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a-torre-negra-filmes-novidades-1Não é de hoje que a mega saga A Torre Negra ganha tentativas de adaptações no Cinema. A série já passou pelas mãos do diretor Ron Howard e por último J.J. Abrams.

Apesar da grande influência de ambos em Hollywood, nenhum deles conseguiu sintetizar toda a obra do (mestrefoda) Stephen King em um roteiro satisfatório.

Parece que isso acabou de mudar.

A Sony Pictures assumiu a produção de A Torre Negra e começou contratando um diretor novato, Nikolaj Arcel.

O dinamarquês comandou quatro filmes em sua terra natal com bastante sucesso, e irá fazer a sua estreia em Hollywood com A Torre Negra.

Até então, o ator Javier Bardem era cotado para interpretar o pistoleiro Roland Deschain, em sua eterna busca pela Torre Negra do título.

A Sony tem bastante confiança no projeto e já marcou a data de estreia do primeiro filme: 17 de janeiro de 2017.

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Resta saber como o cineasta irá estruturar a série no cinema. A Torre Negra possui oito livros e uma história tão épica que parece que a palavra ‘saga’ é pouco para descrever.

O roteiro ficou a cargo de Jeff Pinkman e Akiva Goldsman, e este será reescrito pelo diretor Arcel e por Anders Thomas Jensen.

A parte boa de tudo isso é que pra esperar até 2017 teremos ‘somente’ Batman Vs Superman, Capitão América: Guerra Civil, Deadpool, X-Men Apocalypse, Dr. Estranho, Esquadrão Suicida, Animais Fantásticos e Onde Habitam, Star Wars… acho que eu aguento esperar.

No mais, que venha A Torre Negra!

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Texto by Guh Valente

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Olá, leitores Jedi!

Estamos de volta e desta vez iremos falar de…

Star Wars – Kenobi!

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2015 definitivamente é o ano de Star Wars. Com a estreia de O Despertar da Força no final do ano, é a hora dos fãs correrem para todo tipo de lojas e adquirir produtos dessa saga de uma galáxia tão tão distante (as minhas canecas do ovo de páscoa estão me encarando enquanto digito este texto).

É nos livros que a Força tem estado com Star Wars aqui no Brasil: Herdeiro do Império, primeiro de uma trilogia continuando a história de O Retorno de Jedi – sem relação com o vindouro filme da Disney, contudo – vendeu mais de 40 mil exemplares desde o lançamento em dezembro.

Porém, enquanto a continuação não chega, a Aleph nos presenteou com um conto centrado em um único e fascinante personagem da série: o mestre Jedi Obi Wan Kenobi.

Kenobi

Kenobi é escrito não somente como um estudo de personagem, mas também como uma mistura eficiente de aventura, fantasia e uma boa dose de velho oeste americano.

Duvida?

Vamos à sinopse então:

Num povoado remoto no meio do deserto, alguns habitantes sofrem com ataques de nativos. Para contornar o problema, um fazendeiro decide que a melhor coisa a se fazer é uma ‘milícia’, que defende as pessoas em troca de um certo valor. Tudo isso é abalado quando um homem misterioso chega ao povoado. Sem revelar nada sobre seu passado, ou quem ele é, o forasteiro conquista amigos e inimigos, enquanto desperta sentimentos mais profundas em uma determinada porém solitária dona de armazém.

Faroeste demais?

Pois é exatamente assim que o autor estruturou Kenobi. O deserto é o planeta Tatooine, palco de muitos eventos da saga Star Wars, o forasteiro é Obi Wan “Ben” Kenobi e os nativos são os perigosos caçadores Tusken, coloquialmente conhecidos como o Povo da Areia.

A força do livro está nos personagens secundários, todos criações de J.J. Miller. Temos o fazendeiro Orrin Gault, que vendo nos ataques do Povo da Areia uma chance de tirar uma graninha, é o responsável por criar a milícia.

Os filhos de Gault, Mullen e Veeka, são os típicos jovens e encrenqueiros, sendo uma má influência para o jovem Jabe Calwell, filho de Annileen, dona do maior mercado do povoado onde a história se passa: o Oásis Pika (eu sei, eu sei…).

Annileen é uma mulher forte, determinada e sofrida, que cria os filhos com mão de ferro e carinho ao mesmo tempo, resistindo às investidas de Orrin, que foi um dos responsáveis pela prosperidade do Oásis junto com o falecido marido de Annileen.

Outro personagem de bastante destaque é A’Yark, líder de guerra do Povo da Areia. O arco de A’Yark é eficiente em mostrar o outro lado do conflito, embora os capítulos focados nesta personagem sejam um pouco mais arrastados, embora não menos interessantes.

O que nos traz ao personagem principal do livro!

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Ben Kenobi ainda se encontra atormentado pelos eventos ocorridos no Episódio III – A Vingança dos Sith. Com dificuldades para aceitar a perda de Anakin Skywalker e o fim da ordem Jedi, Kenobi recorre à meditação direcionada a seu antigo mestre, Qui-Gon Jinn.

É possível sentir todo o peso e o sofrimento do mestre Jedi, que se culpa pela derrocada de Anakin ao lado sombrio da Força e sua impotência diante da ascensão do Império Galáctico. O sentimento de amizade e respeito que Obi Wan (Ben, na maior parte do livro) nutre por Annileen é tocante e cresce aos olhos do leitor, com direito até uma crush adolescente vinda da filha da personagem: Kaillie.

O autor humaniza Ben de uma maneira que nem o próprio George Lucas conseguiu, fazendo com que torçamos para que Kenobi consiga a felicidade que tanto deseja.

Mas, como fãs de Star Wars, sabemos que a missão de ficar de olho em Luke Skywalker significa mais para ele, o que leva a certas passagens do livro que são de cortar o coração.

A obra não possui nenhuma grande revelação (somente uma surpresa bem legal com relação a um personagem inesperado), mas compensa na alma que o enredo os personagens possuem. Não estava esperando que o livro fosse ser uma leitura tão agradável, mas John Jackson Miller conseguiu algo bem legal: me fez enxergar vários momentos dos filmes com um olhar diferente.

E provar mais uma vez o quanto o Obi Wan é um Jedi mega fodão!

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….

Texto by Guh Valente

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Olá, cyberleitores!

Estamos retomando as resenhas aqui no blog e a obra resenhada da vez é…

NEUROMANCER

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“O céu sobre o porto tinha cor de televisão num canal fora do ar”

Essa única frase, além de iniciar a leitura de Neuromancer, também dá o tom do que vamos encontrar ao longo do livro de William Gibson; um cenário diferente e ao mesmo tempo igual a tudo que já vimos!

Neuromancer foi o livro que contribuiu para o início do cyberpunk; sub-gênero da ficção científica que retrata um avanço tecnológico inversamente proporcional ao social.

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No futuro, existe a matrix; um espaço de alucinação que existe no ciberespaço como forma de manipular dados. E os homens e mulheres que conseguem participar da matrix são chamados de cowboys, sendo que eles necessitam de decks especiais para poder entrar.

O protagonista de Neuromancer é o cowboy Case, que depois de tentar passar a perna em um empregador, perdeu sua capacidade de entrar na matrix.

Desesperado e com uma veia suicida, Case aceita um trabalho misterioso vindo de Armitage – um militar com um passado misterioso – em troca de poder retornar. Aliado com Molly Millions, uma samurai de rua com implantes cromados no lugar de olhos e unhas retráteis, Case adentra um submundo de interesses corporativos, espionagem, manipulação de informações e inteligências artificiais sencientes.

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No mundo atual, alguns recursos utilizados pelos personagens soam bastante datados e as descrições dos cenários lembram bastante uma paisagem de filme oitentista de sci-fi. E isso é exatamente o que o Guh aqui adora!

Esse ar retrô futurista dá uma sensação única durante a leitura, me fazendo pensar naqueles clássicos trash de sci-fi em VHS que se encontravam no cantinho da locadora.

Mas, Neuromancer é tudo, menos trash!

William Gibson pode não ter sido um bom futurista, mas acertou na sua visão sobre o domínio das corporações no cotidiano e na nossa atual dependência de tecnologia pra fazer qualquer coisa.

O autor imagina um mundo onde inteligências artificiais criam “vida” e passam a ter desejos humanos e (quase) divinos. E está aí a sacada do livro: os personagens humanos são quase máquinas funcionais, fazem apenas o que lhes é requerido do enredo, com um ou outro intervalo onde podemos enxergar alguma humanidade neles. São as I.A.s que recebem o maior indício de profundidade de personagem. O que é bastante interessante e perturbador.

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Dois anos antes da publicação de Neuromancer (1984), o filme Blade Runner (<3) já havia tocado nos mesmos temas de humanidade em máquinas e, devo dizer, de forma bem tocante.

Porém foi o livro de William Gibson que cimentou o cyberpunk no imaginário coletivo!

A escrita pode parecer um pouco difícil à primeira vista, mas o autor vai direto ao ponto e, em uma única frase, coloca uma informação que será importante ao longo do enredo todo.

Apesar da frieza dos personagens, o leitor se sente investido na jornada de Case para cumprir a estranha missão que lhe foi dada. É uma sensação ímpar se aventurar na mega cidade que o autor imaginou para suas histórias: o Sprawl. (Um conglomerado de cidades americanas interligadas entre si, formando uma mega mega megalópole, sacaram?)

E a cada ano que passa, a importância de Neuromancer é reiterada tanto quanto literatura, quanto pelas inovações que trouxe. Além de ser responsável pela criação da palavra ‘ciberespaço‘, Gibson pavimentou muito do que viríamos a conhecer como a internet!

O autor lançou duas continuações que se passam no universo do Sprawl: Count Zero e Mona Lisa Overdrive, todas publicadas pela (excelente, incrível, maravilhosa) editora Aleph!

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Aliás…

Aleph vem sendo um pilar da ficção científica no Brasil, publicando autores como Isaac Asimov, Philip K. Dick, Frank Herbert, Arthur C. Clarke, Ursula K. Le Guin, ente outros… Além de publicar clássicos como: Laranja Mecânica, a série John Carter de Marte, O Planeta dos Macacos, a graphic novel O Perfuraneve e, atualmente, também cuida da publicação dos romances de uma certa saga espacial chamada Star Wars, já ouviram falar?

E para quem ainda não viu,  edição de 30 anos de Neuromancer está caprichadíssima e vem com três contos extras: Johnny Mnemônico, Queimando Cromo e Hotel New Rose! Estes textos ajudam a ambientar, ainda mais, o cyberpunk na mente do leitor e contribuem para atestar a genialidade de William Gibson, que ousou sonhar com a internet lá no começo dos anos 80, antes de sermos completamente viciados nela.

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Eu, com certeza, recomendo a leitura para quem gosta do mundo cyberpunk ou tem curiosidade de conhecer!

E para ajudar a entender melhor o livro, eis a sinopse oficial da obra:

“No futuro, existe a matrix. Uma espécie de alucinação coletiva digital na qual a humanidade se conecta para, virtualmente, saber de tudo sobre tudo. Mas há uma elite que navega por essa grande rede de informação – os cowboys. Case era um deles, até o dia em que tentou ser mais esperto do que os seus patrões. Que fritaram suas conexões com o ciberespaço, tornando-o um pária entre os seus iguais. Ele vaga pelos subúrbios de Tóquio, mais envolvido do que nunca em destruir a si próprio, até ser contatado por Molly, uma bela e perigosa mulher que, assim como ele, desconfia de tudo e de todos. Os dois acabam se envolvendo numa missão cheia de mistérios e perigos. Esta edição comemorativa de 25 anos de ‘Neuromancer’ conta com nova tradução de Fábio Fernandes e prefácio de William Gibson. O romance de estréia de Gibson é o primeiro volume da chamada ‘Trilogia do Sprawl’, que ainda inclui os livros ‘Count Zero’ e ‘Mona Lisa Overdrive’.”

Texto by Guh Valente

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Quem aqui nunca surtou por alguma série ou saga, seja literária ou apenas televisiva?

Sabe… Antigamente (mais ou menos uns 10 anos atrás), ser nerd ou geek era motivo para lhe transformar em alvo de piadinhas sem graça e bullying desenfreado! No entanto, para a sorte da maioria e desespero dos haters de posers, atualmente a moda é ser geek! Mostrar que é nerd de carterinha e fã de excelente séries virou motivo de orgulho para muita gente!

E é por causa disso que o mercado literário, cinematográfico e, até, o de moda e alimentício (entre outros) se abriu para sagas (tanto do mundo da literatura ou do cinema) de excelente qualidade, como: Senhor dos Anéis, Harry Potter, Jogos Vorazes, Game of Thrones, Nárnia, O Guia do Mochileiro das Galáxias, etc…

Até para HQ’s incríveis , seriados fantásticos, games criativos, rpg’s viciantes, grupos musicais inovadores e desenhos animados divertidíssimo e animes inteligentes, como: Os Vingadores, Batman, Superman, Homem de Ferro, O Hobbit, Cidade dos Ossos, Doctor Who, Star Trek, Star Wars, Supernatural, Walking Dead, Once Upon a Time, Firefly, O Estranho Mundo de Jack (The Nightmare Before Christmas), Adventure Time, Sailor Moon, Disney, Pokémon,  Sakura Card Captors, Avatar, Monty Python, WOW (World of Warcraft), Daft Punk, entre outros… (acho que exemplifiquei demais!! hehehehe… Mas, já aviso que nem todos os sitados aparecerão aqui no post, apesar de realmente existirem nas lojas mencionadas até o momento!)

Bom…

Muitas “empresas” e lojas vendem produtos inspirados nesse mercado geek, contudo, o foco de hoje vai apenas para algumas dessas lojas e para apenas um tipo de produto: ESMALTES!!

Comecemos pela Fandom Cosmetics! A Fandom surgiu graças à união de duas amigas: Annie e Leigh, que há algum tempo perceberam que a maneira perfeita de unir o amor (delas e nosso) por esmaltes e os personagens mais queridos, seria criar uma linha com diversas cores e texturas inspiradas em séries e saga fenomenais! Portanto, assim nasceu a Fandom Cosmetics!

No site, elas vendem os conjuntos temáticos por $8.50 (dólares), sendo que os kits mais caros chegam a custar, no máximo, $45.50 (dólares)! Deem uma olhada em algumas “coleções” de esmaltes da Fandom Cosmetics (aliás, lá você pode encontrar outros artigos, como: cremes, lentes, maquiagens, etc…):

Fandom Cosmetics

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Continuando…

Ainda para os fãs de séries de ficção científica  e filmes e livros fantásticos , o site NerdLacquer também criou esmaltes super descolados inspirados para as nerds de plantão! Diferente do Fandom Cosmetics, que nomeia cada esmalte de acordo com a inspiração, o NerdLacquer dá títulos “diferentes” aos seus produtos, como: I Aim to Misbehave, Shiny, Cold & Calculating, But She’s Got It Where It Counts, etc… Alguns possuem nomes que lembram as séries/sagas (The Ring, The Eye, No Medal for Chewie, …), mas, para ter certeza sobre qual é a inspiração de cada produto, o site os classificou com o nome das séries, filmes e livros de origem!

As cores do NerdLacquer também são bem interessantes e assim como a Fandom, possuem muito brilho! O site faz encomendas para o Brasil (assim como o Fandom Cosmetics), sendo que os produtos custam, em média, $10 (dólares). Aliás, ele é especializado SOMENTE em esmaltes por enquanto… Confiram alguns dos produtos:

NerdLacquer

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NerdLacquer2

NerdLacquer3

E para finalizar…

Ainda existem outras linhas de esmaltes lindíssimas e fofas à venda na internet! E eu separei, para fechar com chave de ouro, algumas como: Adventure Time, The Nightmare Before Christmas e da Disney!!

Estes esmaltes podem ser encontrados nas lojas Hot Topic e Esmalteria da KK  (a única nacional até o momento!). Contudo, quem realmente lançou as coleções foi a Hot Topic, sendo que nessa loja, o preço dos esmaltes variam de $3.75 (dólares) a $10 (dólares)! E na Esmalteria da KK o preço pode chegar a R$35 (reais)!

Sem mencionar que na Hot podemos encontrar produtos dos mais variados, como: roupas, acessórios, sapatos, … Todos no estilo Adventure TimeThe Nightmare Before Christmas, Disney, Lolita e alguns temas góticos e/ou literários! E na Esmalteria, todos os produtos são voltados para as unhas, desde adesivos e decorações até produtos de tratamento!

As cores dos esmaltes são bem comuns: amarelo, azul, lilás, rosa, vermelho, verde-água, vinho, preto, roxo… Todavia, são tons fortes e que se destacam bem na unha! Além de serem produtos de excelente qualidade! Aliás… Na Hot Topic podemos encontrar algumas versão especiais que vem com algum brinde!

Dá só uma olhada no que tem nas duas lojas:

Hot Topic e Esmalteria da KK

Hot Topic e Esmalteria da KK1

Hot Topic e Esmalteria da KK2

Espero que tenham gostado, pois eu amei!!! =D 



Cá entre nós, quem aqui nunca brincou de LEGO e/ou assistiu aos celebres filmes de Star Wars?

Pois é…

Ao menos uma vez na vida, eu tenho certeza, de que vocês já esbarraram com pecinhas de LEGO (ou pisaram. Ai! >.<) ou se depararam com os personagens e naves de Star Wars (“Luke, I’m your father!“).

E em homenagem aos fãs da série e/ou  do brinquedo, que uma enorme nave X-Wing, de Star Wars, foi montada e agora está em exposição na Times Square, em Nova York.

E vocês não leram errado e nem eu escrevi errado! Essa nave não foi “construída” e sim, de fato, montada! Uma vez que ela é todinha feita apenas de tijolos de LEGO. E o mais impressionante é que os detalhes realmente não foram esquecidos! A nave possui cabine, motores que se acendem, uma série de efeitos sonoros de acordo com os filmes, entre outros atributos bacanas e realistas! O melhor de tudo é que os fãs podem se sentar dentro dela!!

Segundo o jornal Daily Mail, foram mobilizados cerca de 32 “especialistas em construção com LEGO” para montar a réplica da nave que levou mais de 17 mil horas para ficar pronta, sendo que foram usadas mais de 5 milhões de tijolos para que ela ficasse em escala real e o mais fiel possível!

X-Wing é o maior modelo de LEGO na história! Ela é tão grande, que seria possível montar um Luke Skywalker de tamanho real dentro! Ao todo são 11 metros de altura, 43 metros de comprimento e uma envergadura de 44 metros! Ou seja, ela é 42 vezes maior do que o modelo de nave usado no set de filmagem, durante a produção do filme.

O modelo é tão pesado que requer uma estrutura metálica interna para apoiá-lo. A nave espacial pesa aproximadamente 46 mil quilos e chegou em N.Y. dividida em 34 seções guardadas em contêineres, que foram levados de navio vindos de Kladno, na República Checa. Que viagem, né? Não é a toa que ela levou praticamente 04 meses para ficar prontinha para exposição na Big Apple!

A réplica foi fortemente projetada para suportar todo o transporte e instalação sem quebrar. Além de toda a montagem, desmontagem e remontagem, foram tomados todos os cuidados para garantir a segurança do modelo para os visitantes da Times Square e a resistência para suportar toda a viagem pelo sistema de metrô. A nave ficará em exposição no meio da Times Square até sábado.

Fontes: Daily Mail, LEGO e O Buteco da Net 



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