World Fabi Books











a-torre-negra-filmes-novidades-1Não é de hoje que a mega saga A Torre Negra ganha tentativas de adaptações no Cinema. A série já passou pelas mãos do diretor Ron Howard e por último J.J. Abrams.

Apesar da grande influência de ambos em Hollywood, nenhum deles conseguiu sintetizar toda a obra do (mestrefoda) Stephen King em um roteiro satisfatório.

Parece que isso acabou de mudar.

A Sony Pictures assumiu a produção de A Torre Negra e começou contratando um diretor novato, Nikolaj Arcel.

O dinamarquês comandou quatro filmes em sua terra natal com bastante sucesso, e irá fazer a sua estreia em Hollywood com A Torre Negra.

Até então, o ator Javier Bardem era cotado para interpretar o pistoleiro Roland Deschain, em sua eterna busca pela Torre Negra do título.

A Sony tem bastante confiança no projeto e já marcou a data de estreia do primeiro filme: 17 de janeiro de 2017.

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Resta saber como o cineasta irá estruturar a série no cinema. A Torre Negra possui oito livros e uma história tão épica que parece que a palavra ‘saga’ é pouco para descrever.

O roteiro ficou a cargo de Jeff Pinkman e Akiva Goldsman, e este será reescrito pelo diretor Arcel e por Anders Thomas Jensen.

A parte boa de tudo isso é que pra esperar até 2017 teremos ‘somente’ Batman Vs Superman, Capitão América: Guerra Civil, Deadpool, X-Men Apocalypse, Dr. Estranho, Esquadrão Suicida, Animais Fantásticos e Onde Habitam, Star Wars… acho que eu aguento esperar.

No mais, que venha A Torre Negra!

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Texto by Guh Valente

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Olá, olá, leitores queridos do nosso coração!

Estamos de volta com mais uma dica ÓTIMA de leitura para vocês: Declaração de Amor – Poema para os namorados do celebre e saudoso Carlos Drummond de Andrade!!!

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O livro, com apenas 64 páginas, foi publicado no mês passado (no dia 15 de maio) pela editora Companhia das Letras.

A obra faz um breve “panorama do amor” e, para isso, reúne vários trabalhos poéticos, românticos e deliciosamente apaixonados de Drummond, que, nestas páginas, teve o seu lado lírico totalmente exposto em 27 poemas, meticulosamente extraídos de 12 livros.

Para aqueles que desejam recordar um pouquinho sobre a história deste incrível e genial escritor, nós lembramos a vocês que o currículo de Carlos Drummond de Andrade começa em 31 de outubro de 1902, quando nasceu em Itabira do Mato Dentro (MG).

Ele começou a carreira de escritor como colaborador do Diário de Minas, que aglutinava os adeptos locais do movimento modernista mineiro. Logo após, em parceria com outros escritores, ele fundou A Revista, que, apesar da vida breve, foi um importante veículo de afirmação do modernismo em Minas.

Depois, Drummond ingressou no serviço público e, em 1934, transferiu-se para o Rio de Janeiro, onde foi chefe de gabinete de Gustavo Capanema, ministro da Educação – o cargo durou até 1945. E em 1954 começou a colaborar como cronista no Correio da Manhã e, a partir do início de 1969, no Jornal do Brasil.

Alvo de admiração irrestrita (como sempre), tanto por suas obras quanto pelo seu comportamento como escritor, Carlos Drummond de Andrade encerrou sua magnífica carreira no dia 17 de agosto de 1987, quando, infelizmente, morreu no Rio de Janeiro RJ… Curiosamente, poucos dias após a morte de sua filha única, a cronista Maria Julieta Drummond de Andrade.

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Voltando à obra…

Todos os escritos ali agrupados, de forma tão singela e gostosa, vieram de uma criteriosa seleção realizada pelos netos do poeta Pedro Augusto Graña Drummond e Luis Mauricio Graña Drummond.

Além do mais, o livro é um deleite aos olhos, não somente pela leitura maravilhosa, mas também, por causa de seu projeto gráfico exclusivo e das lindas ilustrações feitas especialmente para a “coletânea” pelo aclamado artista Nik Neves.

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E para quem ficou curioso, eis a sinopse oficial da obra, publicada pela editora:

“Com o subtítulo “Canção de namorados”, esta reunião de poemas amorosos, românticos e deliciosamente apaixonados de Carlos Drummond de Andrade mostra a faceta mais lírica do grande poeta mineiro. Textos já clássicos ou que merecem uma nova leitura, como “Amar”, “Lembrete”, “Ausência”, “Toada do amor”, “Declaração de amor” e “O chão é cama”, foram criteriosamente selecionados por Luis Mauricio e Pedro Augusto Graña Drummond, netos do poeta e grandes conhecedores de sua obra. O resultado é uma celebração de beijos, abraços e carinhos – uma festa para o amor, enfim.” Degustação do livro: Declaração de Amor de Carlos Drummond de Andrade (Degustação)

Esta é a medida certa de romantismo para quem busca aquele presente especial no Dia dos Namorados, não é?

Texto by Fabi

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(na foto, participação especial do meu amor, Guh Valente!)



Olá, readers! Estamos de volta das férias! E a resenha de hoje é… planeta

Se atualmente a franquia O Planeta dos Macacos está em um alto patamar de consideração entre os amantes da boa ficção científica, o mérito não reside apenas no clássico de 1968 com Charlton Heston, mas sim, no livro provocativo e impactante do francês Pierre Boulle – também autor de A Ponte do Rio Kwai – que deu origem à franquia.

A obra já foi lançada no Brasil por outras editoras, e agora encontrou sua casa definitiva na Editora Aleph, que brindou os fãs com uma edição caprichada na apresentação.

O enredo difere bastante do filme original; a começar pela sociedade dos macacos, retratada no texto como uma sociedade avançada tecnologicamente, com prédios, carros e aviões, porém estagnada do ponto de vista sociológico.

O protagonista, Ulysse Mérou é um jornalista que aceitou cobrir a primeira viagem tripulada à megaestrela Betelgeuse. Acompanhado do prof. Antelle e seu aprendiz, a viagem – que levará 700 anos da Terra para ser concluída – os leva a um planeta próximo dessa estrela.

Batizada pelos exploradores de Soror (francês para “irmã”, devido à sua atmosfera agradável e água potável), o trio de viajantes encontra uma humana nua, com comportamento animal, que batizam de Nova.

Não demora muito para que encontrem outros humanos em igual estado de animalidade, e para espanto dos terráqueos, macacos racionais e trajando roupas surgem na mata para caçar esses humanos.

Mérou, com o seu dom de fala e raciocínio, causa um verdadeiro furor no planeta e muda a vida de dois cientistas chimpanzés, a simpática Zira e o analítico Cornelius.

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Durante o texto, o autor mantém um ar de ironia e crítica velados. Ao questionar o mero fato de macacos se comportarem como seres humanos, Boulle faz que o leitor questione-se aonde termina o macaco e começa o humano em cada um de nós.

Narrado em primeira pessoa, o texto traz imensas digressões do protagonista sobre a natureza humana, nossa sociedade e a nossa humanidade. Questões levantadas lááá em 1963 que até hoje permanecem relevantes, e o relançamento do livro é uma ótima oportunidade para trazê-lo de volta aos debates literários aqui no Brasil.

A história se move em um ritmo lento, apesar de sua curta duração, mas nunca perde a linha satírica, e brinca o tempo todo com o absurdo que, afinal de contas, são fucking macacos usando fucking ternos e conversando sobre fucking ciência!

Pierre Boulle criou uma história que atravessou gerações, e a franquia O Planeta dos Macacos continua a todo vapor: o próximo filme, provavelmente intitulado como War on the Planet of the Apes estreia em 2017.

Não deixe de ler este livro incrível e instigante; as perguntas que você se fará sobre quem é humano e quem é o animal podem lhe trazer respostas surpreendentes. Reserve um espaço na sua prateleira para esta versão literária linda do O Planeta dos Macacos, de Pierre Boulle, lançada pela Aleph!

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Texto by Guh Valente

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Olá, leitores Jedi!

Estamos de volta e desta vez iremos falar de…

Star Wars – Kenobi!

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2015 definitivamente é o ano de Star Wars. Com a estreia de O Despertar da Força no final do ano, é a hora dos fãs correrem para todo tipo de lojas e adquirir produtos dessa saga de uma galáxia tão tão distante (as minhas canecas do ovo de páscoa estão me encarando enquanto digito este texto).

É nos livros que a Força tem estado com Star Wars aqui no Brasil: Herdeiro do Império, primeiro de uma trilogia continuando a história de O Retorno de Jedi – sem relação com o vindouro filme da Disney, contudo – vendeu mais de 40 mil exemplares desde o lançamento em dezembro.

Porém, enquanto a continuação não chega, a Aleph nos presenteou com um conto centrado em um único e fascinante personagem da série: o mestre Jedi Obi Wan Kenobi.

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Kenobi é escrito não somente como um estudo de personagem, mas também como uma mistura eficiente de aventura, fantasia e uma boa dose de velho oeste americano.

Duvida?

Vamos à sinopse então:

Num povoado remoto no meio do deserto, alguns habitantes sofrem com ataques de nativos. Para contornar o problema, um fazendeiro decide que a melhor coisa a se fazer é uma ‘milícia’, que defende as pessoas em troca de um certo valor. Tudo isso é abalado quando um homem misterioso chega ao povoado. Sem revelar nada sobre seu passado, ou quem ele é, o forasteiro conquista amigos e inimigos, enquanto desperta sentimentos mais profundas em uma determinada porém solitária dona de armazém.

Faroeste demais?

Pois é exatamente assim que o autor estruturou Kenobi. O deserto é o planeta Tatooine, palco de muitos eventos da saga Star Wars, o forasteiro é Obi Wan “Ben” Kenobi e os nativos são os perigosos caçadores Tusken, coloquialmente conhecidos como o Povo da Areia.

A força do livro está nos personagens secundários, todos criações de J.J. Miller. Temos o fazendeiro Orrin Gault, que vendo nos ataques do Povo da Areia uma chance de tirar uma graninha, é o responsável por criar a milícia.

Os filhos de Gault, Mullen e Veeka, são os típicos jovens e encrenqueiros, sendo uma má influência para o jovem Jabe Calwell, filho de Annileen, dona do maior mercado do povoado onde a história se passa: o Oásis Pika (eu sei, eu sei…).

Annileen é uma mulher forte, determinada e sofrida, que cria os filhos com mão de ferro e carinho ao mesmo tempo, resistindo às investidas de Orrin, que foi um dos responsáveis pela prosperidade do Oásis junto com o falecido marido de Annileen.

Outro personagem de bastante destaque é A’Yark, líder de guerra do Povo da Areia. O arco de A’Yark é eficiente em mostrar o outro lado do conflito, embora os capítulos focados nesta personagem sejam um pouco mais arrastados, embora não menos interessantes.

O que nos traz ao personagem principal do livro!

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Ben Kenobi ainda se encontra atormentado pelos eventos ocorridos no Episódio III – A Vingança dos Sith. Com dificuldades para aceitar a perda de Anakin Skywalker e o fim da ordem Jedi, Kenobi recorre à meditação direcionada a seu antigo mestre, Qui-Gon Jinn.

É possível sentir todo o peso e o sofrimento do mestre Jedi, que se culpa pela derrocada de Anakin ao lado sombrio da Força e sua impotência diante da ascensão do Império Galáctico. O sentimento de amizade e respeito que Obi Wan (Ben, na maior parte do livro) nutre por Annileen é tocante e cresce aos olhos do leitor, com direito até uma crush adolescente vinda da filha da personagem: Kaillie.

O autor humaniza Ben de uma maneira que nem o próprio George Lucas conseguiu, fazendo com que torçamos para que Kenobi consiga a felicidade que tanto deseja.

Mas, como fãs de Star Wars, sabemos que a missão de ficar de olho em Luke Skywalker significa mais para ele, o que leva a certas passagens do livro que são de cortar o coração.

A obra não possui nenhuma grande revelação (somente uma surpresa bem legal com relação a um personagem inesperado), mas compensa na alma que o enredo os personagens possuem. Não estava esperando que o livro fosse ser uma leitura tão agradável, mas John Jackson Miller conseguiu algo bem legal: me fez enxergar vários momentos dos filmes com um olhar diferente.

E provar mais uma vez o quanto o Obi Wan é um Jedi mega fodão!

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….

Texto by Guh Valente

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Olá, cyberleitores!

Estamos retomando as resenhas aqui no blog e a obra resenhada da vez é…

NEUROMANCER

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“O céu sobre o porto tinha cor de televisão num canal fora do ar”

Essa única frase, além de iniciar a leitura de Neuromancer, também dá o tom do que vamos encontrar ao longo do livro de William Gibson; um cenário diferente e ao mesmo tempo igual a tudo que já vimos!

Neuromancer foi o livro que contribuiu para o início do cyberpunk; sub-gênero da ficção científica que retrata um avanço tecnológico inversamente proporcional ao social.

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No futuro, existe a matrix; um espaço de alucinação que existe no ciberespaço como forma de manipular dados. E os homens e mulheres que conseguem participar da matrix são chamados de cowboys, sendo que eles necessitam de decks especiais para poder entrar.

O protagonista de Neuromancer é o cowboy Case, que depois de tentar passar a perna em um empregador, perdeu sua capacidade de entrar na matrix.

Desesperado e com uma veia suicida, Case aceita um trabalho misterioso vindo de Armitage – um militar com um passado misterioso – em troca de poder retornar. Aliado com Molly Millions, uma samurai de rua com implantes cromados no lugar de olhos e unhas retráteis, Case adentra um submundo de interesses corporativos, espionagem, manipulação de informações e inteligências artificiais sencientes.

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No mundo atual, alguns recursos utilizados pelos personagens soam bastante datados e as descrições dos cenários lembram bastante uma paisagem de filme oitentista de sci-fi. E isso é exatamente o que o Guh aqui adora!

Esse ar retrô futurista dá uma sensação única durante a leitura, me fazendo pensar naqueles clássicos trash de sci-fi em VHS que se encontravam no cantinho da locadora.

Mas, Neuromancer é tudo, menos trash!

William Gibson pode não ter sido um bom futurista, mas acertou na sua visão sobre o domínio das corporações no cotidiano e na nossa atual dependência de tecnologia pra fazer qualquer coisa.

O autor imagina um mundo onde inteligências artificiais criam “vida” e passam a ter desejos humanos e (quase) divinos. E está aí a sacada do livro: os personagens humanos são quase máquinas funcionais, fazem apenas o que lhes é requerido do enredo, com um ou outro intervalo onde podemos enxergar alguma humanidade neles. São as I.A.s que recebem o maior indício de profundidade de personagem. O que é bastante interessante e perturbador.

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Dois anos antes da publicação de Neuromancer (1984), o filme Blade Runner (<3) já havia tocado nos mesmos temas de humanidade em máquinas e, devo dizer, de forma bem tocante.

Porém foi o livro de William Gibson que cimentou o cyberpunk no imaginário coletivo!

A escrita pode parecer um pouco difícil à primeira vista, mas o autor vai direto ao ponto e, em uma única frase, coloca uma informação que será importante ao longo do enredo todo.

Apesar da frieza dos personagens, o leitor se sente investido na jornada de Case para cumprir a estranha missão que lhe foi dada. É uma sensação ímpar se aventurar na mega cidade que o autor imaginou para suas histórias: o Sprawl. (Um conglomerado de cidades americanas interligadas entre si, formando uma mega mega megalópole, sacaram?)

E a cada ano que passa, a importância de Neuromancer é reiterada tanto quanto literatura, quanto pelas inovações que trouxe. Além de ser responsável pela criação da palavra ‘ciberespaço‘, Gibson pavimentou muito do que viríamos a conhecer como a internet!

O autor lançou duas continuações que se passam no universo do Sprawl: Count Zero e Mona Lisa Overdrive, todas publicadas pela (excelente, incrível, maravilhosa) editora Aleph!

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Aliás…

Aleph vem sendo um pilar da ficção científica no Brasil, publicando autores como Isaac Asimov, Philip K. Dick, Frank Herbert, Arthur C. Clarke, Ursula K. Le Guin, ente outros… Além de publicar clássicos como: Laranja Mecânica, a série John Carter de Marte, O Planeta dos Macacos, a graphic novel O Perfuraneve e, atualmente, também cuida da publicação dos romances de uma certa saga espacial chamada Star Wars, já ouviram falar?

E para quem ainda não viu,  edição de 30 anos de Neuromancer está caprichadíssima e vem com três contos extras: Johnny Mnemônico, Queimando Cromo e Hotel New Rose! Estes textos ajudam a ambientar, ainda mais, o cyberpunk na mente do leitor e contribuem para atestar a genialidade de William Gibson, que ousou sonhar com a internet lá no começo dos anos 80, antes de sermos completamente viciados nela.

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Eu, com certeza, recomendo a leitura para quem gosta do mundo cyberpunk ou tem curiosidade de conhecer!

E para ajudar a entender melhor o livro, eis a sinopse oficial da obra:

“No futuro, existe a matrix. Uma espécie de alucinação coletiva digital na qual a humanidade se conecta para, virtualmente, saber de tudo sobre tudo. Mas há uma elite que navega por essa grande rede de informação – os cowboys. Case era um deles, até o dia em que tentou ser mais esperto do que os seus patrões. Que fritaram suas conexões com o ciberespaço, tornando-o um pária entre os seus iguais. Ele vaga pelos subúrbios de Tóquio, mais envolvido do que nunca em destruir a si próprio, até ser contatado por Molly, uma bela e perigosa mulher que, assim como ele, desconfia de tudo e de todos. Os dois acabam se envolvendo numa missão cheia de mistérios e perigos. Esta edição comemorativa de 25 anos de ‘Neuromancer’ conta com nova tradução de Fábio Fernandes e prefácio de William Gibson. O romance de estréia de Gibson é o primeiro volume da chamada ‘Trilogia do Sprawl’, que ainda inclui os livros ‘Count Zero’ e ‘Mona Lisa Overdrive’.”

Texto by Guh Valente

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Olá readers!

Gu Valente assumindo aqui!

No belo dia 6 de dezembro, eu, juntamente com a Fabi, e os meus irmãos Henrique e Mateus partimos para a grandiosa cidade de São Paulo com um objetivo bem claro em mente: chegar cedo na Comic Con Experience (a CCXP) no dia seguinte e ser um dos 1000 primeiros a entrar na Expo São Paulo.

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O motivo?

Estar dentro da pré estreia de nada mais nada menos do que O Hobbit – A Batalha dos Cinco Exércitos!

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Quer mais um motivo?

Richard Armitage, o próprio Thorin Escudo de Carvalho em pessoa, estaria presente no evento!

How cool is that?

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Depois de dormirmos por pouco mais de quatro horas na casa de nossa amiga Liane Azuma (Aliás, obrigado Lih <3), partimos para o primeiro metrô do dia.

Chegamos na Expo São Paulo por volta de 5h30 da matina, e já tinha umas 600 pessoas por lá! No princípio achamos que seria bem difícil entrar, mas uma contagem não oficial da fila nos garantiu que estávamos entre os 1000 primeiros.

Fila vai, fila vem, uma confusão bem grande começa a acontecer na fila; alguns membros da equipe se atrapalham na organização de tudo e, entrando no local da CCXP, achamos que não conseguiríamos entrar no auditório Thunder, onde se daria a sessão e o painel com Richard Armitage.

Mas entre mortos e feridos, salvaram-se todos, e ao som de Iron Man, do Black Sabbath, todos nós entramos no auditório!

UHUL!!!

Expectativa a mil pra começar o painel. Marcelo Forlani, um dos editores do Omelete, assume o palco, agradece a presença de todos e dá algumas instruções para garantir a melhor experiência possível ali dentro.

Às 10h10 mais ou menos, Érico Borgo, um dos cabeças do evento e também do Omelete, assume o palco para apresentar Richard Armitage. E platéia quase veio abaixo!

Não bastasse isso, todos os presentes cantaram ‘Misty Mountains Cold‘, que é a música que Thorin canta no primeiro filme da série, Uma Jornada Inesperada.

 

Armitage sorria o tempo todo e estava muito feliz com a plateia brasileira, dizendo que “achava que a plateia alemã era mais insana, até conhecer os brasileiros“. Richard já previa o clima de festa ao entrar no auditório filmando a plateia ensandecida.

Durante o painel, o ator contou sobre a experiência de fazer parte de uma serie tão querida e trabalhar com Peter Jackson na direção. Disse também que a maquiagem era bem difícil de lidar e que optou por fazer todas as suas cenas de luta, para conseguir entender e sentir o personagem. Ainda deu tempo de dizer que sua cena favorita da trilogia é onde Bilbo Bolseiro e Gollum fazem o jogo de charadas entre eles.

Richard Armitage se despediu da platéia depois de vinte minutos de painel. A emoção e a sensação de ver uma figura tão querida pelos nerds deixou a mim e a todos que me acompanharam bastante felizes, afinal, estávamos diante do Thorin em pessoa! Só de ouvir ele falando bastou pra abrirmos um sorrisão de ponta a ponta.

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Terminado o painel, hora de assistirmos a primeira pré estreia do filme!

E que viagem hein?

A Batalha dos Cinco Exércitos é o mais enxuto e mais corrido capítulo da Terra-média nos Cinemas, correndo em um total de apenas 144 minutos.

O filme já agarra o espectador pelo colarinho logo de cara, e só solta quando os créditos começam a rolar. Todas as pontas soltas da trilogia são amarradas e o palco para A Sociedade do Anel está montado. Peter Jackson criou um espetáculo para ser visto na telona, e ainda que se entregue a alguns momentos meio inconstantes, entrega um épico como nenhum outro cineasta conseguiu.

Ao final de tudo, temos seis filmes que tocaram o coração de muitas pessoas, e à medida que os créditos finais rolam ao som da maravilhosa The Last Goodbye (cantada por Billy Boyd, que fez o Pippin em O Senhor dos Anéis), a sensação agridoce permanece de que não teremos mais a Terra-média no Cinema.

Nos resta partilhar as boas memórias que Peter Jackson nos proporcionou desde 2002, e que o inesquecível J.R.R. Tolkien começou com a simples frase de que numa toca no chão, havia um Hobbit.

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Texto by Guh Valente

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Olá, leitores!

Vamos falar sobre um filme que está crescendo desenfreadamente em bilheteria!

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Durante o enredo de Jogos Vorazes – A Esperança parte 1 (no resto do texto você encontrará como “A Esperança pt.1”), a protagonista vivida por Jennifer Lawrence entoa uma canção melancólica e sombria chamada The Hanging Tree (A Árvore do Enforcamento).

Os versos da música soam quase premonitórios aos eventos futuros da história, e dão o tom do que vem pela frente.

A Esperança pt.1 é um filme ousado dentro dos parâmetros que todos os blockbusters seguiram em 2014: a ação desenfreada e a trama super ágil e cheia de reviravoltas dá lugar a um jeitão mais contemplativo, como que se o diretor Francis Lawrence e seus roteiristas quisessem tomar um tempo para pesar tudo o que aconteceu no ritmo frenético dos longas anteriores.

O resultado é nada menos do que fascinante, embora este terceiro filme da franquia seja o que mais dividiu opiniões até agora.

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No enredo, após ser resgatada da arena, Katniss Everdeen é levada ao bunker do Distrito 13, onde está um dos redutos de resistência à Capital.

Liderado com firmeza pela presidente Alma Coin (Julianne Moore), o Distrito 13 serve como um abrigo para Katniss, que tenta conviver com a falta de confiança em seus parceiros após o aparente abandono de Peeta Mellark (Josh Hutcherson) na arena.

Quando este surge do lado da Capital, como uma marionete do implacável presidente Snow (Donald Sutherland), Coin aliada ao estrategista Plutarch Heavensbee (Philip Seymour Hoffman) transforma Katniss n’O Tordo, um símbolo de revolução a ser transmitido à todos os distritos rebeldes.

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Alguns personagens que serviam de coadjuvantes de luxo ganham bastante destaque em A Esperança pt.1.

O ator Liam Hemsworth transforma seu Gale Hawthorne em um ser humano mais realista e digno da afeição do espectador; Julianne Moore mostra a competência de sempre como Alma Coin, e Philip Seymour Hoffman nos lembra da falta que faz em sua performance (o ator faleceu no começo de 2014).

Elizabeth Banks também ganha mais tempo para explorar nuances da personagem Effie Trinket, que mal aparece no livro. Menos sorte têm Woody Harrelson e Jeffrey Wright, que não têm muito a fazer nos papéis de Haymitch e Beetee respectivamente; é graças ao talento dos intérpretes que nos relacionamos com eles, enquanto Sam Claflin, que começa o filme meio posto de lado, vai ganhando espaço à medida que a importância de seu personagem cresce, e é de Finnick quem sentimos o peso de ter seu grande amor preso nas garras da Capital.

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Jennifer Lawrence não tem mais nada a provar!

A garota arrasa em qualquer papel que faz, e se ela já foi um destaque positivo no elenco mega estrelado de X-Men: Dias de um Futuro Esquecido, em A Esperança pt.1 ela carrega a maior parte do peso dramático do filme, apesar de Katniss permanecer de mãos atadas com relação ao que está acontecendo.

Donald Sutherland mete medo de verdade como presidente Snow, e Josh Hutcherson entrega aquela que é, para mim, a melhor performance do filme. Entregue de corpo e alma ao tormento de Peeta, os momentos de Josh na tela dão um nó na garganta do público, de tão desesperadores que são.

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A direção de Francis Lawrence continua mostrando a competência do capítulo anterior, conduzindo o filme com segurança e extraindo a melhor performance de seus atores e atrizes.

O desenho de produção coloca de lado as cores e as extravagâncias dos capítulos anteriores e investe em uma aparência de filme de guerra, com suas tomadas longas sobre os destroços de Panem, bem como das pessoas que se encontram desabrigadas e feridas.

O final é enervante, com uma cena macabra e triste ao mesmo tempo, e envia o público para fora da sala com um gosto amargo.

A Esperança pt.1 cumpre o propósito que a se presta, apesar de cair mais uma vez na moda de dividir o último capítulo de uma saga em duas partes. Apesar disso, é mais uma bela adição à saga Jogos Vorazes, e aumenta ainda mais a expectativa para o próximo e trágico derradeiro capítulo.

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E que a sorte esteja sempre a seu favor.

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Texto by Guh Valente

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Vejam só, galera!!

O nosso colaborador, Guh Valente, escreveu mais uma resenha incrível!!!

Leiam o texto todo no blog do garotão, o Blog do Valente!!

“Capitão América 2 – O Soldado Invernal traz a Marvel operando a todo vapor em uma trama realista e sombria, mas que continua a exibir os traços típicos que a Casa das Ideias possuem que faz cada filme da casa ser algo com vida própria. Se tratando de um filme sobre identidade, isso é dizer muito.

E que venham os Guardiões da Galáxia!”

Amém!!

Blog do Valente

captain-america-the-winter-soldier-international Desde Os Vingadores , a fase 2 do Universo Cinematográfico da Marvel vem tocando em um tema bastante pertinente: identidade . Vale notar que nenhum dos heróis “mais poderosos da Terra” escondem seus verdadeiros rostos como fazem Peter Parker e Bruce Wayne. Todos são abertos quanto a seus alter egos heróicos, mas nenhum deles representa tanto a força da moral e honra que norteia os Vingadores do que Steve Rogers, aka Capitão América.

O Soldado Invernal se passa dois anos após os eventos de Os Vingadores. Ainda tentando se ajustar ao século XXI – fique de olho na cena do caderno de Rogers -, o Capitão (Chris Evans) executa uma missão duvidosa para a SHIELD, fazendo com que passe a questionar Nick Fury (Samuel L. Jackson) sobre a legalidade dos atos da agência pela qual trabalha. Quando uma figura de seu passado surge como o Soldado Invernal, e abala…

Ver o post original 598 mais palavras



Olá, leitores e leitoras de plantão!

Quem aqui é fã da saga Divergente? E quem está louco para a estréia do primeiro livro nas telonas?

Para quem AINDA não está por dentro das novidades desta trilogia de tirar o fôlego, dá uma xeretada AQUI, AQUI, AQUI, AQUI eeee AQUI!!

E como bons leitores que somos, precisamos estar preparados para ver o filme do livro nos cinemas, certo? E para isso, o ideal, obviamente, é ler o primeiro volume da série (e de praxe, ler os outros dois no embalo! rs…)

No entanto, nós sabemos que hoje em dia não tá fácil para ninguém… Então, numa confabulação com o nosso parceiro, o Sonho Arrematado, descobrimos que AMANHÃ acontecerá um leilão de CENTAVOS da trilogia Divergente COMPLETA!!!

É isso mesmo!

Descobrimos que o Sonho Arrematado irá leiloar a série e o ganhador pagará BARATÍSSIMOOOOOO pelos três livros! Não é perfeito?

Para quem ainda não conhece o nosso parceiro, clique AQUI para ir até a página e saber mais ou clique AQUI para ler sobre a parceria com o World Fabi Books!

Bom…

De qualquer forma, quem ainda não tem os livros NÃOOOOO pode perder essa oportunidade de OURO!!!!

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Quem aqui não quer saber como a nossa querida Mione (Emma Watson) e o nosso querido Percy (Logan Lerman) se saíram em Noé?

Posso adiantar que foram incrivelmente bem!!

Pena que eu não vi um filho de Poseidon controlando o dilúvio ou a inteligentíssima bruxinha dando um jeito de criar uma barreira para a arca… rs…

Brincadeiras a parte, vocês não podem perder mais uma resenha obra prima do nosso colaborador Gustavo Valente, no Blog do Valente!!

 

Blog do Valente

20140114170936noah_poster_2014Noé sempre foi um projeto de paixão para o cineasta Darren Aronofsky . Fascinado pela figura desde que precisou escrever uma redação para a escola sobre ele, Darren foi nutrindo pensamentos e filosofias sobre Noé, até canalizá-los em forma de uma graphic novel que saiu somente na França. e que durou apenas uma edição (inclusive é o capítulo que nomeia este post). A graphic novel era um projeto de Cinema que se concretizou agora com o lançamento de Noé nas salas do mundo inteiro.

O projeto já nasceu polêmico: iria retratar uma das passagens mais emblemática da Bíblia e preencher as lacunas com interpretações pessoais do diretor com livros apócrifos que não foram incluídos na edição da Bíblia como a conhecemos. A trama, porém, mantém a essência do texto original: Deus está zangado com a Humanidade e decide exterminá-la de maneira desesperadora: através de um dilúvio onde as águas dos…

Ver o post original 527 mais palavras



et cetera
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