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{maio 28, 2013}   Devaneios do dia!

Hoje, o  amanhecer foi chuvoso, mantendo o exato padrão do dia (e noite) anterior!

E com esse clima frio, regado por uma chuva periódica, quase constante, muitos acabam se entregando à preguiça, ao sono, ao cansaço, à melancolia, à nostalgia… Enfim, os sentimentos que costumam surgir são parecidos e diversos, quase que coletivos.

No caminho para o trabalho, fiquei a observar a chuva molhar a estrada, bater no vidro do carro e criar pequenos riachos pelos acostamentos… Fiquei divagando, meditando, pensando no sentido da vida e tudo o mais.

Prendi-me ao sentimento que dias assim despertam nas pessoas e deixei minha mente viajar, até que…

chuva-que-molha-a-terra

Eu: Pai, eu estava pensando… Chuva e choro em italiano são palavras bem parecidas.

Meu pai: Ah é? E como é em italiano?

Eu: Pioggia e Pianto, sendo que o verbo chorar é  Piangere... E chover é Piovere. Olha só… Pioggia, Piangere, Piovere, Pianto…Usando verbos e substantivos fica ainda mais parecido!

Meu pai: Interessante…

Eu: Mas… – parei para pensar novamente. – Se formos analisar, em português as palavras também são parecidas né?

Meu pai: São parecidas, mesmo.

Eu: Chuva, choro, chorar, chover…

Meu pai: É tudo bem parecido mesmo.

Eu: Em espanhol também é parecido! Chuva é Lluvia, choro é Lloro, chover é Llover e chorar é Llorar

Meu pai: Em espanhol parece ser tudo mais parecido ainda.

Eu: Tem o francês também. Choro, se não me engano, é Pleurs… Chorar é Pleurer… Hm… Chuva é Pluie e, pelo o que lembro, chover é Pleuvoir… Ou é chuveiro, não lembro direito. Hehehe…

Meu pai: De qualquer jeito, ficou até mais sofisticado! E em inglês?

Eu: Então… Em inglês não é parecido. Chuva, Rain, chover, to Rain, choro, Cry, chorar, to Cry… Mudaria um pouco se colocarmos no gerúndio, que chovendo fica Raining e chorando fica Crying… Rain e Cry não são parecidos.

Meu pai: Que sem graça…

Eu: Pois é…

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Fiquei refletindo sobre isso.

Quando as palavras soam parecidas, parece que transformamos em música a união das mesmas. Damos beleza à sonoridade e até oferecemos margem à poesia e ao nosso “eu lírico”.

Afinal…

O choro é como uma chuva de lágrimas vinda de nossa alma.

A chuva é como o choro divino vindo dos céus.

Chorar é a ação de nossos sentimentos, os quais chovem sobre nós…

Chover  é a ação dos deuses, que choram pela humanidade…

Viram só como fiquei poética? Hehehe…

Dias assim podem transformar devaneios em poesia! Não é mágico?

ANGUSTIA



E… CIAOOOO RAGAZZIIIII!!!

Como estão, queridos leitores?

 

 

Já devem ter percebido que eu continuo na “vibe Itália” ainda. Hehehehe…

Vamos ás considerações loucas desta escritora louca que voz fala? E que tal começarmos com os tópicos comparativos sobre Itália e Brasil?

Gostaram da ideia? Eu também!

Vejamos… Que tal começarmos com alguns costumes?

Uma boa opção? Sabe que eu também achei que é!?

Estamos pensando em sintonia! Hauhauahau…

Então, vamos lá!

 

 

Durante a minha estadia no país da bota, eu quase me tornei um camaleão, tentava ao máximo me camuflar nos costumes e trejeitos da população local. Queria passar despercebida no começo, pois assim eu iria assimilar e assistir ao máximo de informações “naturalmente verdadeiras” possíveis. (mas, é claro, quando eu já me sentia mais do que a vontade e no espírito da “coisa”, acabava me soltando e revelando a minha personalidade de palhaça e passava a ser conhecida como “La Brasiliana”.)

Andei até meus pés quase sumirem em bolhas… Convivi com o sol o suficiente para minha pele adquirir uma tonalidade mais forte… Ignorei o calor quase até minhas roupas pesarem de suor… Mas, não permiti que meus olhos desgrudassem dos detalhes ao meu redor; não deixei que meus ouvidos fossem ocupados por qualquer tipo de obstrução; não consenti que a gripe ou o resfriado me atingissem e prejudicassem meu olfato e paladar; não admiti que minha pele perdesse a oportunidade de sentir as texturas e as características tão inusitadas da Itália…

Fui observadora e fui personagem… Eu senti essa viagem dentro de mim! Não era apenas o meu exterior que gritava por novas experiências, o meu âmago também ansiava por ser preenchido com todo aquele mundo!

E no meio de toda essa ansiedade eu pude observar alguns costumes interessantes…

De fato, os italianos fazem jus à fama de “paqueradores irreverentes” e de serem um tanto “robusto” na forma de falar e lidar com as situações… Ou seja, adoram galantear, contudo, não pensam duas vezes quando precisam xingar ou brigar com alguém! Do elogio à ofensa… Um caminho que percorriam em questão de segundos.

Mas, apesar dessa personalidade forte e de outros detalhes (que eu contarei em outro post), eles são um povo romântico e sonhador. Não é a toa que a maioria das grandes e trágicas histórias de amor da literatura mundial se passam na Itália…

Cada canto, cada cidade, cada bairro ou esquina possui sua música própria, seus aromas, seu clima… E com tudo isso, possui seus dançarinos e atores.

Enquanto o meu coração se abastecia insaciável com a melodia poética do violino ou com a harmonia inspiradora do acordeão, eu pude me derreter diante de cenas encantadoras… O cenário e a música favoreciam para que almas alegres se aproximassem do músico e deixassem seus corpos festejarem ao ritmo suave de seus próprios cernes…

Exatamente, por lá é lindamente comum encontrarmos pessoas dançando ao som suave e/ou alegre de um músico de “praça”. Desconhecidos se uniam para ajudar a compor o estupendo cenário italiano. E bem ali, num lugar público, no meio de estranhos, casais ou grupos de amigos se reunião para festejar a vida e bailar sem se importarem com as considerações alheias… O importante era a companhia, o momento e a vida… O importante era o ali e o agora com aquelas pessoas… O importante era o presente, o presente que a vida lhe dava!

Apenas fechem os olhos e imaginem…

A fragrância que escapava das velas se esgotando dentro da igreja e inundava as ruas ao redor…

O aroma de um ou outro restaurante preparando o prato do dia…

A luz do sol que banhava e iluminava o ambiente…

A brisa suave que vinha caminhando por entre as ruas estreitas e vinha presentear a todos com alívio…

O som de um violino a tocar uma melodia local…

O violão a acompanhar…

Ou o acordeão a inspirar corações…

Um senhor rodopiando sua senhora nas mãos e puxando-a para bailar ao ritmo da deliciosa harmonia…

Um jovem rapaz a beijar a mão de sua dama e, rindo ao lado dela, pondo-se a dançar ao lado do casal de senhores…

Estranhos balançando sutilmente seus corpos, acompanhando a festividade dos apaixonados e dos desconhecidos músicos…

A arquitetura antiga e clássica da cidade compondo o cenário épico e tocante…

Para mim e mais alguns, o tempo parecia simplesmente não importar. Quem tinha pressa poderia correr a vontade, no entanto, nós continuaríamos ali apreciando e vivendo aquele momento.

E quando a música acabava e os corpos paravam de dançar, todos pareciam despertar de um transe. Moedas eram ofertadas aos artistas, cada um tomava o seu rumo e o ambiente voltava ao costumeiro volume de ritmos diferentes… Porém, o sorriso permanecia no rosto daqueles que vivenciaram aquele presente.

Logo se ouvia um galanteio ali e outro aqui, logo eu presenciava uma discussão grosseira num canto e alguns “narizes empinados” em outro. E eu era a única louca a rir de tudo aquilo!

As variações nas personalidades eram gritantes! Os italianos são um povo que se entrega ao que sente e ao que pensa. São orgulhosos e românticos! São tão cheios de sentimentos e manias que as palavras não são o suficiente, precisam se manifestar com as mãos; com os pés; com o corpo; com as roupas; com o jeito de andar… Enfim, simplesmente transbordam!

E nesse ponto, eu os achei muito parecidos com os brasileiros! Podemos ser mais carismáticos do que eles durante grande parte do dia, contudo, também somos seres humanos que precisam se expressar em todas as formas possíveis!

Não dançamos em público daquela forma… Porém, nos entregamos com mais facilidade ao sorriso!

O povo brasileiro não é romântico, mas é sensual… O povo italiano pode ser romântico, porém, precisa de várias experiências amorosas (muitas ao mesmo tempo) para poder se sentir sensual e, principalmente, desejado!

E depois de tudo isso, lá ia eu andar pelas ruas de paralelepípedos, rodeada por pessoas sofisticadas demais para poder lhe olhar nos olhos ou cercada por observadores assíduos demais, a ponto de serem capazes de lhe devorar com um único contemplar…

Ai de mim! Como poderia não me divertir em um ambiente onde eu era mera coadjuvante e atriz principal ao mesmo tempo? Como eu poderia não me sentir mais viva com todos os meus sentidos sendo saciados o tempo todo?

Digam-me… Como não sentir e sentir saudades de meu país a todo o momento?

 

 

Enfim…

Espero que tenham gostado dessa pequena consideração minha sobre a Itália! Eu sei que não foi exatamente a comparação que prometi, contudo, acredito que acabei me perdendo nas recordações.

Prometo ser mais “comparativa” na próxima vez!

 

 

Bacione a tutti =***

 

 

Como eu ainda não postei os vídeos que fiz das pessoas dançando, coloquei essa foto para ilustrar. Mesmo que não pareça, essas duas estavam andando no “ritmo” da música que era tocada ao canto direito da fotografia. (não peguei o músico na foto ¬¬).



{julho 16, 2012}   Divagando nas palavras…

Helloooooooo, honeyzinhos!!

Tudo bem?

Então… Como o título desse post sugere, eu irei colocar aqui algumas divagações minhas com palavras, ou seja… Letras de músicas que surgem na minha cabeça numa “combustão” de versos e melodias… Poemas que nascem de momentos mais “emotivos” de cada dia… Crônicas que vêm de observações aleatórias… Dissertações pequenas a respeito do que fica rondando e gritando na minha cabeça em certos períodos de minha vida…

Enfim…

“Doctor, I’m a crazy girl?” hauahauahauha

Aqui vai uma “letra de música” que fiz em menos de um minuto, num momento “revoltado” hauahauhaua…

Quem puder me ajudar com o ritmo e a melhorar a coitada (além de dar um nome para ela), fique à vontade!

 

 

I’m getting outta of time

I need get out of this life

I wanna disappear

I wanna let it BURN!

 

Have already seen the unforgiven?

Have already felt the panic?

I must dry it out of my veins

I must scream outta my brain!

 

No more puppet

I’m outta of control

No more porcelain body

I’m not broke in a hole

 

I’ll smash all

Smash through my reality

Boundries don’t exist anymore

Baby, I’m not that small!

 

What’s your grace?

I know my virtue was almost chopped by you

For what’s the race?

I know the clock don’t ever stop or turn back too

 

I’m getting outta of time

I need get out of this life

I wanna disappear

I wanna let it BURN!

 

No more puppet

I’m outta of control

No more porcelain body

I’m not broke in a hole

 

You lost the chance

Now, you can’t finish me

You missed the power

To silence me

 

I’m stronger, baby!

I’m not the porcelain doll

I’ll never be broke in a hole

I’m really out of your control!

Acho que é isso por enquanto, pessoal! hehehe…

Beijooooooooos e uma “frasesinha” para terminar o post…



{março 23, 2012}   Super Junior

Para quem não conhece o grupo sul-coreano Super Junior, este post vai clarear um pouco as noções de vocês a respeito de música pop internacional!

Primeiramente, vamos esclarecer o que é K-pop (é o gênero de músicas que o Super Junior canta)…

 

 

K-POP

O pop coreano ou K-Pop (abreviatura de Korean pop, em inglês) é um gênero musical consistindo de música eletrônica, hip hop, pop, rock e R&B originários da Coreia do Sul.

Antes, o gênero não era tão conhecido e não recebia tanta visibilidade internacional, contudo, nessa nova era do “digital”,  habilidade do K-pop de alcançar via, internet, um público antigamente inacessível está levando a uma mudança de paradigma na exposição e popularidade do gênero.

Através da presença de páginas de fãs no Facebook, disponibilidade no iTunes, perfis no Twitter, vídeos de música no YouTube, entre outras ferramentas virtuais, o Super Junior – bem como outros grupos de k-pop – está ganhando cada vez mais fama e conquistando fanáticos e simpatizantes por quase todos os continentes!

E se retrocedermos um pouco no tempo, por volta dos anos 90, encontraremos a estréia do grupo Seo Tai-Ji & Boys em 1992. Esse acontecimento pode parecer desinteressante, mas foi um ponto importante para a música popular na Coreia do Sul, uma vez que o grupo mencionado acabou incorporando elementos de rap rock e techno na “cultura musical” coreana.

E em 1995, o empresário Lee Soo Man funou da maior agência de talentos da Coreia do Sul, S.M. Entertainment, – agência que deu vida ao Super Junior – a qual levou à público os primeiros girl grops e boy bands.

No fim dos anos 90, aumentou a concorrência por esse nicho do mercado musical e a YG Entertainment, a DSP Media e a JYP Entertainment entraram na cena e começaram a produzir talentos tão rápido quanto o público conseguia consumi-los.

Hoje, aprendizagem é a estratégia universal para o sucesso de girl bandsboy bands e artistas solos na indústria do K-pop.

Para garantir a alta probabilidade de sucesso do novo talento, as agências de talento subsidiam totalmente e supervisionam a vida profissional dos novos artistas, além de acompanharem de perto a carreira dos trainees.

E… Preparem-se para o baque: normalmente gasta-se mais de U$ 4000.000,00 para treinar e lançar um novo artista!

É dinheiro pra c******!!!

Mas, enfim…

Voltando ao assunto…

Através dessa prática de aprendizado – que geralmente dura dois anos – os aspirantes a ídolos afiam suas vozes, aprendem coreografias profissionais, esculpem o corpo por meio de exercícios e aprendem várias linguagens. Tudo isso sem deixar a escola de lado, pois tais agências deixam clara a importancia de se manter os estudos e incentivam os trainees a não largá-los!

O K-pop está ganhando influência firmemente em mercados estrangeiros não-asiáticos, mais notavelmente nos Estados Unidos, Canadá e Austrália, o Brasil ainda tem um público relativamente baixo se comparado com esses outros países.

Em 2001, Kim Bum Soo se tornou o primeiro cantor coreano a entrar para o chart Billboard Hot 100 com seu single, “Hello Goodbye Hello“.

(chart Billboard Hot 100  – é a tabela musical padrão dos Estados Unidos que avalia a lista das cem músicas mais vendidas no decorrer de uma semana, publicada pela revista Billboard. As posições são atribuídas através do número de vendas físicas e digitais).

Em um esforço para globalizar ainda mais o gênero, artistas coreanos então trabalhando cada vez mais fora da Coreia. Nos Estados Unidos, artistas coreanos estão fazendo tours com artistas estrangeiros e colaborando com produtores bem conhecidos incluindo Kanye WestTeddy RileyDiploRodney Jerkins e Will.I.Am.

Artistas famosos:

Os grupos de K-Pop podem ser diferenciados por sua grande qualidade de coreografias e algumas vezes, quantidade de membros. Como por exemplo Super Junior e So Nyeo Shi Dae.

Há também a presença de artistas solos. Os mais famosos e clássicos provavelmente são BoARain e Lee Hyori. Mas, atualmente, muitos outros artistas vem se destacando no cenário do K-Pop, artistas como IU, Se7enG.NA.

As boybands é outra característica do gênero. Grupos como TVXQ, SS501, Big Bang e o próprio Super Junior, já possuem história pela Coréia e por toda a Ásia.

“Recentemente” entra em cena bandas como SHINee, B2ST, 2PM, 2AM, Infinite, U-KISS MBLAQ que também estão ganhando fãs por todo o mundo.

Já as girl bands So Nyeo Shi Dae,Wonder Girls, Brown Eyed Girls, 2NE1, miss A e f(x) são umas das mais famosas e bem sucedidas.

 

 

E para quem ficou com aquela pulga atrás da orelha a respeito do que é uma boy band e/ou um girl band, eis aqui uma breve explicação:

 

 

BOY BAND

Boy band é um tipo de grupo pop constituído de cantores do sexo masculino. já que boy significa, em inglês, garoto e band, também em inglês, significa banda.

Ou seja, numa tradução livre, boy band pode significar garoto de banda e/ou garoto (ou rapaz) que toca em uma banda.

Para visualizar  melhor…

Os grupos de k-pop que possuem apenas integrantes masculinos, podem ser comparados com os Backstreet Boys!

As boy bands são ainda populares na Ásia Oriental com grupos bem sucedidos, tais como os k-pops já mencionados.

E somente a tópico de curiosidade, Super Junior é uma das maiores boy bands do mundo composta de 13 membros (sendo que um deles saiu em 2010).

 

 

GIRL BAND

Girl band é um tipo de grupo pop constituído de cantores do sexo feminino. já que girl significa, em inglês, garota e  band – como vocês já sabem – significa banda. Portanto, já dá para deduzir o resto da definição, não é?

As girl bands emergiram no final da década de 1950, sendo que no final dos anos 80 e também nos anos 90 surgiram os grupos de estilo pop manufaturado e ás vezes fabricado – escolhiam as garotas para fazer parte de um grupo, como por exemplo as Spice Girls – e os gêneros mais conhecidos nessa época eram o teen pop e o R&B.

Nos anos 2000, as girl bands mudaram de estilo de música e passaram para o bubblegum pop (pop chiclete), R&B/Hip Hop, música urbana e pop rock.

Um bom exemplo são as Destiny’s Child, consideradas em 2006 pelo World Music Awards, o grupo feminino que mais vendeu discos de todos os tempos.

(O World Music Awards é uma cerimônia anual de premiações que reconhece artistas da indústria musical baseados em sua popularidade, vendas mundiais, desde que tais vendas sejam reconhecidas pelas gravadoras e pela Federação Internacional da Indústria Fonográfica)

 

 

Super Junior

Super Junior , também conhecido simplesmente como SJ ou SuJu, é um grupo de música pop sul-coreano, basicamente uma boy band, de treze membros, criado pela SM Entertainment em 2005.

Inicialmente, o grupo debutou com 12 membros, no dia 6 de Novembro de 2005, com o Single “TWINS (Knock Out)”.

E no dia 23 de Maio de 2006, a SM Entertainment anunciou a adição de um novo membro, Kyuhyun. Há mais dois integrantes que se juntam: Henry Zhou Mi.

Os membros são/eram: Leeteuk (líder), Han Geng,Kim Heechul , Yesung, Kangin, Shindong, Sungmin, Eunhyuk, Donghae, Siwon,Ryeowook, Kyuhyun, Henry e Zhou Mi.

O membro chinês, HanGeng, foi escolhido entre 3.000 competidores através de audições feitas na China pela SM Entertainment em 2001. Mas no início de 2010 ele se retirou da banda por motivos culturais.

 

 

E para encerrar, aqui vão alguns vídeos do Super Junior:



Causos de um merecido final de semana em Valinhos

(Dia 01 – Sábado)

 

 

Acredito que vocês já perceberam o quanto me divirto com minhas ilustres amigas e meus briosos amigos, sem mencionar a minha preciosa família e o meu amado namorado!

Portanto, não será surpresa se eu lhes disser que tive câimbras nos músculos da face e do abdômen de dando rir com minhas nobres maridas Bia e Carol!

O dia começou de forma um tanto preguiçosa…

Levantei-me, arrumei minhas coisas, tomei um banho delicioso e relaxante, me vesti, comi um breve e rápido café da manhã e parti rumo a Valinhos!

Para ir até a casa de minha querida amiga Bia – local onde havíamos combinado passar o primeiro final de semana deste ano juntas – eu iria de carona com meu pai, sendo que a minha marida Carol iria junto comigo.

Pegamos a queridíssima Carolina no pontilhão da Avenida Jundiaí e tomamos a estrada. No caminho, meu pai se viu obrigado a agüentar os surtos e as fofocas de quem não se via há meses e acumulara assunto para dias de conversa a fio.

Rimos e tagarelamos sem parar até alcançar os automáticos portões de uma linda e deliciosa casa, localizada em um verde vale!

Desembarcamos do automóvel e levamos conosco nossas coisas. Despedi-me de meu pai e cumprimentamos a Bia. Posso jurar que os sorrisos sinceros eram incontroláveis, tamanha a felicidade por estarmos as três reunidas novamente!

Assim que meu pai partiu e o portão se fechou, mantendo-nos seguras e unidas do lado de dentro, sentimos, finalmente, que aquele encontro era de fato real. A “ficha caíra” e sentimos algo borbulhar em nosso peito.

Nossa saudade era tanta que não resistimos e nos envolvemos em um abraço coletivo e apertado, realmente começando a desfrutar aquele final de semana juntas!

Para quem estivesse passando pela rua ou para qualquer outra pessoa que nos visse – fosse quem fosse – aquela cena seria “piegas” e sem sentido algum. Algo de “menininhas”…

Contudo, posso afirmar que, apesar das aparências, aquela imagem era composta de um sentimento verdadeiro e sem exageros, algo movido pela mais honesta e amável amizade, sem “frescurites” e “breguices”.

Respiramos fundo e voltamos ao nosso normal: tagarelas e brincalhonas!

No caminho do portão até a porta da casa, nos deparamos com os amáveis Bruce e Brenda, os dois cães rottweiler da Bia.

O Bruce se parece com um urso enorme e pidão! A Brenda é uma cadelinha de aparência adorável e carente!

Obviamente, os dois vieram para cima da Carol e de mim, louquinhos para pedir por carinho e dar as boas vindas após tanto tempo!

A Beatriz, para nossa sorte, refreou a investida de Bruce. Caso contrário, ele nos encheria de baba e pêlos como sempre costumava fazer. A Brenda, por ser menos estabanada e mais tranqüila em sua forma de pedir atenção, não precisou ser repreendida.

Entramos e nos acomodamos, sem deixar de tagarelar. Carol e eu estávamos curiosas para conhecer a sede da empresa da incrível senhorita Beatriz, portanto, assim que tudo estava relativamente ajeitado, ela nos conduziu até lá.

O espaço que ela montou e organizou estava simplesmente maravilhoso e adorável. Aquele era, de fato, um ambiente de trabalho saudável! Podíamos sentir isso, inclusive, na atmosfera no lugar.

Enquanto bisbilhotávamos a empresa, ela nos mostrou o seu mais novo vicio: o jogo “The Sims Ambições”! E isso nos rendeu assunto a respeito da época dos primeiros “The Sims” e dos códigos que usávamos para “facilitar e agilizar” um pouco mais as coisas.

Obviamente, alguns considerariam tais códigos uma trapaça, mas, quem nunca usou um “rosebud“, ou “klapaucius“, ou até mesmo um “motherlode”?

Voltamos para dentro da casa da Bia – depois do irmão dela vir atrás de nós, questionando quando iríamos pedir a bendita comida chinesa – e começamos os costumeiros desabafos e a atualizações do tempo que ficamos separadas.

A cada palavra dita e ouvida, percebíamos o quanto a vida de cada uma dera voltas e rodopios enquanto estávamos distantes. Por mais que tentássemos manter um diálogo via e-mail, gtalk, Facebook e/ou telefone, vimos que não adiantava muita coisa, pois o “grosso” de cada história não conseguia ser realmente contato por meio desses artifícios virtuais e telefônicos.

Em cada cômodo da casa que nós íamos, parávamos para conversar, o que tornava a nossa locomoção extremamente lenta, porém, isso não nos importava. Queríamos mais que o tempo desacelerasse, para que pudéssemos ficar mais tempo juntas.

Pedimos, por fim, a bendita comida chinesa – o pedido tradicional que sempre pedíamos quando íamos à casa da Bia – e nos acomodamos no quarto “em manutenção” da marida Beatriz.

Enquanto a Carol partia para o seu costumeiro “pitstop” – por isso nos dizemos que ela tem “incontinência urinária” – eu descobri um controle de aparência simpática, depositado em cima da cabeceira.

– Bia, esse controle é do ventilador? – perguntei, analisando os desenhos ilustrativos em cada botão.

– É sim. E ele também controla a luz. – apontou para um botão. – Esse daqui, se você segurar apertado, ele regula a intensidade dela e você consegue escolher se quer mais claro ou mais escuro.

– Que legal! E tá funcionando? – minha cabeça já estava fervilhando de idéias. A pergunta já havia sido feita com segundas intenções.

– Tá sim, por quê?

– Que tal darmos um susto na Carol? – comecei a testar o controle e ver como ele funcionava.

– Isso! – respondeu empolgada.

Assim que ouvimos a porta do banheiro ser destrancada, nos jogamos em cima do colchão e nos acomodamos, de forma a esconder minha mão com o controle.

Quando a Carol entrou no quarto, começamos a conversar e eu coloquei em prática o meu plano – fiz com que a luz fosse diminuindo, gradativamente, a sua intensidade.

– Ué, é impressão minha ou a sua luz ta mais fraca, Bia? – comentei olhando para cima, chamando a atenção da Carol para o fato.

– Hm… Estranho, acho que caiu alguma fase da casa. – ela respondeu, se segurando para não rir, assim como eu.

– Estranho mesmo. Acho que é por causa da chuva que está vindo. – a inocente Carol comentou.

A Bia e eu tentamos atuar, colocando a nossa melhor expressão de medo nos rostos e nos levantamos para sairmos “correndo” do quarto. Quando a Carol nos seguiu, fiz com que a luz voltasse ao normal a partir do primeiro passo dela para fora.

– Olha! Acendeu! – a Bia comentou, apontando.

– Será que a energia voltou? – a pobre Carolina perguntou, tentando analisar outros pontos da casa, enquanto voltávamos para o quarto.

– Acho que é você, ein Carol! – disse para provocar.

Demos risada e nos acomodamos novamente. Assim que percebi que a Carol estava mais distraída, repeti o ato.

– Iiih, Carol! – a Bia olhou para ela e para cima depois. – Olha lá!

– Ai, gente! Será que sou eu?

– Faz um teste! Entra e sai do quarto.

Quando ela saiu do quarto, a luz voltou ao normal.

– Que estranho! – ela voltou para dentro e eu fiz a mágica do controle, mais uma vez.

– É você, Carol! – acusei brincalhona.

– Não duvido! Do jeito que as coisas andam, aposto que alguém rogou uma praga em mim! – comentou, referindo-se a sua recente desventura no mundo do mais complexo sentimento, cujo nome é uma palavrinha que, de trás para frente, dá o nome de uma cidade italiana.

Novamente, ela entrou e saiu. E a luz reproduziu a façanha anterior.

Assim que senti que a nossa marida já estava um tanto impressionada e percebi, com o canto do olho, o irmão da Bia passar pelo corredor, resolvi assustá-la um pouco mais.

– O cabelo da Carol ta mexendo? – cochichei em bom tom com a Bia, a qual entendeu minha estratégia e fez uma cara de observadora. – Carol, o que é isso? – apontei para ela, a qual já havia ouvido o meu “cochicho” e percebera um “vulto” passar pela corredor do lado de fora (o “vulto” era o irmão da Bia).

– PÁRA!! – ela deu o seu clássico grito, porém em um tom um pouco mais baixo do que ela costuma dar.

Obviamente, a Bia e eu começamos a gargalhar. Até pretendia brincar mais um pouco, ligar o ventilador, pregar mais peças… Mas, não iria resistir por muito mais tempo, afinal, já estava rindo descontroladamente!

– Carol… – levantei a mão e coloquei o controle no colo dela. – Olha os desenhos! – pedi, ainda enxugando lágrimas dos olhos e deixando alguns risos escaparem esporadicamente.

Logo que ela percebeu a trama, nos encarou de forma assassina – porém, aviso que o olhar fracassou no intuito – e bufou.

– Mas, tinha que me assustar, né?

Passada as crises de riso e estômagos começando a reclamar, o nosso pedido chegou, finalmente!

A comida chinesa viera em boa hora! Já era quase uma e meia da tarde ou um pouco mais.

Deleitamo-nos com o yakissoba, o yakimeshi e os bolinhos de frango! Sempre mantendo a conversa viva e as risadas temporais presentes.

Para terem uma noção do quanto riamos, imaginem a Bia tentando nos ensinar, durante o almoço, como mexer as narinas em movimentos variados e “coelhísticos”.

Pois é…

Acredito que deu para entender, né?

(É… Acho que deu para entender que nós temos algum probleminha! Hauahauahauhau… Mas, quem disse que nós somos pessoas “normais”?)

Fora as risadas, o bate-papo estava tão bom que, mesmo depois de termos terminado de almoçar, continuamos sentadas ao redor da mesa até ás quatro e meia da tarde!

Inclusive, tínhamos até planejado ir ao cinema… Mas, com a chuvinha freqüente e com a louca vontade de matar a saudade e “papear”, acabamos adiando a idéia para o dia seguinte.

Locomovemos-nos até a sala, onde a Bia ligou o laptop do irmão na TV. Ficamos assistindo a clipes de músicas coreanas, os quais acessávamos pelo Youtube. Há muito não víamos e nem acompanhamos o mundo “K-Pop”, muito menos juntas!

Depois, passamos a ver trechos de DVD’s de shows dos tais e de outros grupos coreanos. Mostramos alguns trechos do show do trio JYJ para a Carol e logo após foi colocado para passar um pedaço do show do grupo Super Junior, pois, aparentemente, fazia muito tempo que a Bia deseja repassar aquela parte com a Carol e eu presentes, apenas para rever as nossas reações abarrotadas de estrógenos!

Foi preciso apenas um pequeno pedaço de uma única música – Sorry, Sorry – para nos fazer cantar de animação, dançar empolgadas e, obviamente, hiperventilar diante da coreografia, especificamente na parte em que o integrante Siwon abre o terno, expondo um belo abdômen desprovido da cobertura de uma vestimenta qualquer.

Essa cena já foi assistida inúmeras vezes por nós, conduto a reação praticamente não muda, graças aos hormônios à flor da pele!

Admito que antigamente eu hiperventilava mais, agora, graças ao meu namorado extremamente “gatoso” – para quem não sabe, “gatoso” é a junção das palavras gato e delicioso – a reação tornou-se mais branda!

Porém, a Carol não nunca nos decepcionou antes e continuou a não decepcionar! A reação dela foi divertidíssima, bem mais empolgada do que a minha.

Bastava eu me animar, apontando para o tal coreano abrindo o terno, que eu logo percebia que a minha animação não era nada comparada com a da Carol!

Eram gemidos e suspiros, pulos e travesseiros sendo agarrados… Enquanto eu dançava e apontava, sentadinha no chão, a Carol passava por tudo em cima do sofá e a Bia registrava – em partes, pois logo percebemos a tentativa e tratamos de encenar uma quase cena de garotas comportadas.

Mais tarde, quando a noite já estava avançada, nós lanchamos um jantar e partimos de volta a sala, para assistirmos ao filme “Evocando Espíritos”, somente para não perder o âmbito.

Aquela era a primeira vez que assistia ao longa-metragem e me contorcia de agonia no sofá. Contudo, não pensem que a Bia e a Carol também não se sentiram tensas, pelo contrário!

Quando estávamos todas compenetradas na história, o irmão da Bia escancarou a porta da sala, fazendo com que a Carol gritasse e nós nos assustássemos ainda mais!

Admito que deixei escapar um breve “palavrão” em voz baixa…

O “Evocando Espíritos” acabou e nós decidimos assistir um episódio de “America’s Next Top Model” para tentar acalmar os ânimos antes de irmos dormir. A Carol e eu apagamos de sono antes do programa chegar à metade.

A Bia, após assistir o episódio inteiro, desligou a televisão e também partiu para o merecido sono. Já eram quase duas da matina quando todas nós já estávamos ressonando em nossos sonhos.

E como já era oficialmente domingo, essa parte do causo vou contar em um próximo post, apenas para poder dar um intervalo para vocês poderem descansar a vista de minhas palavras e, quem sabe, gerar certa curiosidade!

Até mais, meus queridos leitores!

 

 

 



Accidentally In Love

Counting Crows

So she said what’s the problem baby
What’s the problem I don’t know
Well maybe I’m in love (love)
Think about it every time
I think about it
Can’t stop thinking ‘bout it

How much longer will it take to cure this
Just to cure it cause I can’t ignore it if it’s love (love)
Makes me wanna turn around and face me but I don’t know nothing ‘bout love

Come on, come on
Turn a little faster
Come on, come on
The world will follow after
Come on, come on
Because everybody’s after love

So I said I’m a snowball running
Running down into the spring that’s coming all this love
Melting under blue skies
Belting out the sunlight
Shimmering love

Well baby I surrender
To the strawberry ice cream
Never ever end of all this love
Well I didn’t mean to do it
But there’s no escaping your love

These lines of lightning
Mean we’re never alone,
Never alone, no, no

Come on, Come on
Move a little closer
Come on, Come on
I want to hear you whisper
Come on, Come on
Settle down inside my love

Come on, come on
Jump a little higher
Come on, come on
If you feel a little lighter
Come on, come on
We were once
Upon a time in love

Accidentally in love[x8]

We’re accidentally in

I’m In Love, I’m in Love,
I’m in Love, I’m in Love,
I’m in Love, I’m in Love,
Accidentally in [x2]

Come on, come on
Spin a little tighter
Come on, come on
And the world a little brighter
Come on, come on
Just get yourself inside her

Love… I’m in love

 

Só porque hoje eu estou no clima de ouvir e colocar a letra da música aqui!

Hm… por que será, né? ^_~

 

E para ouvir a música, aqui está um clipezinho (tem legenda):

E um casal de um dos meus mangás/animes prediletos!

Lucy (The Spirit Girl) e Natsu (The Flame Head) – Fairy Tail!!

 



{agosto 18, 2011}   Trollando na Internet

 

 

 

 

FATOOOOO!!!! Huahauahauahauahauhaua

 

 

 



{agosto 16, 2011}   Música de qualidade!

Em protesto aos lixos que somos obrigados a ouvir todos os dias em transportes públicos, como se nossos ouvidos fossem lixeiras e/ou pinicos!

Deu para entender o que é música, não é?

Enfim…

Meu ouvido não é privada para ficar aguentando merda dos outros!

Quer ouvir música, coloca um fone de ouvido ou vai para uma festa, ô rapaz!



et cetera
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