World Fabi Books











{janeiro 7, 2015}   Feliz Dia do Leitor!!!

PARABÉÉÉÉNS, LEITORES!!

Hoje é o nosso diaaaa!! Yeeeaaaah!!

Afinal de contas, hoje, 07 de Janeiro, é o Dia do Leitor!

 

Feliz Dia do Leitor

Sempre que lemos, fazemos viagens incríveis, saímos de nossas cadeiras, de nossas cidades, de nossos estados, de nossos países, de nosso planeta, de nosso mundo e universo… E, então, viajar se torna uma necessidade!

Nossos cérebros parecem inchar com tanta informação, o apetite cresce e eles clamam por mais e mais. Sentem uma abstinência danada quando ficamos muito tempo sem alimentá-los com palavras.

Leitura é um vício!

Assim que pegamos o gosto por ela, fica impossível abandonar! Um único livro no mês, quase não nos basta mais. Ler se torna tão essencial quanto respirar. E se ficamos um dia sem ler alguma coisa, seja uma mensagem no whatsapp, parece que nosso dia ficou incompleto…

Lemos um livro atrás do outro, uma HQ em seguida da outra, um mangá devorado por instante, um gibi a cada momento, uma revista a cada parada na banca, um e-book a cada recarregada, um jornal físico por dia e dezenas online… Ler, ler, ler, ler, ler e nunca parar!

Sentimos que apenas deixaremos de amar a leitura (sim! leitura e não literatura!) depois que partirmos desta existência… E, mesmo assim, torcemos para que, se houver outra vida, possamos carregar conosco essa paixão desenfreada.

Sim!

Somos bibliófilos!

Somos bibliomaníacos!

Somos bibliômanos!

Podemos ser biblioclastas, bibliométricos, biblioteconomistas, bibliógrafos, bibliologistas, bibliocléptos, bibliocleptomaníacos, bibliocleptômanos, biblioterapeutas, bibliocêntricos, bibliofílicos, bibliotécnicos, bibliotecologistas, bibliólatras, bibliotecônomos, bibliólogos, bibliopolas, bibliófagos, bibliognostas, bibliogênicos, bibliognósticos e bibliomantes!

Sofremos, gravemente de bibliofilismo, bibliotecosofia, bibliofilaxia, bibiolatria, bibliomania, bibliofilia, bibliocleptia, bibliocleptomania, bibliodiscernimento, bibliofilismo, biblioclastia, de bibliogênese, bibliólatria, bibliognosia, bibliomancia, biblioparapsiquismo, de uma bibliopatologia, bibliopoder, bibliossanidade e bibliotismo!

 (Ufa! Quanto “biblio”!)

Ou seja, temos, notadamente, um incrível autodiscernimento quanto à leitura em geral.

Somos leitores, flertamos sem pudor com as palavras, bebemos da doce fonte da literatura e somos amantes inveterados da leitura.

 

Texto by Fabi

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{julho 15, 2013}   Quem nunca…?

lendo



Terra Cruz

Autor: Leonardo Brum

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Desculpem a demora… Esse livro eu li há semanaaaas, contudo, apenas agora tive tempo para montar uma resenha “a la Fabiane”. Mas, não pensem que a demora é consequência da qualidade do livro, pois, se os meus dias não estivessem tão agitados aqui na Itália, com total certeza, esse post já teria saído há tempos!!

Enfim… Sobre o que é Terra Cruz? Ou… Como é Terra Cruz?

Dá uma olhadinha no que o produtor de reportagem da TV Globo, Marcelo Movschowitz, escreveu para o prefácio do livro:

“Quando produzimos uma entrevista de Leonardo Brum para o Programa Mais Você, deparamo-nos com um jovem autor de muita garra e talento, colocando-se de forma espontânea diante das câmeras. Na época, Um Mundo Perfeito ainda estava em sua primeira edição, e logo veio a se consagrar um merecido sucesso com a vendagem rápida do livro e a sucessiva segunda edição comemorativa da Editora.

Desta vez, o autor nos prestigia com uma envolvente história de vampiros, aderindo aos padrões da narrativa que lembra clássicos como Bram Stroker e Anne Rice, mas, primordialmente, prima pelo toque impressionante de originalidade. O terror e a fantasia estão presentes, mas, fundamentalmente, é o suspense marcante que dita a história. Aos poucos, vamos nos aprofundando numa trama que se mostra cada vez mais intrigante, num texto ágil e que prende a atenção um capítulo após o outro. Ao final, uma sucessão de fatos com ritmo cenográfico traz à tona uma realidade ainda mais surpreendente. Uma encruzilhada em que os destinos se encontram e novos rumos serão definitivamente traçados.

Comece a ler o quanto antes o livro que tem em mãos. Você não conseguirá largá-lo até que a última linha traga a resposta para todo o mistério sobre a origem dos vampiros. E de tudo o que, afinal, se encontra à espreita.”

No mínimo intrigante, não?

Após ler esse prefácio muito bem escrito e depois devorar todo o enredo que Leonardo Brum nos oferece em uma bandeja de prata, regado a um liquido denso e vermelho, como eu poderia escrever uma crítica literária à altura?

Missão difícil a minha, não é mesmo?

De qualquer forma, vou tentar ao menos instigá-los a ler mais uma obra brasileira incrível!

O escritor – e vencedor do Prêmio Nacional Codex de Ouro 2011 – não regrediu no nível e com certeza não decepcionou em sua alucinante trama!

O livro não começa de forma tranquila e nem simples. Logo nas primeiras páginas, Leonardo Brum faz questão de nos arremessar de cabeça dentro de um mundo cheio de suspense e mistérios.

Que grupo é esse?

Quem eles estão procurando?

Por que Terra Cruz?

E num mudar de ambiente, de um prólogo para um começo de capítulo, os questionamentos apenas aumentam!

Onde eles estão?

Para onde vão?

O que vai acontecer?

E as perguntas vão se acumulando… As ações vão se intensificando…

Você vai devorando cada palavra! A vontade de descobrir o que virá em seguida lhe consome! Os olhos prendem-se ás palavras em busca de detalhes e informações! E a mente pode chegar a superaquecer, caso você tenha uma veia de detetive e goste de narrativas desse gênero literário.

E agora, Santiago?

E o Samuel?

E a Vanessa?

E a sua mãe, Santiago?

Como fica a cidade?

Quem realmente é aquele mendigo?

Mas, a pergunta que REALMENTE não quer calar é… De onde vieram os vampiros?

A resposta para isso vai deixá-lo de olhos esbugalhados. Algo totalmente único, criativo e surpreendente! Quem mais poderia pensar numa resposta tão especial, assustadora e fantástica (em todos os sentidos da palavra), além do nosso escritor brasileiro, Leonardo Brum?

Eu, particularmente, não perco o sono por vampiros, contudo… Os olhos custam a se fechar quando minha mente imaginativa fica presa em um tipo de ser em especial… Algo que me tira o sossego  apenas em imaginar aqueles olhos sobre mim! (e um outro autor brasileiro – o Nelson Magrini – sabe muito bem disso!)

Só tenho mais uma coisa para lhes dizer do livro… De fato, nessa trama há três maneiras de se acabar com um vampiro: a luz do fogo, a luz do dia e a luz do criador!

 

 

 

“Deus? Você acha que foi Deus quem Criou os vampiros?”



et cetera
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