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Que a animação nacional Uma História de Amor e Fúria marcou época aqui no Brasil, ninguém duvida. O longa coleciona prêmios por onde passa e cativou os cinéfilos com seu roteiro revisionista, que conta a História do Brasil de um ponto de vista que os livros de história não revelam.

Mas a animação do diretor Luiz Bolognesi está olhando para horizontes mais distantes: Uma História de Amor e Fúria é uma das 19 animações inscritas para concorrer ao prêmio máximo da Sétima Arte.

Sim, caros amigos. Estou falando daquela estatueta concedida pela Academia de Artes e Ciências de Hollywood. O tal do Oscar!

O diretor Luiz Bolognesi – o qual eu (Gustavo) e a Fabi tivemos o prazer de conhecer e conversar sobre o filme: confira logo abaixo! – falou à UOL sobre a indicação. Ele descreveu que é um sonho se tornando realidade, e que há candidatos muitos fortes de outros países também.

Uma História de Amor em Fúria entrará em cartaz nos EUA por uma semana para cumprir exigências da Academia. Lá fora, o filme vai se chamar Rio 2096: A Story of Love and Fury.

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Esta animação carrega grande valor sentimental para mim, pois tive a honra de assisti-lo na companhia do próprio diretor, e com a nossa Fabiane. Cobri o filme para o Caravela Virtual, e o capitão Will Pauley e a primeira dama Nay Firens nos acompanharam na exibição. Veja aqui a matéria original, e assista a entrevista que a Fabi realizou com o cineasta Luiz Bolognesi. E boa sorte para o filme no Oscar 2014!!

(texto de Gustavo Valente!)

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{junho 17, 2012}   Simplesmente Amor

#Matéria: Simplesmente Amor

Por Will Pauley – nas categorias Comportamento e Matérias do Caravela Virtual (no dia 12 de junho de 2012)

 

Ahhhh, o amor! Que enche o coração dos mais jovens e apazigua o coração dos mais velhos…
Não necessariamente nessa ordem haha!

É esse o tema de hoje pra vocês em homenagem ao romântico 12 de junho, o Dia dos Namorados.


“Amor é fogo que arde sem se ver
É ferida que dói e não se sente
É um contentamento descontente
É dor que desatina sem doer”
(Luíz V. de Camões)

Definindo o Amor

Amor. Palavra originada do latim e que possui uma porção de significados na nossa língua portuguesa – assim como em diversas outras. Pode significar afeição, compaixão, misericórdia, atração, desejo. Mas, comumente, o conceito popular descreve o amor como um vínculo emocional com alguém ou com algum objeto. E é através desse sentimento abstrato que desenvolvemos uma porção de sensações e estímulos da quais, muito provavelmente, o ser humano não viveria sem.

Embora o amor seja narrado de tantas formas (havendo termos específicos em grego e latim exatamente para fazer a distinção delas), há um conceito consensual sobre o amor original. Não importa a classe, raça ou religião, nem mesmo o tipo de amor em evidência ou por quem ele é sentido. O amor, obrigatoriamente, deve ser permitido. É uma permissão quase sempre concedida tão naturalmente que ninguém para pra pensar muito nela – mas, existe. É a tal da recíproca. Portanto, se alguém realmente te ama, é porque você permitiu.

Te amo é bom dia?

Trazendo um pouco dessa teoria ao nosso cotidiano, vamos nos deparar com outra questão em andamento paralelo: Dizer “eu te amo”. Com o advento da internet, expressar algo assim passou a ser mais comum (pra não dizer banal) e culminou na máxima que nomeia uma comunidade do Orkut, “Te amo não é bom dia!”. Concordo e discordo. É ruim atribuir um sentimento tão nobre a qualquer um que se conhece pela frente, mas creio que seja uma frase digna pra se ouvir com a sinceridade de quem te ama no dia a dia. E mais de uma vez por dia. Isso me leva a uma antiga conversa com uma amiga…

Certa vez, um conhecido dela dizia que evitava falar  “eu te amo” com freqüência porque a namorada já sabia disso, e que guardava as três palavrinhas para ocasiões especiais. Senão, o que diria quando quisesse expressar o seu amor de verdade? Ok, inovar sempre é bom. Mas pense na hipótese de beleza: Qual pessoa – especialmente mulher – não gosta de ouvir o quanto está bonita hoje? E amanhã? E depois de amanhã? É algo reconfortante, faz bem pra auto-estima, pra saúde e pro ego. Portanto, o ruim da história não é o “minha nossa, como você está linda!” de segunda a segunda. O ruim é quando não há nada agregado nisso, sejam atitudes, emoções, ou afins. O ruim é quando é um discurso vazio. E quando não é sincero.

Mas, se você realmente ama alguém, por que dizer amanhã o que se pode dizer hoje? Tá esperando morrer, é? Estudos comprovam que pessoas que se sentem amadas são mais felizes, e que ouvir ou dizer “eu te amo” sete vezes por dia é uma bela forma de manter-se alegre. Então, por que não somar isso há outros fatores surpresas? Há várias outras coisas capazes de expressar o quão você está satisfeito com sua companhia. Frases, cartas, presentes, ou simplesmente olhares, gestos, carinhos… Às vezes, o silêncio realmente vale mais do que mil palavras – ou três, no nosso caso. E outra: Não existe apenas essa coisa de “dia especial”. Pra quem ama, o amor é um sentimento contínuo no qual todo e qualquer momento pode ser especial.

A Teoria Triangular do Amor

Como você já deve ter percebido que o meu foco é relacionamentos – como sempre – vou falar de uma parte substancial baseado na teoria de Sterneberg, com o amor dividido em três elementos básicos – intimidade, paixão e compromisso. Observem:

• Amizade (intimidade)
• Limerence (paixão)
• Amor vazio (compromisso)
• Amor romântico (intimidade + paixão)
• Companheirismo amoroso (intimidade + compromisso)
• Amor fugaz (paixão + compromisso)
• Amor consumado (intimidade + paixão + compromisso)

intimidade está ligada a troca de informações que você pode ter com alguém, ao ponto de conhecê-la culturalmente, emocionalmente, ou fisicamente. A paixão é geralmente o desejo, a vontade de estar junto do outro indivíduo e de querer receber a felicidade que dele provém. Por fim, o compromisso (que deriva da palavra “promessa”) é o que os casais fazem com troca de palavras, alianças e celebrações, prometendo sua fidelidade e lealdade um ao outro. A junção destes três pilares seria o amor pleno, com empatia e companheirismo na medida certa.

Partindo desse ponto de vista, é sabido que a paixão costuma ser passageira, e é exatamente por isso que muitos relacionamentos acabam nos primeiros meses. Enquanto, no começo, uma atração enorme é geralmente criada (muitas vezes até chegar à relação sexual), são outros os fatores determinantes que dão prosperidade a relação – sobretudo, aqueles que tangem as qualidades, defeitos, e os objetivos de vida que cada um tem. Mas, se esses quesitos passam a ser tolerados e se a busca pela felicidade nutre das mesmas idéias e ideais, o casal ganha mais um ponto a seu favor e cria um laço único de confiança. Talvez isso explique o porquê grandes ou melhores amigos que resolvem ficar juntos tem tanta eficácia para continuarem juntos.

Ainda sou defensor do diálogo como chave de um “relacionamento perfeito”, por ser o único modo de você compreender alguém plenamente. Não adianta achar que fulano gosta disso ou daquilo só pelo chute. É muito importante conversar, conversar e conversar mais um pouco! Se você encontra alguém com quem, digamos, quer “viver pra sempre”, eu tenho a nítida impressão que esses devaneios particulares deveriam ser prazerosos. Se não são, então algo está errado. E se você não acredita na benevolência do amor, eu poderia afirmar que é por já ter sofrido ou se frustrado com isso, mas não pela falta de vontade em querer que alguém te ame. Certo?

O Amor Acontece

Enfim, todos carecem de amor. Todos querem reconhecer esse sentimento em si e nos outros, não importando idade ou sexo. O amor é vital para nossas vidas como o ar, e é notoriamente reconhecido que, sem amor, nenhuma criatura sobrevive. E, com amor, trazemos equilíbrio e paz de espírito aos nossos corações.

Pra finalizar com um panorama geral, eu cito isso:

“Sempre que fico triste com o estado do mundo, eu penso sobre o portão de desembarque do aeroporto de Heathrow. A opinião geral nos faz acreditar que vivemos num lugar de ódio e ganância, mas eu não vejo assim. Me parece que o amor está em toda parte. Muitas vezes não é particularmente interessante ou digno, mas ele está sempre lá – pais e filhos, mães e filhas, maridos e esposas, namorados, namoradas, velhos amigos. Quando os aviões atingiram as Torres Gêmeas, pelo que sei, nenhum dos telefonemas das pessoas a bordo foram mensagens de ódio ou vingança – foram todas  mensagens de amor. Se você olhar pra ele, eu tenho um pressentimento que você descobrirá que o amor, realmente, está todo ao seu redor.”

Não há receita de bolo, mas… Simplesmente ame e deixe acontecer.

 

Will fez uma menção sutil ao filme britânico “Love Actually”, que chegou há tempos no Brasil com o título “Simplesmente Amor”, cheio de atores fodões. E recomenda! =D

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Gente, eu literalmente fiz um CTRL+C e um CTRL+V nesse post, mas eu realmente recomendo a leitura de tal texto! Aliás, recomendo a leitura do Caravela!! Quem se interessou, aqui vai o link: http://www.caravelavirtual.com.br



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