World Fabi Books











Olá, olá, leitores queridos do nosso coração!

Estamos de volta com uma dica ÓTIMA de leitura para vocês: Os mil outonos de Jacob de Zoet!! (o título original é The Thousand Autumns of Jacob de Zoet, e a tradução foi bem literal)

Os mil outonos de Jacob de Zoet

O livro, com 568 páginas, foi publicado no mês passado (no dia 19 de fevereiro) aqui no Brasil, pela editora Companhia das Letras. Ele pertence ao escritor inglês David Mitchell, sendo que, com total segurança, lhes afirmo que a obra apenas confirma que o autor é um dos mais fascinantes e destemidos escritores vivos atualmente! E a minha opinião é reafirmada pelo crítico da The New York TimesDave Eggers! (ele concorda com este ponto de vista sobre Mitchell! hehehe…)

Para quem ainda não conhece o escritor, saibam que David Mitchell nasceu em 1969, em Worcestershire, na Inglaterra. Ele viveu durante anos no Japão e atualmente mora na Irlanda com a esposa e dois filhos. Além de Os mil outonos de Jacob de Zoet, também é autor de outros quatro romances: Ghostwritten, Number9dream, Cloud Atlas e Menino de lugar nenhum.

Segundo o Scotsman, nesta obra, Mitchell “combina aventura, amor, mito, melodrama e ficção histórica com tanta habilidade que, ao terminar o livro, você provavelmente vai querer checar o que é verdade e o que é ficção. Em seguida, você vai perceber que nada disso importa, porque obras-primas têm regras próprias, e este livro é definitivamente uma obra-prima.”.

David Mitchell

Bem…

Para sanar a curiosidade sobre o enredo de Os mil outonos de Jacob de Zoet,  digo que o cenário é bem exótico e, pessoalmente, me agradou muito, pois sou fã da cultura oriental, principalmente no que se refere à história e política daquele hemisfério do mundo!

Ou seja, a trama é ambientada no Japão, mais precisamente o da virada do século XIX. (Sou uma cria de Rurouni Kenshin/Samurai X, por isso, não tem como não se prender a dramas históricos e políticos de qualquer época! hehehehe…)

A estória se passa em cima de um império japonês que, no ano de 1799, está totalmente fechado aos estrangeiros, com uma única exceção: a ilha artificial de Dejima, na costa de Nagasaki! Lá, os holandeses – que são os últimos parceiros comerciais europeus – mantêm uma feitoria.

E é no meio de toda essa trama política-comercial, que nos deparamos com o jovem escriturário Jacob de Zoet, o qual parte de navio para o Oriente, em busca da fortuna que lhe permitirá casar-se com sua amada Anna. No entanto, o trabalho ganha um “upgrade” inconveniente e ele acaba sendo incumbido por seu tutor da missão de investigar os registros de Dejima em busca de evidências de corrupção.

Digam-me! Esta é ou não é uma narrativa que poderá prender o leitor por suas intrigas, que lhes garanto, são muito bem elaboradas e descritas!? É como o The Times disse… “Seria difícil imaginar um livro mais aguardado do que Os mil outonos de Jacob de Zoet. Pouca coisa publicada hoje se compara a ele: vertiginosamente ambicioso e brilhante, executado com precisão e técnica assombrosas.”.

Os mil outonos de Jacob de Zoet

Para quem ficou curioso, eis a sinopse oficial do livro, fornecida pela editora, bem como um arquivo em pdf com um trechinho da obra para ler:

“O pano de fundo exótico para esta trama é o Japão da virada do século XIX. No ano de 1799, o império japonês está totalmente fechado aos estrangeiros, com uma única exceção: na ilha artificial de Dejima, na costa de Nagasaki, seus últimos parceiros comerciais europeus, os holandeses, mantêm uma feitoria. Em busca da fortuna que lhe permitirá casar-se com sua amada Anna, o jovem escriturário Jacob de Zoet parte de navio para o Oriente e acaba sendo incumbido por seu tutor da missão de investigar os registros de Dejima em busca de evidências de corrupção.

Impedido de praticar a fé cristã, ridicularizado pelos japoneses e hostilizado pelos colegas europeus que tem o dever de investigar, Jacob se sente mais isolado que nunca. Ao mesmo tempo, conhece aos poucos uma galeria de personagens marcantes que inclui o trambiqueiro Arie Grote, o samurai e intérprete Ogawa Uzaemon e o erudito botanista dr. Marinus. Sua situação se complica definitivamente quando ele se apaixona por uma jovem parteira e estudante de medicina, Aibagawa Orito, uma moça intrigante que tem o rosto parcialmente queimado. Quando Orito é raptada pelo sinistro abade Enomoto e Jacob se descobre vítima de sua própria ingenuidade e retidão moral, desvela-se uma trama repleta de paixões proibidas, traições, culpa, assassinatos, intrigas políticas e segredos de uma ordem espiritual que pratica horrores indizíveis.

Escrito com grande atenção aos detalhes, numa prosa repleta de episódios cômicos e reflexões filosóficas e históricas, Os mil outonos de Jacob de Zoet mostra por que David Mitchell é considerado um dos grandes autores contemporâneos de língua inglesa. Eleito um dos melhores jovens escritores britânicos pela revista Granta em 2003 e indicado a diversos prêmios importantes (foi duas vezes finalista do Man Booker Prize, com o cultuado Cloud Atlas e depois com Os mil outonos de Jacob de Zoet), Mitchell é dono de uma imaginação quase ilimitada e de um estilo cristalino e vívido, com o qual transita fluidamente entre gêneros como o romance histórico, a ficção científica e o romance de formação.”  Degustação do livro: Os mil outonos de Jacob de Zoet (degustação)

Texto by Fabi

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(na foto, participação especial da minha japa do coração, Liane Yumiko Azuma)



{dezembro 20, 2011}   Vem pra Rua, Vem pela Floresta!

No sábado passado (dia 17 de Dezembro de 2012) estive por São Paulo fazendo compras de Natal. Arrastei comigo o meu mais do que perfeito namorado, Carlos. O coitado ficou carregando sacolas, me aguentou e, ainda por cima, acabou levando de brinde um susto!

Passamos pela selva de pessoas na Santa Efigênia… Enfrentamos (mais eu do que ele) os animais da 25… E depois fomos encerrar o dia na Avenida Paulista. Íamos passar na Liberdade antes, contudo, estávamos quebrados! Eu queria muito e até pensei que fosse me arrepender por não ter ido até lá, contudo, logo vi que fizemos a coisa certa!

Não digo que acertamos, somente porquê estávamos cansados e muito provavelmente não aguentássemos cumprir o percurso todo. Mas, sim, porque no instante em que comecei a andar pela avenida, me deparei com um manifesto.

Se houvéssemos ido para a Liberdade, provavelmente eu não teria presenciado, filmado e participado (indiretamente) do protesto contra a construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte e contra a reforma do Código Florestal.

Por sorte, estava com a minha câmera e pude registrar tudo.

A manifestação pode ter sido considerada pequena e incomoda para muitos, mas, eu vi um propósito naquelas pessoas! Por mais que digam que o problema está “lá”, não acredito que não seja assunto nosso. Podemos estar “aqui”, “lá”, “acolá”… Aonde for… De qualquer forma, estamos dentro da mesma Terra, estamos lutando pelos mesmos ideais, estamos conscientes quanto à importância da preservação do meio ambiente, em principal, do nosso “pulmão”.

Bom…

Minhas palavras não foram as melhores, mas espero que tenham sentido o “espírito da coisa”.

 

Para quem tem facebook, eis o vídeo que fiz sobre o manifesto: Vem pra Rua, Vem pela Floresta!

 

Em breve vou postá-lo no youtube e passo o link para vocês!

 

Foto: Reinaldo Marques (fotógrafo do Terra)

 

 



{dezembro 16, 2011}   O Meio Ambiente no Século XXI

Neste século 21 a Humanidade enfrenta o esgotamento acelerado dos recursos naturais num ritmo sem precedentes na História. Aquilo que parecia muito distante para várias gerações, finalmente chegou!

O que fizemos com o nosso planeta e o que faremos daqui pra frente?

“Os jovens deverão saber como criar uma civilização que funcione com energia solar, conserve a biodiversidade, proteja solos e florestas, desenvolva empreendimentos locais sustentáveis e repare os estragos infligidos à Terra. Para oferecermos essa educação ecológica, precisamos transformar nossas escolas e universidades.” – David Orr

O Meio Ambiente e a Sociedade do Século XXI

 

Ao mesmo tempo em que a humanidade vira ano após ano usufruindo de suas novas conquistas, os desafios e problemas a serem enfrentados aumentam de forma vertiginosa, principalmente no que diz respeito à conservação do meio ambiente e à conseqüente melhoria da qualidade de vida.

Várias pesquisas divulgadas pelo mundo todo demonstram a necessidade da busca por mudanças de padrões, hábitos e comportamentos insustentáveis e danosos ao meio ambiente. Assim, é inevitável ponderar que as gerações futuras precisam aprender a utilizar melhor a energia e os materiais disponíveis; a usar a energia solar sob todas as suas formas; eliminar a poluição e o desperdício; e a administrar recursos renováveis.

Ou seja, precisam iniciar a imensa tarefa de restaurar, da melhor forma possível, os danos causados à Terra nos últimos 200 anos de industrialização descontrolada, civilização inconseqüente e ignorância ambiental. E tudo isso precisa ser feito, afrontando as perversidades sociais, políticas e raciais; lutando contra qualquer forma e tipo de corrupção; e resistindo ás conseqüências de um planeta usufruído de forma imprudente. Resumindo: tudo isso precisa ser feito diante de um labor árduo de conscientização e de incentivo ao abandono à comodidade, colocando a “mão na massa”.

Nenhuma geração teve que encarar tamanho programa  de trabalho, como a nossa e as futuras precisam e precisaram enfrentar. E continua-se, porém, a educar os jovens como se não houvesse nenhuma emergência planetária e tudo não passasse de apenas uma medida preventiva, sem alardes ou preocupações.

A crise que enfrentamos pode ser considerada como uma “crise da mente, da percepção e dos valores”, portanto, representa um grande desafio para as instituições que formam essas “mentes, percepções e valores”. É um desafio, inicialmente, educacional e social!

O assunto meio ambiente, por mais que esteja “na moda”, ainda não é muito claro para a maioria das pessoas e dos jovens. Um erro comum para os poucos familiarizados com o assunto é pensar que meio ambiente se resume a florestas e animais, sem fazer a ligação entre a fauna e a flora – seja selvagem ou urbana – e os seres humanos que vivem tanto em “meios naturais” quanto nos grandes centros urbanos.

Assim, a reflexão e a cogitação de práticas sociais, em um contexto marcado pela degradação permanente do meio ambiente e do seu ecossistema, cria a necessidade de uma educação ambiental mais “profunda” e de mais estudos de entendimento da mesma.

A dimensão ambiental configura-se crescentemente como uma questão que diz respeito a um conjunto de atores do universo educativo, potencializando o envolvimento dos diversos sistemas de conhecimento, a capacitação de profissionais e a comunidade universitária numa perspectiva interdisciplinar.

O desafio que se coloca à frente dessa e das novas gerações é de formular uma educação ambiental que seja crítica e inovadora e que deva ser, acima de tudo, um ato político voltado para a transformação social. O seu enfoque necessita buscar uma perspectiva de ação holística que precisa relacionar, como já dito anteriormente, o homem, a natureza e o universo, tendo como referência que os recursos naturais se esgotam e que o principal responsável pela sua degradação é o ser humano!

Essa foi uma breve reflexão sobre o assunto. Caso queira acompanhar melhor as questões globais e nacionais acerca do meio ambiente, sugiro alguns links.

Aliás, abro um espaço para alguns questionamentos:

Como fica a nossa Amazônia? De quem realmente é o dever de lutar por ela e entender as questões burocráticas e sociais que atuam em cima de nossa floresta Amazônica e demais tesouros naturais nacionais? (apenas aproveitando para fazer um link com as questões atuais acerca do assunto em nosso país.)

Links:



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