminha! Hauahauahauhau… Mas, quem disse que nós somos pessoas “normais”?)

Fora as risadas, o bate-papo estava tão bom que, mesmo depois de termos terminado de almoçar, continuamos sentadas ao redor da mesa até ás quatro e meia da tarde!

Inclusive, tínhamos até planejado ir ao cinema… Mas, com a chuvinha freqüente e com a louca vontade de matar a saudade e “papear”, acabamos adiando a idéia para o dia seguinte.

Locomovemos-nos até a sala, onde a Bia ligou o laptop do irmão na TV. Ficamos assistindo a clipes de músicas coreanas, os quais acessávamos pelo Youtube. Há muito não víamos e nem acompanhamos o mundo “K-Pop”, muito menos juntas!

Depois, passamos a ver trechos de DVD’s de shows dos tais e de outros grupos coreanos. Mostramos alguns trechos do show do trio JYJ para a Carol e logo após foi colocado para passar um pedaço do show do grupo Super Junior, pois, aparentemente, fazia muito tempo que a Bia deseja repassar aquela parte com a Carol e eu presentes, apenas para rever as nossas reações abarrotadas de estrógenos!

Foi preciso apenas um pequeno pedaço de uma única música – Sorry, Sorry – para nos fazer cantar de animação, dançar empolgadas e, obviamente, hiperventilar diante da coreografia, especificamente na parte em que o integrante Siwon abre o terno, expondo um belo abdômen desprovido da cobertura de uma vestimenta qualquer.

Essa cena já foi assistida inúmeras vezes por nós, conduto a reação praticamente não muda, graças aos hormônios à flor da pele!

Admito que antigamente eu hiperventilava mais, agora, graças ao meu namorado extremamente “gatoso” – para quem não sabe, “gatoso” é a junção das palavras gato e delicioso – a reação tornou-se mais branda!

Porém, a Carol não nunca nos decepcionou antes e continuou a não decepcionar! A reação dela foi divertidíssima, bem mais empolgada do que a minha.

Bastava eu me animar, apontando para o tal coreano abrindo o terno, que eu logo percebia que a minha animação não era nada comparada com a da Carol!

Eram gemidos e suspiros, pulos e travesseiros sendo agarrados… Enquanto eu dançava e apontava, sentadinha no chão, a Carol passava por tudo em cima do sofá e a Bia registrava – em partes, pois logo percebemos a tentativa e tratamos de encenar uma quase cena de garotas comportadas.

Mais tarde, quando a noite já estava avançada, nós lanchamos um jantar e partimos de volta a sala, para assistirmos ao filme “Evocando Espíritos”, somente para não perder o âmbito.

Aquela era a primeira vez que assistia ao longa-metragem e me contorcia de agonia no sofá. Contudo, não pensem que a Bia e a Carol também não se sentiram tensas, pelo contrário!

Quando estávamos todas compenetradas na história, o irmão da Bia escancarou a porta da sala, fazendo com que a Carol gritasse e nós nos assustássemos ainda mais!

Admito que deixei escapar um breve “palavrão” em voz baixa…

O “Evocando Espíritos” acabou e nós decidimos assistir um episódio de “America’s Next Top Model” para tentar acalmar os ânimos antes de irmos dormir. A Carol e eu apagamos de sono antes do programa chegar à metade.

A Bia, após assistir o episódio inteiro, desligou a televisão e também partiu para o merecido sono. Já eram quase duas da matina quando todas nós já estávamos ressonando em nossos sonhos.

E como já era oficialmente domingo, essa parte do causo vou contar em um próximo post, apenas para poder dar um intervalo para vocês poderem descansar a vista de minhas palavras e, quem sabe, gerar certa curiosidade!

Até mais, meus queridos leitores!

 

 

 



{setembro 23, 2011}   Eu andando por aí!

E eu que redescobri na internet um aparecimento meu no Jornal da Puc-Campinas?

Huahuahuahuahua… É gostoso poder rever essas coisas…

E este é o link onde, quem quiser, poderá conferir a edição inteira do jornal:

http://www.puc-campinas.edu.br/rep/imprensa/jornaldapuc/Jornal_PUC-Campinas_Ed103.pdf



{setembro 19, 2011}   Andando pela internet

Vocês sabem que o mercado cinematográfico anda um tanto saturado. Existem milhares de filmes e vídeos espalhados por aí!

Cada um mais “pegajoso” do que o outro…

Contudo, somente alguns casos realmente MARCAM as pessoas. Ou seja, apenas alguns filmes, independente da época, conseguem ficar gravados na cabeça dos espectadores de uma forma surpreendente.

Quer um exemplo?



et cetera
Devaneios da Lua

Sobre tudo e ao mesmo tempo nada

Crônicas da Gaveta

Relatos amadores por @Cardisplicente

Sara M. Adelino

Tradutora. Revisora. Redatora.

WILDsound Festival

Weekly Film Festival in Toronto & Los Angeles. Weekly screenplay & story readings performed by professional actors.

Destino Feliz

Seu Blog de Viagens, Roteiros e Experiências

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Comic Book and related work by Danilo Beyruth

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EM ANDAMENTO

My Broken Throat

Até que o medo se desfaça... Um engano do destino

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"Um dia sem sorrir é um dia desperdiçado"

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Bonecos, tirinhas e nerdices. Aqui você encontra tudo isso!

Baú de Histórias

Em construção!

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