World Fabi Books











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Olááá, vivos e desencarnados!

Como estão nossos queridos leitores e nossas adoradas leitoras nesse dia de festividades macabras?

O WorldFabiBooks preparou para vocês um Especial de Halloween com alguns livrinhos interessantes para lerem ou relerem nesse período sombrio!

Esperamos que gostem…

Uma boa pedida é sempre começar com escritores, cuja reputação é pautada em obras de terror e suspense, ou seja, com enredos sempre regados com loucura, sangue, criaturas sombrias e finais delirantes!

Portanto, seria interessante ler livros da fantástica…

Anne Rice

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E para orientá-los melhor, aqui estão algumas obras da escritora norte-americana:

  • Série Crônicas Vampirescas: Entrevista com o Vampiro; O Vampiro Lestat; A Rainha dos Condenados; A História do Ladrão de Corpos, Memnoch; O Vampiro Armand; Merrick; Sangue e Ouro; Fazenda Blackwood e Cântico de Sangue.
  • Série Novos Contos de Vampiros: Pandora e Vittorio, o Vampiro.
  • Série Bruxas Mayfair: A Hora das Bruxas I; A Hora das Bruxas II; Lasher e Taltos.
  • Série Songs of the Seraphim: Tempo dos Anjos e De Amor e Maldade.
  • Romances únicos: A Festa de Todos os Santos; Chore para o Céu; A Múmia ou Ramsés, o Maldito; O Servo dos Ossos e Violin
  • Conto: ela possui vários, mas, um que fez sucessinho por aqui foi o O Senhor de Rampling Gate, publicado no Brasil no livro “Os 13 Melhores Contos de Vampiros”, de Flávio Moreira da Costa.

E muitooooos outros títulos!! O que não faltam (ainda bem) são livros da Anne Rice por aí, prontinhos e totalmente disponíveis!!

O próximo da lista é um escritor mundialmente conhecido, que possui inúmeras obras de terror e suspense pelo mundo, sem mencionar filmes e seriados baseados em seus textos. Esse escritor já tirou o sono de muita gente e, portanto, nós altamente recomendamos que leiam qualquer livro dele, o macabro…

Stephen King

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E aqui vão algumas dicas de livros desse escritor norte-americano que vocês podem ler:

  • Ficção: Carrie, a Estranha;Salem; O Iluminado; A Dança da Morte; A Zona Morta; A Incendiária; Cão Raivoso; Christine; Cemitério Maldito;A Hora do Lobisomem; A Maldição; O Talismã (escrito com Peter Straub); A Coisa; Os Olhos do Dragão; Angústia; Os Estranhos; A Metade Negra; Trocas Macabras; Jogo Perigoso (ou o Jogo de Gerald); Eclipse Total; Insônia; Rose Madder; À Espera de um Milagre; Desespero; Saco de Ossos; A Tempestade do Século; O Apanhador de Sonhos; A Casa Negra (escrito com Peter Straub); Buick 8; O Rapaz do Colorado; Celular; LOVE: A História de Lisey; A Névoa; Duma Key; Sob a Redoma; Blockade Billy; 11/22/63; Joyland e Doctor Sleep.
  • Não ficção: Dança Macabra; Janela Secreta;Nightmares in the Sky: Gargoyles and Grotesques
  • Contos: Sombras da Noite; Quatro Estações; Tripulação de Esqueletos; Depois da Meia-noite; Pesadelos e Paisagens Noturnas I; Pesadelos e Paisagens Noturnas II; Six Stories; Corações na Atlântida; Tudo é Eventual e Ao Cair da Noite.
  • Serie A Torre Negra: O Pistoleiro; A Escolha dos Três; As Terras Devastadas; Mago e Vidro; Lobos de Calla; Canção de Susannah; A Torre Negra e O Vento pela Fechadura.
  • Sob o pseudônimo de Richard Bachman: A Auto-Estrada; O Concorrente; A Maldição do Cigano; Os Livros de Bachman; Justiceiros e Blaze.

E mais um monte de títulos pelo mundo, pois, o Stephen King é como uma máquina de escrever que está sempre ligada: tem sempre um texto novo saindo!

A seguir, vamos falar do incrível escritor responsável pelo aclamado Sandman e, mais recentemente, por O Oceano no Fim do Caminho, o formidável…

Neil Gaiman

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Algumas das obras que podemos indicar desse escritor norte-americano, são:

  • Romances e Contos: Good Omens; Lugar Nenhum; Fumaça e Espelhos; The Day I Swapped My Dad for Two Goldfish; Stardust; Deuses Americanos; Coraline; The Wolves in the Walls; Melinda; Os Filhos de Anansi; Coisas Frágeis I; Coisas Frágeis II; M is for Magic; InterWorld; Odd e os Gigantes de Gelo; The Dangerous Alphabet; Livro do Cemitério; Blueberry Girl; Crazy Hair; Instructions; Fortunately, the Milk; O Oceano no Fim do Caminho e The Silver Dream.
  • HQ’s: Sandman: Prelúdios e noturnos; Sandman: A casa de bonecas; Sandman: Terra dos sonhos; Sandman: Estação das brumas; Sandman: Espelhos distantes; Sandman: Um jogo de Você; Sandman: Convergência; Sandman: Vidas breves; Sandman: Fim dos mundos; Sandman: Entes queridos; Sandman: Despertar; Sandman: Exílio; Sandman: A tempestade (75); Sandman: Sonho de uma Noite de Verâo; Violent Cases; Orquídea Negra; Mr. Punch; Livros da Magia; Sandman: Os Caçadores de Sonhos; Morte: A Festa Em uma homenagem a Gaiman; Morte: O Preço da Vida A cada século; Morte: O Grande Momento da Vida; Capas na areia; Noites Sem Fim; A Lenda da Chama Verde e Mister Lo.

E além destes títulos, podemos encontrar muitos outros trabalhos de Neil Gaiman pelo mundo, desde livros e HQ’s, até seriados e filmes!

Agora, vamos dar dicas de obras de um escritor conterrâneo. Ele é um ótimo autor que já conquistou milhares de leitores pelo Brasil e, agora, também começou a ter uma legião de fãs fora de nossas fronteiras! Com vocês, o sanguinário…

 

André Vianco

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As obras que vamos indicar deste escritor brasileiro, são:

  • Romances: O Senhor da Chuva; Os Sete; Sétimo; Sementes no Gelo; A Casa; Vampiro Rei I: Bento; Vampiro Rei II:A bruxa Tereza; Vampiro Rei III: Cantarzo; O Turno da Noite I: Os Filhos de Setimo; O Turno da Noite II: Revelações; O Turno da Noite III: O Livro de Jó; O Caminho do Poço das Lágrimas; O Caso Laura e A Noite Maldita – Crônicas do Fim do Mundo.
  • Graphic Novels:Vampiros do Rio Douro I; Vampiros do Rio Douro II e Turno da Noite: Escuridão Eterna.

Felizmente para nós, o André Vianco não pretende parar de escrever e, por isso, continuaremos a ver e ler suas obras por um bom tempo!

Há outro escritor, ou melhor, há outros dois escritores de nossas terras que está esperando para aparecer nesta lista! Eles já conquistaram milhares de fãs dentro e fora do Brasil e possuem uma forma bem singular e única de escrever. Lhes apresento o casal fantástico…

 

Raphael Draccon & Carolina Munhóz

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Os livros desses dois que nós vamos indicar (se preparem), são:

  • Draccon: Dragões de Éter: Caçadores de Bruxas; Dragões de Éter: Corações de Neve; Dragões de Éter: Círculos de Chuva; Fios de Prata: Recosntruindo Sandman e Espíritos de Gelo.
  • Munhóz: A Fada; O Inverno das Fadas e Feérica.

Apesar de nem todas as obras terem sua parte “sombria”, acreditamos que os livros de Raphael Draccon e Carolina Munhóz valha muito a pena ler, principalmente no halloween, quando a magia corre solta ao lado do terror!

E mais um escritor para encerrar nossa seção de autores deste post! Ele possui livros impressionantes, sendo que cada obra varia o tema, nunca o repetindo até o momento. Agora, vos falo sobre o inteligente…

 

Nelson Magrini

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As obras que vocês precisam ler desse escritor, são:

  • Obras: Anjo – A Face do Mal; Anjo – A Face do Mal II: Ceifadores; Relâmpagos de Sangue; Os Guardiões do Tempo
  • Contos: Em Nome da Fé, na antologia Anjos Rebeldes; Isabella, na antologia Amor Vampiro.

E esse escritor não para de atuar e escrever, portanto, para nossa felicidade, não deixaremos de ver, por um bom tempo, Nelson Magrini em eventos e nas prateleiras!

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Agora, para finalizar este post aterrorizante, deixamos para vocês uma grande, porém de coração, lista de livros para ler no Dia das Bruxas ou quando desejarem!! (nem todos os livros são assustadores, muitos são para aqueles “fracos de coração”, mas que amam magia e uma ótima leitura!!)

 

Lista de livros para o Halloween

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{setembro 27, 2011}   Figuras da Literatura Brasileira

Olá, queridos Leitores de meu humilde blog!

Para quem já conhece o esqueminha do “Figuras da Literatura Brasileira”, digo apenas um “bem vindo de volta”!!

Contudo, quem ainda não sabe como funciona, vou retomar:

Esse post se tornou uma espécie de “coluna” aqui. Toda semana, entre terça e quinta-feira, estarei colocando uma entrevista com alguns escritores brasileiros!

Essas entrevistas se pautarão em cima dos mais variados temas, os quais serão escolhidos pelo próprio escritor.

Podemos discutir desde ficção até problemas políticos, sendo que o intuito é ajudá-los a conhecer melhor essas figuras de nossa literatura!

E não se esqueçam: qualquer dúvida ou sugestão, não hesitem em me dizer! Manifestem-se à vontade!

Então… Vamos para entrevista dessa semana?

 

Nelson Magrini falando de Carros Antigos

 

 

 

Para quem ainda não sabe…

Nelson Magrini é Engenheiro Mecânico, estudioso e pesquisador em Física, com ênfase em Mecânica Quântica e Cosmologia.

Escritor, professor e consultor em Gestão Empresarial e Cadeira Logística, além de Agente Cultural e de Cidadania, com os projetos Novos Autores Literários e Mobilidade Automotiva para Deficientes Físicos.

É autor de ANJO A Face do Mal (2004) e Relâmpagos de Sangue (2006); do conto Isabella, na coletânea Amor Vampiro (2008) e Os Guardiões do Tempo (2009). Além de elaborador e colaborador do Fontes da Ficção, onde foi publicada a minissérie, em dez partes, O Portador da Luz.

 

 

 

Entrevista:

01) É verdade que você possui uma apreciação especial por carros antigos? Se sim, de onde veio este gosto?

Sim, é verdade. Por onde me lembro, gosto de carros desde criança. Pode-se dizer que foi amor à primeira vista. Aliás, nada diferente do que ocorre até hoje, principalmente com garotos. O carro já mereceu vários estudos sobre o que ele representa em nossa cultura, tanto como objeto de desejo, status, sinônimo de liberdade, rebeldia e muitos outros.

No fundo, para aqueles que curtem um automóvel, ele transcende tudo isso. Vale lembrar que carros já foram personagens de livros, filmes e, mesmo, roubaram as cenas, fosse como um “carrão do mocinho”, bem como a encarnação do Mal. Entre tantos exemplos, quem não se lembra de Christine, de Stephen King?

02) Quais são os modelos que mais lhe agradam e por que?

Cresci na época dos motores potentes, dos carrões, e adoro os chamados “Muscle Cars” e seus fantásticos motores V8, apesar de não desprezar alguns bons 6 cilindros.

Além dos tradicionais modelos americanos, como o Charger, Challenger, Mustang e Camaro, entre outros, os modelos brasileiros também têm seu lugar de destaque. Carros como o Charger R/T, Maverick GT e o Opala SS, este com o excepcional motor 6 cilindros, 250S, foram destaques e sonhos de qualquer um na História do Automóvel no Brasil.

Outra linha que sempre me agradou foram os chamados “Fora de Série”, carros esportes com baixa produção, normalmente com carroceria de fibra de vidro e o (fraco) motor a ar da Volkswagen, mas que permitia vários tipos de “venenos de fábrica”, o que tornava a performance bem mais interessante.

Já alguns fabricantes preferiam optar pelo motor do Opala 6 cilindros, conseguindo um resultado bastante satisfatório, em termos de desempenho, para a época.

Os fora de série eram carros com conotações esportivas e preenchiam as vagas dos importados, proibidos ou restritos à época. Eram veículos exclusivos e notadamente caros, figurando entre os mais onerosos do mercado.

Aqui podemos citar Puma, fechada e conversível, Miura, com vários modelos, Adamo, entre outros, com mecânica a ar. Na linha dos 6 cilindros, Puma GTB e Santa Matilde eram destaques a valores exorbitantes para a época. Se não me engano, um Santa Matilde valia o dobro de um Diplomata, top da linha Opala, ambos com o motor 250S e repletos de opcionais.

03) Você procura colocar essa sua paixão dentro de seus livros? E em qual livro mais aparecem modelos de carro que você aprecia?

Sim, já fiz isso nitidamente com o personagem Rafael, de ANJO A Face do Mal, onde ele atua com um Diplomata 1992, última série, preto impecável.

Na sequência de ANJO, ainda inédita, esse mesmo personagem volta com um Santa Matilde amarelo, não me recordo o ano, agora, e ao final, aparece com uma Puma GTB S2 vermelha. Aliás, foram esses os dois livros, até o momento, onde aparecem modelos antigos.

04) Acredita que o carro pode refletir a personalidade de seu dono?

Sem dúvida! Meus carros sempre tiveram algo de mim, independente de terem um motor V8 de 6 litros ou um tímido 1.0. No geral, não gosto do visual básico de fábrica e sempre procurei personalizar meus modelos, muito embora não seja um grande fã de tunning, principalmente pelo exagero. Mas isso é uma questão de gosto.

05) Já participou de alguma feira de carros antigos? Qual e como foi a experiência para você?

Infelizmente não, embora tenha ido ao Salão do Automóvel várias vezes na época em que tais carros eram os destaques e mesmo, lançamentos. Espero conseguir ir ao Salão do Automóvel Antigo que, se não me engano, ocorrerá em outubro próximo.

06) Você já teve algum desses modelos?

Sim, cheguei a ter alguns, todos de segunda mão, mas muito bem conservados. Meu primeiro carro foi um Maverick Super Luxo, 1974, automático, com motor V8 canadense, o mais potente importado para o modelo. Em seguida, uma Puma GTE 1980 (a fechada), que andava muito. Certamente, ela não trazia um motor 1600 a ar normal.

O próximo foi uma Camaro 1970, maravilhoso, além de ter o motor V8 de 350 polegadas cúbicas trocado pelo V8 de 400 polegadas cúbicas, originalmente do Pontiac Formula 400. Absolutamente fantástico, com a ressalva que, assoprando no acelerador, ele fazia uns 4,5 km/l. Agora, se calcasse o pé, não passava de 2 km/l, se tanto, algo simplesmente inimaginável atualmente. Mesmo para a época, era um consumo exorbitante!

Quando vendi o Camaro, comprei outra Puma GTE, esta 1978, mais velha que a primeira, mas com visual “transformado” para o modelo 1981. Possivelmente, o pior carro que tive. Além de não andar absolutamente nada, só de se pensar em chuva o carro alagava! Quem já teve foras de série sabe do que estou falando. Por ser uma produção artesanal, alguns carros eram perfeitos; já outros… Lamentáveis!

E por fim, tive um Diplomata 6 cilindros, 1982, automático, com o motor 250S, o qual mantive até 1993, quando consegui comprar meu primeiro zero quilômetro. Daí para frente, só carros modernos, mas tenho a intenção de ter novamente um desses antigos reformados, possivelmente outro Diplomata, por ser mais fácil de encontrar e reformar. Quem sabe?

 

 

 



{agosto 30, 2011}   Figuras da Literatura Brasileira

Olá, leitores queridos!

Somente retomando…

Esse post se tornou uma espécie de “coluna” aqui. Toda semana, entre terça e quinta-feira, estarei colocando uma entrevista com alguns escritores brasileiros!

Essas entrevistas se pautarão em cima dos mais variados temas, os quais serão escolhidos pelo próprio escritor.

Podemos discutir desde ficção até problemas políticos, sendo que o intuito é ajudá-los a conhecer melhor essas figuras de nossa literatura!

E não se esqueçam: qualquer dúvida ou sugestão, não hesitem em me dizer! Manifestem-se à vontade!

Então… Vamos para entrevista dessa semana?

Nelson Magrini falando de Física

Nelson Magrini é Engenheiro Mecânico, estudioso e pesquisador em Física, com ênfase em Mecânica Quântica e Cosmologia.

Escritor, professor e consultor em Gestão Empresarial e Cadeira Logística, além de Agente Cultural e de Cidadania, com os projetos Novos Autores Literários e Mobilidade Automotiva para Deficientes Físicos.

É autor de ANJO A Face do Mal (2004) e Relâmpagos de Sangue (2006); do conto Isabella, na coletânea Amor Vampiro (2008) e Os Guardiões do Tempo (2009). Além de elaborador e colaborador do Fontes da Ficção, onde foi publicada a minissérie, em dez partes, O Portador da Luz.

 

 

Entrevista:

01) Nelson, percebemos que em seus livros você usa bastante a física durante o enredo. De onde veio esse seu gosto pela física?

Tudo aconteceu há muito tempo, quando eu era uma criança de colo. Lembro-me de um dia, estando no colo de meu pai, à noite, e olhar para cima e ver o céu estrelado. Aquela visão foi simplesmente indescritível para mim, e desde lá, o Universo sempre me fascinou. Conhecê-lo, entendê-lo e desvendá-lo se tornou quase uma obsessão e a Física veio naturalmente, já que a Cosmologia era o ramo de Ciência que estudava o Universo. Nesse sentido, ao longo do tempo eu evoluí muito, sempre estudando por conta própria, mesmo antes de ter conhecimento suficiente para entender as equações.

Com o passar do tempo, descobri a ligação que existe entre a Física de Partículas com a evolução do Universo e, a partir daí, mergulhei de cabeça no mais espantoso modelo da Física, a Mecânica Quântica e suas derivações.

02) Como é desenvolver um enredo de ficção/fantasia, usando teorias da Física Quântica?

Não vejo dificuldades. Claro que meus livros são para entretenimento, então, se vou usar algum conceito de Ciência, ele deve estar dentro do contexto e, sempre que necessário, procuro algum tipo de explicação simples e breve. Contudo, nem sempre isso se faz necessário. Às vezes, é apenas uma citação ou reverência.

De qualquer modo, já há tempos tenho planos de desenvolver um verdadeiro livro de terror com a idéia: pode a Mecânica Quântica ser assustadora? E aqui, não me refiro às suas equações que, por si só, já assustam muita gente!

03) Em qual de suas obras você usou mais leis da física?

Creio que até agora foi no conto Isabella, de Amor Vampiro. Para essa trama, a premissa é mostrar que uma vampira, Isabella, no caso, não é um ser sobrenatural, mas tão real quanto qualquer um. Para tanto, tive que encontrar explicações razoáveis para as características sobrenaturais que ela apresentava, e aí há Física de verdade, como por exemplo, os comentários em relação ao Sol e sua radiação.

Claro que, por escrever ficção, algumas coisas têm de ser romanceadas e inventadas, afinal, estamos tratando de um personagem folclórico e não de um ser real. Mas, creio que o resultado ficou muito bom e os leitores gostaram bastante.

04) Já que é um apaixonado por física, poderia nos explicar o que é a Mecânica Quântica e Vigarices Quânticas? E como seria a concepção de mundo através delas?

Tá aí uma boa questão que, infelizmente, será impossível de se responder em poucas palavras. E vale a pena alertar que, a título de melhor explicar, tentarei ser o mais didático possível, mesmo que em detrimento da exatidão da resposta. Vamos ver o que eu consigo.

Bom, pela própria alcunha, Vigarices Quânticas são vigarices, bobagens, crendices e toda uma série de absurdos apregoados por aí como reais e comprovados e validados pela Mecânica Quântica, e que normalmente são “vendidos” através de livros, coisas do tipo “você cria sua própria realidade com os pensamentos”; “somos ondas e influenciamos em nossa vida como bem queremos”; “existe uma mente universal ou um ser universal onipotente que criou o Universo”; “curas quântica e curas milagrosas”, e por aí vai.

Há também os “objetos mágicos”, como as recentes pulseiras de equilíbrio, onde era apregoado que um holograma emitia “ondas quânticas” – seja lá que diabos isso for – com capacidade medicinal! Claro que o fabricante sequer pensou em explicar como um holograma emite ondas!

Infelizmente, o número de vigarices se apropriando do nome Quântica só aumenta e, pior ainda, têm como alvo uma esmagadora população crédula, que acredita em qualquer bobagem e não pensa, não questiona, não se preocupa em procurar saber se aquilo que é dito tem sentido.

Em um país como o nosso, onde o ensino fundamental e médio é medíocre, de modo geral, isso não é tão de se admirar. É mais fácil crer em qualquer bobagem que promete milagres do que estudar, pesquisar e ser crítico.

Em relação à visão de mundo da Vigarice Quântica, a visão vendida é de um  mundo de milagres, onde qualquer um conseguirá qualquer coisa somente pensando e desejando, e também se curará de qualquer doença. Como a maioria das vigarices, promete dinheiro e felicidade. Quer apelo maior?

Já a Mecânica Quântica é o ramo da Física que estuda o “mundo das coisas pequenas”, como átomos e seus componentes, as partículas subatômicas. É Ciência de verdade, sendo o modelo mais comprovado da História, em alguns  casos, com um erro de uma parte em bilhões de bilhões… Uma discordância entre a previsão teórica e o resultado obtido na ordem de um dividido por dez elevado a catorze! Isso é absurdamente preciso!

Contudo, por mais que os cálculos sejam compreendidos e aplicados comtamanha eficiência, interpretar a visão de mundo que a Mecânica Quântica implica é bastante complicado e controverso, pelo simples fato de que os experimentos mostram que nossas concepções de senso comum não são válidas.

A Mecânica Quântica implica em muitas interpretações ou visões de mundo diferentes. A mais comumente aceita chama-se Interpretação de Copenhague, por influência de Niels Bohr, um dos pais da Mecânica Quântica.

Aqui, a explicação se torna bastante difícil, pois não existem palavras específicas para descrever esse tipo de evento.

De modo resumido, tal visão de mundo nos diz que a realidade, ao nível fundamental, não é algo concreto, como imaginamos as coisas à nossa volta, nem única, e sim, uma sobreposição de possibilidades, cada qual com sua devida probabilidade de ocorrer.

Todavia, essas possibilidades são, em si, “alguma coisa concreta”, pois interferem umas com as outras (notem a dificuldade de expressar tal descrição).

Ou seja, não são simplesmente possibilidades, como quando jogamos uma moeda para o alto e temos a probabilidade de resultar em cara ou coroa. Tudo se passa como se ambos os resultados coexistissem ao mesmo tempo, um interferindo com o outro. E essa interferência pode ser medida e demonstrada! Isso é que é fantástico. Tal visão não é apenas filosófica, como alguns preferem, mas, algo que pode ser demonstrado fisicamente.

Lógico que apenas um resultado se evidenciará (depois que a moeda cai no chão, temos cara ou coroa e não as duas coisas), normalmente, aqueles de maiores probabilidades. São esses resultados todos que “constroem” o mundo “concreto” à nossa volta. As aspas utilizadas são exatamente para chamar a atenção, porque depois do advento da Mecânica Quântica, eles deixam de ser algo exato para se tornarem nebulosos.

Por fim, da mesma maneira que a Mecânica Clássica de Newton é uma aproximação da Mecânica Quântica, o mundo que vemos à nossa volta, nosso cotidiano ou nossa realidade, se preferirem, é apenas uma aproximação de uma realidade mais fundamental, onde possibilidades concorrentes  e excludentes coexistem e se interferem mutuamente.

05) Na sua opinião, todas as teorias que envolvem a Mecânica Quântica estão corretas? Quais seriam as mais “absurdas”?

Na realidade, as teorias desenvolvidas depois da MQ (Mecânica Quântica) envolvem conceitos quânticos, como foi o caso da nova Eletrodinâmica, a chamada Eletrodinâmica Quântica, que substituiu a Eletrodinâmica Clássica de Maxwell e por aí vai.

Sim, até hoje, todos os modelos desenvolvidos, que em conjunto é chamado de Modelo Padrão das Partículas Elementares, se tem mostrado correto. Há outras teorias, que procuram avanças além do Modelo Padrão, mas essas ainda não foram devidamente confirmadas. Entre elas, há bons modelos e candidatos a se tornarem teorias comprovamos. Quais serão, apenas o tempo dirá.

Em relação a mais “absurda”, ao meu ver, nenhuma delas. A Mecânica Quântica padrão já foi, em início, absurda o suficiente e, até hoje, choca a todos que são confrontados com ela pela primeira vez.

Mas, entenda-se, absurda quando a olhamos através de nosso senso comum que, como disse na resposta anterior, falha totalmente quando olhamos a realidade a esse nível.

Hoje em dia, depois de conviver tantos anos com a Relatividade e a MQ, absurda me parece a Mecânica de Newton!

06) Vimos em seu último livro lançado que você explorou outros planetas e mundos. Acredita que seja possível existirem outras dimensões e/ou outros universos além deste?

Ah, você se refere ao “Os Guardiões do Tempo”, onde além de explorar a galáxia, os personagens ainda viajam no tempo.

Eu diria que há fortes indícios, conforme alguns modelos mais avançados, como o do Universo Inflacionário, que parte da premissa de que, em seus “microlésimos” de segundos iniciais, nosso Universo sofreu uma expansão exponencial, uma inflação. Bom, esse modelo, dependendo da abordagem, traz uma inflação perpétua, onde nosso universo seria apenas um entre outros infinitos.

Além desse modelo, existem outros que trazem tal possibilidade, mas, nada ainda foi comprovado, nem implica de que haverá possibilidade de explorar tais universos.

O mesmo se dá com dimensões extras, as quais podem ser inacessíveis a nós pelos mais diversos motivos. Um deles, porque elas poderiam estar curvadas sobre si próprias e serem muito menores que o diâmetro de um próton!

Seja como for, esses modelos predizem alguns tipos de influência que tais universos ou dimensões extras teriam sobre nosso mundo e isso poderia ser medido, comprovando, assim, sua existência. É uma questão de tempo e técnica para sabermos se existem ou não.

07) Você acredita em vida “além Terra”? Se sim, acha que haveria uma ligação entre esses seres “extraterraqueos”, com as teorias que explicam que existem outras dimensões e realidades?

Bom, embora ainda não se observou qualquer indício, pelo próprio tamanho do Universo observável, seria muito difícil não existir vida em outros planetas propícios. Claro que isso não significa vida inteligente ou desenvolvida.

Poderíamos aplicar o mesmo raciocínio, e concluir que é provável que haja outras civilizações, o que não deixa de ser correto. A questão é o número provável dessas civilizações.

Há décadas, alguém propôs uma equação onde tal número era calculado, mas muita coisa mudou de lá para cá. Se as condições necessárias à vida já são inúmeras e bastante restritivas; ao desenvolvimento da evolução e o nascimento de uma civilização são maiores ainda.

De minha parte, diria que a possibilidade de civilizações existirem em nossa galáxia seria de uma a três, obviamente, a nossa inclusa. E nada implica em que tais possíveis civilizações estivessem mais evoluídas do que nós. Poderiam estar ou não.

Quanto a ligações de ET’s e outras dimensões, cabe aqui uma explicação. O termo “dimensões” é bastante deturpado, quando se fala em “habitantes de outras dimensões”.

As outras dimensões que os alguns modelos da Física se referem são dimensões espaciais similares às conhecidas, comprimento, largura e altura. Portanto, dizer que há habitantes em alguma dessas dimensões é tão estapafúrdio como afirmar que existem habitantes no comprimento ou na largura!

Quando se faz tal referência, o termo “dimensão” é sinônimo de “outro lugar”, algo similar a um universo paralelo.

Supondo que tais universos existissem, eles abrigariam vida? Pode ser que sim. Vida inteligente? Pode ser também.

Agora, quanto a nos visitar, bem, para mim, isso não cabe como acreditar, como crença, e a pergunta a ser feita deveria ser: há evidência de visita de formas de vida alienígenas, inteligentes e desenvolvidas?

A resposta oficial é um sonoro não, e eu particularmente não creio em teorias da conspiração, acobertamento em escala mundial, etc.

Se já fomos visitados? Pode ser que sim, afinal, há alguns poucos casos bastante complicados que envolvem os ditos ÓVNIS e que não foram explicados. Seja como for, para se ter uma posição concreta, é necessário maiores e mais claras evidências. Até lá, penso que ainda ninguém nos bateu à porta da frente.

Bom, é isso. Obrigado, Fabi, pelo espaço em seu blog. Espero que todos gostem da entrevista. E para aqueles que quiserem me contactar, basta escrever para nelson_magrini@yahoo.com.br .



{agosto 2, 2011}   Livros na web

A internet, que é vista como um recurso importante tanto academicamente quanto no dia a dia do trabalho,  pode se tornar um perigo para alguns impressos, como os jornais e, atualmente, os livros.

Fabiane Zambelli de Pontes

Nesse novo mundo moderno, digitalizado e virtual, já se proclamou muitas “mortes”, uma delas, além da do fim do jornal impresso, foi a morte do livro convencional, ou seja, do livro impresso.

A Internet é um recurso interessante, muitas vezes extremamente importante; mas será que ela poderia substituir a emoção de folhar páginas e páginas em uma leitura envolvente?

Em uma entrevista para o jornal O Estado de S. Paulo (em 28 de janeiro de 2006) o educador, poeta e jurista, Miguel Reale, afirmou que mesmo que o computador e a Internet sejam peças ricas de conhecimento para o homem, os livros jamais deixaram de existir, pois sempre continuaram sendo necessários para o conhecimento humano.

“Por mais que o computador enriqueça a Internet, o livro continuará sendo um ente essencial e necessário, exatamente por sua unidade sistemática, que é um valor autônomo.”

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Mesmo que a Internet, aparentemente, não cause a “morte” dos impressos e consiga facilitar a difícil tarefa de publicar um livro,  ela também se mostra uma incógnita que pode se tornar perigosa tanto para os novos quanto para os antigos escritores.

Afinal, se os livros estarão disponíveis na integra na web e nos e-books, como ficarão as vendas dos impressos se, futuramente, qualquer um poderá baixar qualquer livro para poder ler?  Como ficariam os escritores com o avanço da Internet? Ela seria um futuro perigo para a profissão? Essa é uma dúvida que alguns têm sobre o rumo dos escritores com os avanços virtuais.

O escritor, Nelson Magrini chega a se comparar com os músicos.

Nelson Magrini em sessão de autografos

“O e-book, por enquanto, está sendo comercializado. Portanto, devido a essa comercialização, eu ainda o vejo como uma mídia alternativa aos livros. Mas, se ele vai virar uma preferência à mída de papel, não sei dizer… A internet tem um lado bom, mas também tem um lado ruim, que é a pirataria. Veja os músicos…. É fácil baixar as músicas e coloca-las nos mps3’s, mp4’s e em outros aparelhos aí no mercado. Agora, em termos da pirataria de livros, acredito que, por exemplo, quem escreve contos deveria se preocupar mais, pois são menores e as pessoas ficam mais suscetíveis a lê-los pelo computador e pelos celulares. No entanto, não sei se no futuro isso vai gerar um impacto muito significativo a todos os escritores, pois é uma coisa que todos nós estamos sujeitos.”

Provavelmente a web não se torna uma inimiga dos livros convencionais e apenas uma alternativa a mais para os leitores. Contudo, apenas saberemos se ela se tornará um “perigo” para os escritores e para os livros impressos futuramente.

Afinal, mesmo os músicos de hoje em dia encontraram uma alternativa para o prejuízo que tinham com as músicas baixadas pela internet, se promovendo através de shows. E, ao mesmo tempo, controlando esse dano financeiro com a ajuda de uma jovem, porém, crescente fiscalização sobre a pirataria de seus produtos. E caso ainda cresça uma pirataria de livros pela rede, talvez os autores também consigam encontrar uma saída para isso.

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E quem não concorda com essa rivalidade entre livros e a internet, pode ir conferir a matéria de como a internet se tornou uma opção aos livros: http://redatoronline.wordpress.com/2009/11/16/um-complemento-da-leitura/

(matéria feita em 2009)



{agosto 2, 2011}   Um complemento da leitura

A internet, que às vezes é vista como inimiga pelos mais tradicionais, também pode ser uma grande aliada para quem gosta de ler e para aqueles que querem publicar livros.

Fabiane Zambelli de Pontes

Livros impressos e e-books… Muitos veem essa relação como uma “guerra” entre dois meios de literatura, que disputam espaço entre os leitores no mercado. Contudo, essa “guerra” também pode ser vista sob uma outra ótica. Para alguns, ela pode se tornar uma relação amigável, onde um se torna uma opção do outro.

Ao invés de abolir o livro convencional, a Internet acabou se tornando mais uma alternativa de leitura. E uma prova disso são os livros exibidos pela web e os novos e-books. Com isso, os escritores de hoje em dia conseguem ver a internet como uma escolha a mais para publicar suas obras.

Muitos procuram por editoras virtuais para divulgar os livros e outros também se aproveitam de outros recursos, como blogs e sites para mostrar o próprio trabalho e atrair os leitores.

André Vianco em sessão de autógrafosO escritor brasileiro, André Vianco (na fotografia à direita), é um dos que utilizam a Internet ao seu favor. Ele possui um site próprio, onde os interessados podem entrar para saber mais sobre suas obras, se informar sobre eventos que ele participará e conhecer melhor o próprio autor.

“Olha, eu uso muito a internet ao meu favor. Tenho um site onde mostro meus trabalhos e, além dele, tenho comunidades e um perfil no orkut, estou no twitter e até utilizo o msn. Eu vejo tudo isso como uma forma de me aproximar mais de meus fãs. E você dando atenção aos leitores, isso automaticamente se converte em divulgação de mim mesmo como autor e também de  minhas obras. Portanto, a internet é muito útil neste ponto. Fica mais fácil de se aproximar dos meus leitores e fazer amizade com eles e, ao mesmo tempo, de montar uma publicidade em instantes que pode atingir milhares de fãs.”

juliano

E a web não se torna aliada apenas de quem já está no mercado editorial há bastante tempo.  São muitos  os novos  escritores que também veem a internet como uma ajudinha a mais na hora de publicar livros. Esse é o caso do novato no ramo de livros, Juliano Sasseron (na fotografia à esquerda).

“Na internet eu posso publicar obras minhas, divulgar a que eu já consegui lançar e conversar com alguns leitores e convidar amigos a lerem meus livros. Na internet eu posso fazer uma boa divulgação e publicidade do meu trabalho e ver o nível de aceitação dos leitores, assim, eu posso saber onde melhorar e o que não mudar. Ajuda a aprimorar minhas obras”

nelson3

E o escritor, Nelson Magrini (na fotografia à direita), ressalta que quem deveria se preocupar com o avanço da internet não deveriam ser os escritores que ainda a veem como uma ajuda, mas sim, as editoras e livrarias.

“Ao meu ver, não são exatamente nós quem deveríamos nos preocupar tanto. Afinal, os escritores produzem as obras e agora, usam a internet para divulgá-las e públicá-las. Quem deveria se preocupar seriam as editoras e as livrarias! Já que, mesmo que os escritores fossem atingidos, no futuro, por uma pirataria muito grande de livros, mesmo assim, os maiores lesados seriam elas.”

Contudo,  muitas são as editoras que não apoiam essa visão do escritor. Mas, que também  veem a web como alternativa e se aproveitam deste recurso para facilitar e agilizar o trabalho de publicação.

Além disso, a jornalista Cyntia Belgini, que está há oito anos trabalhando no mercado editorial, aconselha os escritores no ramo editorial e dá dicas de como utilizar a internet ao seu favor, principalmente quando se está começando no ramo:

“Primeira coisa, reserva um dia para consultar na net algo que ajude na sua publicação e, se precisar, liga para as editoras, perguntando com qual linha editorial elas trabalham… A segunda dica é simples: dê ao texto uma unidade. E a terceira dica é:  se você confia mesmo  em seu trabalho, mas ele já foi recusado por algumas editoras, o coloque na net!  Existem várias formas de divulgá-lo na web hoje em dia: twitter, orkut, blogs…  E outras ferramentas  que você pode encontrar na net. Tem também o google books, onde você pode fazer uma bela divulgação de sua obra e ter um retorno interessante”.

Direitos autorais sobre as próprias obras todos têm, no entanto, será que haverá um controle sobre quem consegue baixar livros pela internet? Somente com o tempo para saber. Contudo, no momento, sabe-se que a internet não representa um perigo para os “novos e velhos” no mercado editorial.

ebook

E para quem acredita que a internet pode prejudicar o mercado editorial dos livros impressos, pode ir conferir a matéria do quanto a internet pode ser perigosa: http://redatoronline.wordpress.com/2009/11/15/livros-na-web/

(matéria feita em 2009)



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