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{setembro 18, 2015}   Resenha: REBOOT (Amy Tintera)

Olá, olá readers de nossos corações!

Estamos de volta com mais uma resenha fresquinha para vocês! E o livro da vez é uma das obras da autora texana Amy Tintera:

REBOOT

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Inicialmente, eu acreditei que esta seria uma aventura única, uma estória distópica sem continuação alguma, já que eu não havia me deparado com muita gente que conhecia a obra e que poderia me informar do contrário, no entanto, ao fazer uma breve pesquisa, descobri que o enredo possui, sim, uma continuação chamada Rebel.

De qualquer forma, isso não atrapalhou minha leitura. Pelo contrário! Ao final do livro, me encontrei curiosa para saber o que poderia me aguardar no segundo volume e se, por acaso, eu teria as respostas que Reboot não deu…

Bem…

Esta é a obra de estreia de Amy Tintera como escritora de ficção/fantasia e, como já mencionei, é o primeiro volume de uma duologia/ um dueto de mesmo nome (a série chama-se Reboot).

A trama, basicamente e logo de inicio, apresenta um cenário desolador que considerei bem intrigante (e um tantinho plausível), que conseguiu me surpreender, mesmo eu já sendo uma leitora, como muitos por aí, acostumada a ler e a “viver” distopias.

A narrativa acontece em primeira pessoa e, portanto, acompanhamos tudo pelo ponto de vista da personagem Wren Connolly, uma reboot conhecida como 178.

Uma reboot?

E, eu lhes digo, ela não é qualquer reboot! Afinal, ela é uma incrível 178!!!

Mas… Vocês devem se perguntar o que raios é um reboot e por que 178, certo?

Deixe-me contextualizá-los: a trama da obra se passa em um universo com um quê “pós-apocalíptico”, no qual um vírus, o KHD, dizimou grande parte da população.

E, neste cenário, ser um reboot basicamente é fazer parte daqueles que não foram extinguidos por esses micro-organismos bizarros…

Quer dizer…

É fazer parte daqueles que, na verdade, foram mortos pelo vírus KHD, porém voltaram à vida. São, simplesmente, pessoas “reinicializadas”.

Ninguém sabe ao certo o porquê de algumas pessoas despertarem depois de mortas, tudo o que puderam comprovar é que quanto mais tempo se demora em “ressuscitar”, mais “poderoso” e menos “humano” o individuo fica.

Simplesmente, se tornam quase uma máquina… Extremamente rápidos, super fortes, com incrível habilidade de cura… O seja, quase invencíveis (o nome do personagem Wolverine me veio à mente nesta hora).

E justamente por causa de todas essas “novas aptidões”, muitos acreditam que os reboots não são humanos e sim, criaturas sinistras (e essa impressão ficou ainda mais forte depois de um grande embate que a trama menciona entre humanos normais e os reboots).

Além disso, quanto mais jovem for a vítima, maior será a chance de se tornar um reboot inteligente e não um zumbi alucinado. E quanto mais tempo a pessoa demora a “reviver”, os cientistas e população em geral do livro creem que menos traço de humanidade se terá.

Agora, fica mais fácil entender porque a Wren não é uma reboot qualquer!

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Na estória, a personagem havia morrido há cinco, sendo que ela acordou somente 178 minutos depois! E como sendo a única com um número tão alto, Wren acaba vivendo sob o medo e o respeito que seu número impõe aos demais.

Todo esse caos leva à criação do CRAH: uma grande corporação, que governa o que restou das cidades humanas e usa os reboots adolescentes para controle e prisão de criminosos e de outros “da mesma espécie” que sejam mais velhos e/ou que perderam totalmente o controle e a humanidade.

A CRAH mantém todos os reboots na linha e Wren, como uma “soldado exemplar” (um troféu para a corporação), está acostumada com sua rotina de missões capturando ou matando humanos criminosos, além de rebeldes e adultos que reiniciaram e agora são um perigo para sociedade. E como uma 178, ela tem o diretor de ser um dos poucos treinadores de reboots novatos e, ainda por cima, de poder escolher o aluno que desejar, passando na frente dos demais.

Natural e tradicionalmente, Wren sempre escolhia os novatos com números altos, já que os com número baixo eram problemáticos demais e duravam pouco. No entanto, quando uma nova leva de recrutas chega trazendo dentre eles Callum Reyes, um mero 22, a vida de nossa personagem principal muda drasticamente.

O garoto é cheio de perguntas e vitalidade. E com todo o seu jeito único e irreverente, Callum a faz rever suas escolhas e atitudes, questionar os trabalhos e métodos da CRAH e perceber que, apesar do que o senso comum a fez acreditar, ainda tem alguns traços bem fortes de humanidade dentro dela.

Além disso, a reviravolta vai se agravando a medida que Wren vai se envolvendo cada vez mais com o submundo da corporação; tem sua única e melhor amiga, Ever (uma 56), envolvida de forma trágica na trama; e vai reconhecendo que existe uma outra vida para os reboots, que não seja aquela de um soldado assassino.

E eis, meus caros, a premissa do livro.

A narrativa de Amy Tintera é envolvente, mesmo que em alguns pontos a leitura se torne um pouco devagar. Ela mostra um bom domínio sobre o enredo e faz uma boa exploração dos elementos que compõe toda a estória.

Tintera nos contextualiza, sem responder totalmente a todos os questionamentos que surgem em nossas cabeças, deixando, assim, um gostinho de quero mais que só aquela curiosidade insana de um leitor pode desenvolver.

A ambientação, pelo meu ponto de vista, é outro ponto forte do livro. A escritora acerta no tom e consegue transmitir com maestria a desolação do cenário. Ela nos instiga a continuar a ler e ir descobrindo pedacinho por pedacinho do mundo que criou.

Um dos pontos que mais me preocupava em relação à trama era o romance que deste de o começo da leitura fica óbvio que irá acontecer…

Mesmo que na obra encontremos algo que nos lembra a um daqueles clichês românticos, acredito que ele não atrapalhe muito a leitura, visto que é a causa principal da mudança de comportamento da personagem, o que leva ao desenrolar da ficção.

Digamos que, como garota sonhadora e romântica que sou, adorei o toque de “amor no ar” durante toda a pancadaria e confusão. No entanto, devo admitir que para os leitores que não são muito chegados, o romance no meio do enredo pode chegar a incomodar um pouco (por exemplo: por mais que o Guh Valente, meu namorado, adore ler obras de ficção, talvez ele acabe não lendo este livro, justamente por causa disso).

O ponto forte de Reboot está justamente no universo que Amy Tintera representa de forma tão criativa nas 352 páginas da obra publicada, aqui, pela Galera Record. Sem mencionar a trama tão inventiva, que nos passa um toque de “zumbi” bem único durante a leitura.

Por fim, eu recomendo o livro a todos que gostam do gênero e procuram algo que consegue (ser um tanto) inovador e arrojado, com elementos ímpares e excepcionais, sem tantos clichês (a não ser o romance) e que ainda surpreende o leitor, o fazendo questionar tudo e ficar ansioso pelas respostas (que supostamente virão na continuação).

E que venha REBEL!!!

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Texto by Fabi

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{março 9, 2015}   Resenha: Série A Mediadora

Olá, olá, readers!

Estamos de volta com mais uma resenha! E desta vez falaremos sobre a série A Mediadora, da autora Meg Cabot!

série a mediadora

Sinceramente? Eu li estes livros pela primeira vez quando tinha entre 16 e 17 anos, ou seja… Faz muitooooo tempo!!! (no mínimo dez anos) E, ás vezes, pego as obras e releio, sendo que, ao todo, já as reli umas 5 vezes, pelo menos…

Para quem ainda não conhece, a série foi publica aqui no Brasil pela Editora Galera Record e possui seis volumes (até o momento): A Terra das SombrasO Arcano NoveReuniãoHora Mais SombriaAssombrado e Crepúsculo. E todos contam a estória de uma garota nem tão normal, chamada Susannah Simons, ou melhor.. Suze.

Ah, sim! Um adendo…

Todos os volumes foram republicados com capas novas (as da imagem acima), sendo que, faz algum tempo que a editora também lançou os livros da série naquele estilo vira-vira, meio que “dois em um”. Estes também receberam uma carinha nova (as capas do vira-vira estão ilustradas no final do post).

Admito que gosto das três versões, sendo que, até o momento, eu tenho todos os seis volumes com as capas antigas, da primeira versão (agora, as mais difíceis de achar). Elas são ilustradas com desenhos e dá para ter uma ideia melhor a respeito de qual é a trama que será exposta dentro do livro, algo que, por um lado, é muito interessante, mas por outro, pode acabar dando alguns “spoilers” (as capas que tenham e que, inclusive usarei para ilustrar cada volume aqui no post, são essas daqui embaixo).

série a mediadora 1

Voltando…

Os livros são narrados em primeira pessoa e temos sempre o ponto de vista da protagonista, sendo que o enredo das obras é cheio de comentários sarcásticos e bem humorados sobre aspectos e dilemas presentes na vida de qualquer adolescente: paixão, escola, roupas, amizades, etc… No entanto, Cabot dá uma turbinada em tudo isso, acrescentando uma problemática beeeem interessante na vida de Suze: fantasmas!

Portanto, além de todas as reviravoltas que alguém passa numa fase adolescente banal, a protagonista também se vê presa à dubiedade de viver, (quase que) secretamente, como uma guia sobrenatural, orientando e auxiliando alguns espíritos (e ajudando alguns vivos também) em seu destino “pós-morte”.

Contudo, já adianto que, apesar de a série tratar de assuntos sobrenaturais que venham a envolver a morte de entes queridos, fantasmas perturbados, histórias sinistras e etc.. A leitura em si, não é nem um pouco pesada quanto a temática venha a sugerir! Além disso, o fato de a narrativa ser gostosa, objetiva e fluida, ajuda muito o leitor a se prender na trama, sem se sentir angustiado demais ou com uma sensação ruim.

Bom…

Vou começar a falar um pouquinho de cada livro, apenas para que tenham uma noção de como são e o que acontece em cada um:

A Terra das Sombras

Série a mediadora - A terra das sombras

A Terra das Sombras, como bem sabem, é o primeiro volume da série. E é nesta obra que já percebemos que Suze, além de ser uma garota beeeem peculiar, não é aquele tipo adolescente problemática e irritante! Sendo que facilmente percebemos que o primeiro receio dela ao se mudar para uma cidade nova, é encontrar espíritos demais e ser taxada como louca.

Também, logo de cara, nos deparamos com uma breve retrospectiva do passado dela e percebemos que o dom de ver, conversar, ouvir e sentir espíritos existe desde que era pequena. Portanto, este é o primeiro contato que temos com a característica mediadora da personagem. E ao mudar-se para a casa nova de sua mãe e de seu padrasto na Califórnia, as coisas ficam um pouco mais intensas para Suze e seu dom.

A trama se incrementa quando a nossa mediadora se depara com um fantasma lindo e encantador chamado Hector “Jesse” de Silva! O encontro dos dois não acontece, exatamente, como deveria. Suze, apesar de ficar impressionada pela beleza e pela gentileza de Jesse, o trata, inicialmente, como trataria qualquer outro fantasma. No entanto, logo ela percebe que ele não é como os outros e tudo começa a se complicar e a sua missão de mediadora já mostra indícios de que ganhará um “upgrade”.

Aliás… É neste volume que percebemos que, apesar de o plot passar a impressão de ser complexo e totalmente repleto de teorias mirabolantes, a autora consegue deixá-lo simples e claro. Algo que considerei um começo positivo, pois dava sinais de que eu não ficaria louca lendo este e nem os demais livros da saga. Além do mais, esta característica objetiva e nem um pouco complexa do plot, ajuda o leitor a assimilar melhor a trama da estória e absorvê-la por completo, desde as partes mais densas, até as mais “bobinhas”. (e para quem não sabe, plot é um termo usado para designar todos os eventos de uma história, utilizados para se obter um efeito emocional e artístico. Ou seja, um plot é exatamente o que acontece: é o enredo, é a trama, é a intriga, …)

Em A Terra das SombrasMeg Cabot não deixou muitas pontas soltas, apenas o suficiente para dar ligação para o próximo volume. A autora consegue dar a impressão de que 288 páginas não são o bastante e fazer com que o leitor continue ansioso para ler o desfecho da vida de mediadora de Suze ao lado do maravilhoso Jesse!

Sinopse oficial da obra:

“Falar com um fantasma pode ser assustador. Ter a habilidade de se comunicar com todos eles então é de arrepiar qualquer um. A jovem Suzannah seria uma adolescente nova-iorquina comum, com seu indefectível casaco de couro, botas de combate e humor cáustico, se não fosse por um pequeno detalhe: ela conversa com mortos. Suzannah é uma mediadora, em termos místicos, uma pessoa cuja missão é ajudar almas penadas a descansar em paz. Um dom nada bem-vindo e que a deixa em apuros com mãe e professores. Como convencê-los da inocência nas travessuras provocadas por assombrações?

Com muito humor, neste primeiro volume da série A mediadora, Meg Cabot nos apresenta a vida desta mediadora que tem certa ojeriza a prédios antigos: quanto mais velho um edifício, maiores as probabilidades de alguém ter morrido dentro dele. Filha de um pai-fantasma nada ausente e uma nova família, que inclui um pai adotivo e três irmãos postiços, a história começa com a mudança de Suzannah para uma casa mal-assombrada na ensolarada Califórnia. Só que Jesse não é um espírito qualquer, é um fantasma bonitão que nada faz para assustá-la, muito pelo contrário.

No melhor estilo das populares séries de TV Ghost Whisperer, Supernatural e Medium, A mediadora traz histórias repletas de mistério, aventura e romance, confirmando o nome de Meg Cabot (da série O diário da princesa) como uma das maiores escritoras teen da atualidade.”

O Arcano Nove

Série a mediadora - O arcano nove

O Arcano Nove vem para mostrar que o futuro entre Suze e Jesse será conturbado, porém, inegavelmente delicioso para os leitores!

Neste volume, a nossa querida mediadora está cada vez mais atraída pelo fantasma bonitão e boa pinta. Mas, desconfia que não seja muito saudável para o seu coração começar um romance com alguém do plano astral. Portanto, ela decide por se envolver com um ser humano vivo que surge em seu caminho.

Suze acaba conhecendo Tad, um garoto bonito, rico e misterioso. Contudo, o romance com ele não acontece como deveria, afinal, o seu dom acaba atrapalhando bastante, uma vez que, todas as noites, o fantasma de uma mulher assassinada aparece gritando em seu quarto, impedindo-a de dormir bem. Além do mais, Jesse fica enciumado, o que a deixa extremamente satisfeita, algo que ela não deveria sentir.

No livro, Suze está mais louca que nunca! Enquanto que no primeiro ela estava mais “tranquila” e um dando atordoada com todas as novidades em sua vida, neste segundo, ela está mais impulsiva e irritada. Ainda tem um pouco de receio pelas consequências de ser uma mediadora e continua tentando poupar sua família, contudo, agora está mais nervosa do que antes, pois a “ficha caiu” e ela não sabe como lidar com seus novos sentimentos, juntamente com os problemas que o seu dom traz (sem mencionar a falta de sono).

E para ajudar, a situação entre ela e Tad vai ficando cada vez mais misteriosa, chegando a envolver o pai do garoto e a tal fantasma. Simplesmente, nesta trama, a autora faz questão de mostrar ao leitor que é possível fazer com que a personagem viva em uma montanha russa diferente a cada volume.

Sinceramente, eu adorei toda a intriga envolvida em O Arcano Nove e, apesar de em certo ponto o desfecho do mistério ser previsível, ainda é possível se entreter muito tentando descobrir a ligação de todos com o assassinato. Meg Cabot, mais uma vez, prende o leitor por 272 páginas e não o solta.

Sinopse oficial da obra:

“Em O arcano nove, segundo volume de A mediadora, Suzannah continua literalmente apaixonada por um sujeito de outro mundo. O fantasma do bonitão Jesse, que vive aparecendo em seu quarto, mexe com o coração da adolescente. Mas Tad Beaumont, o garoto mais descolado e rico da cidade, também entra no páreo. E com uma vantagem inegável: ele está vivo. O rapaz convida Suzannah para uma festa, onde ela pode ganhar seu primeiro beijo.

Enquanto lida com os ciúmes de Jesse e as investidas de Tad, Suzannah precisa resolver o assassinato de uma mulher que aparece aos gritos em seu quarto. Noite após noite a mesma coisa se repete. Com a imaginação fértil da idade, Suzannah logo cria várias hipóteses para o “assassinato”, mas sua principal preocupação é descobrir quem é aquela mulher. Afinal, apesar de sentir compaixão pela desconhecida, a menina gostaria de poder dormir. Além de tudo isso, Suzannah precisa fazer o que os adolescentes fazem: estudar, badalar, e se ajustar a uma nova família, que inclui um pai adotivo e três irmãos postiços. O relacionamento com Tad vai tomando forma ao mesmo tempo em que Suzannah se envolve na busca do misterioso passado do pai do garoto. Só mesmo a mediadora para transformar a chance de um namoro feliz em risco de vida.

No melhor estilo das populares séries de TV Ghost Whisperer, Supernatural e Medium, A mediadora traz histórias repletas de mistério, aventura e romance, confirmando o nome de Meg Cabot (da série O diário da princesa) como uma das maiores escritoras teen da atualidade.”

Reunião

Série a mediadora - Reunião

Reunião é a terceira obra da série e vem para mostrar que Meg Cabot ainda não perdeu a mão e, pelo visto, nem vai perder!

Bom…

A convivência de Suze com a nova família está indo bem. Mestre e Soneca continuam legais; e Dunga permanece uma incógnita, apesar que aos poucos ele vai se soltando cada vez mais com a nova irmã; Andy Ackerman também se mostra um cara bacana; e a mãe, Helen Simon-Ackerman,  continua mais feliz do que nunca! Além do mais, Peter Simon, o fantasma de seu pai, continua a dar as caras esporadicamente, ajudando-a com alguns conselhos (ás vezes nem tão bons) e matando a saudades.

Na escola, Suze continua ficando “conhecidinha” entre os alunos e a sua amizade com os dois nerds fofos, Cee Cee (a albina) e Adam, continua firme e forte, formando um triângulo de amizade bem interessante! Aliás… neste livro, a sua amiga de longa data, Gina, vem de Nova York passar um tempinho na Califórnia, o que pode vir a ser uma coisa positiva ou negativa para a atual situação sobrenatural/amorosa da protagonista.

No entanto… Nem todos os seus relacionamentos continuam saudáveis e normais. Jesse, o lindo e sedutor fantasma, ainda divide o quarto com ela, o que a deixa cada vez mais louca. E mesmo que eles tentem se afastar um do outro, acabam sempre se aproximando ainda mais, o que vai alimentando a paixão platônica que existe entre os dois.

E como toda essa confusão amorosa não basta para a escritora, Meg Cabot colocou a nossa personagem em mais uma confusão bizarra!

Em uma loja de conveniência, Suze e Gina se deparam com quatro jovens vestidos a rigor. Ou melhor, Suze se depara, pois Gina não é uma mediadora… Enfim, as vestimentas chamam a atenção da protagonista que, ao olhar bem para os quatro, percebe que todos são fantasmas!

Ela descobre que os adolescentes morreram em um acidente de carro, na volta da festa de formatura. Eles eram conhecidos como os “Anjos da RLS” da escola Robert Louis Stevenson. Contudo, o problema não está na morte em si ou no fato de vê-los na loja. A confusão está no fato de que eles acreditam que o culpado do acidente é o jovem Michael Meducci, um nerd simpático (porém, irritante) da turma de Suze. E para protegê-lo dos quatro fantasmas vingativos, ela precisa se aproximar do pobre coitado e fingir que está apaixonada.

Na minha opinião, a trama de Reunião foi uma das mais leves e divertidas da série. Toda a intriga, reviravolta e confusões que a vingança e a  falsa paixonite geram, são simplesmente cativantes! Durante as 272 páginas, o leitor fica preso entre a curiosidade, o mistério e a diversão. Sem mencionar que é gostoso ver o lindo Jesse com um pouco de ciúmes, mais uma vez.

Sinopse oficial da obra:

“Em Reunião, terceiro livro da série A mediadora, Suzannah ainda sofre com sua paixão platônica por Jesse. Nada demais para uma adolescente. O problema é que o rapaz morreu há quase dois séculos e ‘vive’ assombrando o quarto de Suzannah, em sua nova casa, na costa oeste americana. Entre a juventude platinada local, no melhor estilo de The O.C., a menina tenta se adaptar ao novo colégio e à nova família, herdada com o casamento da mãe. Entre as recentes amizades e agitos naturais da idade, ela resolve pendências do mundo espiritual.

Aqui, acompanhamos Suzannah, depois de várias aventuras, louca para aproveitar as férias escolares com a amiga Gina, que veio especialmente de Nova York para visitá-la. Mas como a vida de uma mediadora não pode ser tão tranqüila assim, depois de tostarem ao sol, as duas resolvem tomar uma bebida para refrescar: e é aí que a confusão se instala. Na loja de conveniência, Suzannah se depara com quatro jovens vestidos a rigor. O que alguém estaria fazendo com tais trajes àquela hora é facilmente decifrado assim que ela tira os óculos escuros e vê o brilho típico dos fantasmas! Os quatro adolescentes (conhecidos como os “Anjos da RLS”, a escola Robert Louis Stevenson) morreram em um acidente de carro, na volta da festa de formatura. O problema é que eles acreditam que o culpado é o jovem Michael Meducci, um nerd da turma de Suzannah. Para protegê-lo desses fantasmas vingativos, ela precisa se aproximar dele e fingir que está apaixonada. Justo quando seu romance “paranormal” com Jesse parecia que ia decolar.

No melhor estilo das populares séries de TV Ghost Whisperer, Supernatural e Medium, A mediadora traz histórias repletas de mistério, aventura e romance, confirmando o nome de Meg Cabot (da série O diário da princesa) como uma das maiores escritoras teen da atualidade.”

A Hora Mais Sombria

Série a mediadora - A hora mais sombria

A Horta mais Sombria traz Suze ainda com toda uma personalidade original e sem qualquer traço de uma personagem tonta que a maioria dos enredos no estilo Y.A. (Young Adult) possui. Também voltamos a ter o incrível Jesse em toda uma glória de cavalheiro espanhol, com toda a educação que um homem deveria ter e toda teimosia obstinada que o vemos possuir desde o primeiro livro, assim como a própria Suzannah.

Neste livro, voltamos a ver Suze agir com impulsividade e ser bem decidida na hora que precisa, sem nunca deixar de lado a ironia e o altruísmo. Finalmente, a mediadora está de férias, no entanto, como de praxe, ela não saem como se imaginava, nada de praia, ou saídas, ou amigos… Simplesmente, Suze é obrigada pelos seus pais a trabalhar em um resort, que, por sinal, é o mesmo lugar onde seu irmão de coração, Soneca, já trabalha.

Lá, ela conhece Jack, um garotinho lindo de apenas oito anos, que não gosta, NEM UM POUCO, de sair de casa. Além do mais, o pobrezinho tem os pais mais ricos e lapsos do lugar, portanto, sobra para Suze virar a babá do hotel e cuidar do menino.

Determinada, ela decide mudar o jeito antissocial de Jack e acaba por descobrir que ele também é um mediador! No entanto, por mais que ela tente, não consegue ensinar nada ao garotinho, apenas o reconforta mostrando que ele não é o único no mundo e não precisa se isolar de todos.

Em A Hora mais Sombria, também conhecemos a fantasma Maria de Silva, a ex noiva e prima de Jesse. E logo de cara, essa nova personagem já se apresenta de um jeito não muito amigável à Suze e a faz passar por mais mais apuros, tanto no sentido paranormal, quanto no social, com Jack e, principalmente, no âmbito amoroso: Jesse!

O que me fascinou neste livro foi o fato de que Meg Cabot vai levando o leitor cada vez mais fundo no mundo dos mediadores e explora ainda mais este universo que criou. Ficamos, mais uma vez, presos à trama e nos sentimos cada vez mais famintos por saber mais e mais!

Aliás… Neste quarto volume, vemos Suze finalmente assumir que está apaixonada por Jesse! No entanto, ela continua a esconder dele esse sentimento abrasador. E para piorar ainda mais as coisas no coraçãozinho dos dois personagens, a nossa mediadora conhece Paul Slater, irmão mais velho de Jack, o qual irá balançar ainda mais os sentimentos de Suze, infernizar a existência (ou quase) de Jesse e, de quebra, complicar as coisas para o lado sobrenatural.

E todo esse drama dá uma apimentada no livro, deixando a estória ainda mais gostosa. E toda essa mistura de amor, ódio, intriga, sobrenatural, mistério, compaixão, morte e suspense, caba tornando a leitura de 272 páginas em algo emocionante e divertido, mesmo que ela continue sendo leve.

Sinopse oficial da obra:

“Em A hora mais sombria, quarto livro da série A mediadora, Suzannah sofre com sua paixão por Jesse – o fantasma “muito gato e com abdômen de tanquinho”, que “vive” assombrando seu quarto. Desta vez, Suzannah aproveita as férias de verão para incrementar seu guarda-roupa com o dinheiro ganho com um trabalho árduo e muitíssimo trabalhoso. Enquanto passa seus dias como babá, sonhando com aquele novo par de Manolo Blanik ou aquele vestidinho Prada, ainda arruma tempo para orientar um menino de cinco anos que se revela um mediador. Para completar, precisa fugir das cantadas do irmão mais velho do moleque, que guarda um estranho segredo.

Mas esse é o menor de seus problemas: acordar no meio da noite com uma faca na garganta, empunhada pela ex-noiva (morta!) de seu namoradinho fantasma, não pode ser um bom sinal. Ainda mais quando a fantasma exige que a construção de uma piscina nos fundos da casa de Suzannah seja interrompida imediatamente. Nossa mediadora preferida começa a pensar o que a fantasma tem tanto medo que encontrem. A possibilidade de ser o corpo de Jesse não está completamente descartada. E se for isto mesmo? E se, ao solucionarem seu assassinato, o rapaz conseguir, enfim, passar para o outro lado? Como ela vai agüentar de saudades?

No melhor estilo das populares séries de TV Ghost Whisperer, Supernatural e Medium, A mediadora traz histórias repletas de mistério, aventura e romance.”

Assombrado

Série a mediadora - Assombrado

Assombrado: o penúltimo livro da série!

E é aqui que o leitor (como eu) fica com aquela mistura louca de sentimentos, pois, por um lado, nos sentimos empolgados, pois, FINALMENTE, veremos o desfecho da estória toda e a curiosidade será matada. Mas, por outro lado… Estamos chegando ao final de uma série tão cativante e gostosa, que, simplesmente, dá vontade de continuar lendo livros das aventuras de Suze e Jesse por muitoooo mais tempo!

É realmente triste ficar órfãos de outra série tão boa!

Bem… Voltando à trama do livro, se o leitor imaginou que Suze teve problemas demais no livro anterior, neste, então…! Como a saga está chegando ao final, os problemas vão ficando cada vez maiores e mais complicados (se é que isso é possível). E a maioria deles tem nome e sobrenome agora: Paul Slater!

Inicialmente, temos uma visão bem interessante do personagem. O Paul passa aquela impressão de ser um garoto maravilhoso, lindo inteligente, que se interessa imensamente pela Suze, a desejando e querendo ajudá-la ou estar perto dela. No entanto, no final do outro volume, vemos que não é bem assim! A autora joga toda essa impressão que temos do garoto por água abaixo, quando o faz aprontar uma “filhadaputagem” com a nossa mediadora!

 E como se não fosse o suficiente o que ele a fez passar, Meg Cabot o coloca morar em Carmel e estudar na mesma escola que Suze!

Ela até tenta se livrar da companhia dele, mas o que acontece anteriormente a deixa curiosa demais, e como todos sabem, a curiosidade matou o gato, sendo que neste caso, pode chegar a levá-la bem perto disso, pois, NOVAMENTE, ela vai arriscar a própria vida ao se deixar levar pela vontade de descobrir habilidades que ela nunca imaginaria ter e ele pode lhe mostrar.

Quanto ao fato “fantasma” da trama, o da vez chama-se Graig. O pobre espírito era o filho perfeito e o aluno exemplar, mas que, infelizmente, acabou morrendo em um acidente de barco com seu irmão Neil, o qual conseguiu sobreviver. E como Graig não se conforma com a própria morte, começa a perseguir o irmão mais novo em busca de uma vingança incoerente, a qual Suze tenta evitar a qualquer custo (só para variar).

E para “ajudar”, Jesse está confuso com relação aos sentimentos que existem entre ele e Suze. Por isso, ele resolve se afastar dela e “sai de casa”. Dessa forma,  a nossa mediadora fica sem supervisão, se sente rejeita e ainda mais irritada e correr atrás de mais problemas ao lado do perigoso Paul.

Tenho que confessar, em 240 páginas de Assombrado, as descobertas de Suze são, literalmente, as cerejas do bolo dentro da trama, sendo que as complicações amorosas são o chantilly e os confeitos o fantasma Craig! (hehehe, que comparação mais “gorda”!) É, mais uma vez, UMA LEITURA APAIXONANTE!

Sinopse oficial da obra:

“Suzannah passou o último verão no Pebble Beach Hotel and Golf Resort. Não, ela não estava hospedada com os ricaços. Em vez disso, tomava conta dos filhos deles. E foi assim que ela conheceu Paul Slater: Suzannah era a babá do irmãozinho dele, Jack, e Paul acabou se encantando por ela. Mas é claro que quando um garoto bonitão se interessa por ela as coisas não podem simplesmente dar certo.

Assim como Suzannah, os irmãos Slater são mediadores. A única diferença é que o pequeno Jack ainda não sabe lidar com isso, enquanto Paul sabe até demais, pois se revelou um garoto realmente cruel, deixando Suzannah apavorada. Mas todo esse pesadelo acabou junto com as férias de verão. Ou, pelo menos, era o que Suzannah pensava. Ela está de volta às aulas, ansiosa por retomar a rotina, quando ouve uma voz familiar atrás dela. Paul está de volta a Carmel, e dessa vez para ficar. Ele é o novo – e já popular – aluno da Academia da Missão Junipero Serra. Paul faz de tudo para convencer Suzannah a vê-lo, mas Suzannah continua apaixonada pelo fantasma Jesse, e parece estar sendo correspondida.

No melhor estilo das populares séries de TV Ghost Whisperer, Supernatural e Medium, A mediadora traz histórias repletas de mistério, aventura e romance, confirmando o nome de Meg Cabot (da série O diário da princesa) como uma das maiores escritoras teen da atualidade.”

Crepúsculo

Série a mediadora - Crepúsculo

Crepúsculo… Aaaaah, que livro FODA!

Na minha opinião, este é o melhor livro da série ! Quando li o primeiro volume, não imaginei que o final seria tão incrivelmente fantástico e surpreendente assim!!

Basicamente, Suze termina a trama anterior ao lado de Jesse, contudo, com um apêndice: Paulo! Afinal, parece que agora a presença do garoto dos infernos é constante na vida da mediadora. Tudo o que ela faz, ele decide estar lá, como um abutre, colocando o dedo e dando palpite… Como ele virou uma espécie de guru mediador para Suze e ainda ameça matar Jesse, toda quarta-feira ela se vê induzida/obrigada a se encontrar com ele.

E assim o drama vai se desenrolando, até que Paul descobre uma maneira de voltar no tempo e impedir que Jesse morra. Assim, ele nunca se transformaria em fantasma e Suze nunca o conheceria, podendo, dessa forma, ficar com ela todinha para si.

Não vou me aventurar a falar muito mais sobre o enredo deste livro, pois não quero arriscar dar spoilers! A plot é tão precioso que vale a pensa deixá-los ainda mais curiosos edescobrirem por conta própria o que vai acontecer! No entanto, já adianto que nesta obra, o leitor poderá encontrar muitooooos mistérios, muitaaaas surpresas e MUITO, mas MUITO, romance!

Além disso, em CrepúsculoMeg Cabot conseguiu dar um final perfeito para cada um dos personagens, amarrando todas as pontas soltar e não deixando ninguém de fora! Portanto, a leitura se torna redondinha e ainda mais prazerosa, já que conseguimos aplacar toda a curiosidade e encerrar sem muitos questionamentos, a não ser um: bem que poderia ter mais um… Quando sai o sétimo livro, ein?

Sinopse oficial da obra:

“Desta vez é vida ou morte. A série A mediadora, de Meg Cabot, chega ao fim. Suzannah já se acostumou com os fantasmas em sua vida: eles a acordam no meio da noite, reviram seu armário e aprontam coisas ainda mais assustadoras. Como mediadora, pode não somente ver fantasmas como também interagir com eles. E foi assim que se apaixonou por Jesse, um gato do século XIX. Mas, suas questões vão muito além de assuntos do coração: sua função é entender as mágoas dos mortos e ajudá-los a resolver os problemas com os vivos.

É muito aterrorizante ter o destino dos fantasmas em mãos, podendo alterar o curso da história. E tudo ficou mais assustador depois que ela descobriu que Paul também sabe como fazer isso. E ele adoraria evitar o assassinato de Jesse, impedindo-o de virar fantasma e lhe garantindo uma vida tranqüila, finalmente… Isso significaria que Jesse e Suzannah jamais se conheceriam. A mediadora está diante da decisão mais importante da sua vida: deixar o único cara que já amou voltar para seu próprio tempo, impedindo assim sua morte… ou ser egoísta e mantê-lo a seu lado como um fantasma. O que Jesse escolheria: viver sem Suzannah ou morrer para amá-la?

No melhor estilo das populares séries de TV Ghost Whisperer, Supernatural e Medium, A mediadora traz histórias repletas de mistério, aventura e romance, confirmando o nome de Meg Cabot (da série O diário da princesa) como uma das maiores escritoras teen da atualidade.”

série a mediadora 2

Na série A Mediadora, a escritora Meg Cabot deixa bem claro que cada uma das obras tem o seu próprio plot. Mas, que, apesar de cada volume ter uma trama única, todas elas, de alguma forma, irão se interligar aos poucos e se unirem na resolução da saga.

Portanto, mesmo que cada livro tenha um enredo diferente do outro, ainda assim, é importante lê-los na ordem, pois, mesmo que todos tenham começo, meio e fim, com estórias bem amarradinhas, ainda fazem parte de um enredo maior, que só fará sentido e se resolverá de forma completa, se o leitor passar por cada um dos títulos e absorver as informações presentes em cada uma das aventuras!

Cada uma das tramas me deixou encantada! Pude perceber as nuances entre o humor, o amor, a ironia, o dever, o altruísmo, a dúvida, o suspense, o sobrenatural… Enfim, o leitor sente toda a descontração maravilhosa do enredo que a autora conseguiu colocar em um livro de mistério!

Aliás… A teimosia de Suze foi algo que me agradou bastante! Achei que este tipo de personalidade coube perfeitamente em um personagem que precisa convencer, a todos o custo, os fantasmas a irem para onde precisam ir, onde quer que isso seja! Sendo que a característica combinou muito bem com a maneira um tanto excêntrica que ela tem de agir, já que, na obra, se “eles não obedecem, porrada neles”! (agressivo, não? hehehehe…)

Também é impossível se esquecer do quanto a autora nos faz envolver com os personagens! Sentimos raiva, empolgação, ternura, ansiedade, orgulho, damos risada, suspiramos, nos apaixonamos… Uma coisa é fato… Eu JAMAIS me esquecerei do que significa “Mi Hermosa“!

E para quem sofreu com a despedida, assim como eu, em 21 de janeiro de 2013, a autora anunciou no twitter uma novidade ótima!

Série a mediadora - twitter

Tradução livre: “Para todos os fãs da série A Mediadora que perguntaram, sim, é verdade que haverá o 7º livro. Eu fiz uma pesquisa secreta em Carmel no ano passado. Entretanto… será um livro ENORME, então vai demorar um tempo para escrever. Obrigada a todos pelo apoio, amor e paciência! Beijos e Abraços Suze e Jesse”

No dia 14 de fevereiro de 2016, será lançado nos E.U.A. e no Canadá o sétimo livro da série, cujo nome em inglês é Remembrance (tradução livre: Recordação)! E a editora já está correndo atrás de acertar a publicação para o Brasil logo em seguida (talvez precisaremos esperar por mais alguns meses após o lançamento).

Inclusive, a página oficial da escritora fez algumas brincadeiras e uma delas resultou num… CONVITE DE CASAMENTO DA SUZE E DO JESSE!!!!! (algo que considerei um tremendo spoiler, mas nada que venha a estragar, pelo contrário! Apenas me deixou ainda mais ansiosa para ler, pois, qual fã da série nunca desejou/previu que isso acontecesse????)

Série a mediadora - invintation

Tradução livre: Guardem o dia Você está convidado para o casamento de Srt.ª Susannah Simon e Dr.º Hector “Jesse” de Silva 14 de Fevereiro de 2016

Agora, só nos resta aguardar e, por enquanto, imaginar!

Texto by Fabi

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Olá, olá leitores e leitoras do nosso coração!

Olha mais uma resenha soltando fumaça e lantejoula para vocês!

O livro da vez é a continuação da série A Rainha da Fofoca, da escritora Meg Cabot! (se você ainda não leu a resenha dos livros anteriores, então clique AQUI e AQUI para ir dar uma olhadinha e se inteirar!)

Ou seja, neste momento falaremos da obra que, FINALMENTE, responde devidamente TODAS as perguntas deixadas no livro anterior e, ao mesmo tempo, sana nossa imensa curiosidade a respeito do que a senhora Cabot deixou para o incrível desfecho da saga, em A RAINHA DA FOFOCA FISGADA!

a rainha da fofoca fisgada

Novamente aviso que se você não leu os outros dois livros, é melhor não continuar a ler esta resenha! É sério, gente! SE VOCÊ NÃO LEU OS LIVROS ANTERIORES, ENTÃO, NÃO CONTINUE A LER ESTE POST! Afinal, não seria nem um pouco legal estragar a leitura de vocês com spoilers, não é?

Uma vez avisados, vamos dar continuidade…

Ao final do livro anterior, muitos leitores, assim como eu, ficam totalmente chocados e acham um ABSURDO tremendo a Lizzie ter bancado a idiota romântica-idealista mais uma vez e  aceitado o pedido de casamento de Luke!

Bom…

Na verdade, é apenas no começo deste livro que nós temos a confirmação do SIM que ela dá ao príncipe francesinho… Mas, acredito que a resposta positiva é um tanto óbvia no final do segundo livro, visto os sentimentos confusos da personagem e a incrível tendência que ela tem de idealizar o casamento perfeito!

Vamos recapitular!

Lizzie Nichols conseguiu conquistar o emprego dos seus sonhos, bem… pelo menos está bem perto de conquistar, né… De qualquer forma, ela está trabalhando como restauradora de vestidos de noiva, conseguiu um apartamento inteirinho para si mesma (mesmo que seja quase um muquifo) e foi totalmente fisgada pelo suposto príncipe encantado! Então, não teria como Lizzie estar mais feliz, certo?

Hm… Pelo visto não!

Lizzie  acredita que era dessa forma “feliz abobada” que ela deveria estar se sentindo, porém, o que acaba acontecendo é que sempre quando olha para o seu GIGANTESCO e CARÍSSIMO anel de noivado de muitos quilates, uma urticária aparece em seu braço! O mesmo acontece quando ela tenta planejar seu casamento com Luke!

Ah, sim!

Tanta alergia também pode ter relação com o breve caso que teve com o ex de sua melhor amiga Shari e melhor amigo de seu atual noivo, o lindo Chaz – o responsável por seu coração estar tão dividido e infeliz, quando deveria estar dando piruetas de satisfação por finalmente ter conseguido o que tanto desejava: um casamento perfeito com o cara perfeito!

O drama de Lizzie apenas piora, quando percebe que absolutamente ninguém, com exceção de sua família (exceto a vovó) e da de Luke, aprova o seu casamento! Algo que não é tão impressionante assim visto tudo que o bonitão aprontou com ela no volume anterior!

E, para confeitar ainda mais este bolo de tumultos e problemas, além de ter que lidar com o casamento “fail”Lizzie também necessita lidar sozinha com a, agora, super requisitada loja Chez Henri (pois o seu patrão sofre um infarto e a Madame Hanri precisa ficar de acompanhante para o marido adoentado). Sem mencionar o fato de que, no meio desta confusão toda, ela conhece Ava Geck, uma artista considerada “vagabunda viciada em crack”, que vira sua grande confidente e acaba exemplificando para ela como está sua atual situação amorosa, visto que a tal artista está passando por problemas parecidos.

E a medida que o enredo vai se desenrolando e a trama vai complicando, tudo vira uma bola de neve que só vai se desfazendo quando as perguntas que ficaram sem resposta em A Rainha da Fofoca em Nova York vão sendo respondidas!

Aliás… Tudo se resolveria com facilidade se Lizzie não continuasse sendo tão cabeça dura!

Mas, como Meg Cabot parece ADORAR piorar as coisas para Lizzie, ela mantem a personagem com a personalidade turrona, ignorando o seu coração. Sendo que, quando finalmente algumas coisas parecem começar a se resolver (algo que acontece apenas depois que Lizzie passa a dar o braço à torcer para algumas coisas), a autora decide matar uma das pessoas mais importantes na vida de Lizzie e, também, resolve fazer com o que o Henri resolvam se mudar e vender o prédio onde está a loja e o apartamento de Lizzie!

Maldade, não?

Em A Rainha da Fofoca Fisgada, a nossa fofoqueira linda é totalmente trucidada por acontecimentos bombásticos que acontecem um atrás do outro, quase não dando uma folga para ela respirar! Um casamento “fail” com Luke, seguido por seus sentimentos loucos por Chaz, com uma atriz louca como a Ava agitando um pouco mais as coisas, o fato de estar (quase) desempregada e sem-teto por causa dos Henri e, por fim, o trágico fato de que precisa lidar com a morte da sua pessoa preferida no mundo!

E tudo isso nos dá vontade de gritar e dizer: Por favor! Dá um tempo para a nossa Lizzie, moça Cabot!

Sinceramente? Este, na minha opinião, é o melhor volume da trilogia! Ele é empolgante, informal, divertido e muito, mas MUITO, engraçado mesmo! Mais uma vez, Meg Cabot não me decepcionou!

Com uma narrativa leve e descompromissada, a autora nos revela um amadurecimento incrível de seus personagens, além de arrancar alguns sorrisos e suspiros dos leitores durante algumas passagens da trama.

Este volume foi publicado pela Editora Galera Record em 2011, mas, somente AGORA, eu consegui lê-lo! Por um lado, fiquei extremamente satisfeita em poder, finalmente, concretizar a aventura de Lizzie Nichols, devorando 448 páginas em quase apenas um dia! No entanto, por outro lado, fiquei um pouco triste, pois, mais uma vez, fiquei órfã de uma série!

A leitura é extremamente dinâmica e gostosa, tendo um enredo bem fechadinho, sem pontas soltas e repleto de falas engraças (sendo muitas de autoria de Chaz, da subcelebridade Ava Geck e da avó de Lizzie).

E como podem perceber, A Rainha da Fofoca Fisgada me conquistou muito mais do que os dois livros anteriores, visto que a autora, novamente, mostrou a sua capacidade de fazer com que o leitor mude de opinião durante a trama. Algo que comigo aconteceu, por exemplo, com o Luke!  No primeiro livro, eu simplesmente suspirava por ele, mas, neste último, eu passei a me irritar imensamente com o carater do personagem (algo que me surpreendeu, inclusive).

Cabot consegue manipular nossos sentimentos e transformar os personagens diante de nossos olhos sem perder a coesão do enredo! Vemos personagens crescerem e outros simplesmente decaírem, de uma forma tão natural que nos deixa surpresos quando nos pegamos xingando alguém ou torcendo por outro!

Então, se estão no clima de uma leitura leve, rápida, divertida e descompromissada, eu recomendo DEMAIS esta trilogia louca e totalmente Chick-lit!

Sinopse oficial:

“No último livro da série bestseller do New York Times, a vida não podia estar melhor para Lizzie! Ela parece ter tudo o que sempre quis: conseguiu um emprego em Nova York, está fazendo aquilo de que mais gosta, trabalhando numa loja de restauração de vestidos de noiva, e Luke, seu namorado gatíssimo e cheio da grana, finalmente a pediu em casamento. Mas por que será que Lizzie não consegue ficar satisfeita por estar a alguns passos do altar? Parece que ninguém está se importando com o que Lizzie quer fazer da vida! Só sua avó – com seu jeito peculiar –, as funcionárias na Chez Henri e uma cliente celeb louca de pedra para clarear suas ideias e mostrar que o futuro estava ali por perto o tempo todo…”

 Texto by Fabi

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Ps.: Finalmente terminei todas as resenhas a respeito dos livros da trilogia A Rainha da Fofoca!



Olá, olá caríssimos leitores!

Olha mais uma resenha saindo do forno!

O livro de hoje é a continuação da série A Rainha da Fofoca, da escritora Meg Cabot! (se você ainda não leu a resenha do livro anterior, então clique AQUI para ir dar uma olhadinha e se inteirar!)

Assim sendo, vamos falar, então, da obra em que, com um toque de maestria, vemos a vida de Lizzie começar a mudar drasticamente!

Fato que, felizmente, a Cabot aproveita para poder levar sua personagem até A RAINHA DA FOFOCA – EM NOVA YORK!

a rainha da fofoca em nova york

Antes de mais nada, aí vai um conselho: se você ainda não leu o livro anterior, então, NÃO CONTINUE A LER ESTA RESENHA! SÉRIO! Pode acabar levando um baita spoiler e acaba estragando a série para você!

Bom…

As coisas no primeiro livro acabam bem, então, neste segundo tudo começa lindamente maravilhoso, pois, depois de uma aventura francesa digna de um conto de fadas, agora, Lizzie e Luke estão namorando sério! Lizzie finalmente encontrou o amor em Luke e esqueceu completamente Andrew, seu ex namorado fracassado. Mas, dessa vez, o cenário muda da pacata França interiorana para a agitada metrópole de Nova York!

Assim sendo… Nosso casal deixa para trás toda sua aventura pela Europa e vão para os E.U.A. em busca de um emprego na área da moda, mais precisamente restaurando vestidos de noiva, e de um lugar pra morar.

Inicialmente, nossa querida fofoqueirazinha iria dividir um apartamento com Shari, mas acaba indo morar com o seu príncipe encantado em um lindo loft super bem localizado na Fifth Avenue! No entanto, o tal apartamento dos sonhos pertence a mãe dele e mesmo que a senhora Villier não more mais lá (pois voltou pra França depois da reconciliação com o marido), Lizzie não se sente a vontade em morar de graça no apartamento da “sogra”…

Então, enquanto Shari vai morar (obrigada por falta de opção) com Chaz e Luke investe nos próprios estudos para medicina, Lizzie corre atrás de emprego tanto para poder bancar o aluguel que fez questão de pagar aos Villier (ou para se mudar e ter o próprio apartamento), quanto porque precisa ter experiência na área em que quer trabalhar.

Dessa forma, a nossa personagem vai se desdobrando, se revezando entre encontrar um apartamento para dividir com Shari e conseguir um emprego como restauradora de vestido de noivas… As coisas vão ficando cada vez mais enroladas e Lizzie quase entra em pânico diante do cenário: ninguém está contratando e parece que não existem apartamentos decentes e baratos na Big Apple!

Em desespero, depois de muito procurar e não encontrar nada, ela resolve se oferecer pra trabalhar por meio período (e de graça) em uma lojinha quase falida de restauração de vestidos de noiva do casal Henri (importante: lê-se An-rí).

E como ainda precisa do dinheiro, ela também acaba aceitando a indicação de Chaz e vai trabalhar como recepcionista no escritório de advocacia do pai dele, onde conhece Tiffany, a recepcionista modelo e super maluca que trabalha na parte da tarde e acaba virando sua amiga.

Aliás… além de TiffanyLizzie também faz amizade com uma cliente do escritório, uma tal de Jill Higgins, a qual vai se casar, tem problemas com a família do noivo (pois ele é rico e ela trabalha num zoológico) e sofre com os paparazzi que não a deixam em paz.

Enfim…

FINALMENTE, ela consegue ter um pouco de dinheiro E mostrar que entende do assunto no quesito restauração e consertos de vestidos antigos e irrecuperáveis! (tudo o que, inicialmente, ela estava precisando)

Agora, com dois empregos, Lizzie se desdobra para conseguir tempo e continuar lutando pelos seus outros sonhos, como, por exemplo, o seu tão desejado casamento com Luke! No entanto, ela encontra um pequeno-grande obstáculo para conseguir realizar esse sonho… Parece que o príncipe não está nada inclinado a assumir um compromisso tão sério…

E como se isso não fosse dor de cabeça o bastante para a nossa protagonista, em A Rainha da Fofoca em Nova York, a autora Meg Cabot a arrasta para confusões ainda mais complicadas!

Lembram-se Jill Higgins?

Então… Acabei de falar dela não é?

Pois bem…

Ela é uma das “confusões” que Cabot encontra para Lizzie!

Como a mãe do noivo de Jill quer humilhá-la, ela a obriga a usar um vestido EXTREMAMENTE ANTIGO e PAVOROSO! Dessa forma, sobra para Lizzie socorrer a amiga e ficar encarregada de refazer o vestido para que fiquei perfeito! E tal tarefa é tomada como uma missão de vida, pois, afinal, Lizzie precisa ajeitar o vestido pra que fique mais do que perfeito em Jill e calar a boca da sogra intragável dela!

O lado bom dessa tramoia toda é que, como a garota vai se casar com um cara rico e famoso, Jill virou celebridade e não para de sair em matérias de revistas e jornais. Com isso, a loja do Monsieur Henri fica conhecidíssima através do trabalho de Lizzie (já que Jill vira uma espécie de vitrine do trabalho de Lizzie) e a clientela multiplica! Todas as noivas da cidade agora querem saber quem é essa tal Lizzie que faz milagres com vestidos acabados e passam a procurar a loja, deixando o casal Henri impressionado, pois nunca haviam visto tanto movimento e dinheiro na vida desse jeito!

Além de toda essa loucura, Lizzie ainda fica preocupada com sua amiga Shari, a qual, depois de aaaaanoooos, se separa de Chaz porque se apaixona por outra pessoa… Porém, o tipo de pessoa pelo qual ela se apaixona acaba chocando a todos e deixando a situação ainda mais complicada!

E no meio de todo esse caos, Luke, que só vive para os estudos, não ajuda a nossa fofoqueira em nada e, ainda por cima, mal tem tempo para o relacionamento deles! Ele, de forma bem ignorante, resolve passar o ano novo na França com a família, deixando Lizzie sozinha, se dividindo entre dois empregos…

A gota d’água para Lizzie, é dada por Cabot, quando percebe que, muito provavelmente, não conseguirá realizar o seu sonho de se tornar uma noiva, diante do fato de que ele, claramente, lhe diz que não se vê casado em um futuro próximo (ou melhor, que não a vê em seu futuro), pois afinal, eles só namoram a poucos meses e ele precisa estudar se quiser virar médico para curar criancinhas.

E o livro acaba com Lizzie passando a virada no casamento de Jill… Sem Luke por perto, maaas, não totalmente (e nem um pouquinho) sozinha!

Confesso que li boa parte do livro com um sorriso no rosto, chegando até a rir em algumas partes! Aliás… Gostei de ver que a autora não enrolou mais do que o necessário na historia de amor, dando uma reviravolta muito interessante a ela!

Eu também li este livro há algum tempo, mais especificadamente dois anos depois que a Editora Galera Record o publicou no Brasil! E em 2012 eu praticamente devorei, pela primeira vez, as 432 páginas! Afinal, esta continuação acabou se tornando melhor do que o primeiro volume!

A leitura continua leve e gostosa, com muitos altos e baixos, risos e momentos de surpreendentes (aliás, em MUITOS sentidos foi um livro que me surpreendeu!)!

E mantendo a premissa de fazer os personagens evoluírem, Meg Cabot consegue deixar Lizzie ainda mais madura do que no primeiro (apesar de ainda se meter em encrencas bobas); dá uma personalidade totalmente inesperada ao Luke; surpreendente transforma o relacionamento entre Shari e Chaz, o que ajuda a dar um desfecho fora de nossas expectativas aos demais personagens principais da trama! (e para ajudar na ambientação do livro, eleé cheio de dicas sobre vestidos de noiva com ilustrações dos modelos mais conhecidos, dicas sobre maquiagem, sapatos e etc…)

O final (sem spoilers) é de deixar qualquer pessoa de queixo caído e loucooooo para ler a continuação para saber o que diabos irá acontecer! É isso mesmo que Lizzie quer para sua vida? Será que com toda a fama que trouxe para loja dos Henri, ela finalmente vai se destacar no ramo e receber um salário decente? Como Chaz vai reagir por Shari tê-lo abandonado daquela forma? E Luke é mesmo o príncipe encantado que que ela passou a vida esperando?

Essas e outras perguntas são devidamente respondidas pela senhora Cabot no incrível desfecho da saga, em A RAINHA DA FOFOCA FISGADA!

Sinopse Oficial:

“Ai meu Deus! Lizzie tem tanta sorte que nem consegue acreditar. Está namorando Luke, um cara lindo, rico e que quer se tornar médico para ajudar criancinhas indefesas, conseguiu se formar (bom, só falta o diploma) e está a caminho de Nova York, onde com toda a certeza conseguirá um emprego sensacional, com um salário fantástico, criando e consertando vestidos de casamento para, não sei… Vera Wang?

Bom, pelo menos esse é o plano. Na realidade, ela e sua melhor amiga, Shari, só encontram espeluncas cobertas de cocô de rato a horas da cidade, com aluguéis que custam os olhos da cara. E, para piorar, parece que Vera Wang não está contratando ninguém no momento – nem nenhuma outra loja na cidade!

Aí, quando Lizzie começa a se desesperar, seu príncipe no cavalo branco (e ele realmente tem sangue azul!) chega para resgatá-la! Luke casualmente a convida para morar junto com ele, em uma cobertura em frente ao Central Park. E Lizzie, é claro, aceita – já pensando nos sinos da igreja….

Mas tudo indica (inclusive seu melhor amigo, Chaz) que Luke não está com os mesmos planos que Lizzie! Será que ela vai conseguir manter a boca fechada e evitar uma catástrofe, ou será que o desastre a espera em Nova York?”

Texto by Fabi

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Ps.: Amanhã postarei a resenha da continuação! Portanto, não percam e fiquem de olho para saber o que acontecerá em A Rainha da Fofoca Fisgada!



Olá, olá leitores queridos!

Olha a gente aqui de novo com mais uma resenha fresquinha!

O livro da vez é o primeiro volumes da série A Rainha da Fofoca, da escritora Meg Cabot!

Ou seja, hoje resenharemos livro A RAINHA DA FOFOCA!

a rainha da fofoca

Tudo começa quando a protagonista, Lizzie Nichols, que acabou de se formar (na verdade… NÃO!), resolve viajar e passar um mês na Inglaterra com o seu namorado Andrew. O plano inicial é ficar um tempinho com ele na casa dos pais e depois irem ambos para Ann Arbor (cidade de “origem” da Lizzie), onde Andrew poderá terminar seu mestrado enquanto Lizzie o espera.

Contudo… As coisas não acontecem da forma como ela esperava.

Digamos que… Lizzie conhece Andrew há apenas TRÊS meses, sendo que deste tempo “namorando”, eles APENAS ficaram juntos por UM dia!

Okay… Okay… Uma loucura por amor, faz bem para a vida, né? Sai da rotina, dá uma animada… E, quem sabe, essa viagem não mostra para ambos como foram mesmo feitos um para o outro e acabe fortalecendo o relacionamento, certo?

ERRADO!

Quando Lizzie viaja para a Inglaterra, ela encontra um homem totalmente diferente do que ela acredita ter conhecido. Para começo de conversa, assim que chega em Londres, ela simplesmente não reconhece o próprio namorado, vestido com uma roupa escandalosa estilo Michael Jackson! O que a faz morrer de vergonha!

Depois, Lizzie é obrigada a “morar” na casa minúscula da família dele (com pais e irmãos todos vivendo juntos num cubículo), onde ela precisa aturar pratos cheios de tomate (algo que ela não aprecia muito) e dormir numa cama em MDF feita pela mãe dele, colocada especialmente na lavanderia junto com o cachorro… Além disso, o sexo não parece mais tão gostoso e revigorante quanto antes…

Então, Lizzie começa a perceber que o “incrível” Andrew não é exatamente o mesmo cara fofo e perfeito, pelo qual achou sentir amor… Andrew, na verdade, é um viciado em jogos, mentiroso, endividado (deve um bom dinheiro por aí) e vive encrencado! Sem mencionar o fato de que, depois, Lizzie descobre que ele mentiu com relação à faculdade, descaradamente burla o governo pra receber seguro desemprego e faz tudo o que ela considera errado!

Portanto… A decepção bate e bate com uma porrada em seu peito!

Ela até tenta relevar e ficar um tempo com ele, mas a ilusão não é o suficiente para manter a paixão e em poucos dias, desiste completamente daquela relação relâmpago. E como está sem dinheiro suficiente e nem coragem para voltar aos E.U.A, Lizzie resolve ir atrás de sua melhor amiga, a Shari, a qual está trabalhando em um castelo na França, ou melhor, no château da família Villier, ajudando a organizar os preparativos de um grande e luxuoso casamento. (inclusive, a Shari havia chamado Lizzie para ir à França com ela, mas a bobinha recusou, pois pretendia ir passar uma temporada “romântica” com o trate do Andrew)

E então, Lizzie desiste de vez de todo aquele sonho de que Andrew era perfeito para casar, deixa um bilhete de despedida e parte para a Cidade Luz, mesmo sem saber ao certo como chegar até lá! E na viagem de trem para a linda França, ela esbarra com Jean-Luc, mais conhecido como Luke (apelido pelo qual pede para que o chame).  A partir daí, as coisas começam a ficar interessantes…

Luke é um cara completamente maravilhoso e  interessantíssimo! E, ao invés de aproveitar a oportunidade e tirar uma lasquinha do cara (afinal, acabou de ficar solteira!), ela decide desabafar “um pouco”, já que ele é um completo desconhecido e talvez nunca mais voltará a vê-la na vida. Assim.. Por estar tão chateada por tudo que aconteceu, Lizzie simplesmente escancara a sua vida ao estranho e não consegue mais ficar de boca fechada! Desabafa todas as suas mágoas e segredos… E ela só percebe que falou demais depois que sua boquinha linda já cuspiu todas as palavras que podia e não podia falar!

Maaaaaaaaaaaas… Como a nossa querida escritora, Meg Cabot, adoraaaaaaaaa uma reviravolta romantizada na vida de suas personagens, ela coloca uma surpresinha extra na vida de Lizzie! Após abrir o coração, a alma e, com total certeza, a boca, Lizzie descobre algo que a pega totalmente desprevenida!

Luke é nada mais e nada menos do que o anfitrião do casamento que sua amiga Shari está ajudando a realizar! E, além de ser o primo da noiva, Luke também é o melhor amigo de Chaz, o qual, por coincidência, é amigo de uma vida inteira de Lizzie em Ann Arbor e namora sua melhor amiga Shari!

Pois bem…

Dadas as circunstâncias, Luke e Lizzie vão juntos para o château e lá, como já era de se esperar, o interesse de nossa protagonista pelo lindo e solicito Jean-Luc passa a aumentar. E, como se toda essa confusão amorosa não fosse o bastante, Lizzie também precisa lidar com a namorada viciada em dinheiro de Luke – a megera da Dominique – e, ainda por cima, dar tudo de si para tentar resolver um grande problema que acontece com a noiva, prima de Jean-Luc! Com isso, ela se aproxima ainda mais de seu príncipe (e sim! ele é um príncipe legitimo! Tanto de forma figurativa quanto em título real!), agrada a família dele e, de quebra, descobre um enorme talento, que até o momento estava latente.

Sabe…

Quando eu comecei a ler o livro, eu era beeeem mais nova… O livro foi lançado pela Editora Galera Record em 2008, ou seja, eu tinha sete anos a menos do que tenho agora (é isso aí! Não vou revelar DE NOVO a minha idade! hehhe…).

E, na época, a minha expectativa com a leitura fora atingida, o que me deixou bem animada! Depois, com o tempo, voltar a ler, e a reler e a reler… Sempre vendo um ponto ali e outro aqui que eu não havia visto antes, ou, então, percebendo que a minha opinião sobre certas atitudes da personagem haviam mudado, a medida que eu ia amadurecendo!

De qualquer forma, independente de quantas vezes eu o leia, continuo a achar o começo de A Rainha da Fofoca bem “sofrido”, tanto para Lizzie quanto para o leitor, pois, para quem não costumar ler muito Chick-Lit (ou, neste caso, um descarado Pink-Lit), a coisa toda fica um tanto difícil de pegar o ritmo.

Desde o inicio, vemos clichês como o canalhas completamente inúteis (que todo mundo sabe que ele o é, menos a mocinha); a protagonista inicialmente tonta, que era sem sal e vira uma gostosa; amigas para todos os gostos; um cara gostosão e totalmente improvável; além do melhor amigo lindo que não para de falar na garota principal, mesmo sendo comprometido à tempos… Enfim, acho que deu para pegar a ideia!

Mas, garanto a vocês, que se insistirem poderão perceber o quanto a leitura desta obra é divertida e gostosa! O enredo é totalmente descompromissado, não caótico e muito bem organizado, sem pontas soltas!

O livro de 438 páginas é dividido em três partes, sendo que a partir da segunda percebemos uma nítida mudança na narrativa e temos uma ligeira impressão de que estamos segurando uma obra totalmente diferente daquela que começamos a ler!

Lizzie muda e fica muito mais interessante, aliás, muitos dos personagens mudam desde o começo do livro; com exceção, talvez, do Luke, o qual continua sendo aquele mocinho incrível, mas, acredito que isso seja proposital, pois é extremamente agradável poder suspirar por ele durante a trama!

Assim sendo… Mesmo que o livro tenha todas as características óbvias de todo Chick-Lit, fica fácil ignorar os clichês e se entregar à estória! Algo pelo o que a Meg Cabot é considerada mestra, já que ela tem um vasto histórico em transformar romances água com açúcar com toque de erotismo em leitura extremamente cativantes e divertidas!

Com sua narrativa leve, seu humor sutil e sarcástico, ela simplesmente te faz mergulhar em suas historias e, até mesmo, a criar uma breve veia artística para a moda (caso você ainda não a tenha)!!

E com um toque de maestria, vemos a vida de Lizzie começa a mudar drasticamente! Fato que a Cabot aproveita para poder levar sua personagem até A RAINHA DA FOFOCA – EM NOVA YORK!

Sinopse Oficial:

“Lizzie Nichols não tem a mínima idéia do que vai fazer da vida e está detonando o dinheiro da formatura em uma viagem para visitar o namorado que conheceu há apenas três meses, mas isso não é nada. O problema é que Lizzie não consegue guardar nenhum segredo, o que a coloca em situações delicadas, como ficar presa em Londres sem um teto ou dinheiro. Felizmente uma amiga está por perto para ajudar, mas ela estraga tudo outra vez. Lizzie está no limite e precisará provar que pode usar sua boca grande para algo de bom.”

Texto by Fabi

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Ps.: Amanhã postarei a resenha da continuação! Portanto, não percam e fiquem de olho para saber o que acontecerá em A Rainha da Fofoca em Nova York!



Hello, readers!

Voltamos com mais uma resenha para vocês!

Desta vez, vamos falar de dois livros: Casa de Segredos e A Batalha das Bestas! Ambas as obras fazem parte da saga Casa de Segredos.

Comecemos, então, pelo primeiro volume: CASA DE SEGREDOS

Casa-de-Segredos

Brendan, Eleanor e Cordelia são os ativos e espertos irmãos Walker. A estória começa com a família em dificuldades (já que o o papai Walker tem problemas no trabalho e perde o emprego) e precisando se mudar para a mansão Kristoff, a qual, aparentemente, parece perfeita para as crianças e seus pais.

Suspeito, não?

Uma mansão linda, que cabe dentro do bolso apertado dos Walker…? Há alguma coisa estranha aí, certo?

Quando a esmola é muita, o santo desconfia… E com razão! Pois, apesar de ser luxuosa e baratíssima, a casa pertencia ao misterioso escritor Denver Kristoff, o qual fizera questão de transformá-la num local cheio de segredos!

E num piscar de olhos, esses “segredos” fazem com que a família seja “atacada” por uma idosa bizarra (sim… uma ANCIÃ!!) e as três crianças, juntamente com a casa, sejam transportadas para uma terra estranha, um lugar selvagem e inóspito, repleto de guerreiros medievais patrulhando florestas, piratas fantasmagóricos rondando mares e uma rainha horripilante e sanguinária, sedenta por poder!

Assim… Lá se vão os irmãos em uma missão dentro de três obras literárias do tal Kristoff, para descobrir um livro misterioso com poderes incalculáveis, que poderá ajudá-los a salvar seus pais e, de quebra, o mundo! (não é a toa que a J.K. Rowling disse que esse livro é “uma aventura apaixonante sobre o poder secreto dos livros.”)

E à medida em que Brendan, Cordélia e Eleanor vão desvendando os mistérios e descobrindo os segredos, eles encontram o verdadeiro significado da palavra “lar” e percebem que há muito mais em suas vidas do que simplesmente dinheiro, jogos, celulares e estudos.

Durante a aventura, os irmãos são constantemente ameaçados de morte; têm sua lealdade para com o outro testada; fazem grandes amizades com personagens fictícios e se vêem á beira de um precipício de emoções, onde um mínimo deslize pode vir a custar a salvação da humanidade.

E para aumentar ainda mais o apetite de vocês para a trama, informo que vi um pouco de Jumanji (com uma pitadinha de Gremlins e Os Goonies) na estória de Casa dos Segredos! Na obra, a ação é implacável e inevitável; o perigo está sempre à espreita, com um vilão malvado (ou um monstro) a cada esquina!

É um livro repleto de aventura e criatividade! Para quem gosta de ficção fantasiosa cheia de adrenalina, este é o livro certo!

Ele pode parecer, para o público adulto, um pouco previsível em certos momentos, mas, acredito que isso não é exatamente um ponto negativo, já que a obra foi feita para o público juvenil e criada por dois grandes nomes da fantasia infanto-juvenil dentro da literatura e do cinema!

Ou seja, não podemos ler um livro escrito por Chris Columbus e Ned Vizzini, sem esperar uma overdose de mundos fantásticos e aventuras mirabolantes (e uma quantidade ínfima de sangue)!

E para quem não sabe, Columbus dirigiu os dois primeiros filmes de Harry Potter e foi roteirista de grandes filmes que marcaram nossa infância, como: Gremlins (1984), Os Goonies (1985) e O Enigma da Pirâmide (1985)!

E Vizzini (que infelizmente morreu em dezembro de 2013… Saiba mais, clicando AQUI)  foi um escritor famoso no gênero Y.A. (Y.A. – Young Adult – tradução livre: jovem adulto), sendo que uma de suas obras foi levada para a sétima arte: It’s Kind of a Funny Story (que aqui no Brasil foi traduzido como Se Enlouquecer, Não Se Apaixone)!

Os personagens criados pelos dois, na minha opinião, são ótimos!

Ás vezes têm comportamentos e atitudes um tanto “clichês”, porém, a personalidade de cada um se encaixa perfeitamente no enredo e os autores conseguem usá-los com maestria para fazer com que a trama corra bem.

Eleanor é a personagem mais jovem. Apesar de ter uma mentalidade bem madura para a sua idade, ás vezes, ela parece um tanto ingênua demais. Mas, de qualquer forma, ela é a mais esperta, amorosa, corajosa e altruísta dos três, sempre pensando nos pais, nos amigos e no futuro do mundo (mesmo que ás vezes, se canse fácil dos problemas e faça um pouco de birra, dizendo que “a humanidade não importa”).

Brendan é o irmão do meio e já preenche a cota de personagens sarcásticos do livro. Ele é um aficionado em jogos, não gosta de ler e é um tanto sonhador. Ás vezes, tenta bancar o herói, mas, sempre é lembrado (seja pelos monstros, pelos perigos ou pelas próprias irmãs e amigos), de que ainda é uma criança.

Cordélia, é a irmã mais velha e uma ratinha de biblioteca. Ela é a personagem culta e inteligente da trama, porém, apesar da inteligência, ela é um pouco impulsiva e facilmente levada pelos próprios sentimentos. Inclusive, é ela quem presenteia a nós, leitores, com um pouco de romance na obra, já que ela se apaixona por um dos novos amigos fictícios.

Além dos três e de seus pais (e do próprio Denver Kristoff), no livro aparecem o piloto Will Draper e a Bruxa do Vento. Ambos são personagens que ajudam no desenrolar da trama.

Will é uma das pessoas que os irmãos acabam conhecendo e, no fim das contas, criando uma forte amizade. De início, eles se esbarram, de maneira um tanto conturbada, naquele estranho mundo paralelo em que os três são enviados. Draper é quem mais ajuda os Wlaker a enfrentar os vários perigos daquele universo bizarro.

E a Bruxa do Vento, também conhecida como Dahlia Kristoff (que coisa, né?), é a vilã implacável da estória. Ela é inteligente e carrega um passado pesado e conturbado, o qual a motiva a cometer as atrocidades que vemos na obra. Além disso, a bruxa possui uma ligação especial com os irmãos, o que torna quase impossível para eles se livrarem dela.

O livro, publicado pela Galera Record (selinho do Grupo Record) aqui no Brasil, tem 398 páginas repletas de crianças lutando contra piratas, mercenários, esqueletos amaldiçoados e forças sobrenaturais, com uma cota de ações sangrentas, autópsias, esfaqueamentos, flecha, armas, espadas, aviões de guerra e jovens costurando os próprios ferimentos (os quais nos dão aflição)

Esta não é uma leitura para menininhos ou para menininhas, é simplesmente uma aventura em sua forma mais pura e simples, sem pretensões grandiosas e totalmente divertida! Casa de Segredos é altamente recomendada para preencher as horas vazias do seu dia!

Sinopse oficial:

“Brendan, Eleanor e Cordelia Walker um dia tiveram tudo: uma bela casa em São Francisco, pais adoráveis e todo o tipo de bugiganga eletrônica que podiam desejar. Mas tudo mudou depois que o pai perdeu o emprego em um misterioso incidente. A família está em dificuldades e precisa se mudar. À primeira vista, a mansão Kristoff parece perfeita. Mas a casa que pertencia ao misterioso escritor Denver Kristoff é cheia de segredos, e os três irmãos vão parar em um lugar selvagem que parece se misturar ao terreno da casa. Guerreiros medievais patrulham as florestas, piratas fantasmagóricos rondam os mares e uma rainha sedenta por poder governa aquelas terras. À medida que desvendam o mistério, Bren, Délia e Eleanor vão descobrir o verdadeiro significado de lar e perceber que não apenas sua família — está mais para a humanidade — que está correndo perigo.”

 …

Para quem gostou do livro, a editora já publicou a continuação.

E é sobre ela que vamos falar agora: A BATALHA DAS BESTAS

A Batalha das Bestas

Bom..

Quem ainda não leu o livro Casa de Segredos, então, provavelmente, ao ler esta resenha poderá levar alguns spoilers do primeiro volume. Portanto, se não se importam, podem continuar lendo este post… Maaaaas, se isso os incomodar e for atrapalhar a futura leitura de vocês, então, recomendo que parem por aqui e só voltem a ler depois de devorarem a obra anterior!

No final de Casa de Segredos, vemos a derrota de Dahlia Kristoff e a vida dos Walker melhorar bastante, já que agora são ricos (afinal, a riqueza cai bem em qualquer um, não é?)! No entanto, os irmãos estão tendo dificuldades em se encaixar em sua nova vida, ou melhor, em sua nova escola, a Bay Academy.

Brendan, antes o descolado garoto de São Francisco, agora não consegue fazer amigos e sofre de bullyng pesadoCordélia suspeita que suas aventuras podem ter afetado sua sanidade, uma vez que algo extremamente bizarro começa a acontecer dentro dela (fato que se torna sinistro depois que descobrimos o motivo pelo qual Vizzini se suicidou); e Eleanor só quer que tudo volte a ser como antes, visto que restaram apenas pessoas esnobes a sua volta (e sua família parece ainda mais desestruturada do que quando estava em dificuldades financeiras).

Além disso, Denver Kristoff resolve dar o ar da graça e parece estar tentando trazer Dahlia de volta à vida, o que, por tabela, coloca os Walker em perigo novamente. Assim sendo… Antigos inimigos retornam, deixando a aventura ainda mais surpreendente, pois certas escolhas e descobertas envolvendo os vilões mudam totalmente o rumo da estória.

Fora os inimigos, novos e velhos amigos (re)aparecem para ajudar as três crianças, mas, claro, não sem antes provar serem de fato dignos da confiança dos Walker!

Há muitas reviravoltas.

Nada mais parece ser o que realmente é….

E desSa vez, os autores resolveram alterar a formula e mudaram um pouco as coisas nesse segundo volume. Por exemplo… No primeiro, a história começa com muita ação e é uma “paulada” atrás da outra. Já em A Batalha das Bestas, as coisas começam bem mais devagar, sendo que os revés e as intrigas tomam o lugar das lutas desenfreadas.

Provavelmente, a intenção dos autores tenha sido dar uma pitada a mais de profundidade ao enredo, dando densidade às personagens e ampliando as relações entre elas. E acredito que, em certo ponto, isso funcionou, pois é possível ver uma leve evolução dos protagonistas em relação ao que eram no começo da aventura. Porém, admito que senti falta do ritmo alucinante e desenfreado do primeiro livro. (mas, ao meu ver, isso não estraga em nada a estória e nem o prazer de ler)

Tanto Columbus quanto Vizzini são, praticamente, homens de obras únicas, ou seja, eles não têm o costume de desenvolver continuações para as estórias que criaram. Fosse escrevendo um livro ou um roteiro para o cinema, o sucesso de ambos pertence há “volumes únicos”.

Suas POUQUÍSSIMAS continuações não fizeram tanto sucesso assim (ex.: Gremlins 2), portanto, eu já não esperava que a aventura dos irmãos Walker fosse dar uma “guinada”… Porém, apesar do ritmo um pouco mais lento, confesso que continuei amando a proposta!

Em A Batalha das Bestas, a ação demora para começar, no entanto, quando acontece, é de uma forma extremamente criativa! Algo que, felizmente, chegou a me surpreender! (portanto, valeu a pena ter paciência)

Agora, as batalhas são um pouco mais sangrentas, os atritos um tanto mais sérios e algumas cenas chegam a ser nojentas! Mas, é claro, se você está acostumado a ler obras de Stephen King, com certeza tirará de letra a leitura do livro, pois, apesar desse volume ser um pouco mais pesado do que o primeiro, ainda assim, não chega aos pés de uma cena de ação cheia de sangue e tripas do titio King! (digamos que, agora, é quase uma mistura de igual para igual de Jumanji com  Gremlins)

Contudo, apesar do sangue extra e das cenas um pouquinhooooo mais fortes, os valores, que os autores fazem questão de deixar marcados no primeiro livro, continuam presentes nessa continuação. A amizade permanece muito valorizada e os irmãos não param de provar que há uma linha tênue entre o certo e o errado. Os Walker permanecem colocando a família e os amigos acima das próprias necessidade e, mais uma vez, precisam mostrar que estão preparados para enfrentar quaisquer obstáculos que a vida lhes apresente.

Além disso, eles começam a aprender a lidar com despedidas e perdas. Tornam-se ainda mais maduros diante da frequente necessidade de dizer adeus uns para os outros, e não digo apenas entre os Walker, mas entre eles e os demais personagens como Will Draper e Felix, o gladiador (um personagem secundário, muito importante que aparece neste livro, para balançar o leve romance entre Cordélia e Will)!

Ah sim… Deixem-me acrescentar um adendo aqui… O gladiador já tinha me agradado (e muito), quando apareceu no livro, mas ganhou um lugar especial em meu coração, depois que fiquei sabendo que o filho de Vizzini, sem ser por acaso, se chama… FELIX!

O livro, também publicado aqui no Brasil pela Galera Record, possui 336 páginas de pura narrativa visual! Ou seja, se no anterior já era fácil se perder imaginando o mundo que os dois autores criaram, nesse segundo, então… Você não ficará perdido apenas nos cenários, como também nas cenas mais impactantes e marcantes!

Aliás… A capa é tão linda quanto a anterior, o que torna as duas obras incrivelmente especiais!

Pretendo continuar lendo a série (espero que continue, mesmo depois da triste partida de Vizzini… De qualquer forma, mesmo que pare por aqui, os livros são acontecimentos com começo, meio e fim na vida dos personagens). As obras me cativaram demais e acredito que a premissa que os autores empregaram à série é simplesmente fantástica!

Quem ama livros com certeza não tem como não se apaixonar pela criatividade de Chris Columbus e Ned Vizzini!

Sinopse oficial:

“Após a derrota de Dahlia Kristoff, a Bruxa do Vento, a vida dos Walker, que agora estão ricos, melhorou bastante! Apesar disso, os irmãos estão tendo dificuldades em se encaixar na sua nova escola, Bay Academy: Brendon não consegue fazer amigos, Cordelia suspeita que suas aventuras podem ter afetado sua mente e Eleanor só quer que tudo volte a ser como antes. Além disso, Denver Kristoff está tentando trazer Dahlia de volta a São Francisco, colocando de novo os Walker em perigo. Antigos inimigos farão escolhas surpreendentes e novos amigos precisarão se provar dignos de confiança conforme os Walker viajam de uma ponta do mundo a outra.”

Texto by Fabi

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Atenção, atenção!

Nós do World Fabi Books temos uma ótima novidade para os shadowhunters!

Fãs da autora Cassandra Clare podem comemorar, pois…

Os resultados do Good Reads Choice Awards 2014 já saíram e… O livro Cidade do Fogo Celestial foi eleito o melhor YA de Fantasia do ano!!!!!

Cidade do Fogo Celestial
Aliáááás…

Por pouco, mas muito pouco mesmooooo, a Colleen Hoover (autora da saga Métrica) não leva o prêmio de melhor YA de Romance!

De qualquer forma, os livros “Maybe Someday” e “Ugly Love” da escritora ficaram entre os quatro mais votados da categoria!

Além disso, esses dois livros mencionados já estão na lista de lançamentos de 2015 da editora Galera Record. Então, é melhor ficarmos de olho!

 

 

Fonte: página da Galera Record no Facebook (clique AQUI para ver a notícia)

Texto by Fabi

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Olá, olá leitores e fãs da incrível saga Trono de Vidro (da autora Sarah J. Maas)!

Semana passada a Editora Galera Record, responsável pela publicação da série aqui no Brasil, divulgou uma notícia que vocês NÃO PODEM PERDER! Informaram que em um vídeo postado no canal da Bloomsbury Publishing, a autora Maas contou aos seus leitores algumas novidades beeeem interessantes sobre a sua nova série: A Court of Thorns and Roses! (ameeeeei o nome!!!)

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Essa nova saga será lançada nos E.U.A. no primeiro semestre de 2015, ou seja, EM BREVE! (ÓTIMO!! Pois não sei se aguentaria esperar muitooooo!! rs…)

Maas revelou que A Court of Thorns and Roses começou a ser escrita em 2009. A série é praticamente uma adaptação de A Bela e a Fera (uma de minhas animações prediletas!!), na qual a Bela é uma caçadora e a Fera é uma criatura que muda de forma, ou seja, um ser metamórfico! Com tempo, o desenvolvimento do enredo foi evoluindo e, agora, a saga se tornou uma produção original e não somente uma mera “adaptação”!

Segundo a autora, nos livros, depois de anos sendo escravizados pelas fadas, os humanos conseguiram se libertas e coexistir com os seres místicos presentes no mundo que Sarah J. Maas criou. Cerca de 500 anos após a guerra que definiu o futuro das espécies, Feyre, finha de um casal de mercadores, é forçada a se tornar uma caçadora devido a problemas financeiros. Após matar uma fada zoomórfica, que estava transformada em logo, Feyre precisa enfrentar a ira das fadas que, buscando justiça, a fazem escolher: ou a caçadora oferece sua própria vida em sacrifício a um monstro, ou deve viver junto a ele, abrindo mão de sua vida humana e se mudando para o mundo das fadas!

Bem interessante, não acham?

Acredito que podemos esperar mais um sucesso estrondoso como no caso da série Trono de Vidro, que vem gradativamente conquistando mais e mais fãs pelo mundo, em especial aqui em nossa terrinha, não é?

Vejam o vídeo em que Maas fala sobre a nova saga:

 

E para quem não conhece a autora AINDA, eis a apresentação dela, feita pela Galera Record:

“Sarah J. Maas

Ela tem 26 anos e vive na Califórnia. Ao longo dos dez anos que passou desenvolvendo o mundo de Trono de vidro, desenvolveu uma doentia paixão por filmes da Disney e música pop ruim. Ela adora contos de fadas, bebe café demais e vê muito lixo na TV. Quando não está escrevendo seus livros, pode ser encontrada explorando a costa da Califórnia.”

 

 

Fonte: site da editora Galera Record (clique AQUI para ir até a página da notícia)

 

Texto by Fabi

Eu



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Um vídeo onde eu, Fabi, resenho brevemente oito livros que li nestes últimos dias.

Aqui embaixo vou deixar o nome de cada obra, bem como os autores e as editoras responsáveis por cada uma.

Espero que gostem e desculpem a péssima qualidade, mas ainda estou usando uma câmera ruim… =/

World Fabi Books apresenta:

Vídeo-Resenha da Fabiane Zambelli de Pontes!

 

 

 

Livros Discutidos:

  • Medo (quinto livro da série Gone, do escritor Michael Grant, pela Editora Record – selo Galera Record);
  • Lua de Larvas (da autora Sally Gardner, pela Editora Martins Fontes);
  • O Reino das Vozes que Não se Calam (das autoras Carolina Munhóz e Sophia Abrahão, pela Editora Rocco – selo Fantástica);
  • Flores Mortais (da autora Giulia Moon, com participação de Kizzy Ysatis, pela Editora Giz);
  • Sombra de um Anjo (da autora Ana Beatriz Brandão, pela Editora Novo Século – selo Novos Talentos da Literatura Brasileira);
  • Cemitérios de Dragões (primeiro livro da saga Legado Ranger, do autor Raphael Draccon, pela Editora Rocco – selo Fantástica);
  • Centelha (segundo livro da série Brilho, da autora Amy Kathleen Ryan, pela Editora Geração – selo Geração Jovem);
  • Coroa da Meia-Noite (segundo livro da série O Trono de Vidro, da autora Sarah J. Maas, pela Editora Record – selo Galera Record).

 

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[PRÉ-VENDA na Galera Record]

Atenção, atenção, Shadowhunters de plantão!

Você já pode garantir seu volume único de “Cidade dos Ossos” e “Cidade das Cinzas“, uma edição de colecionador com capa dura em papel holográfico metalizado!!!

Isso é muitooooo mágico!! É muitooooo Magnus Bane, Clary, Simon, Jace, Izzy, Alec… Ou seja, AMOR!!

Aproveitem e reservem hoje! 

(dica: a Cassandra Clare vem para o Brasil durante a Bienal… Entendedores entenderão! )

 

volume único - cidade dos ossos e das cinzas

 

Onde você pode encontrar:

http://bit.ly/OssosCinzasSaraiva
http://bit.ly/OssosCinzasTravessa
http://bit.ly/OssosCinzasCultura
http://bit.ly/OssosCinzasCuritiba
http://bit.ly/OssosCinzasPontoFrio



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